“AXL SEMPRE FOI ATENCIOSO COMIGO”, DIZ BRIAN MAY

25 03 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Blabbermouth

O guitarrista do Queen, Brian May, recentemente respondeu algumas perguntas enviadas pelos leitores da revista britânica “Uncut”. Quando questionado sobre como acabou se envolvendo com na produção do “Chinese Democracy”, do Guns n’ Roses (em 1999, May gravou um solo de guitarra para a faixa “Catcher in The Rye”, mas seu trabalho foi removido, da mixagem final da música), ele respondeu:

“Não me lembro quando conheci Axl, mas nós os convidamos para tocar no tributo a Freddie em 1992. Eles fizeram um trabalho fantástico e também doaram muito dinheiro ao Mercury Phoenix Trust. Após isso, minha banda solo abriu para o Guns n’ Roses numa turnê, e nos demos muito bem”. May continua, “as pessoas pensam em Axl como uma pessoa difícil, mas comigo ele sempre foi bem atencioso”.

“Quando eles estavam gravando este álbum (Chinese Democracy), após não sei quantos anos, eles estavam conversando com Roy Thomas Baker (antigo produtor do Queen), que estava trabalhando com eles na época, e eles tiveram a idéia de me contatar para ajudá-los a criar um direcionamento. Peguei um avião para encontrá-los e ele mostrou o álbum inteiro para mim. Tivemos uma longa noite, conversado, pensando, tentando descobrir direcionamentos em potencial, e então passei alguns dias apenas experimentando coisas. Acho que toquei em duas canções e meia, mas eles acabaram não usando as minhas partes. Eles usaram cerca de 10 guitarristas após isso! Tenho umas mixagens cruas destas faixas em algum lugar do meu arquivo, mas não deixarei ninguém escutar, em lealdade para com Axl”.

“Foi divertido aparecer com algumas idéias para ajudar um amigo”.

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RELANÇAMENTOS DO QUEEN ESTÃO GARANTIDOS NO BRASIL

10 02 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Rock em Geral

Com o término do contrato com a “EMI” e o início de outro com a “Universal”, vários discos do Queen serão relançados. A novidade é que estes relançamentos estão garantidos também no Brasil. Já estão nas lojas, por exemplo, as clássicas coletâneas “Greatest Hits I” e “Greatest Hits II”, remasterizadas e que cobrem toda a carreira do grupo, com 34 faixas. Mas o bom mesmo são as novas versões dos cinco primeiros álbuns. “Queen” (1973), “Queen II” (1974), “Sheer Heart Attack” (1974), “A Night At The Opera” (1975) e “A Day At The Races” (1976) voltam ao mercado com um CD bônus. A versão para o iTunes também terá material exclusivo, incluindo fotos raras e vídeos.

Veja abaixo a lista de músicas de cada disco:

Queen (1973)
1- Keep Yourself Alive
2- Doing All Right
3- Great King Rat
4- My Fairy King
5- Liar
6- The Night Comes Down
7- Modern Times Rock ‘n’ Roll
8- Son And Daughter
9- Jesus
10- Seven Seas Of Rhye

CD Bônus
1- Keep Yourself Alive (De Lane Lea Demo, December 1971)
2- The Night Comes Down (De Lane Lea Demo, December 1971)
3- Great King Rat (De Lane Lea Demo, December 1971)
4- Jesus (De Lane Lea Demo, December 1971)
5- Liar (De Lane Lea Demo, December 1971)
6- Mad The Swine (June 1972)

Queen II (1974)
1- Procession
2- Father To Son
3- White Queen (As It Began)
4- Some Day One Day
5- The Loser In The End
6- Ogre Battle
7- The Fairy Feller’s Master-Stroke
8- Nevermore
9- The March Of The Black Queen
10- Funny How Love Is
11- Seven Seas Of Rhye

CD Bônus
1- See What A Fool I’ve Been (BBC Session, July 1973 – 2011 remix)
2- White Queen (Live at Hammersmith Odeon, December 1975)
3- Seven Seas of Rhye (Instrumental Mix 2011)
4- Nevermore (BBC Session, April 1974)
5- See What A Fool I’ve Been (B-side version, February 1974)

Sheer Heart Attack (1974)
1- Brighton Rock
2- Killer Queen
3- Tenement Funster
4- Flick Of The Wrist
5- Lily Of The Valley
6- Now I’m Here
7- In The Lap Of The Gods
8- Stone Cold Crazy
9- Dear Friends
10- Misfire
11- Bring Back That Leroy Brown
12- She Makes Me (Stormtrooper In Stilettos)
13- In The Lap Of The Gods . . . Revisited

CD Bônus
1- Now I’m Here (Live at Hammersmith, Dec 75)
2- Flick of the Wrist (BBC Session, Oct 74)
3- Tenement Funster (BBC Session, Oct 74)
4- Bring Back That Leroy Brown (A capella Plus)
5- In The Lap of the Gods..Revisited (Live at Wembley July 86)

A Night At The Opera (1975)
1- Death On Two Legs (Dedicated To…)
2- Lazing On A Sunday Afternoon
3- I’m In Love With My Car
4- You’re My Best Friend
5- ‘39
6- Sweet Lady
7- Seaside Rendezvous
8- The Prophet’s Song
9- Love Of My Life
10- Good Company
11- Bohemian Rhapsody
12- God Save The Queen

CD Bônus
1- Keep Yourself Alive (Long-Lost Retake, June 75)
2- Bohemian Rhapsody (Operatic Section A cappella)
3- I’m In Love With My Car (Guitar & Vocal version)
4- You’re My Best Friend (Backing Track)
5- ‘39 (Live at Earls Court, June 77)
6- Love Of My Life (South American Live Single June 79)

A Day At The Races (1976)
1- Tie Your Mother Down
2- You Take My Breath Away
3- Long Away
4- The Millionaire Waltz
5- You And I
6- Somebody To Love
7- White Man
8- Good Old-Fashioned Lover Boy
9- Drowse
10- Teo Torriatte (Let Us Cling Together)

CD Bônus
1- Tie Your Mother Down (Backing Track)
2- Somebody To Love (Live at Milton Keynes, June 82)
3- You Take My Breath Away (Live in Hyde Park, Sept 76)
4- Good Old-Fashioned Lover Boy (Top of the Pops July 77)
5- Teo Torriatte (Let Us Cling Together) (HD Mix)





BOHEMIAN RHAPSODY: UMA REVOLUÇÃO NO ROCK N’ ROLL

26 11 2010

Fonte: Mojo

Dois dias atrás, em 24 de novembro, completaram 19 anos da morte do incomparável Freddie Mercury. Para lembrar a data, o site da “Mojo” publicou uma matéria com depoimentos do baterista do Queen, Roger Taylor, falando da obra mais revolucionária de Freddie: “Bohemian Rhapsody”.

Confira a matéria na íntegra, em português, com exclusividade no IMPRENSA ROCKER!

Se há uma canção que representa a singularidade de Freddie Mercury, é “Bohemian Rhapsody”: líder das paradas por noves semanas durante o natal, na virada de 1975 para 1976, e canção que confirmou a incomparável extravagância e ambição musical do Queen.

“Na época, Freedie estava chegando a uma espécie de auge criativo no qual estava absolutamente voando”, lembra o baterista do Queen, Roger Taylor, direcionando sua memória para o período que gerou a música mais desafiadora e épica da banda. “Ele gostava muito de diferentes tipos de música, mas todas elas eram bem dramáticas. Com relação à “Bohemian Rhapsody”, Freddie nos apresentou a canção inteira na forma de blocos de harmonia rabiscados na parte de trás de uma agenda telefônica. Eram quatro partes diferentes, que gravamos separadamente. Nós sabíamos que ela era uma espécie de quebra-cabeça e que seria muito complicado juntar tudo, especialmente a parte operística. Sabíamos onde as batidas encaixavam, mas havia muitos espaços vazios que precisaram ser preenchidos mais tarde. Basicamente, Freddie tinha a canção inteira mapeada em sua cabeça”.

A complexidade da faixa era tão grande, que ela foi montada em seis diferentes estúdios – começando com os ensaios em Hertfordshire e culminando numa sessão no “Wessesx Studios”, em Londres, onde a banda e o produtor Roy Thomas Baker lutaram com o problema de fazer caber 120 faixas vocais (cantadas por Mercury, May e Taylor) nos 25 canais disponíveis.

“Aqueles backing vocals levaram uma semana para serem gravados”, continua Taylor. “E trabalhávamos duro todos os dias, os três cantando as partes”.

Este espírito de intenso esforço e atenção a detalhes ecoou através do quarto álbum do Queen, “A Night At The Opera”. Taylor cita “tentar recriar instrumentos de sopro com nossas bocas e batuques na mesa” em “Seaside Rendezvous” como exemplos do excêntrico espírito de aventura da banda. A banda também estava ciente de que, por causa de sua pirotecnia neo-operística, “Bohemian Rhapsody” era vital para o impacto do álbum.

“Nós sabíamos que ela era o “magnum opus” do disco”, confirma Taylor. “Ela era bem longa, mas sabia desde cedo que seria o single”.

Totalizando 5 minutos e 55 segundos, “Bohemian Rhapsody” é essencialmente uma canção sem refrão de quatro movimentos: A seção introdutória definida pelo vocal de Freddie questionando “Is this the real life? / Is this just fantasy?”; a seção confessional “Mama, just killed a man”, que culmina no solo de guitarra de Brian May e na cavalgada neo-operística de personagens góticos (Scaramouche, Galileo, Beelzebub, com alguns “bismillah’s”, “mama mia’s” e um rápido “Fígaro”, jogado como tempero). A seção com o riff pesado de Hard Rock (imortalizada na cena do carro no filme “Quanto Mais Idiota Melhor”); e a seção final, que culmina na insistência do protagonista de que “nada realmente importa para mim” (Nota do Tradutor: tradução da parte final da letra, em que o personagem diz “nothing really matters to me”), e que leva a canção a um final resignado.

O puro drama evocado pelo ornamentado lirismo de Mercury, ao longo dos anos, tem gerado muita especulação a respeito do significado da canção. Alguns a enxergam como uma declaração referente à sexualidade do cantor (geralmente dando o papel da “Mama” à ex-amante de Mercury, Mary Austin); outros sugerem que a canção está relacionada a um pacto faustiano com o demônio (N.R.: Fausto é o protagonista de uma popular lenda alemã de um pacto com o demônio).

“Não me peça para explicar sobre o que ela fala, porque eu não tenho uma porra de idéia”, gargalha Taylor. “É mais a vibração e o remorso na música que acabam funcionando. Então ela se torna terrivelmente gótica. Mas Fred estava vivendo numa espécie de mundo de fantasia. Nada relacionado à Tolkien, mas havia uma pintura chamada “The fairy feller’s Máster-Stroke” que ele usou (como inspiração para uma canção de mesmo nome no álbum “Queen II”) e que sintetiza onde estava a cabeça de Freddie na época. Tudo era Beelzebub e Bismillah. Muito dramático”.

O apoio inicial à idéia de lançar “Bohemian Rhapsody” como single veio de uma lugar bem improvável: o radialista e comediante Kenny Everett defendeu o Queen em seu programa na “Capital Radio”, em Londres, e tocou uma versão ainda inacabada da música.

“Este tipo de coisa seria impensável hoje em dia”, diz Taylor. “Mas éramos muito amigos de Kenny na época. Ele era uma fã desde “Killer Queen” (lançada em outubro de 1974). Nós agendamos uma audição do álbum, ainda não finalizado, para ele ouvir. Kenney apenas disse, “por favor, por favor, por favor, posso gravá-la e tocar no programa”? Nós dissemos “sim”, e ele acabou tocando “Bohemian Rhapsody” no rádio antes de terminarmos ela. Os ouvintes a adoraram, então ele a tocou muitas vezes e acabou sendo vital para i sucesso do disco”.

Lançada em 10 de outubro de 1975, “Bohemian Rhapsody” começou sua escalada ao topo das paradas britânicas, se tornando um improvável nº 1 no natal, mas não antes de diversas partes da gravadora da banda externarem suas preocupações com a duração da faixa.

“Nossa gravadora norte-americana (“Elektra”) tentou editá-la, mas não funcionou”, diz Taylor. “A versão final era muito longa e as pessoas se convenceram de que durava 7 minutos, quando na verdade não tinha nem 6 minutos. No final, entretanto, houve apenas uma versão da faixa e foi com a duração que queríamos. Para ser honesto, nós éramos arrogantes demais para deixar que dissessem o que fazer, em primeiro lugar.

O melodrama que definiu “Bohemian Rhapsody” foi mais tarde reforçado pelo seu vídeo, dirigido por Bruce Gowers (mais recentemente ele ficou famoso pelo trabalho no “American idol”).

“A razão principal para termos feito o vídeo foi porque estávamos em turnê e não poderíamos participar do programa “Top of The Pops”, que era garantia de sucesso na época”, explica Roger Taylor. “Estávamos sentados, tentando achar um jeito de aparecer no programa no mesmo momento em que estaríamos em Liverpool. Nossa empresa de gerenciamento tinha uma unidade de transmissão externa para fazer material de esportes para a “ITV”, então pensamos: “Por que não filmamos o ensaio”? No último dia, antes de carregarmos os caminhões, nos filmamos tocando a canção em Elstree. Lembro de bater no gongo no fim da música e me sujar todo, e então ter que me limpar para entrar no ônibus e começar a turnê britânica. Cinco dias depois, o vídeo estava na TV. Então de repente percebemos que poderíamos ser vistos na Austrália e no resto do mundo enquanto estávamos em nossas camas”.

Se o video de “Bohemian Rhapsody” agora é visto como um momento pioneiro na televisão, a faixa em si continuou a ressoar ao longo dos anos, inclusive em dezembro de 1991 quando, junto com “These Are The Days Of Our Lives”, liderou as paradas novamente, logo após a trágica morte de Mercury.

“Eu realmente acho que ela é uma grande obra”, conclui Roger. “E, como eu disse, a canção foi, de verdade, uma criação de Freddie”.





O DIA DE HOJE NA MÚSICA: 16 DE NOVEMBRO

16 11 2010

Fonte: This day in music

Nasceram na data de hoje:
1938: Troy Seals (James Brown’s Band)
1943: Winfred Lovett (The Manhattans)
1962: Gary ‘Mani’ Mounfield (The Stone Roses)
1965: David Kushner (Velvet Revolver)

Em 1962, os Beatles gravaram sua segunda aparição na radio “Luxembourg”, para ao programa “The Friday Spectacular”. A banda foi entrevistada e tocou ao vivo. Os dois lados do seu single mais recente – “Love Me Do” e “P.S. I Love You” – foram tocados.

Em 1968, o Jimi Hendrix Experience chegou ao topo das paradas norte-americanas, com o álbum “Electric Ladyland”. O álbum duplo incluía “Crosstown Traffic”, “Voodoo Chile” e “All Along the Watchtower”, e contou com as participações especiais de Dave Mason, Steve Winwood e Al Kooper.

Em 1968, o Led Zeppelin fez sua primeira apresentação no norte da Inglaterra, tocando no “College of Science & Technology”.

Em 1971, Frank Zappa apareceu no programa de TV semanal da Inglaterra “Old Grey Whistle Test”, tocando ao vivo e mostrando clipes do seu filme “200 Motels”.

Em 1971, durante uma turnê britânica, o Led Zeppelin se apresentou no “Baths Hall”, Ipswich, Inglaterra. Os ingressos custaram £1.

Em 1974, John Lennon estava no topo das paradas norte-americanas com o single “Whatever Gets ou Through The Night”. Elton John participou da sessão de gravação da música e fez um acordo com Lennon: se a canção chegasse ao nº 1, Lennon teria que fazer uma aparição num show de Elton. Lennon cumpriu o acordo e tocou três canções num show do pianista: “I Saw Her Standing There”, “Lucy In The Sky With Diamonds” e “Whatever Gets You Through The Night”. Após o concerto, no backstage, John e Yoko reataram seu relacionamento após uma separação temporária.

Em 1976, o Beach Boy Brian Wilson concedeu sua primeira entrevista formal em oito anos, no programa de TV “Old Grey Whistle Test”, da BBC 2.

Em 1978, o The Clash se apresentou no “Odeon Theatre”, em Edimburgo, Escócia. O show de abertura ficou a cargo do The Splits.

Em 1985, o U2 lançou seu próprio selo de gravação, o “Moher Records”.

Em 1987, o ex-baterista do The Clash, Topper Headon, foi sentenciado a 15 meses de prisão, por ter fornecido heroína para um homem que acabou morrendo.

Em 1988, o antigo empresário dos Beach Boys Stephen Love foi sentenciado a cinco anos de condicional por roubar quase US$ 1 milhão da conta do grupo.

Em 1989, Stevie Nicks e Richard Marx se apresentaram no “The NEC”, em Birminghan, Inglaterra.

Em 1996, o álbum “Anthology 3”, dos Beatles,  chegou ao topo das paradas britânicas.

Em 1999, Grad Owen, guitarrista da Gene Vincent and His Blue Caps, morreu. Ele participou das gravações do hit “Be Bop A Lula”, single nº 7 nos Estados Unidos e nº 16 no Reino Unido em 1956.

Em 2000, Elton John disse à Suprema Corte de Londres que seu ex-amante e empresário John Reid o traiu com relação a despesas de turnês. O cantor disse que Reid foi pego em flagrante. Elton estava processando Andrew Hadon, antigo diretor de gestão da “John Reid Enterprises” alegando que Haydon foi negligente em permitir que a JREL o cobrasse em alguns milhões em gastos de turnê.

Em 2002, o multibilionário texano David Bonderman contratou os Rolling Stones para tocar em seu aniversário de 60 anos, realizado no “Hard Rock Hotel” em Lãs Vegas. As despesas com a banda somaram US$ 4,4 milhões.

Em 2006, o álbum “Greatest Hits” do Queen foi declarado o disco britânico mais vendido de todos os tempos pela “Official UK Charts Company”. O registro foi levantado através dos dados de venda dos últimos 50 anos, e mostrou que a coletânea havia vendido 5.407.587 cópias. Os Beatles ocuparam a segunda posição com “Sgt. Pepper’s Lonely Heart’s Club Band”.





O DIA DE HOJE NA MÚSICA: 9 DE NOVEMBRO

9 11 2010

Fonte: This day in music

Nasceram na data de hoje:
1941: Tom Fogerty (Creedence Clearwater Revival)
1944: Phil May (The Pretty Things)
1948: Alan Gratzer (REO Speedwagon)
1948: Joe Bouchard (Blue Oyster Cult)
1954: Dennis Stratton (Iron Maiden)
1960: Demetra Plakas (L7)

Em 1955, o The Everly Brothers entrou num estúdio pela primeira vez, e gravaram quatro faixas em 22 minutos, no “Nashville’s Old Tulane Hotle Studios”.

Em 1958, o single “Hound Dog” de Elvis Presley excedeu as três milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos, se tornando o terceiro single a conseguir o feito. “White Christmas” de Being Crosby e “Rudolph The Red Nose Reindeer” de Gene Autry são os outros dois.

Em 1961, Brian Epstein viu os Beatles ao vivo pela primeira vez, durante um show na hora do almoço no “Cavern Club”, em Liverpool. Epstein se tornaria o empresário da banda. Naquela noite, eles se apresentaram no “Litherland Town Hall”, também em Liverpool.
 
Em 1965, Wilson Pickett fez seu primeiro show no Reino Unido, no “Scotch of St James Club”, em Londres.

Em 1966, John Lennon encontrou Yoko Ono pela primeira vez, quando ele visitou sua exposição de arte, intitulada “Unfinished Paintings and Objects”, na “Indica Gallery”, em Londres.

Em 1967, a primeira edição da revista “Rolling Stone” foi publicada em São Francisco. A capa trazia uma foto de John Lennon vestido em trajes militares, enquanto atuava no seu novo filme “How I Won The War”. Esta edição trazia uma presilha para segurar um baseado. O nome da revista foi compilado de três fontes: a canção de Muddy Waters, a primeira canção Rock n’ Roll de Bob Dylan e da banda The Rolling Stones.

Em 1968, o Led Zeppelin seu primeiro show em Londres, quando se apresentaram no “The Roundhouse” junto com John Lee Hooker, Deviants, John James e Tyres. Robert Plant havia se casado naquele dia com sua namorada Maureen, e realizou a recepção no show.

Em 1973, o Grateful Dead fez o primeiro de três shows no “Winterland Arena” em São Francisco, Califórnia.

Em 1974, o Bachman Turner Overdrive chegou ao topo das paradas norte-americanas com o single “You Ain’t seen Nothing Yet”, o único nº 1 da banda. O mesmo single ficou na segunda posição no Reino Unido.

Em 1974, Carole King conseguiu seu terceiro álbum nº 1 nos Estados Unidos, com “Wrap Around Joy”.

Em 1978, durante uma turnê norte-americana, o Queen se apresentou no “Cobo Arena”, em Detroit.

Em 1991, Prince & The New Power Generation começaram uma estadia de duas semanas no topo das paradas norte-americanas, com o single “Cream”, que se chegou ao 15º lugar no Reino Unido.

Em 1991, o Queen colocou um álbum no topo das paradas britânicas pela oitava vez. O responsável pelo feito foi o “Greatest Hits II”.

Em 1996, o vocalista do Oasis, Liam Gallagher, foi preso após ser parado pela polícia na Rua Oxford, em Londres, e ser acusado de posse de substâncias controladas de classe A.

Em 1996, o Van Halen chegou ao topo das paradas norte-americanas, com o álbum “Best Of Vol 1”.





PODCAST IMPRENSA ROCKER #1

19 08 2010

É com imenso prazer – e algumas horinhas de atraso – que lhes apresento o primeiro Podcast do Imprensa Rocker.  Nossa estréia será em grande estilo, com um programa totalmente dedicado ao Queen, que traz um sensacional bate papo com Marcelo Facundo, autor do livro “Queen Magic Works” – lançamento será no próximo dia 22. Também serão tocadas, é claro, algumas música da banda britânica.

Senhoras e senhores: o Podcast do Imprensa Rocker adentrou o recinto!

Clique aqui para ouví-lo.





BRASILEIRO LANÇA BIOGRAFIA SOBRE O QUEEN

16 08 2010

No dia 22 de agosto, próximo domingo, será lançado o livro “Queen Magic Works”, escrito pelo paulistano Marcelo Facundo Severo, que traça a biografia da banda de uma forma diferente: através de sua produção musical.

No livro, publicado pela editora Mandacaru, o autor passa por cada faixa de cada álbum do Queen – até o “Made in Heaven” – contando como cada música surgiu, qual a inspiração, quem tocou o quê e, pasmem, chega a mostrar quais modelos de instrumentos foram usados. Por tudo isto, pode-se afirmar que “Queen Magic Works” é uma verdadeira bíblia para os fãs da banda britânica.

“Eu enviei o livro para o Brian May, que me mandou um e-mail dizendo que gostou muito do trabalho, e que o nível de pesquisa que eu fiz lembra muito o que ele fez em sua tese de PHD”, conta Severo.

O evento de lançamento do livro será realizado no dia 22 de agosto, no Bar Little Darling – localizado na Av Irai, 229, Moema, na capital paulista – a partir das 18h. Além de uma sessão de autógrafos com o autor, haverá a apresentação da banda cover Magic Rockin, cujo guitarrista é o Marcelo Severo. O ingresso do evento custa 15 reais e pode ser adquirido na hora. Para reservas e mais informações, acesse o site do Little Darling ou ligue para (11) 5542-9912 ou (11) 5096-4035. 

O evento contará com a apresentação da banda cover do Queen, Magic Rocking.

Na próxima quinta feira, 19 de agosto, a partir da zero hora, o Imprensa Rocker irá inaugurar o primeiro podcast do blog, que será dedicado ao Queen e contará com a participação do autor do livro, falando mais sobre a obra, além, é claro, de músicas da banda.