OZZY DIZ QUE SÓ SE APOSENTA QUANDO ESTIVER NO CAIXÃO

28 03 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Terra Música

O cantor Ozzy Osbourne, que fará uma turnê de shows pelo Brasil a partir do dia 30 de março, afirmou, em entrevista ao “Fantástico”, que só vai parar de cantar quando morrer. “Vou me aposentar quando estiverem pregando a tampa do meu caixão. Vou cantar até morrer”, disse.

Vocalista e um dos fundadores do Black Sabbath, Ozzy comentou que tem conversado com o guitarrista da antiga banda, Tony Iommi, mas se nega a afirmar um possível retorno. “Não sei, não quero especular. Mas se eles quiserem, eu vou”, afirmou.

Sobre o reality show “The Osbournes”, que se passava dentro da sua casa e o tornou conhecido até para quem não gosta de Heavy Metal, Osbourne contou que não se arrepende, mas que não faria de novo.

O cantor, que gravou uma propaganda com o ídolo adolescente Justin Bieber, tirou um sarro do garoto. “Ele foi legal. Futuro candidato a um desses programas de TV de celebridades tentando largar as drogas”, brincou.

Apesar de admitir cansaço, Ozzy disse, em fevereiro, época em que a entrevista foi gravada, que estava tirando uma folga para chegar na América do Sul com as “baterias recarregadas”.

Confira abaixo o vídeo da entrevista:





OZZY OSBOURNE MANDA RECADO AOS FÃS BRASILEIROS

25 03 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Território da Música

Prestes a desembarcar no Brasil para uma série de shows, o vocalista e ícone do Heavy Metal Ozzy Osbourne gravou uma mensagem bem humorada em vídeo os fãs brasileiros.

Na mensagem, de apenas 15 segundos, Ozzy diz que está voltando ao Brasil, enumera as cidades pelas quais passará com sua turnê que divulga o mais recente álbum, “Scream”, e passa o recado: “Preparem-se para ficar loucos… Como eu”.





INJUSTIÇADOS – 3ª EDIÇÃO

3 03 2011

Por: Gabriel Gonçalves

É com grande alegria que percebo que a seção “Injustiçados” tem agradado ao público do blog, que há todo momento sugere bandas para retratarmos aqui. Podem ficar tranqüilos que todas as sugestões são levadas em consideração. Para esta terceira edição da coluna, trouxemos um grupo que, definitivamente, merecia uma melhor sorte. Filhos da idolatrada NWOBHM, o Angel Witch chegou a ser considerada a banda mais promissora do movimento, para depois perder espaço para o Iron Maiden e outras, graças a indas e vindas de integrantes, além do grupo ter acabado e voltado à ativa várias vezes em poucos anos.

Em 1977, o guitarrista e vocalista Kevin Heybourne, o guitarista Rob Downing, o baterista Steve Jones e o baixista Barry Clements formaram o Lucifer, que ficou pouquíssimo tempo na ativa. Logo após a dissolução do Lucifer, Steve Jones se juntou a um iniciante Bruce Dickinson para formar o Speed, enquanto os remanescentes formaram o Angel Witch, com a exceção de Berry, que foi substituído por Kevin Riddles. No lugar de Steve Jones entrou Dave Hogg – e no ano seguinte Rob Downing deixou a banda.

Com a formação estabilizada, a banda passou a compor, sendo sua primeira música a alcançar certo sucesso, a hoje clássica “Baphomet”, que foi incluída na coletânea “Metal for Muthas – Vol. 1”, disco que compilou em 1980 as melhores bandas da NWOBHM. As bandas mais conhecidas presentes no disco, além da Angel Witch, foram o Samsom e o Iron Maiden, o único grupo a ter duas canções no álbum: “Sanctuary” e “Wrathchild”.

“Baphomet”, uma canção com introdução quase Doom a la Sabbath do começo, mas que logo muda para a velocidade que marcou as bandas da NWOBHM, foi a responsável por garantir um contrato da “EMI” para o Angel Witch. Contudo, o contrato logo foi cancelado por dois motivos: o primeiro single lançado pela “EMI”, “Sweet Danger”, não foi muito bem, ficando somente uma semana nas paradas britânicas; e o empresário do Angel Witch (Ken Heybourne, que “por acaso” também era o vocalista e guitarrista da banda) se recusou a entregar a banda para um empresário profissional.

Ainda em 1980, a “Broze Records” contratou o grupo, e eles passaram a trabalhar na gravação do álbum debut, autointitulado, e considerado um dos melhores discos da história da NWOBHM. Apesar disto, a banda começou a desabar, ocasionando a saída de Dave Hogg e de Kevin Riddles para o Tytan. Apesar de Heyboune tentar reformular o Angel Witch com outros integrantes, foi anunciado o fim do grupo, e Heybourne se juntou ao Deep Machine.

Em 1982, Heybourne, o vocalista Roger Marsden e o baterista Ricky Bruce saíram do Deep Machine para montar uma nova formação do Angel Witch, tendo Jerry Cunningham como baixista. Entretanto esta formação durou muito pouco, porque a voz de Marsden não combinava com o estilo da banda, e ele foi demitido, ficando Heybourne novamente com os vocais.

No ano seguinte o Angel Witch encerrou as atividades mais uma vez, e Heybourne se juntou ao Blind Fury, mas em 1984 o Angel Witch foi novamente ressuscitado, desta vez com o retorno de Dave Hogg à bateria, além das entradas de Peter Gordelier e Dave Tattum, baixista e vocalista respectivamente. Esta formação foi a que gravou o segundo álbum da banda, “Screamin’ n’ Bleedin’” , lançado em 1985. Mais uma vez, Dave Hogg deixou a banda, sendo substituído por Spencer Hollman. Vale lembrar que, apesar de baixas vendagens, o Angel Witch tinha uma ótima base de fãs, que protestou bastante contra a saída de Hogg.

Com a nova formação, gravaram seu terceiro álbum, “Front Assault”, que trouxe muito mais elementos melódicos que os discos anteriores. Dave Tattum foi demitido da banda naquele mesmo ano, e por muito tempo a banda funcionou como um trio, culminando, em 1990, com um disco ao vivo intitulado “Live”.

O líder Heybourne decidiu que seria melhor a banda se mudar para os Estados Unidos, mas como os outros integrantes tinham suas vidas estabilizadas na Inglaterra, não toparam a empreitada, o que gerou a encarnação norte-americana do Angel Witch que, além de Heybourne, contava com o baixista Jon Torres, o baterista Tom Hunting e o guitarrista Doug Piercy. Esta formação obteve uma ótima química, e logo eles tinham shows agendados por todo o país mas, como sempre acontecia na carreira do Angel Witch, algo tinha que estragar tudo. Um dia antes do primeiro show da banda, foi descoberto que Heybourne tinha algumas pendências com a imigração, e ele foi preso. Sem o líder do grupo, o Angel Witch se dissolveu.

A banda permaneceu adormecida até o ano 2000, quando após o lançamento da coletânea “Ressurrection”, o Angel Witch resolveu se reunir mais uma vez, contudo, após mais problemas internos, Heybourne chamou novos integrantes e até hoje mantém a banda na ativa. Em 2009, a canção “Angel Witch” fez parte da trilha sonora do game “Brutal Legend”, idealizado e protagonizado pelo ator Jack Black.

De favorito a azarão, a única coisa que permaneceu uniforme no Angel Witch foi sua música. Os três álbuns de estúdio estão aí para quem quiser comprovar a qualidade da banda, com canções como “Free Man” (uma espécie de “Remember Tomorrow”), “Angel Witch”, “Baphomet” e a quase Doom “Waltz the Night”. Corram atrás, porque isto aqui é o começo do que acabou sendo conhecido como a NWOBHM. Não perca tempo!

Discografia:
Angel Witch (1980)
Screamin’ ‘n’ Bleedin’ (1985)
Frontal Assault (1986)
Resurrection (2000)

Angel Witch

Free Man

Baphomet

Waltz The Night





SLASH PREPARA NOVO ÁLBUM SOLO

22 02 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: The Korea Herald

O site “The Korea Herald”, primeiro jornal coreano em inglês, fez uma matéria sobre Slash – que em março se apresentará na Coréia -, contando com depoimentos exclusivos do guitarrista. Dentre outros assuntos, Slash revela que já está trabalhando no sucessor de seu premiado álbum solo, lançado no ano passado.

Confira a matéria na íntegra, em português, com exclusividade no IMPRENSA ROCKER!

Slash, famoso por ser ex-guitarrista do Guns n’ Roses, disse que está preparando outro álbum solo, enquanto planeja uma visita a Seoul como parte de uma turnê mundial. Após lançar seu primeiro disco solo, “Slash”, em maio do ano passado, o guitarrista do Velvet Revolver irá se apresentar em Seoul, no “Ax-Hall”, em 20 de março.

“Estou trabalhando no material para o próximo álbum que farei fora do Velvet Revolver”, disse Slash em um entrevista por e-mail com o “Korea Herald”.

Entretanto ele não mencionou detalhes, como com quais artistas irá trabalhar ou que tipo de música ele busca. Seu ultimo álbum apresentou músicos de vários estilos diferentes, incluindo Adam Levine do Maroon 5, Fergie, Kid Rock e Ozzy Osbourne. “Foi bem satisfatório trabalhar com todos estes cantores e compositores diferentes, porque eu havia escrito pedaços de música e mostrado para os cantores, e eles vieram com uma voz própria para aquelas canções”, disse.

Slash é famoso por utilizar guitarras Gibson. Quanto aos amplificadores, ele só usa Marshall. No show em Seoul, ele disse que não usará muitas guitarras. “Nesta turnê, não estou usando muitas guitarras. São quatro principais e quatro reservas. Tenho os amplificadores AFD saindo, são replicas do Marshall. Grande amplificador”, falou o guitarrista.

Infelizmente, entretanto, os fãs de Seoul não poderão ver um cigarro dançando entre os lábios de Slash no palco – a marca registrada da performance sexy do guitarrista -, já que ele parou de fumar. “Fará dois anos em abril”, revela.

Nascido em 1965 e tendo estreado em 1983, Slash foi nomeado o 2º melhor guitarrista da história pela revista “Time”, em 2009, atrás de seu herói Jimi Hendrix.

Slash disse que as pessoas não teriam o escolhido como nº 2 se conhecessem os guitarristas que o inspiraram na infância, mas que a escolha foi uma grande honra para ele. Na verdade, o guitarrista de 46 anos disse que Jimi Hendrix é o guitarrista que ele mais respeita, e afirmou que Hendrix criou um novo mundo com relação a tocar guitarra.





“NÃO HAVERÁ REUNIÃO DO BLACK SABBATH”, DIZ GEEZER BUTLER

16 02 2011

Fonte: Kerrang

Após Ozzy Osbourne ter dito no mês passado que conversas estão em curso com a finalidade de reunir a formação original do Black Sabbath, o baixista Geezer Butler incinerou qualquer possibilidade com relação a isto.

“Eu gostaria de deixar claro, por causa de montes de especulação e boatos, que definitivamente não haverá uma reunião dos quatro membros do Black Sabbath, seja para um novo álbum ou para uma turnê”, falou Geezer numa declaração oficial.

A formação original do Sabbath, que além de Geezer e Ozzy, conta com Tony Iommi na guitarra e Bill Ward na bateria, entrou pela última vez num estúdio em 2001, junto com o produtor Rick Rubin. As sessões de gravação foram encerradas após Ozzy sair para se concentrar na sua carreira solo.





“SE VOCÊ TEM UM SONHO, CONTINUE ACREDITANDO NELE”, ENSINA OZZY OSBOURNE

11 02 2011

Fonte: The Macomb Daily

O site “The Macomb Daily” produziu uma matéria sobre Ozzy Osbourne e contou com depoimentos exclusivos do mad man. Ozzy falou de seu recente álbum, “Scream”, do reality show “The Osbournes”, de sua vida, dentre outros assuntos.

Confira a matéria na íntegra, em português, com exclusividade no IMPRENSA ROCKER!

Após quase 45 anos fazendo música, criando caos e andando no tipo de trem louco do Rock n’ Roll que poucos conseguem, Ozzy Osbourne é o primeiro a reconhecer que sua simples existências “é um milagre”.

“Com tudo que já fiz e já passei, sou apenas um cara muito sortudo de não estar a sete palmos do chão, empurrando margaridas, sabe?”, diz Osbourne, que vendeu mais de 100 milhões de álbuns ao redor do mundo sozinho e como parte do Black Sabbath, com quem foi introduzido ao Rock n’ Roll Hall of Fame em 2006.

“E sou como um rato de laboratório que sobreviveu”.

Mais do que sobreviver, entretanto, Osbourne está prosperando e em mais evidência do que nunca nos dias de hoje.

No ano passado ele publicou sozinho uma franca, engraçada e premiada autobiografia, “I Am Ozzy”, que estreou em segundo lugar na lista de best sellers do “The New York Times” e que, Segundo rumores, está prestes a ir para as telonas, tendo na produção sua esposa e empresária Sharon Osbourne. Ele também lançou seu décimo álbum solo, “Scream” – fazendo com que uma multidão no “Dodger Stadium” em Los Angeles entrasse no livro dos recordes “Guinness World” pelo grito mais longo em 11 de junho de 2010, além de ser nomeado para receber o Grammy de “Melhor Performance de Hard Rock” com o single “I Want To Hear You Scream”.

Além disso, Osbourne participou como convidado nos álbuns do guitarrista Slash e do rapper Eminem. Ele recentemente apareceu com a sensação teen, Justin Bieber, numa propaganda da “Best Buy” veiculada no “Super Bowl” e emprestou sua voz para um personagem da nova animação “Gnomeu & Juliet”. Entretanto, dado o seu passado sórdido de abuso de substâncias, o auto-proclamado “Príncipe das Trevas” surpreendeu ao escrever uma coluna semanal sobre saúde, chamada “Ask Dr. Ozzy”, no jornal britânico “Sunday Times”, que ocasionalmente é pego pela revista “Rolling Stone” e pode ser compilado para seu próximo livro. 

“Não é sério” fala Osbourne, que sofre da Síndrome de Parkin, uma desordem similar à Doença de Parkinson. “Quer dizer, eu sou a última pessoa a pedir por Socorro. Não sou medico. Eu não sei do que estou falando na maioria das vezes”.

“Mas muito do que eu falo é apenas senso comum. Eu sei que quando você está no buraco, você quer que alguém lhe ajude, e é muito difícil para muitas pessoas pedir ajuda. Então se eles sentem que podem me perguntar, e que eu possa dar alguma informação importante, talvez eu possa ajudar, sabe”?

O que você provavelmente não irá ver Ozzy fazendo num futuro próximo, diz ele, é trabalhar na TV. Apesar de seu incalculável sucesso musical, a grande fama de Ozzy veio do “The Osbournes”, um reality show da MTV que ficou no ar de 2002 a 2005, mostrando o caos da família – seja real ou ensaiado – e a preferência dos Osbournes pela profanação e comportamento alegremente errático, e que fez com que ele e Sharon ganhassem um lugar na lista do “Sunday Times” dos casais mais ricos.

Osbourne já disse que passou quase todo o programa chapado, e após a subseqüente tentativa da família num show de variedades em 2009, “Osbournes: Reloaded”, ele pôs a televisão no retrovisor.

“Eu nunca digo nunca”, explica o pai de seis filhos e duas vezes casado, “mas tenho que ser honesto: eu não sou muito interessado por TV. Aquele lance do ‘Reloaded’, eu não queria fazer. Quando eles acabaram com o programa, graças a Deus, eu fiquei muito feliz”.

“Eu não sou um cara da televisão, sabe? Meu grande lance é música e Rock n’ Roll. Eu sempre me surpreendi pelo fato do “The Osbournes” ter explodido. E para ser honesto com você, ainda não entendo como aquilo aconteceu daquela forma. E as pessoas não tinham a menor idéia que eu estive envolvido com o Rock n’ Roll por toda a minha vida. Elas me paravam nas ruas e perguntavam, ‘o que você está fazendo agora?’, e eu respondia, ‘estou fazendo meu Rock n’ Roll’. E elas falavam, ‘Oh, você também faz isso’”?

“Me impressionou o fato das pessoas só me conhecerem do programa de TV. Eu realmente não não gosto disso”.

“Scream” certamente colocou Ozzy de volta no mapa do Rock n’ Roll. Produzido junto com Kevin Churko e gravado com uma nova banda que inclui o guitarrista Gus G, do Firewind, tomando o lugar do colaborador de longa data Zakk Wylde, o disco mostra Ozzy propositadamente declarando, “eu sou um Rock star” e batendo forte em hinos, como “Let Me Hear You Scream”, “Soul Sucker”, “Fearless” e “Lei It Die”. Ele está feliz com os resultados, mas diz que eles não foram necessariamente planejados.

“Sabe, por toda a minha carreira as coisas mais memoráveis que fiz vieram do nada”, ele explica. “No álbum ‘Scream’ eu não falei, ‘quero que ele soe desta forma, quero que ele soe daquela forma’. Eu posso escutar o Sabbath nele, poso escutar meu lance solo, posso escutar coisas contemporâneas”.

“Ser Ozzy Osbourne já limita bastante o que você pode explorar. Se você tentar ser hábil demais, as pessoas dirão, ‘oh, soa progressivo demais’. Quer dizer, eu não conseguiria ser progressivo se tentasse, mas pessoas como Ozzy têm que soar de uma certa forma, então é isto que damos às pessoas”.

Osbourne planeja continuar gritando pelo verão (Nota do Tradutor: verão do hemisfério norte), com uma turnê norte-americana, seguida por uma apresentação num festival europeu e, provavelmente, um evento do “Ozzfest” nos Estados Unidos. E há mais planos: ele está cooperando com seu filho, Jack, num documentário intitulado “Wreckage of My Past” (N.T.: Foi divulgado ontem que o título foi trocado para “God Bless Ozzy Osbourne”), enquanto outra reunião do Black Sabbath é possível, já que as diferenças legais com o guitarrista Tony Iommi foram sanadas.

“Você não poderia inventar minha história”, fala Osbourne. “Eu vim de uma família muito pobre da classe trabalhadora, e me lembro de ficar sentado à minha porta, pensando, ‘não seria ótima se Paul McCartney casasse com minha irmã?’, e todos estes sonhos bobos que os garotos têm. Eu pensava, ‘deve ser muito legal ser um Beatle’, o que provavelmente é o que todo mundo pensa sobre os Rock n’ Rollers, até hoje”.

“E aqui estou eu. Aconteceu. Então quando as pessoas dizem, ‘quais conselhos você pode me dar?’, eu as digo a maioria dos meus sonhos se realizou, então se você tem sonhos, continue acreditando neles, e às vezes – não sempre, mas às vezes – eles se realizam. Eu garanto”.





DOCUMENTÁRIO SOBRE OZZY MUDA DE TÍTULO

10 02 2011

Fonte: Blabbermouth

O tão aguardado documentário que mergulha profundamente na vida do Ozzy Osbourne mudou o título para “God Bless Ozzy Osbourne” – anteriormente o filme se chamaria “Wreckage of My Past “. O filme foi dirigido por Mike Piscitelli, e escrito e produzido por Jordan Tappis. Este será o primeiro lançamento da “Jacko Productions”, empresa fundada pelo filho de Ozzy, Jack Osbourne.

Apresentando imagens inéditas do arquivo do mad man, além de entrevistas com gente do quilate de Paul McCartney, “God Bless Ozzy Osbourne” é o primeiro documentário a levar os telespectadores para dentro da complexa mente deste ícone do Rock n’ Roll.

Vindo de uma família da classe trabalhadora numa Inglaterra destruída pela guerra, Osbourne e seus amigos de bairro formaram o Black Sabbath e inventaram o Heavy Metal. Atormentado por uma baixa auto-estima, Osbourne, o superstar solo, saiu numa farra épica que durou 40 anos. “God Bless Ozzy Osbourne” irá reviver os altos de seus triunfos artísticos, além de sua grande jornada à sobriedade, Que Ozzy diz ser sua maior conquista.

As filmagens do documentário começaram em janeiro de 2008. O filme também incluirá entrevistas adicionais com todos os principais membros do Black Sabbath, com os integrantes das várias encarnações de sua banda solo, além de família e amigos.

Ozzy disse em entrevista recente que ele espera que o filme inclua imagens dele de “mau humor” – para que os fãs possam ver sua personalidade real. “Eu disse ao meu filho, Jack, que o filme não pode ser sobre o quão maravilhoso eu sou o tempo todo, porque eu não sou assim o tempo todo. Todo mundo acorda de mau humor, todo mundo é um pouco escroto às vezes e todo mundo tem bons dias”, ele explicou. “Sou humano, sabe”?

“Espero que ele coloque um pouco de doce e um pouco de amargo lá”, acrescentou Ozzy. “Um documentário sobre minha vida é ótimo, mas para cada coisa boa há uma coisa ruim. Quando eu estava lá bebendo e me drogando, não acho que eu era o ‘Sr. Charmoso’”.

Em entrevista para a “Rolling Stone”, Jack falou sobre o filme. “O difícil é fazer as pessoas serem honestas, e não só falar das coisas boas, porque não é o que estamos tentando fazer. Estou tentando retratar uma imagem realística de quem meu pai é. Acho que o ‘The Osbournes’, em certo nível, manchou a percepção pública sobre meu pai como um cara senil, engraçado, um cara trapalhão. Sim, meu pai pode ser este cara, mas não é. Eu acho que aquilo quase o descreditou quem ele é como artista. Meu pai não é um idiota – ele não é nada menos que um gênio, em minha opinião. Ele realmente tem grandes falhas, e estamos tentando pintar uma figura honesta dele, de verdade”.

De acordo com a “Variety”, Jack Osbourne filmou vários shows de seu pai, compilou imagens antigas de arquivo e esperava conseguir uma entrevista com a primeira esposa de Ozzy. Ele estava planejando montar o filme com Piscitelli e Tappis antes de falar com os distribuidores.

“Quero que as pessoas vejam John Osbourne como o cara com quem eu cresci, o músico complexo e atormentado cujos demônios pessoais se manifestam de várias maneiras loucas e únicas”, disse Jack. “Ele concordou com isto, mas está com a guarda alta, com muito medo de se mostrar desta forma numa tela”.