JASON BONHAM RELEMBRA DE ATRITO ENTRE SEU PAI E STING

20 01 2011

Fonte: Spinner

Falando com o website “Spinner”, Jason Bonham, filho do inesquecível John Bonham, baterista do Led Zeppelin, relembrou de cena inusitada com o pai quando o The Police havia acabado de explodir.

“Ele me levou para ver o The Police quando eles tinham acabado de fazer o segundo álbum, então eles ainda eram uma grande novidade. Eu achava que Sting era a coisa mais legal do mundo”, lembra. “Meu pai conseguiu me levar ao backstage e acabou ameaçando bater em Sting. Foi hilário! Meu pai entrou, e Sting era bem arrogante na época. Ele era o mais novo frontman bem sucedido e tinha aquele tipo de atitude punk. Meu pai provavelmente era um dinossauro na visão dele, mesmo só tendo 32 anos. Lembro de Sting dizendo, “ei cara, não pise nos meus sapatos de camurça azul (Nota do Repórter: uma brincadeira com a canção dos anos 50, “Blue Suede Shoes”, de Carl Perkins, que significa “sapatos de camurça azul”. Sting usou a canção para insinuar que Bonham era um velho). E meu pai disse, “Vou pisar é na porra da sua cabeça em um minuto”.

Uma das últimas coisas que Jason se lembra de ter escutado seu pai falar foi, “você vai voltar para a bateria, não é”?

O jovem Bonham era um adolescente obcecado por corridas de motocross, estava prestes a assinar um contrato profissional e tinha outros planos para seu futuro. Foi após a morte de seu pai que ele resolveu seguir seus passos e se dedicar à bateria.

“Eu o perdi quando ele era meu ídolo, e ele ainda é”, disse Jason.

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ROBERT PLANT CELEBRA SUAS MEMÓRIAS DOS ANOS 60 EM NOVO DISCO.

10 09 2010

Enviado por: Raquel Hortmann
Originalmente publicado:
Blog do Maia 

Robert Plant está de volta. Seu novo disco tem o mesmo nome da banda dos anos 60, Band of Joy, sua estréia no Rock britânico, antes do mitológico Led Zeppelin. Nada como poder fazer justiça depois de mais de 40 anos, homenageando as origens. O Band of Joy original contava com a bateria incrível do insubstituível, John Bonham, que também fez parte do Led Zeppelin até sua morte em 1980.

Depois de todo esse tempo em palcos e em disco, Plant mantém coerência, estilo e integridade. Longe de parecer um dinossauro anacrônico, ele soube se renovar, sendo sempre ele mesmo; sem dúvida um dos maiores vocalistas do rock, que soube ir adaptando sua voz ao efeito do tempo, escolhendo sempre bem os músicos que o acompanham e as canções que canta.
 
Recentemente, sua colaboração ao lado da cantora Alison Krauss, no disco “Raising Sand”, demonstrou o quanto sua sutileza é versátil, explorando caminhos do Bluegrass e Country. Dominada esta nova vertente, Plant se juntou ao compositor e músico de Nashville, Buddy Miller, para desenhar as bases deste novo trabalho, tanto que sua nova banda inclui muitos da época do trabalho com Krauss, assim como Miller na guitarra e outras cordas, e nomes como Darrell Scott, Patty Griffin, Byron House e Marco Giovino.

Band of Joy celebra a fusão da sabedoria atual com os elementos dos anos 60, uma década, segundo Plant, na qual o Blues, o Country, o Folk celta e o Rock n’ Roll conviviam no mesmo terreno em perfeita harmonia. Portanto, esta fórmula tão antiga chega aqui revigorada, na visão contemporânea de Plant, se permitindo, novamente, fazer um disco de covers obscuros, que abre com “Angel Dance”, dos Los Lobos, e traz surpresas de autoria de Richard & Linda Thompson e da quase desconhecida banda americana Low.

Em resumo, neste novo disco, Plant não soa como um Led Zeppelin, não soa como em seu trabalho com Alison Krauss, mas soa maciço e forte como um rockstar, que está além da ação do tempo.

Tracklist:
1. Angel Dance
2. House of Cards
3. Central Two-O-Nine
4. Silver Rider
5. You Can’t Buy My Love
6. I’m Falling In Love Again
7. The Only Sound That Matters
8. Monkey
9. Cindy I’ll Marry You Someday
10. Harm’s Swift Way
11. Satan, Your Kingdom Must Come Down
12. Even This Shall Pass Away





SINGLE DO BLACK COUNTRY COMMUNION DISPONÍVEL PARA DOWNLOAD GRATUITO

10 08 2010

Fonte: Blabbermouth

O primeiro single da Black Country Communion – supergrupo formado por Glenn Hughes (Deep Purple/Black Sabbath/Trapeze) no baixo e voz, Jason Bonham (Led Zeppelin/Foreigner) na bateria, Derek Sherinian (Dream Theater) no teclado e o bluseiro Joe Bonamassa na guitarra e voz – está disponível para download gratuito no website oficial da banda.

Para baixar a faixa “One Last Soul”, clique aqui. No website da banda, clique no banner que faz a publicidade do download do single. Você verá que o download custa US$0,99; clique para adicioná-lo a sua cesta de compras e na hora de fechar o pedido, use o código promocional OLS2010 na página de verificação (checkout) para que o download da música se torne gratuito.

A canção faz parte do disco de estréia da banda, cujo lançamento está confirmado para 21 de setembro em três formatos diferentes: 

• Edição limitada: Dois discos (CD e DVD):

O CD traz o mesmo material da versão standart, sendo o material adicional todo inserido no DVD: entrevistas com a banda, imagens no estúdio e no palco, comentários de Kevin Shirley, o vídeo para a canção “The Great Divine”, faixas ao vivo, dentre outros bônus.

• CD Standart:

Edição padrão com um CD.

• Vinil:

Edição em vinil 12”

A edição limitada dupla, contendo o CD e DVD já está disponível para pré venda na Amazon e na HMV.com.





“DEBUT DO BLACK COUNTRY COMMUNION É MEU DISCO MAIS FORTE DESDE ‘BURN’”, DIZ GLENN HUGHES.

6 08 2010

Fonte: Espy Rock

O website “Espy Rock” publicou uma extensa matéria com vários depoimentos exclusivos de Glenn Hughes sobre o Black Country Communion.

Confira a matéria – que está realmente imperdível – com exclusividade aqui no IMPRENSA ROCKER!

O Black Country Communion, supergrupo angloamericano que reúne o baixista/vocalista Glenn Hughes (Deep Purple/Black Sabbath), o baterista Jason Bonham (Foreigner/Led Zeppelin), o tecladista Derek Sherinian (Dream Theater) e o guitarrista de Blues Rock Joe Bonamassa, estão se preparando para o lançamento de seu altamente aguardado álbum de estréia, “Black Country”, no dia 20 de setembro.

A banda é fruto de uma idéia que o produtor Kevin Shirley teve após ver Hughes e Bonamassa juntarem forças no palco, em Los Angeles, em novembro de 2009, detonando uma performance explosiva no evento “Guitar Center’s King of The Blues”. Shirley foi em frente e recrutou o enérgico baterista Jason Bonham e o tecladista Derek Sherinian, finalizando a formação da banda.

Eu tive a oportunidade de conversar com Glenn Hughes sobre a banda, seu álbum, e o que o futuro guarda para o Black Country Communion. Hughes, “a voz do Rock”, talhou seu nome em pedra que não pode ser apagada, com seu distinto estilo de “Hard, Soul e Fuck Rock”, que ele vem experimentando ao longo de sua carreira. Já tendo vendido mais de 100 milhões de álbuns, com mais 80 álbuns de ouro e platina para vangloriar-se, eles está voltando ao estilo que mais ama: o tradicional British Rock.

Com o álbum masterizado e pronto para ser solto pelo mundo em 20 de setembro, Glenn está excursionando pelo mundo para dar entrevistas sobre o debut da banda: “ah, cara, estou indo para a Alemanha depois daqui, mas ainda algumas entrevistas hoje antes de pegar o avião à noite”. “De verdade, estou aqui para promover (o disco); é o que estou fazendo”, continua.

O disco traz uma nova versão para o clássico "Medusa" da ex-banda de Hughes, Trapeze.

Nos últimos dois anos, o termo “supergrupo” tem sido utilizado assim que dois músicos de diferentes, e relativamente conhecidas, bandas anunciam um novo projeto, mas como todos sabemos, algumas delas nunca trazem a característica “super” que as pessoas pacientemente esperam. O Black Country Communion é, e isto não pode ser duvidado nem por um segundo, um supergrupo sob todos os aspectos. Quando perguntei a Glenn o que ele acha do termo “supergrupo”, ele falou: “você sabe, o lance é que se você tem uma parte do Deep Purple e do Black Sabbath, uma parte do Led Zepellin, uma parte do Dream Theater e uma parte Blues Rock titânico, então você será rotulado como um ‘supergrupo’. Há uma parte de mim pensando, ‘droga, você deve estar num supergrupo’ e é isso o que a boca diz, não é? Meu trabalho é manter esta banda. Eu sou um feroz protetor de cada membro e meu trabalho é realmente ser o porta voz e o “chefe de estado” que se certifica que esta banda está sendo promovida apropriadamente”.

“Tudo que estou fazendo é promover ferozmente este projeto. Eu não o chamaria de produto, porque eu nunca gostei de ser um produto, então é um projeto, agora é uma banda, é uma logomarca, um sabor e um sentimento, é o Black Country Communion; a bandeira está firmemente cravada no planeta Terra e a nossa música é Black Country Communion. É um álbum para seus leitores terem e guardarem ao lado dos do AC/DC, ao lado do ‘Led Zeppelin IV’, ao lado do Black Sabbath, ao lado do ‘The Who – Live at leads’, este álbum é grande e forte, e é uma grande afirmação do British Rock”.

Black Country Communion, como alguns de vocês já devem saber, tiraram seu nome da região industrial da “West Midlands”, Inglaterra, onde Hughes e Bonham nasceram e foram criados. Originalmente o nome da banda era Black Country, mas eles foram forçados a incluírem o “Communion”. “Bem, quando eu joguei no ‘Google’ a frase ‘existe uma banda chamada Black Country’, a resposta foi negativa, mas havia uma ‘Black Country Bash Band’. Então eu disse ‘ok, vamos nos chamar Black Country’. É claro, Jason estava dando uma entrevista em Los Angeles, na TV, e logo depois recebemos uma carta desta banda de Baltimore, chamada Black Country. Então nos últimos três meses nós estávamos tentando negociar um preço para comprar o nome deles, mas eles queriam meio milhão de dólares! Eu lhes disse, muito docemente, ‘vocês são umas porras de loucos!’. Então apenas adicionei a palavra ‘communion’ no fim, e se você olhar para esta palavra, não é um termo religioso, apenas queria ter uma vibração dos anos 60, uma bem sacada última palavra que soasse legal, e ‘communion’ é isto. Eu gosto da palavra ‘communion’. Se você também olhar para o logo, é ‘Black Country’ e na parte debaixo está o ‘Communion’. Eu estive trabalhando neste logo por três porras de meses”.

“O lance é que eu não queria um processo. Não quis chamar a banda de The Black Country, Black Country Band ou Black Country Boys, porque poderia rolar um processo. Os caras de Baltimore foram bem agressivos comigo, dizendo ‘nós não somos um cover do Led Zeppelin’, tentando diminuir quem somos, mas falaram ‘nossa música é muito influenciada por Tommy Bolin’, sem perceber que Tommy Bolin era de minha porra de banda no Deep Purple! Eles são um idiotas, e eu escrevi de volta para eles, e disse ‘caras, eu nunca quis roubar a porra do seu nome, você pode ter a porra de seu nome, mas eu vou chamar a minha banda de Black Country Communion, e fim de história’. Eles pensaram que por causa de todos os álbuns que vendemos e por tudo que fizemos, eu teria meio milhão de dólares no meu bolso de traz para dar a eles. Isto é muito rude”.

A experiência realmente tende a fala por si quando se trata de escrever e se apresentar, mas para uma nova banda, formada entre novembro e dezembro de 2009, o Black Country Communion conseguiu escrever e gravar seu debut inteiro em três ou quatro meses, enquanto conciliavam com seus outros projetos. “Nós não ensaiamos e não fizemos nenhuma pré-produção! Eu escrevi quatro canções em dezembro, então fomos para o estúdio sem ensaiar e eu mostrei as canções aos membros da banda e perguntei, ‘você acham que devemos gravar elas?’. Eles responderam, ‘bem, sim, já que não temos mais nenhuma outra’. Então as primeiras poucas canções do disco são murmúrios de um louco chamado Glenn Hughes, e então conseguimos ter umas idéias e gravávamos em seguida, e é isso que vocês terão”.

Com as primeiras canções escritas em dezembro, eu perguntei a Glenn como eles escreveram o resto do material. “Sabe o que fiz (risos)? Eu tranquei Joe em minha casa por três tardes, em três diferentes dias, por períodos de três horas. Eu o prendi. Ele veio com sua ‘Les Paul’, apesar de eventualmente ter tocado com uma das ‘Les Paul’ de meu estúdio, e então nós sentamos e escrevemos todas as canções que vocês irão escutar. Nós as expelimos, e então chegou março, nós voltamos ao estúdio, terminamos o álbum e é o fim da história. O disco foi gravado, inteiramente, em cinco ou seis dias, vocais e instrumentos”.

Quando falei com Glen sobre a loucura de ter formado a banda e gravado o disco num tempo curto, comparado com muitas outras bandas, ele citou a chacota que o Guns n’ Roses se tornou enquanto gravavam o “Chinese Democracy”. “Quando você pensa naquele maluco do Guns n’ Roses, o cantor, Axl Rose, que esteve no estúdio por nove anos para fazer seu último disco. Tenho um amigo chamado Jeff Greenberg, que é dono do estúdio ‘Village Recorder’, em Los Angeles, e ele me disse que Axl esteve em seu estúdio por dois anos! Ele trancou o estúdio por dois anos e isto custou à banda US$ 1,8 milhões, e Axl só gravou uma música! Se você não consegue, sendo jovem ou velho como eu – eu tenho 58 anos, mas possuo um espírito muito jovem; se você não consegue ir no estúdio e derrubar um álbum em algumas semanas, talvez você deve esquecer disso”.

É claro que uma formação que conta com Glenn Hughes, Jason Bonham e Derek Sherinian é suficiente para fluir o Rock n’ Roll, mas o fato do membro mais desconhecido ser Joe Bonamassa, deixou as pessoas imaginando o que esperar. Tendo já escutado o álbum, o rockstar interno em Bonamassa teve a oportunidade de explodir e atrair o centro das atenções. O prodígio do Blues começou sua carreira aos 12 anos, quando tocou com músicos lendários, como B.B King e John Lee Hooker, mas até que os fãs tenham a oportunidade de escutar o novo Joe Bonamassa, o júri permanecerá sem saber o quanto ele pode detonar. “O mais chocante é que os puristas do Blues vão falar, ‘certamente não podemos perder Joe para um cara do Rock, como Glenn Hughes!’. Bem, Joe quer o Rock. Na verdade, Joe começou a tocar um pouco de Rock em seus álbuns, mas seu fãs o tem embrulhado num pequeno pacote de Blues e, sem querer desrespeitar  nenhuma fã de Blues – até porque eu adoro os fãs de Blues – mas este é um disco para os fãs de Rock. Este é um disco para os fãs do AC/DC, Led Zepelin, Black Sabbath, The Who. Bom, vocês escutaram o álbum (Nota do tradutor: Hughes se refere ao repórter); vocês sabem que não é um cara do Blues tentando tocar Rock, calçando botas melhores. É uma porra de um guitarrista de Rok, não é? Não soa como uma cara que toca numa banda de bar, soa como um cara que está lá tocando com (Pete) Townshend”.

Captaneada por Glenn Hughes, o Black Country Communion lança seu disco de estréia em 20 de setembro.

O que talvez surpreenda as pessoas quando escutarem o álbum é a falta do estilo clássico que alguns esperam. Sim, o álbum ainda vem de um background de Classic Rock, mas há muito mais em seu som do que a formação da banda sugere. “É bem difícil para mim classificar o que o álbum é. O gestor do meu website e minha esposa disseram, ‘Glenn, este não é um álbum de Classic Rock’, e realmente não é; é mais que isto, é uma porra de álbum… é um álbum! Você realmente não pode chamá-lo de Classic Rock, você sabe o que ele é, é um disco tradicional de British Rock que não foi gravado por uma banda britânica nos últimos 15 ou 20 anos”. 

“Eu coloco este álbum como sendo ‘pau a pau’ com um disco do Who ou do Zeppelin, apesar disto soar arrogante; mas droga, eu vendi muitos discos, cara, eu estou aqui há muitos anos e eu disse a Joe, ‘você poderia ser meu filho. Existem poucas certezas na vida, e esta (o disco) é uma delas”.

“É realmente verdade que ele disputa com ‘Burn’ (Deep Purple). Bom, antes de você nascer eu fiz um álbum chamado ‘Burn’ em 1973, e este é tão bom quanto ele; uma obra de arte do Rock e o álbum mais forte que já gravei desde ‘Burn’. Cara, demorou tanto, porque minha música saiu do Blues Rock, foi para o Funk Rock, para Soul Rock e retornou a minhas raízes, que é o tradicional som da música de Black Country. Há uma grande herança na música – realmente uma grande herança – mas este álbum realmente tem a ver com o ‘West Midlands’, com a ‘Black Country’ onde Bonzo (John Bonham), Robert Plant, eu, Jason Bonham e Rob Halford nascemos; meio que é o epicentro do British Rock”.

Como o álbum é fortemente baseado na herança de Glenn Hughes e Jason Bonham, eu perguntei se isto seria o tema principal das letras no disco. “Realmente é, de verdade. É uma álbum dos ‘caras’, não é? É um chamado e uma responsabilidade, sabe, é como as grandes banda de Glasgow, que cantam sobre suas heranças, e eu agora estou cantando sobre as minhas, que é a ‘Midlands’ britânica. O som da ‘Merseybeat’ dos anos 60, então o som da ‘West Midlands’ dos anos 70, e agora eu peguei este sim e o levei a 2010. É ótimo ter Jimmy Page e Robert Plant como nossos embaixadores neste álbum, e estou realmente muito feliz aqueles caras a bordo”.

Os fãs de Glenn Hughes e do Trapeze ficarão instantaneamente familiarizados com a faixa oito do álbum, “Medusa”. A canção originalmente foi lançada em 1970 no álbum de mesmo nome do Trapeze, que contava com Glenn, Dave Holland (Judas Priest) e Mel Galley (Whitesnake). “Foi divertido tocá-la por causa de Jason Bonham, já que John Bonham tocou ela, não na versão original, mas ele a tocou comigo ao vivo várias vezes em 1971 e 1972. Jason me perguntava, ‘meu pai tocava ela deste jeito ou daquele?’, e então eu respondia, ‘seu pai tocava deste jeito’. Então foi realmente muito bom ter o filho dele tocando nela, 39 anos depois”.

Sendo “Medusa” uma canção vinda da era de ouro na carreira de Glenn, além de seu grande entusiasmo com este novo disco, eu lhe perguntei se não havia(m) alguma(m) música(s) que fossem claramente especiais. “O que eu quero, cara, é que as pessoas desçam a agulha na faixa um do vinil, ou em qualquer faixa que queiram; mas que toquem a faixa e ouçam aquela frase do baixo, e o groove vindo, e que escutem o vocal… eu sou um mensageiro. Você sabe o que isto quer dizer na verdade: isto é do caralho”! 

Glenn Hughes e Joe Bonamassa são artistas solo ativos, tendo Glenn lançado seu último – e décimo segundo – disco solo, “First Underground Nuclear Kitchen” em 2008, enquanto Joe lançou o “Black Rock” em março deste ano. Algumas pessoas estão questionando sobre como a banda irá fazer turnês e quanto tempo, de fato, eles poderão durar como uma banda, já que possuem grandes compromissos com suas gravadoras, como artistas solo. “Minha maior preocupação – disse isto para todos com quem falei: 73 entrevistas nos últimos dias – é levar esta banda para estrada. Agora estarei em Glasgow, em setembro, com minha própria banda, e Joe fará o mesmo em outubro. Mas eu farei uma mini turnê mundial só para manter o nome do Black Country Communion na mídia. Eu quero parar as agendas de shows de todos agora. Eu quero que todos digam, ‘que saber de uma coisa, nós temos que tocar ao vivo, caralho’. Então minha maior preocupação é fazer a promoção do disco, falar com resto da porra do mundo no próximo mês, e até lá, eu espero já ter algumas datas confirmadas para poder dizer a você e a todos em Glasgow, Edinburgh, Aberdeen e em qualquer lugar naquela parte do país, que iremos até lá”.  

Quando perguntei se o começo da turnê seria em 2011 ou mais cedo, Glenn confirmou: “yeah, será em 2011 e até lá alguns lances, que ainda são segredo, podem rolar, e eu avisarei a todos em breve”.

Enquanto a banda aguarda o lançamento de seu álbum de estréia, “Black Country”, e a turnê, eu quis saber se poderemos ver o novo trabalho solo de Glenn, o que também o trouxe às suas raízes. “O que estou fazendo agora é escrevendo a seqüência para o álbum do Black Country Communion; estou escrevendo o segundo disco. Você conhece minha carreira solo, eu tenho feito isto por muito tempo, e eu posso tirar umas férias. Eu tenho lançado álbuns solo a cada 15 meses por 20 anos, então posso dar uma descansada. Eu não tenho que fazer uma álbum solo por até cinco anos. Eu não quero fazer, apesar da gravadora querer que eu faça, mas eu disse, ‘no meu contrato não diz que tenho que fazer isto todo ano’. Então eu posso fazer ano a ano, ou álbum a álbum, e eu disse, ‘quer saber de uma coisa? Estou tirando umas férias e apenas quero estar nesta banda’. Quero fincar esta bandeira e me certificar que o faremos da maneira certa”.

O Black Country Communion estará por aí por muitos anos? “Eu realmente espero que sim, cara; realmente espero”.

Confira o um vídeo ao vivo da banda tocando a canção “One Last Soul”:

O Black Country Communion lançará seu álbum de estréia, intitulado “Black Country”, em 20 de setembro no Reino Unido e no dia seguinte nos Estados Unidos.

O tracklist do álbum é:

1. Black Country
2. One Last Soul
3. The Great Divide
4. Down Again
5. Beggarman
6. Song Of Yesterday
7. No Time
8. Medusa
9. The Revolution In Me
10. Stand (At The Burning Tree)
11. Sista Jane
12. Too Late For The Sun





JASON BONHAM: “O ZEPPELIN QUASE SAIU EM TURNÊ SEM ROBERT PLANT”.

13 07 2010

Fonte: Classic Rock Magazine

Jason Bonham revelou que o Led Zeppelin esteve bem perto de sair em turnê sem Robert Plant.

Em entrevista ao “musicradar.com”, o baterista disse: “chegou o mais perto possível. Muito perto. Passamos um ano escrevendo e juntando material. Eu amei trabalhar com Jimmy (Page) and John Paul (Jones). Foi muito divertido. Aquela banda… Eu acho que nos sentimos mais como uma banda do que agora com o Black Country Communion (grupo atual de Jason, que conta com Glenn Hughes, Derek Sherinian e Joe Bonamassa)”.

Entretanto Bonham se recusou a revelar quem teria sido o vocalista, embora negue que tenha sido Myles Kennedy (Alter Bridge), atualmente cantando na banda de Slash.

O álbum de estréia do Black Country Communion será lançado no dia 20 de setembro.





DIVULGADOS TRACKLIST E ARTE DA CAPA DO DEBUT DO BLACK COUNTRY COMMUNION

8 07 2010

Fonte: Blabbermouth

O supergrupo Black Country Communion – Glenn Hughes (Deep Purple/Trapeze) no baixo e vocais, Jason Bonham (Bonham/Led Zeppelin) na bateria, Derek Sherinian (Dream Theater) nos teclados, e Joe Bonamassa na guitarra e vocais – divulgou o tracklist e arte da capa do seu primeiro álbum, que será lançado no dia 20 de setembro na Europa, e no dia seguinte na América do Norte.

Produzido por Kevin Shirley – que já trabalhou com Aerosmith, Iron Maiden e Led Zeppelin – o disco traz 12 faixas, sendo que Hughes canta em oito, Bonamassa canta em duas (“Songs of Yestreday” e “The Revolution in Me) e os dois dividem as vozes em “Sista Jane” e “Too Late for The Sun”. O álbum também inclui uma nova versão para a canção “Medusa”, que Hughes gravou originalmente com o Trapeze.

A banda planeja uma turnê para o ano que vem.

Confira abaixo a capa e o tracklist do trabalho:

Tracklist:
01. Black Country
02. One Last Soul
03. The Great Divide
04. Down Again
05. Beggarman
06. Song Of Yesterday
07. No Time
08. Medusa
09. The Revolution In Me
10. Stand (At The Burning Tree)
11. Sista Jane
12. Too Late For The Sun





HUGHES, BONHAM, BONAMASSA E SHERINIAN BATIZAM SUPERGUPO DE BLACK COUNTRY COMMUNION

31 05 2010

Tem novo supergrupo na área: trata-se do Black Country Communion, formado por Glen Hughes (Deep Purple/Black Sabbath/Trapeze/Solo), Jason Bonham (filho do lendário baterista do Zeppelin, John Bonham, e que integrou o line up do “Zep” na reunião de alguns anos atrás), Derek Sherinian (ex-tecladista do Dream Theater) e Joe Bonamassa (popular guitarrista de Blues nos Estados Unidos).  

A banda faz um Hard Rock poderoso – que pode ser conferido no video abaixo – e foi o resultado de um encontro entre Hughes e Bonamassa no palco do evento “Guitar Center’s King of the Blues”. O nome da banda é uma referência à comunidade onde Hughes e Bonham nasceram e foram criados.

A Black Country Communion está ensaiando e gravando para o seu primeiro álbum, sem título ainda, mas que deve chegar às lojas em setembro deste ano. Em 17 de março a banda deu uma canjinha no bis do show de Bonamassa, onde tocaram “One Last Soul” e “Mistreated”.

O vídeo de “One Last Soul” pode ser conferido abaixo.