“A HARD DAY’S NIGHT” SE MISTURA COM “A ORIGEM” EM FILME DE DUFF McKAGAN

30 03 2011

Fonte: Gibson

O baixista Duff McKagan está fazendo um o filme para coincidir com o lançamento do novo álbum de sua banda, Duff McKagan’s Loaded, que está previsto para 19 de abril.

“Estamos fazendo um filme que, espero, será tão engraçado quanto achamos que será”, disse McKagan ao “CelebrityCafe.com”.

Segundo o músico, o filme é sobre baterista da banda ser sequestrado. Além disto, Duff adiantou que o enredo se passa em um único dia e que tudo pode ter sido um sonho.

“Nós atuamos no filme”, disse ele. “É algo como ‘A Hard Day’s Night/A Origem’… Será isto um sonho?”

McKagan também falou sobre seu ódio por reality shows, apesar de estar na série “Married to a Rock”, do canal E!.

“Se você percebeu no programa, eu amo minha mulher. Eu realmente a amo. Não é segredo lá em casa que eu acho reality shows um lixo”, disse ele. “Então minha esposa disse, ‘eles querem que eu faça um reality show’. ‘Ótimo para você, querida. Vá fundo’. ‘Mas eles querem você também’. E eu fiquei, ‘Não, de jeito nenhum. Por que eles querem que eu participe’? ‘Bem, o programa se chama Married to a Rock (em português, fica algo como “Casada com um Rockeiro”), e você é o rockeiro com quem sou casada’”.

“Eu sou casado, e se você é casado, quando você está certo, você está errado; e quando você está errado, você está errado. Então, se você perceber no programa, eu só estou lá… Mas não, aquilo não mudou. Eu odeio reality shows. Não quero assistir nenhum deles”.

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GENE SIMMONS PREVÊ PAZ NO ORIENTE MÉDIO

29 03 2011

Fonte: Gibson

Gene Simmons disse que acredita que Israelenses e Árabes podem se unir. A agência “Associated Press” reportou que o músico, que estava em Jerusalém filmando seu reality show, disse: “Há algo que une Israelenses, Árabes e toda a humanidade. Todos nós lutamos para sermos livres. Há uma nova geração de Árabes que estão fazendo coisas incríveis. Temos que tirar um minuto para honrar os Árabes por terem a coragem de se posicionarem”.

Esta é a primeira viagem de Simmons a sua cidade natal, desde que deixou Israel, ainda criança, há 52 anos. Ele disse que está planejando trazer o Kiss para se apresentar em Israel e em países Árabes.





THE KINKS PODERÁ SE REUNIR SEM O GUITARRISTA DAVE DAVIES

2 03 2011

Fonte: Gibson

Parece que o vocalista Ray Davies irá tentar reunir o The Kinks sem a presença de seu irmão, o guitarrista Dave Davies. O cantor disse que não vê seu irmão há algum tempo e que não gostou do que Dave comentou sobre uma possível reunião da banda. Há alguns meses, Dave disse que uma volta dos Kinks seria como um remake ruim de “A Noite dos Mortos Vivos”.

“Eu entendo o que ele está tentando dizer”, disse Ray. “Eu acho que é ele se refere a retornos em geral. A minha sorte é que eu nunca fui um frontman sexy. Dave é que sempre foi o garoto bonito. Então talvez ele sinta-se desta forma sobre si mesmo. Mas nós faremos isso sem ele, se precisarmos. A música é que é importante.”

Uma reunião do Kinks sem Dave deixaria somente Ray e o baterista Mick Avory como integrantes originais, já que o baixista Pete Quaife morreu no ano passado.





ALICE COOPER SEGURA NOVO ÁLBUM POR CAUSA DA ATUAL TURNÊ

28 02 2011

Fonte: Gibson

Alice Cooper afirmou que seu novo álbum, “Welcome 2 My Nightmare”, está concluído, mas que só será lançado no outono (Nota do Tradutor: Outono do hemisfério norte). Cooper irá segurar o lançamento da sequência de seu disco de 1975, “Welcome to My Nightmare”, porque ainda tem alguns shows da atual turnê para fazer.

“Bem, temos uma grande turnê com shows em grandes festivais vindo, e eu não queria que isto se confundisse com o álbum”, disse Cooper na coletiva de imprensa do “Revolver Golden Gods Awards”. “Então, apesar do álbum estar pronto agora – Bob tem que mixá-lo e tudo isso – eu não quero lançá-lo até o próximo outono, quando será possível fazer um novo show com ele”.

O “Bob” no qual Cooper se referiu é o produtor Bob Erzin, que está trabalhando neste álbum e dirigiu muitos discos clássicos da banda original de Alice Cooper. Falando sobre a banda, Cooper reuniu-se com os integrantes ainda vivos (o baixista Dennis Dunaway, o baterista Neal Smith e o guitarrista Michael Bruce). Todos estarão presentes para a cerimônia de introdução da banda no “Rock n’ Roll Hall of Fame” em março e, após isto, excursionarão com Cooper.

Eles também tocaram em algumas faixas do “Welcome 2 my Nightmare” – uma circunstância icônica, já que o original “Welcome To my Nightmare” foi o primeiro álbum solo de Cooper. Ainda não está claro se Dunaway, Smith e Bruce farão parte da “Nightmare Tour”, que Alice planeja para a primavera.

“Quando escuto ao primeiro “Nightmare”, vejo que há muita coisa acontecendo”, disse Cooper. “Há muito Hard Rock, mas vai para uma direção bem estranha em uma canção, e então vai para a outra direção na outra música. Então, no ponto em que ‘Welcome To my Nightmare’ termina, este novo começa. Quando ele sair, terá toda uma nova produção a sua volta, provavelmente tão grande quanto o show do ‘Nightmare’ original. Será um grande momento da minha carreira”.





METALLICA PLANEJA COMPOR NOVO ÁLBUM NO COMEÇO DE 2011

10 11 2010

Fonte: Gibson

Após dois anos em turnê, incluindo os shows do “Big Four”, o Metallica irá tirar uma folga da estrada. Depois de fazerem os últimos shows da turnê neozelandesa, parte da “World Magnectic Tour”, a banda quer trabalhar no novo álbum.

“Há muita coisa sendo planejada para 2011, mas eu acho que o mais importante é que queremos voltar a compor novamente”, disse o baterista Lars Ulrich ao “The Pulse of Radio”. “Nós não compomos de verdade desde quando, 2006, 2007? E queremos voltar àquela coisa de sermos criativos de novo. Neste momento, vamos apenas descansar e provavelmente voltaremos à ativa por volta de março ou abril, e vamos recolocar o chapéu da criatividade de volta e compor algumas músicas”.

Apesar da banda ter recentemente confirmado que irão tocar no “Rock in Rio”, no Brasil, em 25 de setembro de 2011, Ulrich não falou se mais turnês estavam sendo negociadas para o próximo ano. Mas o que o baterista disse foi que as chances são boas para outra turnê do “Big Four” nos próximos dois anos.

“A vibração foi tão grande, que seríamos estúpidos se ignorássemos”, disse. “Sabe no seu iPhone, que você pode mover os mapas da previsão do tempo? Bem, o “Big Four” está rapidamente se movendo para o topo, com relação a potencias ocorrências nos próximos dois anos”.





SLASH: “SOU TÃO INSEGURO COMO GUITARRISTA, QUE FOI MUITO DURO ME ACEITAR COMO ALGUÉM INFLUENTE”

20 09 2010

Fonte: Epiphone website

O website da “Epiphone” recentemente conduziu uma entrevista com o lendário Slash, o homem por trás das guitarras do Guns n’ Roses e Velvet Revolver, e que lançou seu primeiro álbum solo neste ano. No bate papo, Slash fala sobre guitarras, influências, inspirações, dentre outros assuntos.

Confira a entrevista na íntegra, em português, com exclusividade no Imprensa Rocker! 

Slash é inconfundível. Mesmo as pessoas que tipicamente não conheceria sua música reconhecem a face do homem que encarnou tudo que seja Rock n’ Roll, desde que apareceu na cena em meados dos anos 80. Recentemente tivemos a oportunidade de conversar com Slash sobre sua carreira, seu novo CD e o novo modelo da guitarra “Epiphone Les Paul Standard Appetite”.

Nos fale sobre suas primeiras influências. Houveram guitarristas específicos que te inspiraram à tocar guitarra?
Alguns dos guitarristas que me inspiraram foram John Lee, Jeff Beck, Jimmy Page, os caras do Aerosmith, Eric Clapton, Rick Nielsen do Cheap Trick e Ted Nugent.

Há algum novo guitarrista que te inspire hoje?
Os guitarristas que inspiram hoje são basicamente os mesmo que me inspiraram quando eu comecei. Isto não mudou, mas acho que Tom Morello, Jack White e Jerry Cantrell são ótimos e uns dos guitarristas mais inspiradores que apareceram nos últimos 20 anos.

Quanto da sua criatividade você atribuiria ao fato de ter pais que foram designers?
Ambos meus pais tiveram muita influência em mim, porque eles me criaram com músicas realmente boas… Então isto definitivamente teve alguma influência em mim.

Então eles te encorajaram a ser artista?
Todos os membros da minha família são muito criativos, e acho que isto tem muito a ver com fato de eu ter ido em direção da arte, ao invés de ser um advogado ou coisas do tipo. Eles também me apoiaram muito quando comecei a tocar guitarra.

Você tem sido associado com a “Les Paul” ao longo de toda a sua carreira. Houve alguma vez em que você tocou com outra guitarra?
Minha primeira guitarra foi uma cópia da “Les Paul”, então fui levado a “Les Paul” desde o início. Eu tive uma época de experimentações com diferentes guitarras, mas sempre voltava para a “Les Paul”. É quase como se a “Les Paul” tivesse me escolhido. Tem muito a ver com o peso da guitarra, o visual e, obviamente e mais importante, o som da guitarra.

Nos fale sobre a versão da da “Epiphone” para a “Les Paul Appetite for Desctruction”. O quanto você participou do desenvolvimento da “Epiphone AFD”?
A “Epiphone” é projetada idêntica a “Gibson Les Paul”, então estive envolvido com ela desde o início. 

E como você acha que ela ficou?
É um instrumento de muita qualidade… Os componentes são de qualidade, a Madeira é de qualidade, tudo nela é muito bom, e também tem um preço razoável. Não tenho como enfatizar o quão boa ela é tanto para uma pessoa que está pegando numa guitarra pela primeira vez, quanto para alguém que toca profissionalmente no mais alto nível. Então realmente é um instrumento que recomendo. Todo o “hardware” dela foi escolhido por mim, os captadores são o modelo “Slash” da “Seymour Duncan” e a guitarra em si é uma réplica da minha guitarra de gravação preferida, que tenho usado desde 1987.

Recentemente eu peguei uma cópia do seu CD, e não estou puxando o saco quando digo isto, mas ele não saiu do meu CD player desde então. Ótimas canções, ótimos vocais e, é claro, ótimas guitarras. Eu adorei o solo em “Dr. Álibi”. Ele está cheio do feeling e da vibração de Slash, que fazem os guitarristas quererem ter sido eles que a tocaram. Qual foi sua abordagem nos solos deste álbum? Foram improvisados ou você trabalha nele antes?
Eu não escrevo solos, por assim dizer… Escrevo a canção e quando chega na parte do solo, eu improviso. Geralmente o que acontece é que surge uma idéia por instinto durante o primeiro take, que estrutura todo o solo… E apenas vou por aí. Se eu realmente preciso consertar uma nota por causa de uma melodia ou algo do tipo, faço mais alguns takes e incorporo a nota dentro da idéia original.

Cada canção do CD combina perfeitamente com o vocalista que a canta. Como foi seu processo? Você escreveu as canções com certos vocalistas em mente ou as escreveu e então tentou combinar com o vocalista?
Não sabia quem iria cantar no disco até escrever as músicas. Como a canção com Ozzy… Quando comecei a escrever esta canção, sabia que Ozzy seria a pessoa perfeita para cantá-la, e nunca pensei em nenhum outro para cantar nela. Então em cada música do álbum, apenas escutava a canção e pensava, “quem soaria bem cantando esta?”… E foi como as decisões foram tomadas.

Minha filha de 15 anos, que até há alguns meses não tinha idéia de quem você era, recentemente tem me perguntado coisas do tipo, “sabe aquele guitarrista que fez uma canção com Adam Levine?”… Claro que, na idade dela, ela sabe quem Adam Levine é, mas agora mostrei a ela seu trabalho com o Guns, com o Velvet e seu CD solo. Você está encontrando um público mais amplo desde que trabalhou com uma vasta gama de vocalistas neste projeto?
Estou na estrada e ainda não tive a oportunidade de ver as respostas diretas para o álbum como um todo, além do público nos shows… Então isto é bem difícil de saber, mas imagino que o disco tenha ampliado um pouco o público.

E falando em filhos, eu sei que seus garotos ainda sao bem novos, mas algum deles já mostrou algum interessem tocar guitarra?
Na verdade, não, fora ficarem tocando suas pequenas guitarras elétricas pela casa… Mas mostrar um interesse musical pela guitarra, não. Um deles gosta do piano, entretanto.

Se a música não tivesse e escolhido, o que você acha que estaria fazendo?
Se não estivesse tocando guitarra, definitivamente estaria fazendo alguma coisa com ilustrações.

Quando eu estava crescendo, haviam alguns ícones da guitarra que me inspiraram, como guitarrista. Então os anos 90 chegaram e não haviam tantos. Você tem sido uma constante e um dos poucos caras que ainda fazem a guitarra parecer legal. Eu conheço guitarristas, alguns com 50 anos e outros com 20, cujos olhos brilham quando seu nome é citado. Como você se sente em ser uma inspiração para um amplo grupo de guitarristas?
Quando você diz algo assim, fico muito lisonjeado; e as pessoas aparecem e me lembram disto de vez em quando – que eu tenho influência em jovens guitarristas… Mas sou tão inseguro como um guitarrista, que foi muito duro me aceitar como alguém influente. Eu ainda estou tentando de verdade melhorar como guitarrista, então é bem difícil para mim dizer que tenho algum impacto sobre outros guitarristas, porque ainda estou tentando encontrar meu nível próprio como músico. 

Obrigado por nos ceder seu tempo. E para finalizar, nos diga uma coisa sobre você, fora dos palcos, que as pessoas podem ficar surpresas em saber. O que você faz para ter um descanso da música?
Eu vou a zoológicos e museus… É o que eu faço em meu tempo livre. Vou para museus de história natural e vou para zoológicos.





ZAKK WYLDE FALA SOBRE OZZY, BLACK LABEL SOCIETY E JUSTIN BIEBER

8 07 2010

O site da Gibson conduziu uma entrevista com o inconfundível Zakk Wylde, que falou sobre o novo álbum do Black Label Society, sua saída da banda de Ozzy, dentre outros assuntos.

Esta entrevista, traduzida inteiramente para o português, você confere com exclusividade aqui no IMPRENSA ROCKER!

Wylde, um talentoso garoto prodígio que fora arrancado de um posto de gasolina e jogado em frente ao mundo por seu mentor Ozzy Osbourne, e que se tornou um dos mais bem sucedidos e admirados guitarristas de Hard Rock, sem falar que é o fundador da banda Black Label Society, teve um ou dois contratempos no ano passado.

Médicos descobriram coágulos sanguíneos em sua perna. “O médico perguntou ‘você toma o quê, um drink por dia? seis? doze? Uma caixa?’, e eu falei ‘é uma dieta baseada em líquidos’”, conta Wylde, rindo. “Quer dizer, eu tomava cerveja enquanto estava malhando. Este é o estilo do Black Label Society. Mas o médico me disse que se eu continuasse assim, estaria morto aos 50 anos. Então eu parei de beber. Não é nada demais”.

Mais inesperado, talvez, foram as notícias de que Ozzy, chefe e mentor de Zakk desde 1988, queria um novo guitarrista. “Eu escutei isso, e para mim o copo estava metade cheio”, ele diz. “Quer dizer, obrigado por me deixar lá por 23 anos! Eu sempre irei admirar isso. O que mais Ozzy poderia fazer por mim nesta altura?” Wylde é genuinamente grato por tudo que Ozzy fez por ele, e inclusive o Black Label Society irá tocar no Ozzfest neste verão (no hemisfério norte) antes de seguirem por conta própria. “Eu vejo por este ponto de vista: ao invés de 24 horas por dia, sete dias por semana, o Black Label agora é minha vida 25 horas por dia, oito dias por semana”.

“Order of the Black”, o oitavo álbum da banda, dá continuidade ao amor de Wylde por melodia – Rock cheio. O primeiro single, “Parade of the Dead”, traz incríveis malabarismos de Wylde na guitarra, descrito por um fã na internet como “um pouco Randy Rhoadiano”.

Zakk gravou o novo disco – que será lançado em 10 de agosto – em seu estúdio caseiro (o Black Label Bunker), com seu companheiro de banda, JD DeServio, e o novo baterista Will Hunt. “Eu deixei minhas vísceras por todo o lugar, é o melhor que se pode conseguir, mixado e gravado lá – o lugar balançou”, diz Wylde. Ele planeja gravar bandas em seu estúdio para seu próprio selo, “Panworkz”. 

Como um todo, o álbum é uma continuação lógica da personalidade do Black Label Society. “Ele é tudo o que as canções são”, explica Zakk. “Eu odeio bandas que falam ‘este é o nosso (álbum) mais pesado até agora’… então agora é só escolher e gritar? Ou ‘esta é a guitarra mais rápida que já toquei’. Então você ouve as notas. Meus artistas preferidos – Zeppelin, Sabbath, Elton John – tudo era sobre as canções. ‘Back in Black’ não foi o mais pesado ou mais vulgar disco do AC/DC – ele tinha as melhoras canções”.

Todo deus da guitarra tem um instrumento assinado por ele, e Wylde, é claro, tem várias. Estão incluídas um “Epiphone Flying V” e a inequívoca “Gibson Les Paul Bull’s-eye”, que foi usada recentemente por Dan Kanter, guitarrista do Justin Bieber – algo que Zakk apreciou bastante. “Neste momento eu acho que um monte de gente me vê no palco e acha que estou tocando com a guitarra do Dan Kanter”, conta o guitarrista, rindo. “Tudo o que eu sei é que o “feed” do nosso twitter saiu de 20 mil e foi para algo em torno de 18 milhões. Estamos trazendo várias jovens para o lado negro”.

Wylde seguirá para Estrada no fim deste ano na inauguração da “Black Label Berzerkus Tour”, apresentando algumas bandas com quem tem mantido amizade através dos anos, incluindo a Clutch, Children of Bodom e 2cents. “Estou sempre me encontrando com eles, e eu pensei que isto seria uma ótima desculpa para nos reunirmos”, conta. “Será uma turnê de insanidade, bebedeiras (bem, não para mim) e disfunção, isto é certo”.

Veja Zakk e sua turma enquanto pode, boatos dizem que ele pode desaparecer por um tempo depois desta turnê. “Eu estive fora por quatro anos antes deste álbum, e de repente sou um ‘Deus de Ouro’ e o ‘Melhor Guitarrista do Metal’. Da próxima vez vou sair por 15 anos e voltar com um ‘Pulitzer’ e um ‘Nobel da Paz’”.