“A HARD DAY’S NIGHT” SE MISTURA COM “A ORIGEM” EM FILME DE DUFF McKAGAN

30 03 2011

Fonte: Gibson

O baixista Duff McKagan está fazendo um o filme para coincidir com o lançamento do novo álbum de sua banda, Duff McKagan’s Loaded, que está previsto para 19 de abril.

“Estamos fazendo um filme que, espero, será tão engraçado quanto achamos que será”, disse McKagan ao “CelebrityCafe.com”.

Segundo o músico, o filme é sobre baterista da banda ser sequestrado. Além disto, Duff adiantou que o enredo se passa em um único dia e que tudo pode ter sido um sonho.

“Nós atuamos no filme”, disse ele. “É algo como ‘A Hard Day’s Night/A Origem’… Será isto um sonho?”

McKagan também falou sobre seu ódio por reality shows, apesar de estar na série “Married to a Rock”, do canal E!.

“Se você percebeu no programa, eu amo minha mulher. Eu realmente a amo. Não é segredo lá em casa que eu acho reality shows um lixo”, disse ele. “Então minha esposa disse, ‘eles querem que eu faça um reality show’. ‘Ótimo para você, querida. Vá fundo’. ‘Mas eles querem você também’. E eu fiquei, ‘Não, de jeito nenhum. Por que eles querem que eu participe’? ‘Bem, o programa se chama Married to a Rock (em português, fica algo como “Casada com um Rockeiro”), e você é o rockeiro com quem sou casada’”.

“Eu sou casado, e se você é casado, quando você está certo, você está errado; e quando você está errado, você está errado. Então, se você perceber no programa, eu só estou lá… Mas não, aquilo não mudou. Eu odeio reality shows. Não quero assistir nenhum deles”.

Anúncios




DUFF McKAGAN DIVULGA TÍTULO DE SUA BIOGRAFIA

28 03 2011

Fonte: Classic Rock

Duff McKagan finalmente escolheu o título para sua autobiografia: “It’s So Easy (And Other Lies), que em português fica, “Isto é Muito Fácil (E Outras Mentiras). Com data de lançamento prevista para 4 de outubro, o livro será lançado pela “Touchstone Books”.

Recentemente o músico falou à “Rolling Stone” sobre o livro: “Não é realmente minha história, nem ao menos é minha autobiografia ou memória. Acho que este termo está sendo usado demais. O livro é a história de algumas coisas que aconteceram comigo, mas provavelmente não as coisas típicas que as pessoas podem estar esperando”.





DUFF McKAGAN FAZ PARTICIPAÇÃO EM SHOW DA ADLER’S APPETITE

1 03 2011

Fonte: Classic Rock

O baixista Duff McKagan se juntou ao seu ex-companheiro de Guns n’ Roses, Steven Adler, no palco do “Camden Underworld”, em Londres,  na noite de ontem, 28 de fevereiro.

McKagan tocou duas canções com a banda Adler’s Appetite: “My Michelle” e “It’s So Easy”. “A participação de Duff realmente elevou o nível da noite”, disse um dos presentes no show.

Duff já havia tocado com o Adler’s Appetite no verão de 2007, num show que também contou com a participação do guitarrista original do Guns, Izzy Stradlin. No ano passado, Duff participou de um show do Guns n’ Roses, também em Londres.

Depois eles reclamam dos boatos sobre uma reunião do lineup original do Guns ou, no caso de Duff, declara que se arrependeu de ter feito a participação no show.





“É O CARA CERTO”, DIZ DUFF McKAGAN SOBRE COREY TAYLOR

21 02 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Rock em Geral

Depois do vazamento do assunto “Corey Taylor como vocalista do Velvet Revolver” ter vazado, e do próprio guitarrista do grupo, Slash, ter admitido que o vocalista do Slipknot e Stone Sour é uma opção, agora foi a vez do baixista Duff McKagan colocar lenha na fogueira. Numa entrevista ao “Artisan News Service”, Duff praticamente declarou seu voto a favor do vocalista. “Eu não posso nem confirmar nem negar que o Corey Taylor está no Velvet Revolver”, disse o baixista, para depois cravar: “Esse é o cara certo, na minha visão. É apenas a minha visão. Acho que milhões de outras pessoas pensam da mesma forma, que ele é o cara certo”. Como Slash está em turnê, nenhuma decisão será tomada até que ele volte.





“OS FILMES DE TERROR DE HOJE SÃO UMA PORCARIA”, DECRETA SLASH

17 02 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Traduzido por: IMPRENSA ROCKER
Fonte: Charlotte Observer

O site do “Charlotte Observer” publicou uma entrevista exclusiva com Slash, na qual o guitarrista fala de seu álbum solo, escolha do vocalista para o Velvet Revolver, sua empresa de produção de filmes de terror, dentre outros assuntos.

Confira a entrevista completa, em português, com exclusividade no IMPRENSA ROCKER!

Poucos guitarristas são grandes o suficiente por si só para conseguir ser a atração principal de uma turnê solo, ou fazer um álbum solo que fique entre os cinco primeiros das paradas, mas Slash não é qualquer guitarrista. Além de ter tocado no Guns n’ Roses e no Velvet Revolver, ele tocou com Michael Jackson, foi o rosto do “Guitar Hero” e no começo deste mês se apresentou no show do intervalo do “Super Bowl”. Em 2010 ele lançou um álbum recheado de estrelas, trazendo cantores como Fergie, Adam Levine do Maroon 5, Kid Rock e Myles Kennedy do Alter Bridge (Nota do Tradutor: É engraçado como, pelo texto, a gente sabe qual o público do veículo. Se o “Charlotte Observer” fosse voltado para o público Rock n’ Roll, ao invés destes vocalistas citados, eles teriam colocado Ozzy, Lemmy, Iggy Pop, Ian Ashtbury, etc.), que irá cuidar dos vocais na apresentação do guitarrista hoje, às 20h, no “The Filmore”.

O Super Bowl foi um lance importante para você?
Não estava na minha lista de “coisas a fazer”. Não que eu tenha uma lista. Definitivamente me senti honrado de ter recebido o convite.

Muitas pessoas se surpreenderam pelo fato de Fergie ter participado de seu álbum. Você acha que o público a subestima?
As pessoas constroem uma imagem ou uma impressão em suas mentes sobre quem alguém é e têm dificuldade de mudar isso. Isto definitivamente surpreendeu as pessoas. Quando o boato apareceu, elas pensaram que eu tinha virado Pop ou algo do tipo. Eu escutei Fergie cantar uns lances de Rock alguns anos atrás. Eu tinha uma canção para uma vocalista de Rock, e ela automaticamente veio à minha cabeça.

Mas as pessoas já tinham estabelecido Fergie como um tipo de diva Pop, o que é sensato de supor. Eles ficaram realmente chocados quando ouviram a respeito e então, quando escutaram a canção, ficaram meio que, “Oh, ok”. Com o resto do disco, foi muita informação para algumas pessoas digerirem – toda a diversidade.

Foi um indicativo do que você realmente escuta?
Eu escuto uma grande variedade de coisas. Primariamente sou uma cara do Rock n’ Roll, mas tenho uma inclinação conteúdo mais emocional e melódico e grooves. Eu posso escutar diversos tipos de música que ninguém esperaria que eu escutasse, e ser atraído mais pelo lado melódico e musical da coisa.

Este disco foi uma experiência diferente para você, sabendo que o público estava ciente de seu desenvolvimento através do twitter?
Eu meio que contava no twitter o que estava fazendo, mas eu não presto tanta atenção para que o que qualquer um esteja pensando.

Por tanto tempo você foi o cara atrás da guitarra, da cartola ou do cabelo. As mídias sociais permitiram que você mostrasse mais de sua personalidade ou senso de humor?
Não sei. Eu realmente não faço idéia com relação ao que devo ser sob qualquer tipo de perspectiva real. As pessoas desenvolvem suas próprias idéias. O legal do twitter ou facebook foi que me deu a chance de atingir todos que estejam interessados, ao invés de soltar comunicados para a imprensa… ou vazar informações para fontes confiáveis. Isto te coloca mais no controle de sua própria divulgação ou apenas ser mais direto com os fãs em geral.

Quando você percebeu que Myles era o cara para a turnê?
Quando ele veio cantou a segunda música, eu pensei: “este é o único cara que poderia lidar com todo este material”. Coisas do álbum solo e do Guns n’ Roses e do Velvet Revolver. Myles era muito capaz.

Não tínhamos nenhum relacionamento anterior. Aconteceu dele estar de folga do Alter Bridge e topou. Neste ponto, eu só tinha duas semanas para ensaiar com a banda e só uma semana desta poderia gastar com Myles.

Sua experiência com vocalistas notórios é bem conhecida. Personalidade é algo que você considera?
Mendigos não podem escolher (N.T.: ditado cujo correspondente no Brasil seria “a cavalo dado não se olha os dentes”). O mais importante é encontrar indivíduos que são musicalmente capazes, e então você deve levar em conta seja lá qual for a personalidade dele… É algo que você tem que aceitar razoavelmente se ele canta da forma que você espera. Muitos músicos são loucos e é isto que faz deles grandes músicos.

Qual o status atual do Velvet Revolver com relação ao novo vocalista?
Havia verdade no boato de que estávamos observando Corey Taylor, mas então eu saí para a turnê. Então não há nada sendo feito no momento. Nenhuma decisão.

Fale sobre sua nova empresa de produção de filmes de terror, a “Slasher Films”.
Faremos a produção do nosso primeiro filme neste verão (N.T.: verão do hemisfério norte). Entrei nessa por acaso São um grande fã de filmes de terror. Um amigo meu tem uma empresa chamada “Scout Productions”… Ele sugeriu que eu produzisse meus próprios filmes como um braço da empresa dele. Estou completamente envolvido do desenvolvimento do roteiro à locação e escolha do cast.

Você estará envolvido na trilha?
Esta é a parte mais óbvia. Definitivamente estarei envolvido. Se vou tocar ou não, depende do filme do que ele pedir.

Quais são seus filmes de terror preferidos?
Fui criado pelos filmes de terror que começaram nos anos 30, 40 e 50. “Frankenstein”, “O lobisomem” e “Dracula”. Quando os anos 60 chegaram, teve “A Noite dos Mortos Vivos”. Eu o assisti como uma sessão dobrada, junto com o “Exorcista”. “O Exorcista” se tornou meu preferido. Então saiu “A Profecia”. Foi ótimo também. Recentemente eu gostei de “Os Estranhos”. Eu quis fazer isto, porque o gênero Terror tem sido idiotizado para uma situação quase patética. São todas umas porcarias gore realmente previsíveis. São poucos os que realmente envolvem sustos ou uma imponente estória psicológica ou personagens e vilões com profundidade. É disto que sinto falta e que quero trazer de volta.

O solo de “Sweet Child O’ Mine” parece ser um dos mais estragados no circuito de bandas cover. Você acha que ele é tão difícil assim?
Quando eu toco canções do Guns nos meus shows, faço a maioria dos solos da forma que os gravei. Eles foram espontâneos na época… Fazer eles soarem exatamente como no disco torna fácil de ser estragado.





GUNS N’ ROSES ORIGINAL PODE FAZER O SHOW DO INTERVALO NO PRÓXIMO SUPER BOWL

11 02 2011

Fonte: Kent Sterling

De acordo com o website “KentSterling.com”, sítio norte-americano especializado em esportes, conversas estão rolando para que a formação original do Guns se apresente em Indianápolis, na final do campeonato nacional de futebol americano. Talvez o Guns n’ Roses seja a única grande banda de Rock n’ Roll cujos integrantes ainda estão vivos, e que nunca tocaram no Super Bowl.

“Após um show fraco no Super Bowl deste ano, com o super-exposto Black Eyed Peas – que contou com as participações de Usher e Slash – a NFL está querendo soltar uma bomba, reunindo Axl Rose, Slash, Izzy Stradlin, Duff McKagan e Steven Adler (ou Matt Sorum), além de Dizzy Reed”, escreveu Kent Sterling, ex-Diretor de Programa da WIBC e dono do site “KentSterling.com”.

“Paul McCartney já fez o Super Bowl, U2 já fez, Rolling Stones, Kiss, The Who, Tom Petty, Bruce Springsteen… Levando em conta que o Clash já não existe (Joe Strummer está morto), o The Police já não existe e a maioria das grandes bandas de Southern Rock já não existe, sobram Justin Bieber e o Guns n’ Roses. E se algum dia Bieber se apresentar num intervalo do Super Bowl, espero estar lá para levar um tiro e parar com o show”, acrescentou Sterling.

O jornalista continua: “Espero que Axl esteja tomando seus remédios e concorde em fazer o show. É sempre uma pena quando grandes bandas deixam que disputas coloquem um fim prematuro em sua criatividade e habilidade em encantar o público. O Guns n’ Roses já passou há muito do seu auge criativo, mas por 12 minutos eu ficaria imóvel em frente à TV para assisti-los detonar”.

Sterling finaliza, dizendo que as conversas ainda estão em estágios iniciais, e podem não dar em nada. “Mas é bom saber que pelo menos alguém está pensando com clareza na NFL”.





BAIXISTA DO VELVET REVOLVER COLOCA MAIS LENHA NA FOGUEIRA SOBRE O CASO COREY TAYLOR

10 02 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Blabbermouth

Duff McKagan, baixista do Velvet Revolver, jogou mais lenha na fogueira com relação a Corey Taylor ser o novo vocalista do Velvet. Em chat no site “ESPN.com”, o músico respondeu a um fã, que havia perguntado o que um vocalista deveria ter, além de uma boa voz.

“Qualquer bom artista tem que ter a habilidade de deixar fluir as coisas sombrias e fazer de forma real. Grandes vocalistas têm esta habilidade. Não ter inibições também ajuda. Axl e Scott são dois dos melhores frontmen de todos os tempos. Corey Taylor é um destes caras também”, falou Duff.

Quando perguntado sobre os rumores de que Taylor estaria se juntando ao Velvet Revolver, Mckagan escreveu: “Não posso negar nem confirmar… Entretanto, ele é foda. Gosto dele como ser humano e como cantor. Ele é a voz de uma nova geração”.

Confiram abaixo dois videos com Corey e Slash tocando o clássico “It’s So Easy” do Guns, e de “Sexy Type Thing” do Stone Temple Pilots.