NIRVANA RELANÇA EP PARA COMEMORAR O DIA DA LOJA DE DISCO

24 03 2011

Fonte: Classic Rock

A lendária banda de Seattle relançará seu EP de 1992, intitulado “Hormoaning”, para marcar as comemorações do Dia da Loja de Disco. O EP possuirá tiragem limitada em 6 mil cópias e estará disponível a partir do dia 16 de abril.

“Hormoaning” traz as gravações feitas para as sessões de John Peel na “Radio One” e apresenta covers de canções do Devo, The Vaselines e The Wipers, além das composições próprias “Aneurysm” e “Even in His Mouth”.





ÁLBUM EM TRIBUTO A DIO TERÁ LINEUP ESTRELAR

2 03 2011

Fonte: New Musical Express

Wendy Galaxiola, conhecida no mundo Metal como Wendy Dio, viúva do velho mestre Ronnie James Dios, anunciou que os artistas que participarão do álbum em tributo ao cantor já estão confirmados. Entre os nomes estão Lemmy, Rob Halford, Alice Cooper, Sebastian Bach e até Dave Grohl.

Segundo Wendy, “o disco provavelmente não sairá neste ano, mas todo mundo já confirmou presença”.

Quanto às músicas, o que se sabe até agora é que Dave Grohl irá cantar uma versão para o clássico “Mob Rules” do Black Sabbath, e que Rob Halford irá cantar em “Long Live Rock n’ Roll”, hino absoluto do Rainbow.





DISCO NOVO DO FOO FIGHTERS SAI NO DIA 12 DE ABRIL

3 02 2011

Fonte: Rolling Stone

O Foo Fighters anunciou na última terça, 1º de fevereiro, que seu mais novo disco, ainda sem título, chega às lojas no dia 12 de abril. Além disso, após receber diversos cliques com a divulgação de um pedaço de música, a banda colocou mais um trecho de material inédito em seu site oficial. Para ouvir, basta clicar aqui e sintonizar na frequência 101.5.

O sucessor de “Echoes, Silence, Patience & Grace”, de 2007, será pesado, conforme Dave Grohl revelou. Ele foi produzido por Butch Vig, também responsável por “Nevermind”, do Nirvana. Trata-se da primeira vez que o frontman e Vig colaboram em algum projeto desde então.

Krist Novoselic, ex-baixista do Nirvana, também participa do disco, na faixa “I Should Have Known”, tocando baixo e acordeão.

Na última sexta, 28 de janeiro, 300 fãs sortudos tiveram a chance de conhecer o trabalho do começo ao fim, durante um show surpresa, anunciado de última hora no Twitter do Foo Fighters.





STEVEN TYLER CANTA EM TRIBUTO A PAUL McCARTNEY

29 12 2010

Fonte: Blabbermouth

Steven Tyler cantou as quatro últimas canções do lendário álbum “Abbey Road” em homenagem a Paul McCartney no “Kennedy Center Honors 2010”, realizado em Washington no dia 5 de dezembro. Tyler cantou o medley de “She Came in Though the Bathroom Window”, “Golden Slumbers”, “Carry That Weight” e “The End”. Ele retornou para a performance final de “Hey Jude” junto com Mavis Staples e James Taylor, que também fizeram um dueto em “Let it Be”. Enquanto isso, Norah Jones e Dave Grohl fizeram um dueto em “Maybe I’m Amazed”. O evento foi gravado e transmitido ontem, 28 de dezembro, totalizando um especial de duas horas.

O “Kennedy Center Honors” premia cinco artistas anualmente por sua contribuição à cultura norte-americana. Os ganhadores são selecionados pelo quadro de curadores do “Kennedy Center”. McCartney havia sido nomeado para receber a honra em 2002, mas teve que recusar, por causa de obrigações pessoais.

“O ‘Kennedy Center’ celebra cinco indivíduos que dedicaram suas vidas a enriquecer, inspirar e elevar a vibração cultural de nossa nação e do mundo”, disse David M. Rubenstein, Presidente do “Kennedy Center”.

Além de Paul, o evento deste ano homenageou o compositor Merle Haggard, o compositor e letrista Jerry Herman, o dançarino, coreógrafo e diretor Bill T. Jones, e a apresentadora e atriz Oprah Winfrey.
 
Confira abaixo os vídeos do evento:

É impressão minha ou Paul estava realmente emocionado? É incrível como as músicas dos Beatles mexem com as pessoas. Centenas de celebridades, atores de Hollywood e músicos famosos na platéia se comportando como fãs… Estes vídeos ganharam minha semana!!!





KURT DONALD COBAIN: VIDA COMPLEXA, MORTE MISTERIOSA

16 09 2010

Por: Roberto A.

Ele foi um dos artistas mais extraordinários surgidos em todos os tempos. Dono de uma brilhante veia artística, foi um grande compositor e músico, mas igualmente teria dado certo como pintor ou desenhista.Teve uma infância muito feliz, mas com o divórcio de seus pais, tornou-se uma pessoa amarga e problemática, com fortes sentimentos de inferioridade e inadequação. O divórcio realmente o incomodou fortemente, e Kurt demonstrou isso por diversas vezes: “That legendary divorce is such a bore” (Nota do redator: trecho da canção “Serve The Servants”, que traduzida fica, “aquele lendário divórcio é um saco”).

Foi uma criança hiper-ativa, medicada desde cedo com remédios diversos, iniciando na infância a sua futura dependência química – e pesquisas comprovam que a maioria dos dependentes começou quando criança.

Pisciano, hiper sensível, teve uma vida que nem ele mesmo previu nos seus melhores sonhos. Tornou-se famoso, riquíssimo, requisitado, adorado, e teve que lidar com tudo o que mais desprezava nos artistas mainstream. A música era sua fuga, sua única alternativa, mas tornou-se seu martírio público. Compôs músicas e discos que se tornaram referência, e com mérito. Foram canções simples, porém com muito apelo pop, isso sem perder a distorção e ironia.

Quando adolescente viveu em casas de parentes, colegas, e embaixo de uma ponte – dados indicam que isso foi criado por ele – e com sua arte passou a andar de limusines (o que ele odiava), e se tornou dono de muita grana e até mesmo mansões.

Um dos fatos infelizes em sua vida foi ter conhecido Courtney Love, que mais tarde tiraria quase tudo que ele tinha conquistado com seu talento. Uma questão, em se tratando de Nirvana, sempre foram as drogas. Havia uma espécie de conexão do grupo com isso, mas uma pergunta que fica é: sem as negativas influências da heroína e demais drogas, a arte do Nirvana teria sido tão relevante? É questionável.

Sucesso, grana, exposição… Nada disso parece ter sido suficiente para tornar Kurt uma pessoa mais feliz e tolerante. Com o Nirvana, tudo era oito ou oitenta; ou o show era espetacular ou um fiasco, como por exemplo foram os realizados no Brasil, em 93… Péssimos, com execuções chulas, e com um Kurt em síndrome de abstinência, chegando ao ridículo de cuspir nas câmeras da Globo e sair de quatro do palco em São Paulo.

Até hoje o acústico deles pra MTV é considerado como um dos mais interessantes, e para os mais observadores foi uma espécie de despedida da banda, com o cenário fúnebre e tudo que envolveu o espetáculo. Kurt Cobain foi um extremo dependente químico, e no caso grave como o dele, somente internação a força por vários meses talvez teria algum êxito.

Sua morte ocorreu em abril de 1994, na sua mansão em Seattle, e até hoje não foi totalmente aceita e esclarecida – inclusive existe um site, chamadao de “Justice For Kurt“, que trata deste assunto. Como ele poderia ter puxado o gatilho, se ele tinha no sistema sanguíneo altíssima concentração incapacitante de heroína? Como a espingarda não tinha suas impressões digitais? Enfim, existem inúmeras teorias de que ele teria sido assassinado, e não cometido suicídio.

Kurt foi um mito, e até mesmo na sua morte foi complexo. Foi um dos últimos artistas que realmente valeram à pena neste mundo. O Nirvana foi uma banda completa e espetacular. Dave era e é um músico completo, baterista excepcional, cantor muito bom, e Krist sempre mandou muito bem no baixo, e foi tão responsável pelo sucesso da banda quanto Kurt. Era ele quem carregava tudo em seu carro, no início, viajando até mesmo entre cidades para possibilitar os ensaios.

Fica minha sugestão como curiosidade a todos, ouvirem a faixa “Marigold”, na qual Dave cantou e tocou guitarra, enquanto Kurt tocou bateria.

Por isso tudo e muito mais, Kurt Donald Cobain, esteja onde estiver, descanse, enfim, em paz.