FUJA DO HYPE – 3ª EDIÇÃO

14 02 2011

Por: Roberto A.

Hi Guys! É a hora e a vez de nossa querida seção apresentar sua terceira edição. O mundo das artes está agitado, e a mídia brincando com nossas vontades e gostos, portanto vamos analisar e refletir juntos sobre o que tem ou não sentido, sobre o que tem ou não qualidade e valor – lembrando sempre que tudo aqui é debatível; basta que vocês leitores saiam da zona de conforto, comentem e debatam, apra que a parada funcione a contento, e exista afinal algum afunilamento do que funciona ou não (culturalmente falando) em pleno 2011.

Bom, eu não acompanho, mas me parece que o BBB 11 tá caminhando pro fim (notícia mais do que boa). Aliás vamos tocar na ferida: a TV Aberta está cada dia mais insuportável, alguém discorda? Peguem como exemplo o Jornal Hoje – só matérias babacas e dispensáveis, e os dois bobões apresentadores de lá rindo um pro outro… Rindo dos trouxas que assistem aquilo. Mas calma, existe coisa pior: o Vídeo Show. Podemos descrever aquilo como um freak show de uma anoréxica e de um baleíssimo sujeito. Bicho, esse programa eu digo que poderia ser usado tranquilamente como tortura. Até o tradicionalíssimo Jornal Nacional vem perdendo audiência ano após ano; só matérias clichê, tipo essa, que saiu ontem sobre o pai que teve o carro levado com um bebê dentro. Também, o mané deixa a chave na ignição e fica de bate papo com a esposa do outro lado – quer o quê, né? Vários jornais já tinham exibido a matéria, mas claro, o JN tinha que exibi-la. O casal 20 da TV não passaria sem essa… Demagógicos total. Cool a beça! Palmas pra Ana Paula Arósio que mandou tudo aquilo à merda!

Ozzy em breve na terra brasilis colocando alguma dignidade no cenário dos espetáculos internacionais neste ano. Sim, porque aquilo que chamam de Rock In Rio não tem como levar a sério, né? Pearl Jam, pelo que tudo indica também aportará por aqui em novembro, fazendo a festa dos órfãos hippies do Grunge. Acabo de ouvir o “Live On Ten Legs” – bacana, claro, mas tipo, para uma banda que já lançou pelo menos uma centena de discos ao vivo (já chegaram a gravar e lançar TODOS os shows de certa tour), qual seria o sentido em lançar mais um? Sei lá. É um bom disco sim. Cameron segue sendo uma máquina automática na bateria, e os demais vão atrás, rs. Mas o que achei mais interessante é a ausência de sons batidos como “Even Flows” e equívocos como “Last Kiss”. Não há surpresas nessa banda, nem reinvenções, mas devem seguir lançando mais CD’s inéditos – bem legal mesmo.

Lula e seu desfile exclusivo… A Tom Maior nos brindará neste ano com um desfile todo dedicado ao Lula, o que acho divertido e legítimo sim – aliás a foto dele junto à Globeleza ficou uma beleza, e se tem alguém que mereça essa deferência é Lula, que deveria convidar por certo Bono Vox a desfilar junto a ele. Suplicy não confirmou ainda, mas caso não possa, Supla poderia tranquilamente fazer as vezes dele. Falando em política, super legal a foto do Tiririca na Folha, na hora do juramento e tal, simplesmente bacana. Romário jogando futevôlei quando deveria estar lá no congresso? E Daí? Deixa o cara! O povo tem exatamente o que merece. Isso é inquestionável, não concordam?

Agora, juntos, vamos conferir um disco que de pesado pouco tem, de relevante muito menos, apesar de estar nas temíveis listas como dos melhores lançamentos e coisa e tal. Ligue pro teu tele-pizza favorito pra saborear melhor esta edição.

Accept – Blood of The Nations
Clique aqui para baixar o CD.

Sabe aqueles clichês todos do Metal mais manjado? Você os encontrará nesta bolacha. Vamos nós… Começamos com “Beat the Bastards”, perfeita pra aborrecentes espinhudos se rebelarem contra o sistema e contra os pais. A letra manda algo tipo assim: “Vida … é apenas um palco vazio/Aonde você vai a partir daqui/Viver… coloca as palavras sobre da página/Aberto a uma nova fronteira”. A música é de pegada rápida, com distorções manjadas, sem personalidade, que você ouve e pensa: “parece com alguma música que já ouvi”. Como chama mesmo aquela banda Hard farofa dos 80, que o vocal usa uma perucona loira e que tocou recentemente aqui? Soa como aquilo.  Quero ver quem chega no fim dos quase cinco minutos dessa faixa sem passar para a próxima, “Teutonic Terror”, que começa bem estilo Pantera, e quase convence. O vocal entra bradando seriamente: “De volta às linhas de frente/De volta para a noite/Saqueadores medievais sob as luzes/De volta para a pilhagem/A emoção das chamas/O estrondo do trovão/De volta ao jogo” – liricamente impecável né? Mas a letra é o de menos. O vocal gritado incomoda muito mais. Seguimos, com “The Abyss”, que começa com aquele manjado “yeahhhhhhhhhhh”, clássico dos clichês. Depois rola uns lances meio orientais e vocal calmo, que diz algo assim: “O futuro está predestinado/ Está escrito na parede/Você pode ver os sinais reveladores/O ponto decisivo chegou/Lá vem ele/Bombas suicidas explodindo enquanto mísseis racham o céu/Terremotos e tsunamis sinalizam o fim dos tempos”. Esta tem um ótimo solo de guitarra, mas que não sustenta a canção, fraca no todo, mas que do meio pro final chega a empolgar sim.  A próxima, faixa título do CD, tem boa pegada, mas o que pega é que as canções se parecem muito, e seguem demais o esquemão início distorcido empolgante, parada pra voz com guitarra seca ao fundo, refrão hollywood, solo, fim. Isso já não cola mais. Vejam só, nem Steve Harris seria táo criativo no refrão: “Juntos lutamos (pelo sangue das nações)/Guerreiros sob demanda/Matamos e morremos (pelo o sangue das nações) /É uma causa nobre/E o sangue está nas mãos deles”. Putz, rs, rindo aqui, só rindo mesmo gente… Porém o solo é do caralho – o sujeito tem garra. A posterior, “Shades of Death” traz uns lances meio operísticos junto com a distorção. Ficou bacana sim, o que incomoda é que com uma variedade imensa de timbres que esses caras poderiam escolher, eles optaram pelas distorções mais cretinas e antiquadas, mas ok, vamos à letra: “Agora eles andam a noite procurando pela luz/Um passo além/Além das sombras da morte (sombras da morte) /As mais escuras sombras da morte (sombras de morte)”. Nem para trilha de filme de terror serviria. “Locked and Loaded”, a próxima, é a pior por enquanto – viadagem pura, nego tentando ser o Sebastian Bach da hora. Ouça até o fim dela, duvido. “Kill The Pain” é uma bela balada que não faria feio em nenhum disco dos Scorpions, e fez minha cabeça. Belos violões, um lindo solo no começo, com distorção ok, e harmonia não óbvia – pra mim é o destaque do CD. Uma música leve como destaque de um CD (supostamente) pesado, e dos melhores do ano, segundo meios diversos. Mas é isso, este é um disco com a profundidade de uma piscina infantil, longe de ser dos melhores. Quer ouvir um Rock pesado, novo, legítimo e de primeira? Tente o Arafel, já resenhado por aqui.

Superguidis – 3
Clique aqui para baixar o CD.

Beleuza, prossigamos. Esta é uma das bandas incensadas pela mídica brazuca já tem um bom tempinho, então vamos colocar em limpos pratos se estão com essa bola toda pra figurar, por exemplo, nos melhores do ano de nossa amada “Rolling Stone Brasil”. Os garotos são do RS. Como fica óbvio pelo título, é a terceira bolachinha da tchurma.  Bora lá, começamos evidentemente com a primeira (rs), de título “Roger Waters”. Violões limpinhos, notas esparsas de piano ou algo parecido, vocal calmo, murmurando “Quando se quer esquecer o que Roger Waters disse em 73” – bonito (por demais)… Seguindo: “não dá pra culpar o sol por nascer/As coisas quase sempre acabam”. Sei lá, poético à beça, violinos no fundo e tal – rolaria em malhação dependendo do loby. A própria música explica: “não fosse o bom humor…” ficaria difícil prosseguir, mas, enfim, atitude é tudo. Passemos pra segunda, “Visão Além Do Alcance”, um popinho agradável que brada que “é difícil ser você mesmo” e, na real, é isso! Falta personalidade na canção, afinal é difícil ser você mesmo, mas o melhor é que essa é curta. “As Camisetas” vem na sequência, e eles insistem no lance do “ser difícil”, saca só: “é difícil pra mim ter que consolar as camisetas”, seja lá raios o que isso queira dizer! Até rola uma distorçãozinha jóia, bateriazinha na cara e tals, mas a impressão de já ter escutado muita coisa semelhante se instala rapidão, e fica a pergunta deles pra vocês leitores responderem: “por que será que sempre chove quando alguém te abandona?”. Ok. A posterior se chama “Quando Se é Vidraça”, e começa com um swinguezinho bacanudo, modelo bossa, pra descambar num soft-grunge (inventei agora essa), e disto gostei: “ser pedra é barbada”. Um arranjo resolvido e seria um hit, não fosse eles mesmos dizendo “quero mais é que se exploda”. “Fã-Clube Adolescente” entraria fácil em qualquer CD recente dos Titãs. Chicletinha e inofensiva, diz algo como “eu sou relapso, previsível, como um fã-clube adolescente”. É isso, auto análise franca.  Solinho pentatônico básico, batera levinha, tudo bonitinho pacas. “De Mudança” é uma baladinha linda, que poderiam ter emprestado ao Jota Quest – até funciona certinho: “não se sinta mal, eu não vou me acostumar com o que os outros vão pensar disso aí”. Bem comercial de banco, saca? Mas parece-me a de maior potencial pra grudar nos ouvidos dos fãs dos guris – dessa, confesso, meramente gostei. “Casablanca” vem depois, com distorção xarope, arranjo simplório e poesia algo assim: “as coisas que eu vivi ninguém pode tirar de mim/Não sou esse idiota que você pensa que eu sou”, e é isso. “O Usual”, a última que me arrisco, diz algo que também penso: “o medo de morrer sozinho me incomoda mais que o usual”. Agora, na sincera gente, este disco tem o frescor e qualidade dos artistas da Nova MPB, por aí vocês podem imaginar, né? Se querem ouvir uma boa banda da nova safra nacional, sugiro o Los Porongas, e pra quem quer ouvir uma banda clássica brazuca, dos tempos da virilidade, corram atrás da Plebe Rude.

Felizes são os índios, isolados por opção, diria eu.  Ok, vamos as nossas questões, ponderações debatíveis finais, como em toda “Fuja do Hype”…

– Boxes e tal
E esse lance das gravadoras virem com esse boxes luxosos, cheios de pompa, faixas-extra, raridades, patati patatá… Picaretation pura! Tudo que já está na net há muito tempo e que querem que a gente pague, bastando apenas colocar uma embalagem bonitinha e não sei o que – façam o favor! Tipo essa da Legião Urbana que lançaram recentemente. Tudo o que todo mundo já tem, querem que compremos de novo. Eu mesmo caí em algo parecido. Mês passado na “Americanas”, me deparei com todos os CD’s dos caras remasterizados e coisa e tal, adquiri achando que ao menos um novo encarte viria – ledo engano, mas é bom que aprendi.

– Vinís
Muito se fala que voltaram à moda, que o som é melhor (o que é indiscutível), mas bicho, peraí, 80, 100 conto num vinil nacional? Qual a explicação para isso? Se for importado é mais bizarro ainda… Me deparei em dezembro, com o “Bleach” (duplo) relaçamento do Nirvaninha, por 180 conto na “Livraria Cultura”. Isso é chamar alguém de idiota dando tapinhas nas costas. Ôrra meu!

– Guns
O post passado mencionou sobre esse lenga-lenga de alguns sonharem com uma volta do Guns antigo – o que nunca vai rolar -, e os comentários dos leitores focaram nisso, o que espero que não ocorra desta vez, pois temos muitos outros assuntos discutíveis neste post. A grande verdade, que alguns não aceitam, é que Axl não quer e nem precisa disso. Slash, então, o arroz de festa, que tá muito ocupado lançando linha de tênis, dizendo que ainda ama miojo, e fazendo shows com o Black Eyed Peas, também não faz falta a ele. Os sujeitos que tocam com Axl atualmente são bons pra caralho, e qualquer um que assista um show recente da banda pode conferir in loco isso. Vamos torcer pro GNR soltar logo novas faixas – isso sim é muito mais interessante que reunião ilusória, NOVAS MÚSICAS, o que vive de passado é museu. “Chinese…” tem muitas músicas animais como “I.R.S”, “Better”, a própria faixa título, então que venham mais novos sons. O assunto de volta já deu no saco, e mais chato que falar nisso são posts sobre isso.

Bom, pra esta terceira edição, é isso que rola. Sinta-se a vontade, prezado leitor, para comentar, sugerir e debater. Voltamos em breve, e nunca se esqueça que ao menor sinal de fogo: FUJA DO HYPE!

ABRAXXXXXXXXXXXXXXXX


Ações

Information

31 responses

14 02 2011
Gabriel Gonçalves

Mal publiquei e já vou começar, rsrsrs. Bom lembro que quando foi sugerido que o Roberto tratasse sobre este CD do Accept, eu comentei afirmando que tinha escutado e tinha gostado. Pois bem, escutei a bolacha novamente, desta vez lendo as letras, com todo cuidado, e achei do caralho! Discordo veementemente da opinião do Riberto sobre o álbum do Accept. Riffs cortantes, solos muito bons, a performance de bateria está fantástica e achei as letras, ao contrário do que o Roberto, muito boas. Dá pra ver que o álbum quase todo trata das guerras, sob vários pontos de vista. As letras são muito bem sacadas, sim. Os refrãos são bem ganchudos e o novo voal, sinceramente, não deve nada para o Udo. Quanto aos clichês, eles existem, mas o Accept pode, afinal eles foram uma das bandas que ajudaram a criar estes clichês – seria como reclamar das guitarras dobradas do Iron – virou um clichê no Metal, mas eles podem porque foram eles popularizaram a bagaça (UFO e Thin Lizzy já faziam isso antes do Maiden). Quanto ao CD dos Superguidis, ainda não posso comentar, porque não escutei. E quanto aos questionamentos do final, discordo com relação aos boxes. Sou um fã de edições de luxo, bozes especiais e etc. Lógico que há boxes e boxes, por exemplo, a edição “Mission Edition” do “Final Frontier não traz nada demais, mas a maioria sempre oferece material interessante. Quanto “ao material que há muito está na net”, a gente não pode querer que as bandas pensem: “esse material ele spodem baixar de graça, vamos lançar outra coisa”. Tem que lançar mesmo, para os fãs terem o material oficial e nõ baixado, com qualidade inferior. Abração, cara!

14 02 2011
Roberto A

Já sabia que diria isso tudo,,rs. mas como eu sempre digo, o bacana são os questionamentos. admiro você achar esse disco do Aceppt bacana, mas respeito todas opiniões. Vamos que vamos!

ABRAX

14 02 2011
Gabriel Gonçalves

É isso aí, Robertão! Amanhã vou postar a resenha que fiz para o “Luz no Fim do Túnel”, rs. Espero que você curta a banda (se é que já não conhece). Abração, cara!

14 02 2011
Helton

Sou fã de boxes também😐

14 02 2011
Gabriel Gonçalves

Pois é, Heltão! Boxes e edições deluxe é comigo mesmo, rs. Abração, meu velho!

14 02 2011
Ricardo Seelig

Blood of the Nations é um ótimo disco. Não entendi esse texto, sinceramente.

14 02 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Ricardo! Primeiro parabéns pela resenha do “Rock Raro” – com certeza será adiquirido, rs. Quanto ao texto, também discordo veementemente da opinião do Roberto quanto ao “Blood of The Nations”, mas enfim, é a opinião dele. Abração, cara!

14 02 2011
Jacques A. de Melo

Pô, desta vez O Gabriel deu uma de “Wyatt Earp” e “sacou” mais rápido. Ufa, quantos assunto num texto só mas, “vamo lá”: Sugiro que vocês leiam o Blog do Paulo Henrique Amorim (Conversa Afiada) onde ele chama as Organizações Globo, Folha a afins de “PIG” (Partido da Imprensa Golpista). Cara a TV aberta é muito ruim e, infelizmente magoando muita gente que eu gosto o BBB é o pior programa da televisão. Eu acho que os caras devem achar que a população é composta somente por “Imbecis , Simpsons (como uma vez o babaca do Willian Bonner , em “off” chamou a população). E quando você foge para a TV fechada, adivinha quem são os donos dos canais (ou que são os permissionários desses canais) ?? Exatamente , eles mesmos.

Recomendo que acompanhem um projeto que está no plenário, chamado de “Lei de Médios”, que além de dar uma organizada nesta questão de Imprensa, vai (parece) analisar também o conteúdo programático. Aproveitando o ensejo: Pelo amor de Deus não sou adepto de qualquer tipo de censura. Apenas acho que, como qualquer outra atividade no país a Mídia também tem que ter o seu Órgão Regulador (não esqueçam que trata-se de concessão do Estado).
Vou corrigir o Roberto: Eu acho que você quis dizer Ana Paula Padrão ao invés de Ana Paula Arósio. Acertei??

Quanto ao Lula – Toda e qualquer manifestação favorável ao Lula é pouco. Na minha humilde opinião, o que o Lula fez pelos mais necessitados e, principalmente pelo Nordeste (aí grande baiano) , não tem preço.

Estou com o Gabriel e não abro. O disco do Accept é muito bom. Mas o barato desse espaço é a liberdade de se expressar mesmo com opiniões diferente dos outros. Até mesmo o Arafel que o Roberto citou teve neguinho caindo de pau em cima, dizendo que era ruim.

Abraços,

14 02 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Jacques! É isso mesmo, meu velho. A TV aberta está casda vez pior, e a fechada – fora alguns canais gringos, como Warner, Sony e etc – está nas mãos dos mesmos grupos. Quanto ao Lula, não sou nm um denfensor ferenho, nem um detrator cego. Houveram falhas, lógico (o mensalão é um exemplo), mas houve uma maior distribuição de renda, sem dúvida. E não sou eu quem falo. Quem conversar com qualquer empresário, vai escutar ele falar que o grande filão do Brasil agora é o Nordeste, porque foi criado um mercado consumidor em lugares que as pessoas mal comiam. Abração, meu velho!

14 02 2011
Renato Pina

Bom, primeiro de tudo eu preciso concordar com o Roberto quanto à TV aberta. Eu tenho sorte de possuir uma tv à cabo trocentos canais, pois aturar a programação da tv aberta é tortura digna da prisão de Guantánamo.

Sobre o Accept: desculpa, Roberto, mas o Accept elevou a pegada do hard rock para um novo nível com esse vocalista. O cd é espetacular, uma música melhor do que a outra, é um cd pra ouvir enquanto você quebra tudo no seu quarto.
Ps.: Aonde se escondia esse vocal novo Accept?! O cara é foda, Udo deve estar se revirando de raiva.

Superguidis: rockzinho canalha e sem sal. Para mim, não há melhor definição que esta, manda essa garotada criar bolas e escutar um rock que preste e sair dessa vida de bandinhas lixos que não se prestam nem pra escrever letras com algum nexo.

Boxes: nesse ponto eu concordo com o Roberto. É uma sacanagem as gravadoras nos empurrarem esse boxes mequetrefes, nos fazendo comprar apenas por uma embalagem mais bonitinha e uma “nova masterização”. Eu entendo que é um dos meios deles faturarem algo em meio a esse mar de pirataria, mas apenas os fãs xiitas é que compram boxes assim.

Vinís: Sinceramente?! Deixem as bolachonas em paz, esqueçam que um dia eles existiram, vamos olhar pra frente e deixar eles ficarem empoeirados nas prateleiras. Eu não vejo necessidade nenhuma de manter uma bolacha gigante ocupado o espaço de uns 2 cds na minha prateleira.

Guns: Roberto, cara, não adianta, essa discussão de uma sonhada volta vai sempre existir, e sempre existirão milhões de pessoas afim de discutir quem é o vilão e quem é bonzinho nessa briga eterna Axl/Slash. Uma boa dica para evitar essas discussões é simplesmente deixar esse assunto pros xiitas e evitar trazê-lo à tona, pois, na minha experiência como staff do gunsnrosesbrasil.com, muita gente esta disposta a discutir isso até chegar as vias de fato, aonde amizades de anos são desfeitas por causa dessa rixa. Então, se o Guns for ao menos citado no tópico, pode ter certeza que os gunners vão farejar isso e irão inundar os comentários com “Volta Slash”, “Axl seu cuzão, aceita o Slash e volta com o Guns”, “Axl seu ditador” e afins, só te falo isso pela minha vasta experiência com gunners de todos os tipos.

14 02 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Renato! Ri pra caramba com seu comentários sobre a discussão da volta do Guns, rssrsrs. Ma so pior é que é assim mesmio – tem gente que leva pro lado pessoal. Quanto ao vocal novo do Accept, o cara é americano – se não engano é de Long Island. Abração, cara!

19 02 2011
Felipe Barreira

Rapaz, eu tô pouco me fudendo pra Axl e Slash. Vou ser sincero, se o Guns não fosse a única alternativa de assistir a um show de Izzy no Brasil eu seria o primeiro mandar os dois pra casa do caralho.

Abração.

21 02 2011
Gabriel Gonçalves

rs… Fala, Felipão! Cara, por mais que eu adore Izzy, confesso que minha motivação pra uma reunião não seria essa. Como você disse, pra mim Izzy é a alma da banda (Axl e Slash sempre foram o coração do Guns, em minha opinião), mas eu gostaria de ver uma reunião, por causa dos cinco juntos e da força que os cinco juntos possuem. Abração, meu velho!

14 02 2011
Roberto A

Fala Jaques, bom que aparentemente gostou do post. valeu!
O mote da seção é meio isso mesmo, misturar vários assuntos, tocar em várias feridas. Eu quis dizer a Arósio mesmo, que recentemente mandou um papel de protagonista numa novela às favas, mas ok, valeu sua citação da Padrão, bola dentro. E sim, pra você ver que a democracia do espaço é realmente bacana, ter quem não tenha gostado do Arafel…rs.

ABRAX

14 02 2011
Roberto A

Gabriêra, saca só isto:

http://diversao.terra.com.br/musica/grammy/2011/noticias/0,,OI4944399-EI17541,00-Fenomeno+country+e+Arcade+Fire+sagramse+no+Grammy.html

chorar ou rir?

14 02 2011
Gabriel Gonçalves

rsrsrs… Quanto ao Arcade Fire, sem comentários… Quanto à banda de Country, não posso falar nada, porque não conheço – e curto Country, rs. Abração, meu velho!

14 02 2011
Roberto A

Valeu Renatêra, o melhor comentário na nossa seção. assim é bacana, você é um leitor que vale a pena ter.

debater é o lance!
ABRAX

14 02 2011
Roberto A

Em tempo Renato: já participei ativamente desse forum que vc mencionou no passado,crirei vários tópicos lá que até hoje são bem acessados. Lá, meu nome rolava como Auad.

ABRAX

15 02 2011
Renato Pina

Prazer, auad, sephi aqui😀

14 02 2011
Roberto A

Gabriêra, e sobre o Guidis?

14 02 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Robertão! Ainda não escutei o trabalho deles, mas vou fazer isso e amanhça posto minhas considerações. Abração, meu velho!

14 02 2011
Roberto A

Gabriêra, já que curte country, já ouviu algo da Taylor Swift? bacana o trampo da mina, nessa praia.

14 02 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Robertão! Conheço o trabalho dela, sim, ams acho “fofinho” deais, saca? Gosto do Country mais sujeira, tipo Willie Nelson, Johnny Cash, a fase Country de Jerry Lee Lewis, etc. Curto um pouco o Garth Brooks e alguma coisa do Little Texas também. Abração, meu velho!

14 02 2011
Roberto A

Podis crer. Willie é maneiro mesmo.

14 02 2011
Gabriel Gonçalves

Willie é foda, rs. Maconheiro safado aquele cara, rs. Grandes músicas!

15 02 2011
15 02 2011
Renato Pina

Renatêra, ou sephizêra, você escolhe! HAAHAHAHA

É, cara, não vai rolar reunião e tá perfeito do jeito que está, povo que adora viver de passado, adora aquela nostalgia vai ter que sossegar seus rabinhos na cadeira e aturar o Axl com seu novo Guns e o Slash com sua carreira solo e o VR, simples assim.

15 02 2011
Roberto A

Vixe cara,,somos velhos conhecidos então hein! caralho, mundo pequeno.
sephi, meu velho old friend gunner,, bom saber isso bro. prazerzaço te re encontrar. lembrou de mim do forum? que achou do link aí que passei? massa né…

15 02 2011
Renato Pina

Lembrei sim, cara, grande parceiro gunner, o mundo é um ovo de codorna mesmo, grande satisfação te reencontrar aqui, e ainda ler as tuas ótimas resenhas.

17 02 2011
Roberto A

Ricardo, e sobre os demais assuntos do post, manifeste-se!
Gabriel, não teve coragem de ouvir o Guidis?

17 02 2011
Gabriel Gonçalves

rs… Fala, Robertão! Ainda não escutei por um detalhe: meu headphone quebrou, e não dá para escutar pelas caxinha do notebook, porque são uma bosta. Se der, compro um headphone ainda hoje, e escuto a bagaça. Abração, meu velho!

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