DOCUMENTÁRIO SOBRE OZZY MUDA DE TÍTULO

10 02 2011

Fonte: Blabbermouth

O tão aguardado documentário que mergulha profundamente na vida do Ozzy Osbourne mudou o título para “God Bless Ozzy Osbourne” – anteriormente o filme se chamaria “Wreckage of My Past “. O filme foi dirigido por Mike Piscitelli, e escrito e produzido por Jordan Tappis. Este será o primeiro lançamento da “Jacko Productions”, empresa fundada pelo filho de Ozzy, Jack Osbourne.

Apresentando imagens inéditas do arquivo do mad man, além de entrevistas com gente do quilate de Paul McCartney, “God Bless Ozzy Osbourne” é o primeiro documentário a levar os telespectadores para dentro da complexa mente deste ícone do Rock n’ Roll.

Vindo de uma família da classe trabalhadora numa Inglaterra destruída pela guerra, Osbourne e seus amigos de bairro formaram o Black Sabbath e inventaram o Heavy Metal. Atormentado por uma baixa auto-estima, Osbourne, o superstar solo, saiu numa farra épica que durou 40 anos. “God Bless Ozzy Osbourne” irá reviver os altos de seus triunfos artísticos, além de sua grande jornada à sobriedade, Que Ozzy diz ser sua maior conquista.

As filmagens do documentário começaram em janeiro de 2008. O filme também incluirá entrevistas adicionais com todos os principais membros do Black Sabbath, com os integrantes das várias encarnações de sua banda solo, além de família e amigos.

Ozzy disse em entrevista recente que ele espera que o filme inclua imagens dele de “mau humor” – para que os fãs possam ver sua personalidade real. “Eu disse ao meu filho, Jack, que o filme não pode ser sobre o quão maravilhoso eu sou o tempo todo, porque eu não sou assim o tempo todo. Todo mundo acorda de mau humor, todo mundo é um pouco escroto às vezes e todo mundo tem bons dias”, ele explicou. “Sou humano, sabe”?

“Espero que ele coloque um pouco de doce e um pouco de amargo lá”, acrescentou Ozzy. “Um documentário sobre minha vida é ótimo, mas para cada coisa boa há uma coisa ruim. Quando eu estava lá bebendo e me drogando, não acho que eu era o ‘Sr. Charmoso’”.

Em entrevista para a “Rolling Stone”, Jack falou sobre o filme. “O difícil é fazer as pessoas serem honestas, e não só falar das coisas boas, porque não é o que estamos tentando fazer. Estou tentando retratar uma imagem realística de quem meu pai é. Acho que o ‘The Osbournes’, em certo nível, manchou a percepção pública sobre meu pai como um cara senil, engraçado, um cara trapalhão. Sim, meu pai pode ser este cara, mas não é. Eu acho que aquilo quase o descreditou quem ele é como artista. Meu pai não é um idiota – ele não é nada menos que um gênio, em minha opinião. Ele realmente tem grandes falhas, e estamos tentando pintar uma figura honesta dele, de verdade”.

De acordo com a “Variety”, Jack Osbourne filmou vários shows de seu pai, compilou imagens antigas de arquivo e esperava conseguir uma entrevista com a primeira esposa de Ozzy. Ele estava planejando montar o filme com Piscitelli e Tappis antes de falar com os distribuidores.

“Quero que as pessoas vejam John Osbourne como o cara com quem eu cresci, o músico complexo e atormentado cujos demônios pessoais se manifestam de várias maneiras loucas e únicas”, disse Jack. “Ele concordou com isto, mas está com a guarda alta, com muito medo de se mostrar desta forma numa tela”.


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3 responses

10 02 2011
Jacques A. de Melo

Grande Gabriel , salve. Em 1971 ( tinha 14 anos) peguei um disco emprestado com um amigo meu, me tranquei no quarto da minha mãe, liguei a vitrolinha portátil e aí começou a maior experiência da minha vida. O disco era o Paranoid do Black Sabbath. A partir daí me tornei “Fanzasso” do Sabbath e, principalmente do Ozzy. Tive o prazer de assistí-lo 2 vezes (uma no Rock ‘n Rio e a outra em um “Monsters of Rock). O Ozzy para mim é um Ícone (com maiúscula). Eu nem quero saber se ele só vivia “doidaço” se enchia os cornos todo o dia. O importante é que o cara entrava no palco, aí…Fud… O Ozzy tem um carisma que não dá para explicar. A um tempo atras eu assisti a uma entrevista do Lars (Metallica) que eles estavam juntos num Show em Moscou e eles entrariam depois do Ozzy. Quando eles viram a gritaria e o “zaralho” que o Ozzy tocou na platéia eles ficaram doidos sem saber como fazer para superar aquele cara gordo (na época), meio paradão mas que hipnotizava a platéia. Ninguém pode falar de Heavy Metal sem citar o Ozzy. Imaginem no final da década de 60 início de 70 os caras tirarem aquele som, que até hoje qualquer moloque que passa a gostar de Metal, não saiba todas as músicas do Sabbath e muitos pensam que são atuais (vide Iron Man). Não afirmo que ele é o melhor cantor mas, sem dúvida o Ozzy para o Rock, sempre foi e sempre será “O CARA”.
Abraços,

10 02 2011
Gabriel Gonçalves

Concordo plenamente, Jacques! Por mais que os detratores falem o contrário, Ozzy é uma das figuras mais importante da história do Rock n’ Roll. Infelizmente não tive ainda uma opotunidade de vê-lo ao vivo (em 2008 eu tava sem grana e agora estarei em outra cidade no dia do show, rs), mas tenho certeza que ainda terei essa chance. Quanto ao Sabbath não tem nem o que falar. Os caras inventaram uma coisinha chamada Heavy Metal… Só isso, rs. Neguinho fala, diz que ele tá gagá, mas há 40 anos ele tá no alto da onda e não vi ninguém derrubá-lo. Abração, meu velho!

10 02 2011
Roberto A

No More Tears!
punto e basta. rs

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