FUJA DO HYPE – 2ª EDIÇÃO

31 01 2011

Por: Roberto A.

Hi There! Vamos para mais uma edição da nova coluna do blog roqueiro mais bacana da web: o IMPRENSA ROCKER. Tivemos uma boa repercussão e retorno em nossa primeira edição, e embora tenhamos sido acusados de querer ser “hype” com a coluna, não é nada disso – queremos apenas debater com os leitores sobre o que a mídia nos oferece como a última uva do cacho, a melhor banda de todos os tempos da última semana, os melhores filmes do ano, e assim por diante.

O cenário musical para 2011 revela-se promissor em diversos estilos. Há a possibilidade de boas surpresas para o mundo Metal, quando consideramos que o Megadeth está compondo um novo disco, sem contar o show que o Metallica fará no “Rock in Rio”, que possivelmente vai virar um DVD ao vivo – inovar no set-list é algo mais do que necessário pra eles, todavia entretanto. Iron Maiden de volta à terra brasilis também é um lance ok. Grandes shows virão deste que, para mim, é o melhor CD deles em muitíssimo tempo – foda a bolacha nova dos caras. Para o mundo alternativo, The Strokes, contrariando as previsões que fossem apenas hype, vem trazendo um novo CD. Banda legal, que ainda vale acreditar. Outra banda em que ando acreditando é o Stone Sour: peso, melodia e boas músicas; vieram com um puta disco, que será resenhado em breve. Do lado do Rock brazuca, o RPM está novamente na ativa, prometendo um discaço, que segundo Luís Schiavon, terá influências de The Killers e Muse (ô loco meu) – só pode gerar expectativas. Pode dizer o que quiser das caras e bocas do Paulo Ricardo, das briguinhas públicas deles, mas o fato é que a rapeize foi o maior fenômeno no país, quando se fala em Rock N’ Roll com shows espetaculares. Erraram? Sim, muito; mas um novo disco será muito bem vindo.

Agora vamos conferir mais discos que a grande mídia nos coloca como o que melhor vem acontecendo no mundo musical, para nos certificarmos se há algum sentido nessa festa da falta de bom senso crítico. É recomendado que o caro leitor baixe o CD anteriormente à leitura das resenhas… E estourar um pouco de pipoca também.

Vamos lá.

LCD Soundsystem – This is Happening
Clique aqui para baixar.

Também nas listagens dos melhores de todos os tempos das últimas semanas, este disco merece uma detalhada averiguação. “Dance Yrself Clean” é a primeira faixa. Começa num style macumba-reveilon, umas batidinhas nada a ver, com um tecladão grave marcando e o vocal insípido vindo depois. Som estranho, e muito! A melodia que entra dobrada no vocal é algo sinistro. A letra? Algo tipo assim “muderninho”: “Aceitar presentes da empresa/Atualmente todos nós esperamos o pior/Funciona como uma necessidade”, Chique hein? A voz emula um Byrne, do Talkin Heads, em colapso mental. Bicho, que som frouxo, sem graça e sem sal! “Drunk Girls” começa de cara alegrinha, depois cai no marasmo. Numa tentativa de soar como alguma coisa, soa como nada – acompanhem comigo: “(Meninas bêbadas) recebem convites das nações/(Meninos bêbados) têm uma paciência de milhões de santos/(Meninos bêbados) roubam, roubam os armários/(Meninas bêbadas) gostam de registrar queixas”. Desafio qualquer um ouvir a faixa toda. Ok, vamos pra próxima, “One Touch” – sugestivo nome. Em princípio gostei, por achar que a faixa fosse instrumental, mas ledo engano; a chatisse vocal logo aparece, num som que muito de longe lembra Depeche Mode, em sua pior fase. Leitores, esta “música” é uma enrolação total. Saca encher linguiça? Pior que isso. O que achei interessante é que o próprio artista assume a mediocridade da música: “Eu não acho que vamos estar satisfeitos com isto/Esperamos por muito tempo/Lembro-me das promessas feitas a nós/Temos sido pacientes por um longo tempo”. Haja paciência! “All I Want” vem na sequência, com uma bateriazinha sem riscos, guitarrinha blasé, e até que rola um climinha bacaninha, propícia pra filas de espera. Aliás muito New Order a guitarrinha (fase “Low Life”). Liricamente rola mais ou menos isto: “Espere pelo dia em que você chegará em casa do parque solitário/Procure pela garota que lidou com toda a sua merda/Você nunca precisou de alguém por tanto tempo”. Inspiração para os romances modernos, funcionaria bem numa maternidade. Pessoal, é rir pra não chorar – e conseguir ir pra próxima: “I Can Change”, título bem sugestivo, né não? É um sonzinho bom pra quando você for ao banheiro, pra ajudar no lance. Nesta rolam uns ruidozinhos eletrônicos, e o poeta manda isto: “Acenda a luz/Facilite para mim/Preencha a divisão/Errando na cozinha até acertar/Que visão terrível”. Mas a parte que mais define o disco todo diz assim: “Nunca mude, nunca mude, nunca mude…”. Certo. “You Want A Hit” é semelhante aquilo que se ouve quando se liga para as companhias telefônicas, enquanto não somos atendidos. Um loop de um toque telefônico do celular, é o que parece isto – quem duvidar, ouça. Fico por aqui neste CD. Não tem como ouvir mais. Leitores de coragem, ouçam as faixas restantes e postem as impressões nos comentários. Minha gente (isso soa Collor pra caramba!), se querem ouvir um Pop eletrônico classe A, tentem o “Tron Legacy” do Daft Punk, ou o “Zeitgeist” do Tangerine Dream – coisa fina.

Janelle Monáe – The Archandroid
Clique aqui para baixar.

Falando sério, acho até divertido quando vejo na lista dos melhores, ou em destaque, um artista no qual nunca havia ouvido falar e nem conhecia som algum. Assim foi com Janelle, destacada como das melhores artistas, melhor CD e coisa e tal. Segundo o “Wikipédia”: “Janelle Monáe (Kansas, 1 de Dezembro de 1985) é uma cantora, compositora e bailarina norte-americana”. Beleuza. Vamos então dechavar o que a mídia especializada anda endeusando como algo duca. Let’s Start.

Temos “Suite II Overture” de início, clima de começo de filme e tal, orquestra apoteótica mostrando uma baita produça. Empolga um pouco e faz acreditar que vem um baita disco no caminho… Uns pianinhos, vozes estranhas ao fundo e a faixa fica nisso – Ok.  A próxima, “Dance or Die”, vem com percussão, vocal falado no início e alguma empolgação típica pra academias de malhação. Tem um refrãozinho até jóia, solo distorcido, wah, metais, uma salada digna de Prince, mas que apenas promete e não cumpre, indo do nada à lugar algum.  “Faster” vem na sequência, e os mais desatentos nem notarão que é outra “música” – parece mais uma continuação da anterior. “Locked Inside” apresenta, com boa vontade, um disposição em soar um remix de Mariah Carey, com pitadas de Madonna, influências de Earth Wind & Fire, doses de “Motown”… Sei lá, até curti essa, mas algo soa fora de lugar, entretanto não serei injusto: é uma música que pode funcionar bacana durante uma trepada – isso sem dúvida; sexy pacas. Seguimos com “Sir Greendown”, uma baladinha com teclados, climinha viajandão maresia jasco, boa pedida pra preparar um sanduba de mortadela pra acompanhar o restante do post com mais sabor – acompanhado de tubaína de preferência. “Cold War” vem como trilha “lucianohuckista” do post, com aquela animação digna dos melhores caldeirões. Dá até pra imaginar uma moçada sarada e descolada dançando com esta música (esperemos por algum remix no futuro próximo). Chatinha, mas com um solo de guitarra bacana e bem timbrado, justiça seja feita: filé miau! A seguinte, “Tightrope”, assemelha-se a um Rhythm n’ Blues, e traz participação de Big Boi. Você nunca ouviu falar nele? Não? Eu também  não, mas quem se importa? Logo ele aparece nas temidas listas dos melhores, por suposto. Nada que Janet Jackson já não tenha feito mil vezes melhor num passado nem tão distante assim. Mas vá lá, deixa a faixa rolar até o final. Tô parando por aqui, deixando “Neon Gumbo”, espécie de som-macumba rolando, pra escrever o restante deste post. Analisando estes dois discões, me lembrei de um curso que há trocentos anos enrolo para fazer: o de DJ. Porque, putz, se isto aqui é considerado alguns dos melhores lançamentos em música eletrônica e dançante dos últimos momentos, eu tenho chances também nisso. Agora é sério gente: querem ouvir uma boa (relativamente) nova cantora? Tentem Regina Spektor, que tem um trampo super legal, ou ouçam mais um pouco de nossa sempre bem-vinda Alanis, artista fodástica sempre.

Questionamentos debatíveis do autor:

Sem nunca querer ser hype, muito menos dono da razão, vamos nós aos nossos costumeiros questionamentos finais do “Fuja do Hype”.

– Indie ou Mainstream?
Lendo ontem uma resenha do ótimo recente CD do Stone Sour, via “Whiplash”, achei um lance curioso. No fim da resenha o cara que escreveu que “apesar” de estarem entrando no mainstrem, o trabalho é bom e honesto. Daí eu vos pergunto, prezados leitores: essa novelinha de Indie e Mainstream já não deu no saco? Isso pouco importa! O que realmente importa é você botar um vinil ou CD pra rolar, sentir emoção e prazer ouvindo a parada, isso sim. E descobrir artistas que valem à pena, como na seção “Luz no Fim do Túnel”, deste mesmíssimo blog.

– Rock in Rio???
Quando do lançamento do festival no ano passado eu temi pelo previsível. Toda a nata da rapeize nacional, todo mundo juntinho, unido, cantando o hino do festival. Coisa bonita de ser ver, tirando os pormenores, como Sandra de Sá, Ivete Sangalo, NX, o arroz de festa Dinho, e outros mais. O que eu questiono aqui é porque o festival tem esse nome e convida gente como Cláudia Leite, Elton John (apesar de ser um puta de um compositor), Kate Perry, Jota Quest, Rihana, Marcelo Camelo, e atrações questionáveis. Tudo bem, no final, nem é a música que importa, e sim os lucros (sejamos realistas). Espero que seja confirmado o quanto antes o Guns n’ Roses, pra enfim esse festival ter algum sentido real. Como dizia a Plebe Rude, nos 80: “A música não importa, o importante é a renda”. Isso nunca foi mais verdadeiro.

– Super-bandas
Tipo assim galera, basta juntar uns músicos de nome e peso (alguns de peso físico mesmo, tipo Sammy Hagar) pra que se forme uma super-banda? Em alguns casos sim, outros não. Vejamos alguns exemplos de casos que, a meu ver, deram um pouco, muito, ou nada certo. Um pouco certo, por exemplo, foi o Velvet Revolver, formado pelos ex-gunners Duff, Matt (esse um agregado), e Slash, com Scott Weiland (Stone Temple Pilots) nos vocais e o desconhecido Dave Kushner na outra guitarra. Fizeram discos bons, e shows medianos (Em se tratando de sujeitos desse quilate, esperava-se muitíssimo mais e, aliás, ainda se espera). A novela deles em busca de um vocalista continua. Um exemplo de super-banda que pra mim não colou é o Chickenfoot, que juntou Sammy Hagar, o guitarrista Joe Satriani, o baixista Michael Anthony (Van Halen) e o baterista Chad Smith (Red Hot). Resultado? Um disco bem chato, sem direção, uma verdadeira mistureba sonora – vejamos como soará o segundo. Agora nem tudo está perdido no mundo das super-bandas. Audioslave foi uma que rolou e apresentou três putas discos e ótimos shows. Antes não tivessem acabado, pois nem Soundgarden e nem o Rage Against apresentaram resultados musicais tão bacanas quanto ela.

– Volta do Guns original
Essa choradeira toda pela volta do Guns N’ Roses original já deveria ter cessado há mais tempo, até mesmo porque NÃO VAI ACONTECER. Axl atualmente está cercado de músicos muito mais capacitados, concentrados e preparados para levar adiante o legado do Guns, e de acordo com os fóruns mais conceituados do mundo em GNR, novas músicas virão este ano, bem como nova tour – sem contar que Axl ainda deve um bom DVD oficial do New Guns. A gurizada original também segue compondo e lançando: Duff com seu mediano Loaded, Steven Adler com seu meia boca Adler’s Appetite, e Slash, como sempre, comparecendo em qualquer boca-livre que o chame. Izzy segue também sempre lançando seus discos. Veja um show atual do Guns, que qualquer melancolia por uma reunião some na hora. “Chinese” é um passo além, e é pra frente que se anda.

Por enquanto é isto. Comentem, queridos leitores, e vamos que vamos. Em caso de dúvida, sempre FUJA DO HYPE!!!


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47 responses

31 01 2011
cleibsom carlos

roberto, sobre a volta do guns original, a coisa nao tem nada a ver com tecnica e tocar direito, tem a ver com historia e importancia…e como o sabbath com ozzy e com o dio, alguem tem alguma duvida de que o saudoso baixinho canta mais do que o ozzy? mas quem em sa consciencia pode dizer que o sabbath com o dio e mais importante?

31 01 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Cleibsom! Você tocou num ponto importante, meu velho. A questão não é qual formação é a mais “talentosa”, mas a importância. Quanto ao texto do Roberto, mais uma vez achei muito bom, mas não posso deixar de discordar com relação à parte que fala sobre o Rock in Rio. Desde a rimeira edião do festival que a mistureba existe, e nas edições posteriores isto continuou. Abração, cara!

31 01 2011
Iuri

“Espero que seja confirmado o quanto antes o Guns n’ Roses, pra enfim esse festival ter algum sentido real”. Se Guns dará sentido ao Rock in Rio, então está tudo terminado mesmo, porque está para nascer banda tão marqueteira quanto essa. Eles sim usaram a fórmula do lucro, ao invés da música – que há quem goste, mas há também quem despreze. O “líder” da banda, sr. Axl ‘Rosa’, está para o rock como Duda Mendonça para o marketing político.

Sobre o restante do texto, acho melhor nem comentar. Mas enfim, democracia é isso.

31 01 2011
Felipe Barreira

Concordo no que diz respeito à mistureba do Rock In Rio. Tenho algumas ressalvas sobre o Guns.
Acredito que hoje, mais do que nunca eles podem voltar, principlamente para a gig do Hall of Fame e talvez apenas para ele. Não gosto dos músicos atuais do Guns. São chatos, barulhentos esnobes. Izzy é o grande cara do Guns. Esqueça Axl e Slash. As melhores músicas são dele.

31 01 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Felipe! Meu velho, você conhece a carreira solo do Izzy? É Fantástica!!! Quanto ao Guns atual, eu curto bastante (fui um dos poucos que curti o “Chinese”, mas adoraria ver uma reunião da formação original). Com relação ao Rock in Rio, a mistureba sempre rolou (desde o primeiro em 1985), então continua tudo na mesma. Abração, meu velho!

2 02 2011
Felipe Barreira

Negão eu tenho os dois discos primeiros discos originais e todos os outros em mp3. Izzy é o meu ídolo máximo do Rock N Roll.

2 02 2011
Gabriel Gonçalves

Muito foda, né? “Shuffle it All” é sensacional! Não tenho nenhum CD dele, mas tenho as MP3 que, aos poucos, vou trocando pelos CD’s, rs. Abração, Felipe!

31 01 2011
Roberto A

Hello Folks!
Cleibson, duas coisas são certas,primeira: a reunião não vai acontecer. segunda: o guns atual detona! veja algum show ao vivo, e esqueça o ‘original’, até porque o guns que hoje existe é esse que temos.

ABRAXXXXXXXXXXXXXXXXX

1 02 2011
cleibsom carlos

roberto, eu sei que a formacao do guns atual e tecnicamente superior a formacao classica, mas a questao nao e essa, pelo menos para mim…eu gosto de coisas mais cruas, onde o felling impera e o guns da fase apetite e tudo isso e mais um pouco. a partir dos use your illusions a banda virou uma piada sem graca, piada essa que ja dura vinte anos. e eu nao quero que a formacao classica volte, so acho que esse guns que ai esta denigre a historia da banda e que seria melhor ela acabar.

1 02 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Cleibsom, tudo certo? Cara, concordo com você que o mais importante importante é o coração, e não o cérebro, entretanto discordo que o Guns tenha virado piada após os “Illusions”. São dois discaços, em minha opinião. Houve uma leve mudança de direcionamento? Claro que sim, mas isto não rebaixou o nível da banda; pelo contrário, abriu novas portas e possibilidades para ela. Abração, cara!

31 01 2011
Roberto A

Gabriel, eu não questinei a mistureba brother, mas sim, afirmei que a música não importa, e sim, a renda. disso você discorda?

31 01 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Robertão! Claro que não discordo, mas a razão de qualquer um produzir shows é esta: ganhar dinheiro. Ninguém vai gastar energia, tempo e etc por bondade – ainda mais um evento desta magnitude. Não acho que seja um ponto a ser criticado. Se o cara quiser dinheiro fazendo um festival que já trouxe Scorpions, Iron, Guns, Whitesnake, Queen, AC/DC, Faith No More, etc, por mim está ótimo. Melhor que querer ganhar dinheiro com um festival que traga Lady Gaga, Backstreet Boys, Spice Girls, e coisas do tipo, rs. Abração, meu velho!

1 02 2011
cleibsom carlos

roberto, eu esqueci de comentar em minha resposta anterior, mas que tal voce falar algo sobre o maior hype atual na cena metal, o disco blood of nations do accept, uma bomba sem tamanho mas que, como a imprensa gringa resolveu eleger a oitava maravilha da terra, a imprensa tupiniquim vai no embalo sem a minima personalidade…quando eu ouvi este disco percebi claramente porque o metal e motivo de chacota!

1 02 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Cleibsom! Cara, eu só escutei o “Blood of The Nations” uma vez (portanto não tenho esta base toda para julgá-lo), mas eu curti bastante. Achei um disco bem pesado, com grandes riffs, e o vocal, em minha opinião, chuta pra longe qualquer resquício de saudade que o Udo poderia deixar. Vou escutar novamente para poder comentar melhor, mas minhas primeiras impressões foram essas. Não creio que a imprensa nacional esteja elogiando só porque a imprensa gringa elogiou, até porque a imprensa especializada em Metal no Brasil não deve nada para a gringa. Abração, meu velho!

1 02 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Cleibsom! Cara, eu só escutei o “Blood of The Nations” uma vez (portanto não tenho esta base toda para julgá-lo), mas o curti bastante. Grandes riffs, pesado e o vocal, para mim, chuta pra longe qualquer resquício de saudade que o udo poderia deixar. Quanto aos elogios, não acho que a imprensa nacional fale bem só porque a gringa está falando bem, até porque a imprensa especializada em Metal no Brasil não deve nada para a gringa. Vou escutar novamente o CD para poder comentá-lo melhor. Abração, meu velho!

1 02 2011
Roberto A

celibson, resenharei-o na próxima edição que será dedicada ao metal.
ABRAXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

1 02 2011
Roberto A

cleibson, melhor dizendo…

1 02 2011
Roberto A

Outra coisa, cleibson, seria bacana ver seus comentários também nas seções LUZ NO FIM DO TÚNEL.

1 02 2011
Renato Pina

Bom, quanto as bandas eu faço das suas palavras as minhas, nada dela acrescenta em nada na minha vida, muito hype e pouco talento.

Quanto ao Guns: escuto desde os 6 anos de idade, conheço o bastante pra dizer que eu não quero que a formação original volte. Curti bastante o Chinese Democracy, fui à um show deles ano passado no Rio e estou bastante satisfeito com o que o Mr. Axl tem feito com a banda, assim como ando bastante satisfeito com o projeto solo do Slash e com o Velvet Revolver. Cada um seguiu em frente, e todos seus projetos, menos o Loaded e seja lá o que for que o Steven Adler esteja fazendo, são dignos de serem escutados e curtidos, pois não falta talento para essa galera. Sou um gunner, por assim dizer, e abomino uma volta da formação original, a não ser que seja para fazerem 3 shows e nunca mais se encontrarem, porque viver de passado é foda.

1 02 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Renato! Como eu já disse que, adoro o “Chinese”, mas adoraria ver uma reunião do Guns original. Dependendo da forma que esta reunião seja feita, acho até qu seria interessante, e não “viver de passado”. Por exemplo, o Europe, que retornou há alguns anos, com a formação original, e desde então já lançou três álbuns inéditos muito bons, ao contrário da “reunião” do Soundgarden… Abração, meu velho!

2 02 2011
Alex

não devemos nos esquecer do sempre genial Nelson Rodrigues, ele já dizia que “toda unamimidade é burra”

abç

2 02 2011
Gabriel Gonçalves

Alex, você foi certeiro, meu velho. Aliás, além de burra, seria chato pra caralho todo mundo concordando com todo mundo. Abração!

2 02 2011
2 02 2011
Gabriel Gonçalves

rs… Vamos rir pra não chorar!

2 02 2011
Felipe Barreira

Queridos, queridos. Vamos respeitar a individualiade de cada um, mas discordo dos que dizem que o Guns atual é melhor. Só existe um Guns, que é o de 1987 que ouvimos em Appetite.
Use Your Illusion são discos maravilhosos, mas caminham em outra direção. Eu gosto, mas prefito Appetite.
Eu vi o Guns de Axl e aquilo não é Guns e, sim a melhor banda cover do Guns que já existiu.
Se os caras voltarem a tocar juntos pra fazer três shows ou uma turne não importa, isso não é viver de passado e juntar a fome com a vontade de comer. Tô fazendo a minha economia pra ira a L.A. assistir essa reunião no Hall of fame e você, meu caro amigo Gabeira, deve ir comigo!

2 02 2011
Gabriel Gonçalves

rsrsrs… Bicho, seria um sonho ver o Guns original, ams permaneço cértico quanto à possibilidade de Axl aceitar respirar o mesmo ar que Slash, rs. Os shows do Rock in Rio II, em 1991, e os outros de 1992 eu vi pela TV (os de 92 ninguém transmitiu, mas rolaram uns flashs ao vivo), então seria sensacional ver os cinco juntos novamente. Abração, cara!

2 02 2011
Roberto A

Felipe, todos demais, o lance do Guns é apenas um dos lances dos post. que tal comentarem também tudo mais?

2 02 2011
Marcos Gonçalves

Tô com Felipão nessa jogada. Vi o show do novo Guns com ele, inclusive, e prefiri de longe a formação clássica. Bem como não gostei muito do Chinese.

2 02 2011
Gabriel Gonçalves

Se for comprar as duas formações, prefiro a antiga, mas eu adoro o “Chinese…” e a formação nova e não acho que seja uma banda cover de si mesma. O direcionamento é outro, apesar que, ao vivo, muitas canções das antigas sejam tocadas. Sinceramente, acho que isto só vai acalmar depois do “New Guns” lançar mais uns dois ou três albuns e se firmar como banda. Abração, Marquêra!

3 02 2011
Roberto A

Marcos, Felipe, Gabriêra, e todos os demais. Só pra enfim consolidar essa historinha do Guns…não basta juntar 5 pessoas de novo numa sala e pronto. todas rusgaz, desavenças e desentendimentos continuam na memória deles, tantas mágoas, e processos, sem contar que no fundo eles todos sabem que estragaram tudo, deixaram escorrer por entre os dedos. O Guns que temos hoje é esse, e eu acho um excelente time de músicos, melhor que não ter Guns algum. Debater os demais pontos do post talvez seja uma boa idéia também.

ABRAXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

3 02 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Robertão! Meu velho, eu concordo com você, mas ninguém aqui disse que era so juntar os 5 numa sala. É lógico que para isto acontecer, muita roupa suja precisa ser lavada e, antes de tudo, eles precisam se suportar novamente. Mas que seria genial ver os cinco juntos novamente, isso seria. Abração, meu velho!

3 02 2011
Roberto A

Ouvindo aqui agora o novo do Roger Waters, tú já deu uma sacana nele Gabriêra?

3 02 2011
Gabriel Gonçalves

Ainda não escutei o novo do Waters, não. Recomenda?

3 02 2011
Roberto A

Filezão irmão. finalizando aqui.
É aquilo né, que Gessinger um dia disse…”pink floyd sem Roger Waters”…vê se pode…
o biscoito chama ‘Is It The Fifth’.

ABRAX

3 02 2011
Gabriel Gonçalves

Vou dá uma procurada no som. Confesso que adoro o Pink Floyd, mas Roger Waters de vez em quando me dá no saco, rs. Contrariando Gessinger – que pra mim é outro malada sem alça, rs – sou mais Gilmour, rs. Abração, meu velho!

3 02 2011
Roberto A

RS
Que vc, Gabriêra é do contra já está óbvio. Floyd só é o que é por causa das composições do Waters. Dark Side Of The Moon é apenas um dos exemplos.
ABRAX

3 02 2011
Gabriel Gonçalves

rsrsrs… Não sou do contra, apenas discordo de algumas opiniões. Por exemplo não acho que o Floyd seja o que é somente por causa das composições de Waters. Sem as composições, solos e voz de Gilmour, a banda também não seria o que é. Quanto ao “Dark Side…”, Waters tem mais participação na quantidade de composições, entretanto a minha preferida, que é “Time/Breathe”, é uma parceria dos dois, sendo que Gilmour foi o compositor principal desta. Abração, meu velho!

3 02 2011
Roberto A

rs…não, você que tá certo, e o mundo que tá errado. rs.mas blz! gilmour é o cara.
ABRAX

3 02 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Robertão! Aí é que está a questão, meu velho. Não é um problema de quem está certo ou errado, é um problema de opinião. Abração!

3 02 2011
Jurandir Barbosa

de boa meu irmão, virou uma filial não autorizada da rollingstones.
o que acho triste.
alí ta na base de espiculações.
gosto da coisa direcionada e sem blablabla.
os artigos quase todos são “estão voltando, vão voltar…”
sem saco pra isso.
quero materias inteligentes.
dissertações.
resenhas.
links para download
por aí…

não canto rock n roll mas respiro rock nroll
rock é mais que caracterização, mais que maquilagem, mais que sacar de biografias dos caras.
é um estado de essência.

por oras, to foras.

abreijos aos broderes e é isso aí roberto a, debúia nas resenhas.

3 02 2011
Gabriel Gonçalves

Fala Jurandir, tudo certo? Infelizmente não tem como se produzir grandes reportagens todos os dias e há assuntos que não pode deixar de ser tratado. Uma possível tour dos Stones, por exemplo, por mais que seja especulação, tem que ser noticiada, assim como a possível escolha para vocal do Velvet. Sem contar que o blog não costuma publicar notícias deste prefil, sendo as duas citadas exceções à regra. Abração, cara!

4 02 2011
Felipe Barreira

Rapaz, o Guns novo não detona não. Eu tava lá e achei que perde muito, já como banda de Axl Rose pra tocar as músicas do Chinese dá até pra quebrar o galho. Preferia o Robin Finch e o Buckethead.

4 02 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Felipão! Bicho, eu curto pra caramba esse novo Guns, e diferente de você, prefiro os guitarritas atuais – não conseguia nem olhar pra cara do Buckethead e aquele coisa ridícula na cabeça dele, hehehehe. Mas é claro que, em minha opinião, o Guns das antigas (não falo nem o original, porque eu curto Matt pra caralho, e até Gilby acho que é um grande guitarrista) leva. Abração, meu velho!

7 02 2011
7 02 2011
Gabriel Gonçalves

Eu acho que a lista está bem feita até… Só mudaria algumas posições. Para mim o Traveling Wilburys viria no topo da lista. Abração, meu velho!

10 02 2011
Ricardo

Você falar que os caras atuais que estam no Guns n´Roses serem capacitados..va lá, mas como banda cover eles são legais, mas so quando tocam os sons antigos
Por que esse disco “Chinese” e um verdadeiro lixo!…nem o disco cover do Guns de 93 foi tão ruim quanto esse.
Axl hj infelizmente é uma caricatura de gosto duvidoso do que foi aquele fantastico frontman dos anos 80/90
Mas é questão de opinião não é mesmo?
Um abraço

10 02 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Ricardo! Cara, eu discordo de você. Aliás, esta expressão “cover de si mesma” me incomoda bastante, porque qual a definição dela? E o que faz de uma banda cover de si mesma? Se for pela falta dos integrantes originais, os Stones são cover de si mesmo, o Whitesnake também é, o Motorhead, o Kiss, etc… Discordo também quanto à qualidade do “Chinese..”. É lógico que você tem todo o direito de não gostar, mas dizer que não são composições de qualidade, com ótima execução dos músicos, aí já é um equívoco – por exemplo, eu não gosto de Bossa Nova, mas não posso negar que João Gilberto faz o que faz com classe. Não se pode querer que eles lancem um “Appetite II”, porque aí sim eles estariam sendo cover de si mesmo, repetindo a fórmula – sem contar que Axl envelheceu, passou por outras experiências, evoluiu como compositor, então é natural que ele queira um novo direcionamento para suas músicas. Abraço, meu velho!

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