FUJA DO HYPE – 1ª EDIÇÃO

21 01 2011

Por: Roberto A.

Hello Folks! É com imenso prazer, e algum sarcasmo, que vos apresento a proposta da nova seção fixa do blog menos careta da web: o IMPRENSA ROCKER! Nomeamos isto de “Fuja do Hype”. O Lance aqui será avaliar direitinho se os artistas, sites, manias e etc, que a mídia tenta (e consegue) nos empurrar goela abaixo, é tudo isso mesmo que dizem; ou se, como na maioria esmagadora dos casos, pouco ou nada não vão acrescentar na nossa serena existência. Vamos, idolatrados leitores, colaborar comentando e sugerindo eventuais artistas e temas, pois o compromisso aqui é com vocês, e nada nem ninguém será maquiado, e muito menos poupado.

Bom, quando uma banda que nunca ninguém ouviu falar começa ser muito comentada nos sites e revistas especializadas, temos que avaliar com todo o cuidado, pois costuma ser lobby puro e simples. Ou a gravadora vai lá e molha mão de alguém, ou o jornalista coloca seus favoritos, ou da mãe dele, da namorada, da sogra, sei lá… Mas como eu disse, vamos avaliar certinho tudo isso. Duas bandas que vem sendo muitíssimo comentadas ultimamente são o Vampire Weekend, e o Árcade Fire. Parece até que para ser cool ultimamente, mais vale colocar um nome bizarro e sem sentido, do que as sonoridades propriamente ditas. Mas, imparciais e justos (em tese), analisemos então os mais recentes trabalhos desses sujeitos, pra ver se alguma coisa justifica o hype.

Vampire Weekend – Contra
Tentando não ser do contra, avaliaremos com calma esse cd. “Horchata”, uma mistura de nada com coisa nenhuma, tenta ser World Music, Dance Music, com uns vocais bregas nada a ver. Imagine algo como um pseudo Pet Shop Boys tentando soar convincente, e terá idéia da coisa.  “White Sky”, a segunda, faz a coisa ter ainda menos testosterona (se é que há alguma neste disco). Um som cheio de “lucianohuckismo”, tentando soar agradável e despretensiosa, quando no máximo chega a ser chata, num vocal sem noção a la Kate Bush. Na terceira, vejam só vocês, aparece uma distorçãozinha, mas sem gás algum, sem drive o suficiente; é um Ska dos mais vagabundos que já ouvi – a bobagem  se chama “Holiday”. Rapaz, tem que ter colhões pra continuar ouvindo este CD, mas..vamos lá!

Em “California English” a boneca vocalista solta a franga de vez – saca constrangimento alheio, ou vergonha alheia? é isso! Define perfeitamente bem a “música” (chamar isso de música é sacanagem). Uma banda com uma sonoridade infinitamente mais bacana que esta é o Foals, que recomendo, mas ok, tentarei escutar mais duas ou três desse CD, que a Rolling Stone Brasil colocou como o MELHOR DO ANO DE 2010. “Taxi Cab” vem na sequência, e se você tiver um recém nascido em casa, na falta de algo melhor, coloque essa pro baby dormir. Singela e sem perigo algum, pianinho piegas pacas… Tire sua conclusão. “Run” assusta um pouco no começo, mas piora depois. Meu, chamar de bizarro é ser amigável demais – o som é ruim pra caralho! São as trombetas do apocalipse.

Como eu não consegui ainda sacar a genialidade dos caras, vou tentar mais duas faixas. “Cousins” parece aquelas faixas que você não conseguia ouvir direito nos vinis riscados de sua tia, do tanto que pulava, mas ainda assim dá pra perceber o empenho atlético do vocalista em ser levado a sério. Vamos, sente, pare e escute essa música direito; é um Ska Rock fuleirão, mas com muita vodca e chopes na cachola você pode conseguir ouvi-la toda. Essa combinaria perfeitamente com aqueles programas de auditório onde o povo fica fazendo papel de idiota nos sábados tardão da noite e nos domingos a tarde.

“Giving Up The Sun” começa até legal. Barulhinhos eletrônicos e uma batera enfim viril, com pegada, emulando um “Pet-Depeche-New Order,” e até que inspira alguma pena – se esforçar os cara se esforçaram, isso sem duvida; tem até algumas paradinhas pros indies de plantão acompanharem e cantarem juntos. Bonito. simples assim. Mas, meus caros, paro por aqui com esse “discão”. Mas não serei injusto, alguma utilidade deve haver pra esse “Contra”: ser usado em torturas no Paquistão é uma idéia viável, de repente. Um disco que nos chama de imbecis a nível executivo.

Arcade Fire – The Suburbs
Respire fundo e, após baixar o CD, acompanhe comigo. Começamos emulando Black Crowes, Stones, ou sei lá o que, com “The Suburbs”. Pianinho desleixado, batera descompromissada, numa composição tão legal quanto as filas de engarrafamento de sampa na hora do rush – empolgante que dá gosto. A letra inspiradíssima já dá pistas do que temos aqui: “Mas nos meus sonhos ainda estamos gritando e correndo pelo quintal/E todas as paredes que eles construíram na década de setenta finalmente caíram/E todas as casas que construíram nos anos setenta finalmente caírem, significou nada em tudo/Isso significou nada”. Mas coragem, vamos tentar aprofundar no que a “Rolling Stone Brasil” chama de SEGUNDO MELHOR DISCO DO ANO DE 2010.

Na segunda, “Ready to Go”, tentam dar uma animadinha emulando Strokes ou Cure, mas ainda meio sem sal. Em “Modern Man” dá tempo de você preparar uma pipoca pra se divertir com o resto da resenha, pois a canção é totalmente insípida; parece um Bowie com dengue, cansado e cantando, além de uma guitarrinha que dá vergonha ao ouvir, efeitinhos babaquinhas e bonitinhos. Dá pra perceber o cuidado da produção em tentar fazer disto uma banda fofinha, perfeita pros indies de “all star” amarem (pelo menos até o próximo hype).

Violões aparecem em “Rococó”. Nessa eles vão pro lado Radiohead de inspiração – ao menos, é o que parece. Aqueles ruidozinhos no fundo, só que sem profundidade alguma, repetitiva e enjoativa. E vejam só que refrão relevante: “Rococo, Rococo, Rococo, Rococo,Rococo, Rococo, Rococo, Rococo”. Fodástico hein? “Empty Room” emula um violinozinho no começo e depois vem uma pegadinha rápida acelerada, vocalzinho dobrado, com outro feminino junto. Até empolga – dá pra fazer umas abdominais ouvindo.

Antes que algum leitor já ache que sou um sacana dizendo que é ruim, eu me antecipo: isso é muito, mas muito ruim. Na “City With No Children” eles são todos U2, a partir do título pedante, então vem um baixo com marcação estilo Adam Clayton, e vocal estilo messiânico de Bono. Até palminhas eles colocaram pra dar mais crédito. Como balada não decepciona, mas também não entusiasma, fica naquele meio termo perigoso pra qualquer música, pois se uma música não emociona, e nem desperta nada em você, ela serve para que mesmo?

A falta de identidade sonora da rapeize foi o que mais me impressionou. Colocar um som como “Half Light 1” na sequência foi uma decisão arriscada, pois dá vontade de parar por aqui mesmo a audição do discão do ano. Lenta, arrastada, órgão de igreja, e apelo nenhum. Sentimental pacas. A letra é bonitinha, vejam só: “Corremos pelas ruas que nós conhecemos tão bem/E as casas escondem tanto/Estamos na meia luz/E nenhum de nós pode dizer/Eles escondem o oceano em uma concha”. Bem fofo. Na sequência temos “Half Light 2”, a melhorzinha do disco, trazendo alguma dignidade num popzinho eletrônico até legal. Climinha triste, batidinha disco, vocais a lá Bernard Summer, do New Order.

A seguinte, “Suburban War” é deprê, vazia, lembra um pouco Smiths, e não mantém o pique da anterior. “Month of Way” é uma faixa rapidinha, dançante e não é de todo mal – pode funcionar bem numa seção de power-bike ou durante um eventual chaveco numa boate qualquer. Parece perfeita pras FM’s antenadas por aí… Sinceramente, essa achei ok, o unico senão é que quando não há personalidade num artista, você sempre fica tentando o comparar com algo, e esta, para mim, soa totalmente Strokes – não que isso seja um incômodo ou problema pros caras do Arcade.

“Wasted Hours”, a posterior, pelo seu nome, me fez lembrar que já perdi muito tempo com este disco sofrível. Paro por aqui. P leitor do blog que quiser se aventurar pelo restante do álbum, que coloque suas impressões nos comentários – pra mim já deu de Arcade Fire.

Para ficar mais jogo o objetivo da nova seção, seria coerente vocês leitores baixarem os CD’s mencionados acima, e averiguarem com os próprios ouvidos se exagerei ou amenizei na crítica sobre duas das bandas mais amadas atualmente pela mídia musical. E por gentileza, façam vossos comentários sinceros, pra nossa nova seção ter ainda mais sentido.

VAMPIRE WEEKEND CONTRA
LINK: http://www.4shared.com/file/uWEcZCxg/Vampire_Weekend_-_Contra.htm

ARCADE FIRE – THE SURBURBS
LINK: http://www.4shared.com/file/s978B01_/Arcade_Fire_-_The_Suburbs.htm

Prossigamos então com o “Fuja do Hype – 1ª Edição”… O negócio aqui é não ter rabo preso com nada e nem com ninguém, e até mesmo artistas consagrados e adorados por mim e por Gabriel sofrerão sim críticas, se merecido for. Neste e em todos os textos posteriores desta seção, levantaremos algumas dúvidas e questionamentos, que vêm agora na lata.

O autor pergunta e questiona…

– Qual o mote da reunião do Soundgarden?
Sempre foram uma banda ok, mas claro, nunca chegaram aos pés do Nirvana, nem muito menos tiveram a popularidade do super-estimado Pearl Jam – ainda que sempre houve pegada nos caras e boas músicas nos discos. Mas anunciar aos quatro ventos uma reunião, para no final fazerem apenas três shows e (mais) uma compilação das melhores? Ora, façam o favor! Antes não voltassem. E acaba de ser anunciado um disco ao vivo pra março. Conveniência é isso, a reunião do Soundgarden.

– A música é pra se brincar?
Gente, isso de “Música de Brinquedo”, do Pato Fu, é dos maiores absurdos jamais pensados (que acabou acontecendo). É pra levar a sério? Claro que não. Clássicos da MPB e do Rock destruídos sem critério algum, com instrumentos de brinquedo. Precisa dizer algo mais sobre isso? Fiquem à vontade leitores…

– E esse lobby da Apple nos filmes?
Já deu no saco! Putz, toda porra de filme novo, nêgo tem que estar usando um MacBook ou um iphone. Caralho dona Apple, vocês precisam ainda de mais mídia do que já tem? Quem duvidar que assista os recentes “As Viagens de Gulliver”, ou “72 horas”, e tire suas conclusões. Irrita legal, como também cansa o lobby da coca-cola nesses e em todos filmes.

– O que levou Gilberto Gil a colocar em risco décadas de integridade artística e realizar um show em conjunto com o patético grupo cuiabano Macaco Bong? 
Essa é de difícil resposta. Tentem escutar o disco da banda na íntegra, e quem conseguir, coloque as opiniões nos comentários.

– Teria Slash passado de mito à personagem?

– Quais artistas em fim de carreira nos visitarão este ano?

– Quais artistas oportunistas nos visitarão este ano?

– Parece que é um lance chique curtir os mesmos artistas que todo mundo curte no eixão mas, alguém por gentileza me responda: há mesmo quem ouça o disco (ou o show) inteiro da matogrossense Vanessa da Mata? E a Maria Gadu, alguém identificaria afinal qual a proposta musical da sujeita?
 
– Tostines é fresquinho porque vende mais, ou vende mais porque é fresquinho?

– Qual o destino de Lula pra este ano?

– O que o ministério público ainda espera pra banir de uma vez por todas programas estilo circo dos horrores da programação da TV aberta deste país, como o BBB?

– O que Aerosmith ainda pode oferecer de bom? Baladinhas compostas pelo mesmo cara que compõe pra Celine Dion e Diane Warren, ou será que ainda podemos esperar mais alguns Rocks originais dos tios?

Bom, pra esta primeira edição, é o que há. A qualquer momento voltamos, e lembrem sempre (pois quem avisa, amigo é): FUJA DO HYPE!!!!!

ABRAXXXXXXXXXXXXXXXX


Ações

Information

43 responses

21 01 2011
Jurandir Barbosa

não conheço as bandas e me inspirou a conhece-las.
rssss
o artigo bem mandado.
a minunciodidade da crítica, além de, mostrar que
conhece o que propõem, deixa em nós a certeza
da fuga.
rss

grande abraço meu irmão

21 01 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Jurandir! Fico feliz que tenha curtido esta nova seção. Realmente o Roberto fez um texto excelente. Abração, meu velho!

21 01 2011
Carlinhos Barros Santos

Meus estimados Gabriel e Roberto,

só um comentário: NÃO PERCAM TEMPO COM ESSAS PORCARIAS, QUE CHAMO DE “BUBBLE GUM MUSIC”!!!!!!
Não prestam pra nada, e sinceramente, acho que depreciam o prestigiado blog. Por melhor que seja qualquer comentário dessa seção HYPE, não acrescentará nada na formação cultural e musical do leitor, e dificilmente terei ânimo de ler qualquer assunto sobre essas bandas.
Só valerá se for lido por causa das risadas e do deboche, pelo sarcasmo e alfinetadas. E aí sim esse texto inaugural ficou na medida, excelente. Se for essa a proposta, ok, estou totalmente de acordo.

Pela qualidade do site, sinto-me na deliciosa obrigação de ler diariamente todos os artigos postados, sobre qualquer artista ou álbum, e chega a assustar o conhecimento musical e o poder crítico de ánalise dos autores.

A nova seção “LUZ NO FIM DO TÚNEL” é um bom exemplo disso, foi uma grande sacada de vocês, e trará muita informação para todos nós, leitores e apreciadores do rock’n roll.

Para ilustrar, cito o grande Ahmed Ertegun, criador da Atlantic Records: “THIS IS A GREAT LIFE, THIS LIFE OF MUSIC”.

Abraços,

Carlinhos Barros Santos

21 01 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Carlinhos! Cara, fiquei bem feliz ao saber que você é um leitor diário do nosso humilde blog. Esta nova seção – Fuja do Hype – tem o objetivo de justamente mostrar que os artistas que a tal da “imprensa especializada” coloca como as próximas salvações do Rock, não passam de baboseira. Acho que todo mundo se lembra do Stone Roses, que a mídia nore-americana colocou como a salvação do Rock (como se ele precisasse ser salvo) nos anos 90; Cadê os caras? Não passaram de hype. Então, esta é a missão do “Fuja do Hype” – mostrar que senso crítico é melhor que qualquer resenha. Abração, Carlinhos!

21 01 2011
Renato Pina

Ótimo, ótimo post. Gostaria que você continuasse a destrinchar os melhores do ano eleitos pela Rolling Stone Brasil, isso seria muito bom. Discordo só em um ponto em tudo que você falou: o Pearl Jam é super-estimado? Os caras são muito bons, apesar do vocal não tão bom do Eddie, acho que isso pode ser um equívoco seu.

Mais uma vez, parabéns pela nova coluna, e fico no aguardo pela análise de novos discos, principalmente os que as revistas elegem como os melhore do ano e blá, blá, blá. Abraço.

21 01 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Renato! Legal que você curtiu o post, meu velho. Quanto ao Pearl Jam “superestimado”, é a opinião do Roberto, rs. Confesso que não curto muito a banda, mas não a acho superestimada, ao contrário do U2 que, para mim, é a banda mais superestimada da história. Não consigo ejtender como os caras criam tanto buzz, sendo uma bandinha bem mais ou menos. Sem contar que Bono é a mala sem alça do Rock, rs. Abração, meu velho!

21 01 2011
Roberto A

Carlinhos, valeu a presença e opinião.
esclarecendo, a FUJA DO HYPE tem a função de desmitificar e avaliar o que há como ‘the must’ ou os hypes em ascenção que a mídia tenta nos empurrar, pra que os pingos sejam colocados nos is, e os exageros virem a tona. abração e continue consoco, e na dúvida, FUJA DO HYPE!!!

21 01 2011
Roberto A

Beleza Renato, avaliarei ( ou melhor avaliaremos juntos) mais dos ‘the best’ do ano, não sou da RS Brasil, como da nossa Billboard também. Mas nada será poupado como dissemos no início da FUJA. Sites, e tudo mais que colocarem fulano ou beltrano como HYPE, estaremos nós aqui pra dechavar e ver se vão arescentar algo à nossa vaga existência. E é isso mesmo que quero, que vocês leitores participem, valeu o lance que você disse sobre o PJ, até curto os ‘cara’, apesar deles nunca terem superado logo o primeiro cd, TEN, esse sim fodástico.

vamos que vamos, continue participando Renateza.

ABRAXXXXXXXXXXXXXXXX

21 01 2011
Roberto A

A propósito, Carlinhos, e Renato, falta os comentários de vocês também na nova seção ‘LUZ NO FIM DO TÚNEL’…
nos falamos!

21 01 2011
Roberto A

Quis dizer na resposta pro Renato “não só da RS Brasil, quanto da BillBoard”

22 01 2011
Renato Pina

Ficarei no aguardo da 2ª edição, cara. Esse negócio de avaliar os tops dessas revistas é uma coisa muito interessante, pois tem tanto falatório, que você acaba caindo na lábia desses pseudocríticos de rock. Vale a pena deixar o buzz de lado e pensar fora da caixa e ver qual a real contribuição dessa galera.

22 01 2011
Gabriel Gonçalves

Você disse tudo, Renato! Começou com o Stokes (que está aonde mesmo?), e milhares de bandinhas igualmente toscas vieram atrás. Agora é a vez de besteiras como Arcade Fire, Vampire Weekend, etc.. O pior é que os “descolados” engolem estas porcarias sem nem se perguntarem onde onde está a banda que eles idolatravam no mês anterior. Abração, meu velho!

22 01 2011
Renato Pina

É, Gabriel, eu gosto bastante do Strokes, acho uma das poucas coisas que desceram pela minha goela. Espero que eles voltem a ativa. Eu iria sugerir que ele comentasse bandas como o Avenged Sevenfold, que explodiram de uma forma épica. Porém, como ele, acertadamente, vai continuar a comentar os tops das revistas, eu deixo essa sugestão para um pouco mais pra frente, a não ser que o Avenged Sevenfold tenha entrado no top. Abraço, caras, continuem esse bom trabalho.

22 01 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Renato! Realmente o Avenged Sevenfold é uma boa idéia – confesso que não curto, mas o Roberto pode achar interessante analisar alguma obra dos caras. Quanto ao Strokes, também não gosto, rs. Aliás, todas aquelas bandas que surgiram na cola dos caras – The Hives, The Vines, Jet, etc – não valem nada, na minha opinião. Abração, cara!

22 01 2011
John V7

Muito bom esse novo quadro do Imprensa Rocker , não gosto de nenhuma dessas bandas que vem surgindo tipo as citadas no textos , de banda nova curto mais o revival do Sleaze Metal e o revival do Heavy Metal Tradicional

22 01 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, John! Fico feliz que tenha gostado, meu velho. O que você indica nesse revival de Sleaze? De Hard, nos últimos anos fiquei fanzaço do Darkness, Gotthard e Backyard Babies (que já tem uma pegada mais crua, quase Punk). Abração, meu velho!

24 01 2011
John V7

Indico as bandas Crashdiet , Dirty Penny , Vains Of Jenna , Hardcore Superstar e Babylon Bombs

24 01 2011
Gabriel Gonçalves

Valeu, John! Vou dar uma garimpada nestas que você citou. Abração, meu velho!

24 01 2011
Roberto A

John, se possível comente também as edições da LUZ NO FIM DO TÚNEL.
ABRAXXXXXXXXXX

24 01 2011
Dum

Gostei muito do texto, também acho essas bandas patéticas e já escrevi isso no meu blog. Let´s go to real rock Roberto!!!

abx

24 01 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Dum! Cara, achei seu blog muito bom – o review do “I Feel Like Playing”, do Ronnie Wood, está demais. O Roberto é o responsável por esta nova seção do blog (Fuja do Hype), e realmente este post de estréia ficou muito bom. Fico feliz que tenha gostado. Abração, cara!

24 01 2011
Roberto A

Dum, é peixe das antigas Gabriel, é dos nossos, sabe o que é bom, e o que importa.
trouxe ele pro nosso blog.

ABRAXXXXXXXXXXXXXXXXX

24 01 2011
joe brazuca

é ISSO AÍ, AUAD !..tocomtigoenumabro…

well…well…

sou do tempo onde o rock era mi(x)sturado com música boa…Pra tocar rock ( ou fosse o que fosse aquela geleia geral e deliciosa… dêem o nome que for…), os “caras” tinham que ir pra escola…Estudar música…senão naõ rolava…( careta, né…rs…mas era assim…)
Ouviamos pink floyd, ELP, King Crimson, Lad Zeppelin, Jethro Tull, Yes, Passport, Gentle Giant, Drags e outros que nao me lembro…tantos outros…
Só sei que os caras tocavam muito…E quando digo “tocar muito” é TOCAR PRA CARALHO mesmo !!!…solo…base…harmonia…melodia…noção de orquestração, coisa e tal…

Não quero nem posso julgar as bandas de hoje…Não as conheço !…Seria leviano…citar nomes então, MENOS AINDA…
CONTUDO, o pouco que me chega aos ouvidos, é uma lástima…sinto muito os discordantes…Pq , convenhamos : carinha pega a guitarra, toca TRÊS ACORDES, com uma melodiazinha quase monódica…harmonia “nenhuma”…
daí, “si ferrei” né…num dá samba não…aliás, nem rock, nem nada, pq aquilo é COISA NENHUMA…
Nem com os cortes mais “muderninhos” e as roupitchas e trejeitos mais “inovadores”, não cola…não convence…não atrai…não faz nada…
Em todo caso…” Sivis passem parabelum”…né não ?

(quanto ao blog, tem futuro garantido…pq é BOM !…meus parachoques !…sucesso !…abraço !)

25 01 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Joe, beleza? Cara, me permita discordar um pouco de você. Na minha opinião o Rock pode ser tudo, menos acadêmico. Não digo que não goste das bandas que vc citou – sou fanzaço do Zeppelin, Pink Floyd, etc… – mas o Rock é acima de tudo coração. Adoro música de três acordes – Punk, Blues, Rockabilly, etc – e acho que é esta limitação que faz um bom músico. É você ter este limite de três acordes, 12 compassos e ter que resolver sua vida nisso aí. Chuck Berry, Little Richard, Jerry Lee Lewis, todos os caras do Blues, todos estes caras tocavam três acordes. Como disse, música (nem é só o Rock) é coração, não é acadêmico – senão corre o risco de se tornar parnasiano (o virtuoso pelo virtuoso). Como vc citou algumas bandas de Prog, vou usá-lo como exemplo. Muitas grandes bandas surgiram no boom do Prog (meados dos anos 60 a fim dos anos 70) mas, para mim, a maioria acabou exagerando, qerendo compor sinfonias e sinfonias, com solo de tudo, milhões de dinãmicas, etc. Eu, sinceramene, prefiro um acorde que faça meu coração explodir, do que mil acordes e notas e climas e dinâmicas, que não vão pra lugar nenhuma. Não estou dizendo que o Prog é ruim, mas que não basta fazer uma música complexa, que ela será boa, saca? Abração, cara!

24 01 2011
Hic

Ótima matéria. Conheço as duas bandas, e acho um saaaaaaaaaaaaaco monumental. Mais duas bandas sem culhões, alcool, cafeína, inteligência, e com camisinha. Música brocha.
Rolling Stones Magazine? Olha, sinceramente? Acho que durante todo o meu tempo de vida(34 anos), essa revista nunca foi uma publicação decente sobre música. Ela inclusive é piada já lá fora.
Ler Rolling Stones e assistir MTV nada tem mais haver com música.

24 01 2011
Iuri

Caraca, nunca li tanta pretensão crítica num texto só. Opinar sobre as duas bandas hypes em questão, vá lá, pois eu não gosto delas mesmo. Mas os questionamentos finais são de perder um pedaço do cu. Quanta idiotice! Soundgarden nunca chegou aos pés do Nirvana? Claro que não, pois a proposta da banda era outra. Você é surdo, Roberto? A sonoridade do Soundgarden nada tem a ver com a do Nirvana. Ou você acha que Alice in Chains é pior que Nirvana também? Ou que é aquém de Screaming Trees? São comparações absurdas, e no mínimo mostra que você não ouviu direito os discos das citadas bandas. O Pearl Jam é ruim por não ter superado “Ten”? Para muitos Radiohead até hoje não superou “Ok Computer”, e nem por isso a banda é “super-estimada” ou ruim.

Outro ponto: a questão “A música é pra se brincar?” é uma prova que, no mínimo, você parou no tempo. Pode não ser um disco genial, mas é uma proposta musical. Você ouviu “Medula”, da Börk? Vai dizer que aquilo é lixo? Já ouviu Fantomas ou Naked City? Cara, vai ouvir música e para de ouvir RPM e a maioria das bandas da década de 1980 que você ouve. Se precisa dizer algo mais a você, não sei, mas vai pesquisar música e parar de querer ser um Regis Tadeu – pois se é essa a intenção, você precisa pesquisar muito mais para ter embasamentos convincentes.

Nem vou perder tempo sobre a questão da parceria entre Gil e o “patético grupo cuiabano Macaco Bong”. Gosto seu, e respeito. Mas quem te conhece sabe que isso soa mais como dor de cotovelo. E olha que não sou lá grande fã das músicas dos caras – malgrado conhecê-los e respeitá-los.

Enfim, Roberto, leia mais, pois o seu texto fala mal dos hype, mas o fato é que você quer ser hype causando “polêmica”. Uma pena, meu caro.

25 01 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Iuri! Cara, vou discordar de você em alguns pontos (nem é muito das suas opiniões). Eu sempre discordo quando alguém fala que não dá pra comparar, porque tal banda é diferente da outra. Pra mim, sempre há como comparar. Tem diferenças entre as bandas? Claro que sim, mas há muitas semelhanças também (no mínimo, o fato de serem contemporâneas, já dá pra comparar a diferença de importância entre as duas). No caso do disco do Pato Fu, concordo que é uma proposta musical, mas isso não quer dizer que seja uma proposta musical interessante (pelo contrário, é uma piada. E olha que eu não odeio o Pato Fu, gosto muito dos 4 primeiros álbun deles). E sinceramente (agora é minha opinião), Bjork é uma das criaturas mais chatas da história do planeta (talvez empate com Bono Vox, rs). Abração, cara, e volte sempre!

25 01 2011
26 01 2011
Gabriel Gonçalves

Legal, Roberto! Parabéns, meu velho.

25 01 2011
Roberto A

Fala, Iuri! valeu a participação, e vou ponderar sobre os pontos que você mencionou. mas eu não quero ser hype não, longe disso brother.

ABRAXXXXXXXXXX

26 01 2011
luxoriss@

curti essa nova seção,vo escutar as bandas citadas e depois dar a minha opina,mas logo de cara posso adiantar que isso me fez lembrar da época em que eu comprava a resvista BIZZ e na parte das criticas dos cds eu terminei descobrindo que qdo o cd era bom aos meus ouvidos era uma bosta para os criticos da resvista e vice -versa.

26 01 2011
Gabriel Gonçalves

rsrs… Pô, Luxoriss. Você é da época da Bizz também, é, rs? Já comprei muita Bizz e Top Rock nesta vida, rs. Abração, cara!

26 01 2011
Roberto A

Eu sou da ‘época’ da Bizz, lembro adquirir o primeiro exemplar aos 13 anos. Essa foi ‘a’ revista musical nacional. faz falta!

26 01 2011
Gabriel Gonçalves

rs… Velho eu praticamente aprendi a ler com a Bizz e a Top Rock, rsrsrs. Lembro que com uns 7 anos, eu levava as revistas para a escola, e meus colegas ficavam enchendo meu saco, dizendo que eu tinha revista com foto de homem, hehehehe. Abração, cara!

26 01 2011
Roberto A

Lembro de uma das primeiras edições que veio com um compacto com músicas do Ultraje…acompanhei a Bizz por muito tempo…

26 01 2011
Gabriel Gonçalves

A primeira edição que me lembro ter comprado foi essa aqui http://goo.gl/N9ziF . Há uns 3 ou 4 anos eu comprei um pacote que continha 8 ou 10 cd rooms com todas as Bizz lançadas até aquela data. Tenho isso lá em Salvador. Abração, meu velho!

27 01 2011
Jurandir Barbosa

sou frequentador desse rancho aqui e agora mais uma onda para frequentar mais!
acho o Bono a maior farsa do rock. o U2 é um golpe de mídia e com um blablabla musical que cansa já no terceiro segundo quando ouço.
e pelo visto você não curte muito os caras.

ao brother roberto A peço com carinho um artigo especial (e positivo viu velho) sobre o led zepelin.

abraço a todos

27 01 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Jurandir! Bicho, acho o U2 a banda mais superestimada da história e Bono, pra mim, é o maior mala do Rock, rs, mas não sei se chamaria de golpe de mídia. Acho que eles não se sustentariam por tanto tempo se não tivessem um mínimo de qualidade, mas meu problema com eles é extamente este: um mínimo de qualidade não significa que eles são tudo isso que o povo pinta. Uso este mesmo argumento com os ignorantes que dizem que o Kiss não passa de um golpe de marketing, etc. Banda nenhuma se sustenta por 40 anos se a música não for de qualidade. Um golpe de Marketing dura um, dois ou três anos, mas para durar 10, 20, 30, 40, é necessário ser bom. Não gosto do U2, tenho certeza que eles não são nem a metade do que o hype pinta, mas há uma certa qualidade neles (que eu não vejo por exemplo nestas bandas moderninhas, tipo as que o o Roberto detonou na 1ª edição do “Fuja do Hype”). Abração, meu velho!

28 01 2011
luxoriss@

ouvi os tais cd’s e achei chato e não curti nenhum que agora não sei nem distinguir os nomes das bandas ,mas sei que tem um deles que vai fazer sucesso nas lojas de confecções de shopping…

28 01 2011
Gabriel Gonçalves

rsrsrs… É verdade, Luxoriss. Isto aí é típica música de elevador. Os modrninhos descolados adoram (até o mês que vem), mas logo aparece coisa ´pior para substituí-los, rs. Abração, cara!

29 01 2011
Marcos Gonçalves

Ótimo texto. Uma crítica levemente ácida bem ao meu estilo. O Roberto, além de escrever bem, sabe do que está falando. Há momentos hilários como a parte da música de briquedo do Pato Fu. Vanessa da Mata tem muita gente que gosta. Minha mulher gosta, mas o disco novo nem ela gostou. Só não fiquei contente com a comparação do tal vocalista com a Kate Bush, ehehe. Pô, eu gosto dela. Wutherig Heights é uma das minhas músicas favoritas em todos os tempos.🙂

30 01 2011
Gabriel Gonçalves

rsrs… Eu bem lembrei de você, Marquêra, quando ele citou Kate Bush. A segunda edição será ´publicada no blog amanhã. Aguardem, rs. Abração, meu velho!

31 01 2011
Roberto A

Fala ae Marquêra, em tempo: eu curto a Kate, e sim adoro “Wutherig Heights”.
Vamo que vamo! Nova FUJA DO HYPE na agulha!

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