ROBERT PLANT: “RECEPTIVIDADE NUNCA FOI A MAIOR PREOCUPAÇÃO DO ZEPPELIN”

1 10 2010

Fonte: The A.V. Club website

O lendário vocalista do Led Zeppelin, Robert Plant, concedeu uma extensa entrevista ao website “The A.V. Club”, no qual falou sobre Zeppelin, seus diversos projetos e  muito mais.

Confira a entrevista na íntegra, em português, com exclusividade no Imprensa Rocker! 

Em seu novo álbum, “Band of Joy”, Robert Plant faz covers de Richard Thompsom, Los Lobos e alguns pares de canções baixas – não é o que você esperaria do homem que foi o frontman de um dos titãs do Classic Rock, Led Zeppelin. Novamente, este é um novo Robert Plant: ele está em paz com a direção de sua carreira, em anos recentes, apontando repetidamente para Nashville. Para o sucessor de “Raising Sand” – seu álbum que ganhou disco de platina e papou diversos Grammy, em colaboração com a lenda do Bluegrass, Alison Krauss e com o produtor T Boné Burnett – Plant convidou Buddy Miller a ajudá-lo a montar uma banda. Miller chamou notáveis companheiros da cidade da música (Nota do tradutor: apelido da cidade de Nashville), Patty Griffin (vocal e guitarra) e Darrel Scott (vocal e multi-instrumentista), formando o núcleo da formação do que parece ser uma verdadeira banda da alegria da Americana (NT: gênero musical que é uma junção de vários ritmos de raiz dos Estados Unidos, como Folk, Blues, Country, Rock n’ Roll e Rhythm n’ Blues).

Plant esteve no “The A.V. Club” em Tampa, Flórida, um dia antes do 11º show do seu novo grupo. Ele explicou a razão de ter desenterrado o nome da Band of Joy, sua banda pré-Zeppelin, riu da possibilidade de poder ser coroado como o rei de um novo gênero, e discutiu a possibilidade do led Zeppelin tocar novamente.

Quais são suas primeiras memórias do Band of Joy original? Você se lembra em qual ano ela nasceu? Há informações conflitantes, que dizem que foi em 1965, 1966, 1967 e 1968.
Começou entre o fim de 66 e início de 67. Houveram algumas bandas antes, mas a Band of Joy que me inspirou a reviver o título foi em 67 com John Bonham. Paul Lockey tocava baixo, e mais tarde foi tocar no The Foudations. Kevyn Gammond tocava guitarra e estava nua banda Country Rock chamada Bronco. Nós provavelmente passamos um ano com fome e pensando, suponho, que éramos parte Jefferson Airplane e parte Howlin’ Wolf. E sem sucesso nenhum, tínhamos dois ou três lugares onde as pessoas podiam nos ver. E nós éramos muito bons, sabe? Era uma grande banda, e com muitas passagens musicais estendidas e muito improviso, que mudava a cada noite, qu era o que rolava na época. Nós éramos uma espécie de primo de segundo grau britânico do que estava acontecendo na Bay area, suponho. Eu acho que se estivéssemos a 5 mil milhas a oeste de onde estávamos, teríamos conseguido a atenção de muito mais gente.

Você deu carta branca para Buddy Miler escolher os outros músicos nesta encarnação da banda?
Ele falava comigo. Sou britânico – ostensivamente britânico – mas não sei aonde realmente pertenço, sabe? Eu pertenço à Inlgaterra, porque já viajei sob várias bandeiras, mas eu amo o ambiente daqui, meus amigos, a espécie de mundo maluco que tenho ao meu redor. Mas parece que sinto muito mais atraído pelas memórias e conhecimento das pessoas que conheci no Tennessee. Eles se alimentam do meu nonsense e do conhecimento que tenho do mundo, e nós trocamos histórias de como conhecemos os artistas que nos impressionaram. Com Buddy e eu há uma linha de corte na nossa compreensão mútua sobre a música e eu não posso ir muito longe – no sentido de onde o Rock n’ Roll se tornou Country ou onde o Country sempre foi Country. Então eu posso pegar Clarence Ashley e aquela coisa que vinha das montanhas, que era tão negro quanto era branco e quanto era cinza, sabe? Posso ouvir todas aquelas canções que em um minuto estavam em festas de escravos com Leadbelly, e no minuto seguinte em festas e gala dos brancos. Eu penso em tudo isso. Mas a contemporização real som de Nashville, todo aquele grande material que veio dos estúdios da RCA e todos aqueles personagens e músicos, apenas tenho um pouco do conhecimento disto.

Mas se você vai entrar nos “porquês” e “onde” da música contemporânea na Inglaterra quando eu estava crescendo, qualquer luz que você tenha vem do Mississipi e de Chicago. Não eram muitas as pessoas que gostavam do trabalho de Jerry Ragovoy na Filadélfia, ou até, em certo grau, do que Alan Toussant fazia na Lousiana. Havia uma rede de estações de rádio na Europa chamada AFN, “American Forces Network”, o que para mim, ainda garoto, foi uma grande revelação. Às vezes o rádio embaixo do meu travesseiro em 1965 soava como a “1460 AM” de Nashville de hoje em dia, onde você tem Howlin’ Wolf e Robert Johnson temperados com Kool na The Gang. Fantástico.

Com o sucesso do “Raising Sand” e o que parece ser um positivo burburinho sobre o novo álbum, você poderia se tornar o improvável rei da “Americana”.
(risos) Isto é tão impossível quanto… É uma boa piada.

Bem, “Raising Sand” foi um disco de platina e você não tem muita música desta esfera que venda tantas cópias e deixe uma impressão tão boa.
É um argumento justo. Com a pequena quantidade de boa música de hoje, há uma espécie de área sacrossanta, quase sagrada, onde o público e o músico se tornam um neste segredo guardado. Isto é uma merda, absolutamente merda. A música é para cada pessoa que anda no planeta. No final, se ela te pega, te pega. Então acho que terminologias são irrelevantes. O que acho que aconteceu foi que Alison e eu fizemos grandes gravações com um produtor que estava no auge, e algumas ótimas pessoas estavam tocando junto. E as canções foram muito bem escolhidas. Eu quis trazer algumas músicas obscuras que pensei que nunca iria poder fazer com nenhuma outra pessoa. Mas eu acho que a grande coisa é que a uma promessa e cada vez mais casamentos entre artistas sob uma bandeira como esta. Então, não sei onde a Band of Horses se encaixa ou a The Low Anthem. A The Low Anthem tem que ser parte disto. Eles deveriam estar tocando no “The Ryman” em Nashville. Quero dizer, é uma música fantástica. Deveria ir além dos banjos e rabecas. Deveria ser tudo que seja bonito e que não está atrás de ser a bola da vez para o Rock da geração pós Aerosmith.

Não posso evitar de pensar em que quando você ganhou alguns prêmios de Americana em Nashville, haviam alguns puristas na platéia desconfortáveis com o cara inglês no palco.
Você está absolutamente certo. Alison costumava rir para mim e dizer, “nunca voltarei a trabalhar”. E eu disse a Buddy: “Olhe, se isto for demais, vocês têm que cair fora”. É contar estórias. Canções são estórias, a elas podem ser contadas em outro país de uma outra forma. Minha sensibilidade e meu amor pela música não tem fronteiras. Posso reverenciar se é o que se precisa. E não deveria precisar. Isto é sobre cantar a canção.

Parece que, pelo menos com os dois últimos álbuns, você está seguindo nesta direção.
Há uma infinidade de músicas fantásticas que possuem grande integridade e que não seguem uma base Blues uma progressão de acordes do Rock n’ Roll ou nada do tipo. É fantástico cantar músicas que possuem um curso menos óbvio, estruturalmente.

Você já pensou no que virá a seguir? Haverá um outro álbum com Alison?
Não faço idéia. Eu vejo Alison regularmente. Eu saio com ela em Nashville quando estou por lá trabalhando com Buddy e Patty, mas ela é ocupada. Eu sei que ele se divertiu, porque ela estava detonando. Ela estava cantando no máximo de tudo que poderia fazer. Ela se libertou de uma forma diferente; ela é uma ótima amiga, mas acho que ela tem que voltar.
 
Voltar para o material solo dela?
Sim, eu acho que ela já ficou fora por tempo suficiente. O que eu faria depois? Não tenho idéia. A sugestão de Patty é tentar escrever material novo, e eu realmente gosto desta idéia. Cantar com ela é muito legal. É um lance tão diferente, a combinação das nossas vozes. E Buddy é meio que o capitão do navio, de certo modo. Sua integridade e o modo como franze as sobrancelhas. Se vou um pouco longe demais na “britânização”, ele recoloca tudo numa linha que não irá ofender nem mesmo o mais conservador cidadão de Nashville.

Parece que este pode muito bem ser o começo de uma nova fase para você. Quando você começou o “Raising Sand”, você imaginava que teria a metade do sucesso que obteve?
Há um grande grupo de pessoas da minha idade que está sedento por música que faça sentido para eles. E há cada vez menos acesso para isto. Então se algo é forte e consegue penetrar nos olhos do público, ou nos ouvidos do púbico, cochichar em seu ouvido, isto re-invoca a esperança nas pessoas da minha idade, porque há muito pouco acesso.

Não foi como se você estivesse saído de lá, pensando que foia apenas mais um trabalho.
Oh Não, não, não. Porque me ofereceram duas canções incríveis para cantar e que eu nunca havia escutado. E eu não sabia se conseguiria; mas eu consegui e muito bem. Não podia acreditar que saí de “The Lemon Song” para aquilo.

Suponho que você não fica sentado ponderando sobre seu legado.
Eu ocasionalmente posso tomar um pouco de gin com tônica e me sentir bem comigo mesmo, assim como qualquer outra pessoa. Se você faz um gol num jogo de futebol importante, você se sente bem. Mas inicialmente fomos enterrados vivos pela mídia daqui; eu acho que “Rolling Stone” tinha alguma coisa contra qualquer coisa britânica. Não sei se o motivo disto foi o fato de Freddie and The Dreamers ter meio que queimado os ingleses anteriormente. Mas não importa. Não me lembro muito disto. Eu fiz um show ontem a noite, chame um amigo e perguntei, “eu já toquei aqui antes”?

Em Mobile?
Sim. Então descobri que já havia tocado, então disse para o público, “é ótimo estar de volta. Preciso me desculpar, pois tentei voltar para cá algumas vezes, mas tem algo de errado com o navegador do carro. Já fazem 37 anos desde que estive aqui”. É como ir a um confessionário, sabe? Em 1971 eu toquei na Islândia e voltei lá com Strange Sensation há cinco anos. E a Islândia é um lugar pequeno, não muito populoso, então só há um lugar ara tocar. Se você toca no verão, é claro, nunca fica escuro. Eu estava andando pela rua e caras da minha idade apareciam e diziam, “eu estive lá”. E eu ficava, “é o quê”? Eu conheci o primeiro ministro de lá, e ele me disse, “eu estive lá”. E eu perguntei, “lá aonde”? Ele falou, “eu era estudante quando você tocou aqui, e ajudei com o equipamento”. Então eu pensei, “merda, aqui estou eu de novo. No mesmo lugar”.

Você mencionou muitas novas bandas durante nossa conversa – Arcade Fire e The Low Anthem – e parece que você se mantém atualizado. Você gosta sites de redes sociais? O Twitter significa algo para você?
Nada. Nem toco nisto.

Mas você sabe o que elas são?
Sim, eu sei o que são. Eu ainda uso uma pena como caneta. Quero dizer, a roda ainda é usada. A idéia de discutir o lançamento de um disco e jogar isto num lugar no qual fará sentido…

Em 140 caractéres.
Exatamente. Então eu pego o telefone e dou uma resposta e desenvolvo esta resposta através do tom da minha voz, das afirmações. Desta forma, não preciso me preocupar com documentações. Só preciso me preocupar com a causa e o efeito, naquele momento. Não há nada que eu possa fazer. Meus amigos têm websites. Justin Adams, que é como meu irmão e esteve comigo no Strange Sensation, tem um projeto. Eu vou no seu website e vejo o que ele está fazendo.

Então você não tem o desejo de falar para as massas de nenhuma forma que não seja, obviamente, pela música?
Absolutamente não. Eu deixo isto para o Pete Townshend, eu acho. Um blog diário me detonaria completamente.

Há uma frase sua sobre o Led Zeppelin numa velha edição da “Rolling Stone” que gostaria de ler para você. Você tinha 26 anos na época. Era 1975, e você disse: “Eu não vejo sentido em envelhecer”. Eu gostaria de saber, agora que você está aqui, olhando para isto, como você se sente sobre envelhecer?
Eu acho que ele estava certo mas, realmente, é mais sobre o espírito do que sobre o tempo. Quero dizer, nada disso vem acidentalmente. Eu passei muito tempo enrolado num carpete, como Mezz Mezzrow (N.T.: Saxofonista e clarinetista norte-americano, famoso por ser uma pessoa bem extrovertida) numa espécie de de outro mundo para ser do jeito que sou. Se eu não fizesse o que faço, não seria tão jovem quanto sou. Eu me forço. Eu celebro o que posso fazer. Não vejo o sentido de envelhecer. Quero dizer, eu vou morrer. Tudo bem. Mas até chegar lá, tenho que estar detonando. Sou um cavalo astuto…

Você realmente acredita nisso?
Eu canto, não é? Não estou salvando vidas. Não estou cavando trincheiras para sistemas de irrigação, então o que estou fazendo? Estou cantando, e devo permanecer calmo e alegre ao longo de tudo, e trabalhar duro, e não subestimar isto. É ótimo ter este talento. Se permanecesse na mesma zona por muito tempo, provavelmente o perderia. Mas isto é novo. Todos a bordo desta coisa agora estão no auge da juventude, em se tratando da quantidade de tempo no qual fazemos o que fazemos, seja lá quanto ainda irá durar. Eu adoraria, mais tarde neste ano, ou no próximo ano, fazer outro álbum com Buddy, porque eu realmente gosto de como ele e eu pegamos uma música e a tornamos nossa. Eu até pegar uma música que ainda não nasceu. De qualquer jeito, seja lá o que eu fizer no futuro, será deste lado do Atlântico. Neste país. Nas mentes, nas memórias e nas referências enciclopédicas que estão nas 86 mil músicas do laptop de Buddy.

Voltando ao Led Zeppelin, você estão pensando em tocar novamente?
Eu acho que provavelmente estamos pensando em conversar.

O show de 2007 foi muito bem recebido.
Bem, receptividade não foi nossa grande preocupação, nunca.

Como você o recebeu?
Eu fui distraído pelo medo e por memórias, além de enormes reflexões sobre minha mortalidade, como, “será que posso fazer isto? É melhor deixar isto como era? Mas tivemos que fazer. Tinhamos que dizer adeus a Ahmet (N.T.: Ahmet Ertgun, fundador da Atlantic Records – gravadora do Zeppelin) e colocar várias coisas que estavam espalhadas pelo chão de volta na caixa vou um grande jeito de nos despedirmos.
 
Tocar aquelas canções com aquelas pessoas te faz sentir, positivamente, um pouco mortal demais?
Não, apenas… Eu estive lá. É ótimo, mas eu estive lá naquela forma. E eu acho que todos sentem o mesmo, de verdade. Não é nem um ponto de vista. Não sei quantas vezes Stephen Stills foi perguntado se queria ou não voltar ao Buffalo Springfield. Talvez ele e Neil (N.T.: Neil Young, que começou sua carreira na banda) caíram fora antes disto ter o mesmo efeito sobre eles. Mas você está sentado em frente a mim. Eu pareço como se deveria estar fazendo aquilo, de verdade? Ainda tenho uma centelha em mim.

Eu acho que você pode fazer se quiser, mas que não há uma razão que te obrigue a fazer.
Não há razão para nada. Apenas faça as coisas que te deixam feliz. Sem pressão. Apenas cantar. Minha grande ambição, de verdade, é compor novamente, porque eu acho que quando fiz “Mighty Rearranger” com o Strange Sensation, realmente encontrei um lugar ótimo. Mas era um mundo diferente há cinco anos. Na Inglaterra haviam vários gritos silenciados para levarem Blair (N.T.: Tony Blair, ex-primeiro ministro da Inglaterra) a julgamento após a invasão do Iraque. Haviam várias coisas realmente pertinentes na época que foram varridas para debaixo do tapete em algum ponto. E agora Blair se tornou católico e há um enviado de paz no Oriente Médio. É um bom progresso.

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14 responses

8 10 2010
Marcos Gonçalves

Legal a entrevista com esse dinossauro, Gabeira. A parte do roqueiro jovem que não quer envelhecer é sempre um tema interessante que chama a atenção, pois muitos realmente não sobrevivem para reavaliar a questão.

9 10 2010
Gabriel Gonçalves

Muito boa a entrevista, né Marquêra? Taí uma das poucas bandas que ainda gostaria de ver antesde morrer. Espero que os três se entendam e, quem sabe, não role um showzinho por aqui (Roberto Medina, se ligue nos caras, viu, porra?!). Abração, meu velho.

21 10 2010
sanderson lima

Ótima esta entrevista, tenho certeza que o maior nome do classic rock o led zeppelin voltará em 2011,não é opinião de um fã mas por entender que este é um caminho sem volta para todos os integrantes que ficaram devendo muitas apresentações inclusive no Brasil e ainda um disco inédito já que plant e page juntos são uma usina de musicas boas.
Quem viver verá.

21 10 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Sanderson! Eu realmente espero que você esteja certo, mas não acho que um álbum inédito será feito. Uma turnê acho até possível, mas não acho que haverá um disco novo. Espero estar errado, mas acho bem difícil que aconteça. Abração, meu velho!

23 10 2010
Bruno Caetano

Mais uma fantástica entrevista…Este Sr. Robert Plant, é mesmo uma verdadeiro artista! Bom mesmo era uma derradeira turne com os Led Zeppelin…

23 10 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Bruno! Plant realmente é um artista de qualidades superlativas. Foi uma cara que envelheceu bem, se adaptou às novas condições físicas e continua cantando muito. Bicho, finalmente consegui acessar seu site. Muito bom mesmo! Já vou colocar nos links aqui do blog. Abração, meu velho!

23 10 2010
Bruno Caetano

É verdade Gabriel! O cara com esta idade e parece que tem uma voz de adolescente…
Fico contente que tenha conseguido a cessar o meu site, e tenha gostado!
Estou inserindo o link para o seu site também em meu site.
Abração, Cara!

23 10 2010
Gabriel Gonçalves

Valeu, Brunão! Cara, o “Musica Cognitio” tem potencial para começar a buscar uns banners de anúncio. O site é bem legal, com opções de TV e tudo… Corre atrás aí, meu velho, porque é capaz de você conseguir tirar uma grana com ele. Abração!

23 10 2010
Bruno Caetano

Gostava muito que isso acontecesse, para assim conseguir levar o site a outro patamar… contudo o meu maior objetivo não é só ganhar dinheiro, vc sabe cara, é aquele prazer que a gente tem na publicação diária das matérias. Claro que isso só é possível se houver feedback por parte dos leitores… Se isso não acontecer, é como vc mesmo disse, “é como se estivesse-mos a falar sozinhos” 🙂

Abraço!

24 10 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Brunão! Te entendo perfeitamente, meu velho. O Imprensa Rocker também não fa dinheiro e mesmo assim sou viciado nele, rs. Mas, se tiver a oportunidade, corre atrás de uns anúncios, porque nada melhor do que se sustentar fazendo o que gosta. Abração, cara!

26 10 2010
Bruno Caetano

É verdade, a gente fica mesmo viciada! Em relação aos anúncios, tem toda a razão, quanto mais não seja para pagar o domínio no final do ano! xD

Abração, até sempre.

26 10 2010
Gabriel Gonçalves

rs… É verdade. Se cobrir o pagamento do domínio, já seria de grande ajuda. Pesquisa alguns banners de lojas por aí. Às vezes você consegue algo. Abração, Brunão!

13 12 2010
dorival

Tenho 50 anos , curto o Led desde os treze e quando leio isto me emociono e volto a acreditar na força do bom e velho rock and roll parabéns pelo site galera e contem comigo.

13 12 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Dorival! Primeiramente obrigado pelo elogio. E você tem toda razão: são artistas assim que nos fazem continuar acreditando que a música – e o Rock n’ Roll – não estão perdidos. Grande abraço, e volte sempre, meu velho!

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