NOVO DISCO DO KISS EM MEADOS DO ANO QUE VEM SEGUNDO PAUL STANLEY

3 08 2010

Fonte: Rolling Stone

A revista “Rolling Stone” fez uma matéria sobre o show do Kiss em Pittsburgh, Estados Unidos, no dia 29 de julho,  que conta com depoimentos exclusivos de Paul Stanley. Segundo o Starchild, a banda planeja lançar um novo disco em meados de 2011.

Confira abaixo a matéria completa, em português!

Num show cuja capacidade de público foi quase esgotada em Pittsburgh, em 29 de julho, na sua recém iniciada “Hottest Show on Earth Tour”, o Kiss provou ser o rei do Rock teatral, entregando em duas horas de show um set de sucessos do Glam Rock, novas músicas, pirotecnia de primeira e muito sangue cuspido. “Nós temos um problema que muitas bandas não têm: há muitas canções que temos que tocar”, diz Paul Stanley à “Rolling Stone”, no backstage, antes do show. “Então é uma questão de se misturar, mas tocar o que as pessoas querem ouvir”. 

Com três enormes telões e brilhantes spots de luz, o Kiss abriu o show com a esmagadora dupla de “Modern Day Delilah” e “Cold Gin”, mas a banda alcança seu ritmo alucinante quando começam “Let Me Go Rock n’ Roll”, que mostrou um Kiss saturado em luz branca e deixou o público batendo palmas freneticamente ao longo da música. Dúzias de fãs hardcore estavam vestidos com o figurino da banda, enquanto centenas usavam a maquiagem, que é a marca registrada do grupo. Ao longo da apresentação, o guitarrista Tommy Thayer e o baterista Eric Singer substituem à altura os membros originais, Ace Frehley e Peter Criss, especialmente quando Thayer reprisa o número do solo de guitarra jorrando faíscas em “Shock Me”. Quando Criss deixou a banda em 2004, o Kiss parou de tocar o hit “Beth”, mas reviveram este clássico de 1976 – para constar, seu single de maior sucesso nas paradas – para a atual turnê. “A banda é maior que seus membros”, Stanley disse. “Pensar que algumas pessoas podem ser substituídas e outras não seria estúpido da minha parte. Gene e eu… Há pessoas por aí que poderiam fazer o que fazemos tão bem quanto nós, senão melhor. Eu não preciso estar lá para ser o Kiss”.

Ao mesmo que a banda entregou os hits aos fãs, como a que fecha o show, “Rock n’ Roll All Night”, ela também escavou seu catálogo por cortes mais profundos, como o single “Disco” de 1979, “I Was Made For Lovin’ You”, durante a qual Paul Stanley sobrevoa o público, suspenso por cabos. Outra surpresa: a canção “Crazy Nights”, um single da era sem maquiagem que soou dez vezes melhor do que quando foi transmitida pela MTV em 1987. O Show do Kiss também inclui canções do álbum de 2009, “Sonic Boom”, e mesmo estes pesados hinos poderiam ter sido sem problemas faixas de álbuns, como o clássico de 1976, “Rock n’ Roll Over”. “O ‘Sonic Boom’ foi algo que nos fortaleceu e nos uniu de verdade, no sentido de que agora estamos celebrando tudo que fizemos no passado, no presente e onde estamos indo no futuro”, fala Stanley. O “Sonic Boom” não é o último álbum. Ele é o primeiro da próxima fase”.  

Stanley contou que a banda planeja voltar ao estúdio em fevereiro e lançar um novo álbum no começo do próximo verão (no hemisfério norte), mas que enquanto isto, o Kiss está contente em exibir seus sucessos na “Hottest Show on Earth Tour”. “Nós não queremos entrar no lance de que temos que tocar canções obscuras”, diz Stanley. “Eu acredito piamente que uma canção é obscura por uma razão: se ela não é tão popular (quanto às outras) é porque ela não é tão boa”.

Set List
Modern Day Delilah
Cold Gin
Let Me Go, Rock ‘N Roll
Firehouse
Say Yeah
Deuce
Crazy Nights
Calling Dr. Love
Shock Me
I’m an Animal
100,000 Years
I Love It Loud
Love Gun
Black Diamond
Detroit Rock City

Bis:
Beth
Lick It Up
Shout It Out Loud
I Was Made for Lovin’ You
God Gave Rock ‘N’ Roll To You II
Rock and Roll All Nite

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10 responses

4 08 2010
celso

Eu até entendo esta postura do Paul Stanley de que ninguem é insubstituivel, inclusive ele e Gene, mas para mim, que acompanho o Kiss desde o seu nascimento, o Kiss sempre vai ser e sempre será, Peter Criss,Paul Stanley, Ace e Gene, não esstou desmerecendo os demais de forma alguma, mas para mim que fui em Interlagos assistir ao Kiss, foi legal, gostei, mas a gente que desde o inicio percebe que tanto o Eric como o Tommy tentam imitar, Peter e Ace, então pra nós da velha guarda fica um pouco dificil aceitar o Kiss na atualidade, em parte também sabemos a ganancia de Gene, mas serei eternamente fâ do Kiss, e para completar Psyco é muito melhor que Sonic Boom, Sonic Boom é pra mulecada que não conhece o Kiss a fundo.

4 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Celso, tudo certo? Eu também sou fã do Kiss há muito tempo – provavelmente não tanto quanto você, já que nasci em 1983, rs. Há 18 anos eu sou fã do Kiss, e digo para todo mundo que minha vida mudou em 1992, quando assisti o clip de “I Love it Loud”. A partir daí eles viraram minha banda preferida e passei comprar e correr atrás de tudo que encontrava sobre o Kiss – morava em Salvador, Bahia, antes de existir internet, então tirando o “Alive III”, você não encontrava nada, rs. Também fui ao show de Interlagos – quase perco de ano no colégio, por causa disto. No dia do show eu tinha duas provas e faltei para vir até SP. Não sei se é porque eu já peguei o Kiss com a formação do “Revenge”, mas eu lido até bem com as mudanças de formação na banda. Tirando os três primeiros discos – que são realmente um esforço conjunto – na história da banda, sempre haviam dois integrantes que tomavam as rédeas em certas épocas. geralmente Gene e Paul, mas no “Dinasty” e “Unmasked” acredito que tenha sido “Paul e Ace”. Então a saída de Peter e Ace, na prática, para mim, não me abala. Sou fã deles; Ace pra mim é um gênio incompreendido, rs. Então, seja com os originais, seja com Vinnie, Mark, Bruce, “os Erics” ou Tommy, eu acho que é o Kiss – e não um cover de luxo, como muitos falam. Quanto ao “Psycho…” VS “Sonic Boom”, prefiro o “Sonic Boom”. Adoro o “Psycho…” – “Raise Your Glasses” é uma das melhores músicas que Paul já escreveu – mas acho “I Finally Found My Way” uma breguíssima tentativa de emular “Beth” e “You Wanted The Best…” uma tentativa falha de emular “Rock n’ Roll All Night”, sem contar que o disco é todo retaklhado, não houve um trabalho de banda ali. Já o “Sonic…” mostra um trabalho de banda perfeito, sem truques de estúdio e composições excelentes em 100% do disco. Pelo menos é a minha opinião, rs. Grande abraço, cara, e volte sempre!

22 08 2010
João Victor

cara, é msm, eu soh conheço o kiss tem 10 anos (tenho 16, mas só virei fã aos 12 anos). e agente sabe da fome por dinheiro do gene. realmente, o kiss é o ace e o peter (ainda do uma chance ao carr e o vinnie). mas os caras novos ai sao foda, eles eles tentam imitar msm o ace e o peter, mas eles nao fazem isso por vontade deles, logico que eles queriam mostrar quem eles realmente são no kiss, mas nao podem. por isso que eu fico puto com as pessoas que nao gostam deles por falarem que “eles querem ser o ace e o peter” Nao cara, nao é assim. Axo que o gene deveria se tocar que o kiss anos 70 ja passou. não é ele mandando a galera nova imitar os antigos que o kiss vai voltar a ser oq era antes nao. axo que se os novos integrantes mostrarem seu estilo, o kiss pode até melhorar (não que esteja ruin)

abraço, por vavor, visitem o meu blog. fiz a uma semana ou foi duas, mas nao entra ninguém 😛 ajudem a divulgar ^^

http://rockandrollbardownload.blogspot.com

22 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, João, tudo certo? Sou fã do Kiss desde 1992 e, sinceramente, não sou destes fãs que acham que o Kiss é só a formação original. Toda a discografia da banda dos anos 80 e até meados dos 90 foi composta por outras formações e são excelentes discos! O Eric Singer já tinha mostrado ser um baterista absurdo no “Revenge” – e no polêmico “Carnival of Souls” – quanto ao Tommy Thayer, sinceramente, não acho que ele copie Ace. Ele foi muito influenciado por Ace, e isso sai no seu som, mas não acho que seja uma imitação. Sem contar que ao vivo – tive a opirtunidade de ver o Kiss em 99, com a formação original e ano passado – a banda está matadora agora. Grande abraço, cara, e volte sempre! Ah, vou dar uma olhada no seu blog.

12 09 2010
Matheews

Eu tenho 14 sou fa desde os 11

Curto as mais antigonas dos primeiros albuns,o meu preferido eh o Alive II(2)
KISS nao tem mais a magica,mas acho legal a ideia de continuar o KISS
SONIC BOOM tem uma pegada animal mas nao tem a magica anos 70

Espero q nao apelem pra musicas pesadas,e sim q usem a mágica anos 70 Vlw abç pessoal

12 09 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Matheus, tudo certo? legal você ter começado cedo no mundo do Kiss – eu também fui assim, comecei aos 8 anos. Cara, eu não sei se é porque quando eu virei fã da banda a idéia da formação original se reunir era quase nula, mas não tenho esse saudosismo todo. Quando me viciei no Kiss, eles tinham acabado de lançar o “Revenge”, um discaço, e portanto, apesar de adorar o material antigo, achava as novas músicas tão boas quanto as antigas, e carrego isto até hoje. Adoro todas as fases da banda – inclusive os polêmicos “Unmasked”, “Carnival of Souls” e “Asylum” – mas não acho que a mágica da banda ficou lá em 78 com a formação original, saca?\Acho que todas as fases têm sua prória mágica. Abração, meu velho, e volte sempre!

13 12 2010
Felipe

eu tenho 14 anos sou desses caras des dos meus 6 anos, eles são muito bons
Paul Stanley é um ótimo compositor

13 12 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Felipe! Sou fã do Kiss desde meus 8 anos, cara, e desde então os discos desses caras não têm saído do meu cd player. E você tem razão: Paul Stanley é foda mesmo. Abração, cara!

21 01 2011
Nilson

Sou fã desses caras desde 1982 quando vieram ao Brasil pela 1° vez, não fui ao show pois tinha 12 anos, e ví muita coisa mudar na banda, realmente o senhor Simmons tem que parar com esta coisa de retornar ao passado, o Kiss tem potencial para ser (ainda) uma grande banda, com ou sem maquiagem. oque importa é o som e os shows dos caras, apesar de Paul estar com a vóz bem ruim. Deveriam no mínimo criar um personagem novo para cada um dos caras (Eric e Tommy) pois Ace, Peter, Eric e os outros serão sempre eternos em sua época! Até mesmo o Mark que quase nem tocou nada. Más… VIVA O KISS! Abraços.

21 01 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Nilson! O Kiss é minha banda preferida junto com os Beatles, mas me tornei um fã um pouco depois de você, em 1992. Eu sinceramente não me importo com o lance do Eric e o Tommy usarem as maquiagens do Ace e Peter, e até concordo que até 2009 a banda estava meio no “piloto automático”, mas após o “Sonic Boom” acho que eles voltaram aos trilhos com tudo. Estou ansioso pelo próximo álbum e por mais uma turnê pelo Brasil. Abração!

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