FUMAND… OPS… APAGANDO AS VELINHAS – PARTE XII

25 07 2010

A Palhaçada está de volta ao circo… Ao circo da Formula 1! Mais uma vez a Ferrari fez o que não devia, e “sugeriu” que Felipe Massa, líder da corrida, cedesse sua posição a Fernando Alonso, em segundo.

Aí vêm os babacas de plantão, que até hoje não superaram a morte de Senna, e dizem que Alonso estava muito mais rápido, e blablablablabla. Isto é uma CORRIDA! Se ele está mais rápido, que chegue e passe feito homem. Por esse raciocínio, não é preciso mais ter corrida: basta distribuir os pontos de acordo com o treino de sábado – quem fez o melhor tempo vence.

Bom, agora que já externei a “brochada” de hoje de manhã, vamos a um pouco de alegria! Domingo é dia de contar as rugas dos “rockstars”, de comer bolo “batizado” e dar parabéns aos ídolos abaixo:

Mick Jagger (Rolling Stones): 26 de julho de 1943
Roger Taylor (Queen): 26 de julho de 1949
Rex Brown (Pantera): 27 de julho de 1964
Richard Wright (Pink Floyd): 28 de julho de 1943 (morreu em 15 de setembro de 2008)
John Sykes (Thin Lizzy/Whitesnake): 29 de julho de 1959

Desta vez, a dúvida ficou entre Mick Jagger (bate na madeira pra não dá azar) e Roger Taylor. Como na semana passada Brian May foi agraciado em nosso blog, vamos dar uma chance à outra banda, senão vão achar que eu to levando um trocado do Queen – caramba, enquanto estava escrevendo isto, passou a propaganda da “Renault”, que usa a música “Under Pressure, do Queen. Será um sinal dos deuses do Rock n’ Roll? Bom, como eu sou ateu, graças a Deus, não serei comovido por isto.

Por isso, o grande sortudo que irá figurar neste blog é…

Mick Jagger!!!! Só espero que depois disto, o blog não perca todos os leitores…

Michael Philip Jagger nasceu em Dartford, Inglaterra, filho de um professor e de uma cabeleireira, que era membro ativo do Partido Conservador.

Em 1950, aos sete anos, Mick se torna colega de classe de um garoto chamado Keith Richards, contudo, em 1954, Mick seguiu para a Dartford Grammar School enquanto os pais de Keith se mudaram para o que ele disse ser “uma porra de condomínio destruidor de almas, do outro lado da cidade, que parecia uma porra de selva de concreto” e, por isto, teve que ir para outra escola.

Os dois perderam contato, mas em 1960, eles se encontram por acaso e descobriram que desenvolveram uma grande paixão por Rock n’ Roll e Rhythm n’ Blues. Em 61, aos 18 anos, os dois se mudam para um flat em Chelsea junto com um guitarrista chamado Brian Jones. Keith e Brian planejavam montar sua própria banda enquanto Mick ainda continuava como estudante de Administração na “London School of Economics”.

Após convencerem Mick a participar do projeto, a estréia da banda como “The Rollin’ Stones” foi em 1962, no Marquee Club. A formação, além dos três, trazia Ian Stewart no piano, Dick Taylor no baixo e Tony Chapman na bateria. Bill Wyman se tornou o baixista da banda em dezembro de 62, e Charlie Watts o baterista em janeiro de 63.

A partir daí os Rolling Stones decolaram e escreveram suas próprias regras no manual do Rock n’ Roll. Enquanto os Beatles faziam de tudo para passar uma imagem de bons moços – apesar de que, nos bastidores, não serem bem assim – os Stones faziam questão de parecerem os mais rebeldes e descontrolados astros do Rock.

Nos anos 70, com o fim dos Beatles, a banda reinou absoluta, com lançamentos obrigatórios para qualquee fã de Rock n’ Roll que se preze, como o “Exile on The Main St.”, “Goats Head Soup” e “It’s Only Rock n’ Roll”, por exemplo. A partir dos anos 80, vários motivos – dentre os quais os problemas com drogas de Keith, que também estavam destruindo o relacionamento com Mick – fizeram a banda seguir irregularmente.

Em 1985, Mick lançou seu primeiro álbum solo, “She’s The Boss”, que vendeu razoavelmente bem. Ainda nesta década, o vocalista lançou seu segundo disco solo, “Primitive Cool”, produziu algumas canções da banda Living Colour, e gravou parcerias com a banda The Jacksons e com David Bowie.

Os anos 90 marcaram o retorno dos Stones com discos mais regulares – na verdade, isto foi iniciado com o álbum “Steel Wheels”, de 1989 – que culminou com a primeira apresentação da banda no Brasil, na Turnê do “Voodoo Lounge”. Em 1993 saiu o terceiro disco solo de Mick, “Wandering Spirit”, o seu único trabalho sozinho nos anos 90.

No início do novo século saiu “Goddess in The Doorway”, seu quarto álbum solo, e após isto Mick tem se dedicado exclusivamente aos Rolling Stones.

O cantor também se aventurou no campo do cinema, tendo participado de diversos filmes, como “Performance”, em 1968; “Ned Kelly”, em 1970; e “Freejack”, em 1992, dentre outros.

Em 2003 Mick foi condecorado como “Cavaleiro da Ordem do Império Britânico”, o que gerou curiosas reações de seus colegas de banda: “Qualquer outro teria sido linchado. Vinte esposas, dezoito filhos e ele foi condecorado. É fantástico!”, disse Charlie Watts. Já seu “gêmeo do mal”, Keith Richards, foi mais ferino: “isto é uma porra de honraria insignificante. Não quero estar no palco com alguém usando uma coroa e um manto velho. Não tem nada a ver com os Stones!”.

Apesar de todas as polêmicas, Mick continua sendo um dos maiores vocalistas do Rock n’ Roll, cuja contribuição para o gênero é imensurável. Assim como Elvis em seu tempo, e junto com os Beatles, os Rolling Stones foram grandes responsáveis por modelar o que conhecemos hoje como Rock. Suas composições estarão para sempre no panteão dos deuses do Rock n ‘Roll.

Mas, Mick, por favor, fique longe dos estádios de futebol, ok? Ah, e feliz 67 anos!!!


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