MUSIC RADAR PUBLICA O MAIS EXTENSO REVIEW DO “THE FINAL FRONTIER” ATÉ AGORA

22 07 2010

Fonte: Music Radar

O repórter Joe Bosso, do Music Radar, publicou a mais extensa e detalhada resenha sobre o novo disco do Iron Maiden, “The Final Frontier”.

Confira abaixo as impressões do repórter, com exclusividade aqui no IMPRENSA ROCKER!

No 15º disco de estúdio do Iron Maiden, “The Final Frontier”, a veterana banda de Heavy Metal, com 35 anos de carreira, aparece com algo extraordinário, que poderia ser muito bem revolucionário (feito extraordinário dada a idade da banda): eles se reinventam – quer eles saibam ou não, quer eles tenham planejado ou não – e durante o processo, desafiam a noção do que o Heavy Metal, ou ao menos sua contribuição para o gênero, pode ser. 

Em 2010 é um feito arrebatador. Quem esperava que o Iron Maiden, pioneiros da “NWOBHM” entre o fim dos anos 70 e começo dos 80, mudaria a arte novamente? Resposta: Não muitas pessoas exceto, talvez, seus fãs, e até eles podem ser surpreendidos pelo apogeu do grupo aqui.

Mais agressivo que o “A Matter of Life and Death”, de 2006, mas tão experimental quanto, o disco produzido por Kevin Shirley – gravado no “Compass Point”, nas Bahamas – onde trabalhos seminais, como “Piece of Mind” e “Powerslave”, foram gravados – tem sido descrito como “exigente”. Isto é um engano em certo grau, já que a música, assim como o cinema, funciona melhor quando as regras são quebradas e quando práticas aceitas são abandonadas. O Iron Maiden adicionou uma nova bifurcação na já bem caminhada estrada do Heavy Metal, e eles podem ter alterado o curso do gênero para melhor. Talvez os fãs realmente não estivessem esperando por isto, mas é que terão.

Pensem bem: Quantas vezes você assistiu a um filme ou ouviu um disco no qual você sabia exatamente o que iria acontecer de um momento para outro? Muitas vezes, e você se sentiu enganado e irá acontecer?” – e ainda assim ser positivamente arrebatado? Quase nunca. Mas nas raras ocasiões em que is acontece, você sairá fascinado, perplexo, excitado. A arte que provoca reações com estas, mais do que geralmente, passa no teste do tempo.

Em sua quarta década, o Iron Maiden criou um trabalho cheio de excitação hipnótica, estruturas não convencionais (são mudanças de forma de música em música e às vezes durante o curso de uma única canção) e visão vertiginosa. Então, se “exigente” significa que você pode não entendê-lo (e talvez este seja o ponto aqui), mas que certamente irá senti-lo, o grupo obteve um sucesso além de seus sonhos mais selvagens. 

O disco será lançado em 16 de agosto.

01. Satellite 15… The Final Frontier
Sem dúvida, uma abertura a la Jackson Pollack (Nota do tradutor: pintor norte americano do início do século XX, referência no movimento do expressionismo abstrato). A tribal e sinistra batida de Nicko McBrain sustenta ondas de desorientadas guitarras distorcidas, algumas agudas, outras rosnando e ronronando. Adrian Smith, Dave Murray e Janick Gers estão azeitando o motor… Envolvido já? 

Um primeiro verso surreal – que abrange uma guitarra cheia de eco e vocais fantasmagóricos – guia a um fuzilamento de golpes rítmicos. Então, de repente – você irá checar se não pulou para a próxima faixa por engano – a canção muda para um poderoso Rock, ornamentado por dois incandescentes solos de guitarra.

Estranho? Absolutamente petrificante? Positivo. É quase como se o Maiden tivesse duas canções que decidiram juntar. 

02. El Dorado
Após uma introdução com uma batida da banda toda, é o famoso baixo galopante de Steve Harris que informa ao ouvinte que isto é o Maiden de fato.

O grupo entra num animado e direto verso, contudo vigorosas e dissonantes linhas de guitarra entrelaçam-se. Não é antes do memorável refrão que a voz de Bruce Dickinson eleva-se até o seu tom, um tenor que te pega de jeito e que é sua marca registrada.

Um flamejante solo de guitarra de Dave Murray, cheio suaves “ligados” e “bends” que parecem querer arrancar as cordas, é um dos melhores momentos.

03. Mother of Mercy
Uma alegre introdução acústica, quase “o barroco encontra o progressivo” – pense na “Still… You Turn Me On”, do Emerson, Lake & Palmer, terá uma idéia de como é – acalma o ouvinte numa falsa sensação do que está por vir. 

Dickinson canta com paixão e expressão sobre as atrocidades da guerra no primeiro verso, que ele deixa romper quando a banda derruba a muralha no segundo verso. Sombria e agourenta, a canção marcha adiante. Todavia, há uma grandeza no som que te suga. O ritmo é como uma onda gigante que te pega e te leva embora, e quanto mais longe você vai, mais estranho – e mais excitante – as coisas ficam.

Há dois solos de guitarra, mas é o primeiro (Dave Murray?) que evoca a alma “bluesy” de David Gilmour (Pink Floyd), que realmente impressiona.

Depois que Dickinson berra “Mother of mercy/Angel of death/Taking away my last breath,”, Nicko McBrain arranca e segue num padrão de bumbo duplo que despacha a canção com considerável verve.

04. Coming Home
As palavras “Iron Maiden” e “balada” envia arrepios de ceticismo à espinha, mas nesta inventiva composição o grupo entrega o que poderia ser um genuíno hino dos estádios.

Um arpejo de guitarra gentilmente nos desliza para um dramático verso temperado com “power chords”, e refrão. As letras de Dickinson sobre descer do céu e voltar para casa são pungentes e honestamente desprovidas de sentimento piegas.

Uma sinuosa batida de riffs progressivos é seguida por um encorpado e lânguido solo de guitarra, que abre caminho para um segundo solo que é está além do frenético.

Em 1980 ninguém poderia prever que os reis do NWOBHM iriam sair com uma balada com tanto comprometimento e serenidade, mas esta pérola prova o crescimento, 30 anos depois, é possível, sim.

05. The Alchemist
Você quer uma “old school”? Desde os primeiros segundos, com o que só poderia ser um dueto de harmonias de guitarra entre Adrian Smith e Dave Murray, isto é o velho Maiden, baby.

No geral, parece ser mais ancorada pelas guitarras rítmicas, e quando Nicko McBrain faz uma clássica virada, você se impressiona em perceber que ele se conteve em fazer isto durante todo o álbum… até agora. 

Marcando 4:29, esta é a canção mais curta em “The Final Frontier”, mas é um delicioso e divertido passeio – como olhar um anuário escolar enquanto está no precipício do futuro. Oh, e há um inspirada base de riffs de guitarra dobrada que precede o refrão final – som e estilo que acenam e sorriem para dias que já se foram.

06. Isle of Avalon
Daqui em diante as canções ficam mais longas, mais viajantes e cheias de surpresas. A respeito disto, “Isle of Avalon” é abundante.

Um padrão de “hi-hat” range sob um baixo assustador e riffs de guitarra cheios de efeito, enquanto Dickinson sussurra o primeiro verso. Após um extenso e inquietante interlúdio, a banda decola em selvagens ziguezagues de passagens progressivas – é quase como um Maiden espontâneo, um Maiden “Jazz/Fusion”. Todos foram de cabeça nesta, e a telepatia musical que existe entre os integrantes, em mudanças de tempos não convencionais, é impressionante.

Um ardente solo de guitarra, que é quase reminiscente, em tom e ataque, da extensa sessão de solos de “Hangar 18” do Megadeth, mas há faíscas de inventividade e vitalidade aqui, que definitivamente o distingue como único.

Um falso refrão final é quebrado por explosões de linhas de guitarra, e só para ficar tudo em casa, McBrain bate com força em seus “tons”. Impressionante.

07. Starblind
É difícil de acreditar, mas as coisas ficam ainda mais estranhas na sétima faixa, que mostra um lado quase psicodélico da banda, que vinha, até agora, resistindo a tais influências.

Outra passagem aconchegante abre a música, mas é rápido – num segundo somos esmagados num vulcão de benevolência metálica. Mas espere, porque este passeio no inferno rapidamente muda de tempo e melodia e, como numa montanha russa, não lhe dá nem um minuto para pensar sobre por onde você acabou de passar.

As guitarras são construídas em intensidade todo o tempo; o som é brutal e cortante. Após um maravilhoso e bluesy solo, a banda para abruptamente e um novo e único riff emerge. Isto nos leva numa suruba de matança instrumental que é destruidora, para dizer o mínimo.

08. The Talisman
Enquanto você procura a definição de “talismã” (bom, para te poupar tempo: segundo o “Merriam-Webster”, é “um objeto usado para afastar o mal e trazer boa sorte” – bom tema para uma canção), apenas saiba que o Maiden apareceu com mais uma “bangueável” de proporções monstruosas.

Uma introdução com influências folk, sobre a qual Dickinson está no modo “Dickinsiniano” de contar estórias (ela mais declama o primeiro verso do que canta), é logo esmagada pela força pulverizadora da banda. Daqui para frente, Dickinson esfrangalha suas cordas vocais.

Sobre o arranjo, esta é um pastiche de “será que próxima parte pode superar esta?”, em alguns pontos não muito diferente do Rush. Um estranho solo de guitarra (Smith?) de quebrar a casa quase parece como um dos auges instrumentais, mas um segundo solo (Murray?) é banhado em blues melódico. De alguma forma, a combinação funciona maravilhosamente.   

9:03, há uma riqueza de idéias misturadas na canção – e que se fosse qualquer outra banda, alguém diria que é muita informação – mas que o Maiden tira de letra. Fascinante.

09. The Man Who Would Be King
Uma cativante e ainda assim misteriosa guitarra acústica e elétrica, que lembra “One” do Metallica, abre o que se torna uma aniquiladora máquina de riffs, que apresenta um refrão grandioso.

Mais ao fundo durante a maior parte do álbum, as linhas do baixo de Steve Harris comandam a estrutura da canção. Mas aguarde! O que está acontecendo? De repente há uma inesperada (ou já poderíamos ter previsto nesta altura?) mudança no tempo no padrão de acordes, e somos imersos numa parte que lembra – não se assuste – “No line on The Horizon” do U2.

Emaranhados linhas de guitarra se amarram, e a banda detona com uma esmagadora subida, mas não antes de um solo de guitarra que logo será um clássico do Maiden.

10. When The Wild Wind Blows
Sem dúvidas, você já ouviu falar desta composição de quase 11 minutos, escrita somente por Steve Harris, e baseada na estória em quadrinhos de Raymond Brigg, de 1982, sobre um ataque nuclear na Inglaterra, mas nada pode lhe preparar para a aventura musical que o Maiden cozinhou.

A atmosfera é, no começo, cruel e malévola, com um preciso tempo marcial tocado em unissom. Liricamente estamos num território desagradável, mas é por ser próprio da natureza da canção. 

De repente, a banda segue por uma passagem não distinta, em espírito e estrutura, da “The End” dos Beatles: cada guitarrista tem uma chance de fazer um solo, com novos tons, idéias, e melodias pipocando a cada segundo. Para o bem dos amantes das seis cordas (ou 18 cordas, como é o caso aqui), este é um banquete suntuoso.

O tempo marcial retorna e a banda, mais uma vez, segue numa multiplicidade de solos. É uma feitiçaria técnica de cair o queixo, mas cheia de paixão e raça.

Após um verso final, a visão termina… e uma rajada de vento nos traz à claridade. Que agito foi isto!


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166 responses

23 07 2010
Johnny

Nossa, eu já estou cansado de tanto cliche que eu vejo nessas resenhas. Solos flamejantes? Riffs explosivos? Porque não fazem uma descrição melhor já que são jornalistas? Estou ficando cada vez mais animado pra ouvir ‘Coming Home’ e ‘The Alchemist’, que deve ser a única que os “velhos” fãns do maiden vão gostar. A primeira faixa me parece interessante também pela introdução, a descrição que todos estão dando parece uma coisa meio thrash/death(?). Isle of Avalon parece ser boa também.

23 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Johnny! Cara, eu também estou bem curioso quanto à “Coming Home”. Me parece ser uma pérola do Bruce. Outra que estou curioso é a “When The Wild Wind Blows”. Não faltam muito tempo até podermos conferir o disco completo, rs. Grande abraço, cara, e volte sempre!

23 07 2010
Stranger_Land

a banda para abruptamente e um novo e único riff emerge. Isto nos leva numa suruba de matança instrumental que é destruidora, para dizer o mínimo.

Depois dessa não irei ler mais resenha alguma sobre o álbum…até finalmente ouvi-lo….rsrs.

23 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, meu velho, tudo certo? rs… Realmente foi uma forma, no mínimo, não ortodoxa, de se descrever a passagem – rí muito enquanto traduzia. Mas eu até gosto quando os resenhistas esquecem um pouco este lado “objetivo” ao extremo. Assim como Nelson Rodrigues, acho que há certos assuntos (no caso dele era o futebol, no meu é a música) que dispensam tanta objetividade. Ele até chamava os defensores desta técnica “super-acadêmica” de “os idiotas da objetividade”, rs. É claro que não se pode ser 100% subjetivo num review, mas na minha opinião um pouco de subjetividade é saudável e até necessária. É bom para atiçar a curiosidade do leitor. Fala a verdade: nós ficamos bem mais curiosos quando o cara diz que o disco traz “um ataque de guitarras explodindo” do que se ele falasse que “o trabalho de guitarras no álbum é bem competente”. Realmente “…suruba de matança instrumental” foi um pouco exagerado, rs. O ideal é encontrar um meio termo e mandar ver. Muito obrigado pelo comentário e volte sempre!

23 07 2010
gustavo cavalcante

bom, parece q a maioria das musicas vão estar boas.
Por que essas duas q sairam ai (el dorado e the final frontier),
não são boas em nada só o refrão q chama a atenção em ambas
as musicas.

23 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavo, tudo beleza? Bom, eu achei a “El Dorado” uma ótima música, já a “Satellite 15…The Final Frontier”, pelo vídeo, ainda não me cativou, mas espero um discaço, rs. Estou principalmente curioso quanto a “Coming Home” e a “When The Wild Wind Blows”. Vamos ver o que a Donzela nos traz, meu velho. Muito obrigado pela visita e volte sempre!

23 07 2010
lucio

Olá! Primeira vez que visisto o blog!! Eu achei El Dorado e Final frontier muito boas!! Em geral, sempre fico curioso para ouvir as composições do A. Smith, mas nesse disco ele está em várias músicas! Ou seja, não tem erro!! Será um belo disco, tenho certeza! E parabém aí pela tradução; muito boa

24 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Lucio, tudo certo? Realmente o Adrian é fora de série – inclusive acho o vocal dele muito foda. Eu espero um grande disco deles – não sei se será tudo isto que o resenhista disse que é – e estou particularmente curioso quanto a “Coming Home” e a “When The Wild Wind Blows”. Muito obrigado pelos elogios, cara. Volte sempre aqui no blog!

23 07 2010
Diego Paulo

Ainda lembro que há bem pouco tempo atrás criticavam o Maiden pela falta de inovações nos álbuns. Parece que esse Final Frontier seguirá na linha de A Matter of Life and Death, mas com ainda mais experimentações. Eu acho fantástico. Eu não quero um novo Powerslave. Esse disco já tenho, já ouvi. É ótimo ter a oportunidade de ver sua banda favorita arriscar-se por caminhos não tão familiares aos próprios ouvintes. Fica muito menos enjoativo de se acompanhar uma carreira artística.

Sobre o disco de forma mais objetiva: El Dorado e Final Frontier, especialmente a primeira, são muito boas. E a segunda surpreende, porque nos últimos anos o Maiden tinha feito péssimas introduções de discos. Até o “A Matter of…”, que para mim é um clássico, tem uma primeira faixa podre.

Espero um – mais um! – baita disco desses caras que acompanharam praticamente toda minha vida até aqui.

24 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Diego, tudo bem? Velho, você disse tudo. Eu também acho ótimo o iron estar seguindo novas direções, arriscando e experimentando. Como você mesmo disse, todos já temos o “Powerslave”, “Piece of Mind”, “Seveth Son…”, etc. Particularmente, gostei da “El Dorado” e gostei também da “”Satellite 15…” – um pouco menos do que da primeira – mas se eles realmente vierem com o disco no nível que o resenhista falou, vão merecer virar uma religião de fato, rs. Grande abraço, cara, e volte sempre!

24 07 2010
iron-666

Se realmente seguir as palavras do cara… vai ser realmente um album memoravel…espero que sim… bom… quanto as duas que “sairam” curti bastante as duas… bem diferentes uma da outra mas gostei das duas.
UP THE IRON’S!

24 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, cara, tudo beleza? É verdade… Se o disco for isso tudo que o resenhista falou, vai ser histórico. Espero um grande disco, mas não sei se será tudo isso que o autor disse que é. O jeito é esperar para ver o que o iron nos traz. Obrigado pela visita e volte sempre, cara!

24 07 2010
Art Snow

E aí Gabriel, espero que esteja tudo bem contigo cara. Estão muito exageradas essas resenhas não? Parece que será a oitava maravilha do mundo esse disco, mas o elogio do cara pra EL DORADO já mostra que há um certo exagero nos comentários do resenhista, afinal não achei a faixa essa brastemp toda não, é legal, mas achei o refrão meio fora do restante da canção, o que pega é que as vezes quem está resenhando nem costuma ouvir tanto a banda, claro existem exeções, mas o que as vezes é complicado é quando lemos em vários lugares que o disco é sobrenatural e quando ouvimos não é bem isso que descreveram, espero estar errado mas eu ainda ando com o pé atrás com a banda nos últimos 7 anos.Tomara que mudem minha opinião e me surpreendam positivamente.Fico no aguardo, um abraço cara.

24 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Art, tudo certo com você? Velho, eu fiquei com a mesma impressão que você. O autor praticamente está prometendo um “Sgt. Peppers” Heavy Metal, rs. Gostei da “El Dorado” e da “Satellite 15…”, mas não acho que é essa “obra prima” que o autor disse. Continuo esperando um discaço deles, mas se realmente for tudo isso que o cara falou, o Maiden merece ser canonizado, rs. Abração, meu velho!

24 07 2010
eduardo

Até agora pelo que foi mostrado Satélite 15 e El Dorado estou bem animado, achei as duas músicas muito bacanas, achei bem Iron Maiden mesmo e não vejo a hora do dia 16/08 chegar logo, estou numa puta expectativa pra conferir as outras músicas. Não sei esse The Final Frontier vai se tornar um classico da banda isso só o tempo dirá mas que tá com pinta de discão isso tá mesmo.

24 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Eduardo, tudo certo? Cara, eu também tenho uma grande expectiva com relação a este disco. Estou ansioso, principalmente, pela “Coming Home” e pela “When The Wild Wind Blows”. O jeito é esperar, rs. Falta pouco… Abração, cara, e volte sempre!

24 07 2010
Henri

Eu gosto de ler essas resenhas por mais metaforicas e inentendiveis que sejam. Espero um bom album como acho o Dance Of Death e o Brave New World (o Matter eh bacana, mas meiopra baixo). Acho que se tivesse que mudar algo nesse album que nem ouvi, provalvelmente seria o produtor.

Obrigado pela tradução.!

24 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Henri, tudo certo? Primeiramente, muito obrigado pelos elogios. Pois é, meu velho, como disse abaixo, eu até gosto quando os resenhistas dão uma “viajada” de vez em quando. Do contrário o texto fica muito frio, o que realmente não combina com artes em geral. Eu espero também um ótimo disco, mas se vier como o autor aí disse, com certeza será surpreeendente. Concordo com você: acho que está na hora do Maiden trabalhar com um outro produtor. Abração, meu velho, e volte sempre!

24 07 2010
jorge

Pelo menos essa resenha e positiva….. (não entendo a crítica, os caras sempre preferem “malhar o pau” nas bandas, tipo criança pra chamar atenção…)

AbraSOM

24 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Jorge, beleza? Das resenhas que li, a maioria foi elogiosa, mas não acho que os que criticam o façam para chamar a atenção. Um resenha é uma opinião pessoal, não uma especulação do autor sobre o que o fã vai achar. Se o cara não goistou, tem mais é que dizer que não gostou mesmo. Como disse, a maioria das resenhas tem sido elogiosa, mas prefiro esperar o lançamento para conferir por mim mesmo. Para você ter uma idéia das diferenças de percepções, no site “Sll Music Guide”, o “AMOLAD” está classificado com “três estrelas”, enquanto o “Fear of The Dark” está avaliado com “duas estrelas” – com certeza não é a opinião de 90% dos fãs. Grande abraço, Jorge, e volte sempre!

24 07 2010
Ricardo tadeu

Cara, me parece que nós fãs, iremos ter uma grande surpresa, a espectativa é enorme, com certeza deve ser uns dos melhores albuns da banda.!
Vamos acreditar e nos divertir, os ‘REALS FANS”, vão se apaixonar e tudo o
que penso e aguardo.
UP THE IRONS, always…” GOD BLESS THEM…”

24 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Ricardo! Espero que o Iron venha, sim, com um álbum tão bom quanto o autor da resenha diz que é. Gostei da “El Dorado” e da “Satellite 15…” – mesmo que um pouco menos – mas estou confiante de que eles nos presentearão com uma grande disco. Quem viver, verá, rs. Grande abraço, cara, e volte sempre!

24 07 2010
Edson

bom, eu prefiro estilo 80′ do maiden mas tb concordo que mudanças tb são sempre bem vidas, mas o negócio é saber ser criativo e ter qualidade até pq criatividade não é sinonimo de qualidade pra mim. Se for pra lançar um novo amolad eu prefiro o velho estilo do maiden pois como todo mundo sabe em time que se ganha não se mexe.
blog tá de parabéns!

24 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Edson, tudo certo? Você está certo. Não é qualquer “loucura” que pode ser avaliado como boa, ams acho que, de vez em quando, é interessante mexer em time que está ganhando, rs. Por exemplo, preferia ganhar uns dois campeonatos com um time jogando bonito, do que ganhar tudo jogando na retranca, rs. Mas no geral concordo com você. Obrigado pelos elogios e volte sempre, cara!

24 07 2010
Ricardo

“Maiden jazz/fusion”?? Rapaz, isso parece interessante!!

E, pelo jeito, Coming Home vai acabar virando o carro-chefe desse cd de tão elogiada… muitos vão discordar de mim, mas o Maiden sabe fazer baladas excelentes.

24 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Ricardo, tudo beleza? Pois é, cara, estou curioso para conferir isto tudo. Quanto às baladas, concordo inteiramente com você. “Remember Tomorrow”, “Children of The Damned”, “Wasting Love”, “Journeyman”: não se pode negar que o Maiden faz grandes “Power Ballads”. Obrigado pela visita e volte sempre, meu velho!

25 07 2010
Andre

Tenho boas expectativas qto ao album…. mas so da opiniao q o amiden agora é um amiden de grandes composições, mas que são, se comparadas as antigas (mais simplorias talvez) menos cativantes

25 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, André, tudo bem? Realmente o Maiden já há algum tempo vem mudando de direcionamento musical, mas não acho que seja menos cativante. Após muito tempo, voltei a fazer algo que não fazia: ouvir música em meu quarto, lendo as letras e as interpretando. Posso te assegurar que, desta forma, as canções do Maiden – que têm letras belíssimas – atingem outro nível. (Re) Descobrí este prazer recentemente – incrível como o cotidiano corrido acaba nos privando de prazeres como este – e espero não mais largá-lo, rs. É isso, cara, muito obrigado pela visita e volte sempre!

25 07 2010
Matheus

Não to animado não hein…

25 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Matheus, beleza? Velho, eu tô animado, mas é claro que prefiro aguardar o lançamento para emitir qualquer opinião. Mas acho que vem um grande disco por aí. Tenho quase certeza de que não será uma “revolução musical”, como o autor, falou, mas tenho grandes expectativas para o “Fonal Frontier”. Obrigado pelo comentário evolte sempre, cara!

26 07 2010
João Marcelo

Já é uma década ouvindo eses caras e tenho certeza que eles não irão me decepcionar.. Ou vão né rsrsrs(zueira). A julgar pelas duas músicas disponibilizadas até o momento, acredito que teremos um album digno de levar o nome da Donzela e suas músicas estarão entre as melhores da banda. Ambas são boas. No entanto, gostei mais do refrão de Eldorado que é bem mais marcante e forte do que The Final Frontier, mas o desenrolar desta no que tange as linhas vocais do Bruce, ficaram mais expressivas. A letra dela é linda e passa a idéia de q banda ñ vai continuar por mt+tempo(tomara que eu esteja errado). Contudo faltou um pouco mais de “energy” nessa música, por se tratar de uma faixa de abertura. Assim cm vc a que estou aguardando cm grande ansiedade é ” Coming Home” já que sou apaixonado pelas ” Metals Balads” do Iron! ” Children of the Damned” esta entre as melhores pra mim dentre outras cm “Afraid To Shoot Strangers” por exemplo. ” Mother Of Mercy” tb me desperta mta ansiedade tb e parece ser na linha de ” The Longest Day ” q é outra deslumbrante música. No geral o disco agradará uns sim outros ñ. Normal. Certas mudanças fazem partes das nossas vidas e nese sentido acredito que teremos músicas bem diferentes e surpreendentes cm tivemos nos dois últimos, tipo “Rainmaiker” e ” Out Of Shandows” que agradei d+! Aguardaremos. Up The Irons!!!

26 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, João, tudo certo? Cara, você está certíssimo! Acho que o “Fial Frontier” será, sim, um grande disco. Bcho, e você foi em cim: “Children of The Damned” é um hino! O rif do refrão dela é espetacular! Simples, direto e lindo. Sua interpretação da letra de “Final Frontier” é bem interessante; vamos torcer para que realmente nao seja isto… Grande abraço, meu velho, e volte sempre!

26 07 2010
leonardomeimes

Realmente esses resenhistas estão mais preocupados com a poeticidade de suas resenhas do que com a banda e as músicas. Essas resenhas só servem para aumentar a expectativa, porque não tem como ter uma idéia certa sobre como será o CD, só ouvindo.

“num segundo somos esmagados num vulcão de benevolência metálica.” o resenhista deve ter gozado depois dessa frase ahahahhaahha

26 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Leonardo, beleza? rs… Ri muito quando você escreveu: “o resenhista deve ter gozado depois dessa frase”. Realmente, de vez em quando, eles exageram, mas ainda permaneço um defensor deste estilo mais subjetivo. Como disse antes, o ideal é se encontrar um meio termo, nem oito nem oitenta. Senão teríamos poesias ou teses acadêmicas, so invés de resenhas, rs. Obrigado pela visita e volte sempre, meu velho!

31 07 2010
Gustavo Cavalcante

Oi, gente saudações à todos… Me desculpem quando eu disse
que a “El Dorado e a The Final Frontier” não eram boas musicas
em nada, mas na verdade é o contrário. Particularmente eu gostei
mais da “The Final Frontier” q tem um instrumental fantastico. E
FALTAM 17 DIAS PRO LANÇAMENTO DO ARBUM HEADBAGERS MARDITOS !!!

31 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavo! Eu também curti as duas, com uma pequena prefrência para “El Dorado”. Faltam 17 dias!!! Abração, meu velho!

1 08 2010
Bruno

aaaaa…cansei de ler essas resenhas sabe? nao ha duvidas q o album vai ser a mesma chatisse dos recentes antecessores, a banda mudou. ponto. tem gente q insiste em gostar mas os fãs mais tradicionais ficaram orfaos =/
e antes de me apedrejar, pense…quantas ”excelentes” introduçoes de dedilhado baixo + guitar, durando 300 minutos, voce teve q engolir antes de começar alguma musica mesmo…desde os tempos do fear of the dark isso ocorre de maneira ridiculamente previsivel, abusivo ^^
e essas mil e uma mudanças de climas e ritmos hein? mto veem genialidade, arte ( –”’) eu vejo como incongruencia e chatisse.

2 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, bruno, tudo beleza? Bicho, me permita descordar de você, rs. Como já falei aqui antes, acho bem interessante esse novo direcionamento que a banda vem tomando – e me considero um fã tradicional: 20 anos de Maiden. Não acho que no “Fear” tenha muitas destas músicas que sejam “intro lentas e depois a música começa”; me lembro de “Afraid To Shoot Strangers”, que uma tremenda música; “Fear…”, que é outra grande música. Sinceramente, não vejo mal em intros longas ou curtas, me importo com a música inteira. Mas concordo com você que diversas mudanças de andamento e climas não significam, necessariamente, que são obras primas. Quanto ao “Final Frontier”, continuo ansioso para escutar; quem sabe você se surpreende, hein? Grande abraço, meu velho, e volte sempre!

2 08 2010
Gustavo Cavalcante

Gabriel, concordo contigo no q disse a respeito das “intro lentas e depois a música começa”; do maiden, o q importa é q a musica seja boa não
é mesmo. Esse tal bruno aí foi errado ao dizer “nao ha duvidas q o album vai ser a mesma chatisse dos recentes antecessores, a banda mudou. ponto”. Pq ele
não fala isso dos álbuns do AC/DC, MOTORHEAD, MANOWAR e outras bandas
por ai. E FALTAM DUAS SEMANAS PRO NOSSO LANCHINHO FICAR DISPONÍVEL
PARA A GENTE SE DELICIAR !

2 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavo! Concordo com você, cara. Apesar de não achar que ele esteja errado (é a opinião dele), não concordo que os últimos discos tem sido ruins. Tá chegando, cara! Dia 16 é dia de ir às compras, rs. Abração, meu velho!

2 08 2010
Bruno

entao, mas foi a partir do fear q começou essa onda de repetir repetir e nao chegar a lugar algum, em todos os sucessores. ouça-os e conte quantasmusicas tem esse artificio ^^
e sim….afraid eh uma grande musica….depois q vc avança os interminaveis minutos introdutorios….falando em repetiçao, ouça o brave new world.. eh irritante a forma como sao feitos os refroes e tal..repetindo as frases… (your time will come….in a brave new world…show them no fear show them no pain…out of the silent planet..etc etc etc) eh de indignar q mtos ainda defendem essa nova era do iron.
sei q ha momentos bons em cada um dos albuns recentes, logico, mas a minha revolta ja foi exposta ai, e nao adianta fechar os olhos (ouvidos?? ahahh) pq eu nao to inventando nada
nao nao, eu nao odeio iron, pelo contrario. gosto muito toco ha anos num cover enfim…nao kero aki avacalhar a banda…so expressar uma certa agonia com aqueles q exaltam esse novo iron. e sim, eu sei q eh esse rumo q as coisas tomaram..e eles nao voltarao atras.
mas…se a banda tivesse começado sua carreira com essa discografia recente (virtual xi, brave, dance etc ) duvido q eles chegariam onde chegaram.
abraço

2 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Bruno! Bicho, continuo discordando de você (não acho que você está errado, só tem uma opinião diferente), rs. Os refrões repetitivos já exisitiam antes – confesso que em menor quantidade, mas já existiam , por exemplo, “Run To The Hills”, “Children of The Damned”, “Invaders” – todos do mesmo álbum. Acho que você tem todo o direito de não gostar desta fase do Maiden, só acho equivocado você se indignar com os que gostam e a defendem. O gosto é subjetivo, não tem como dizer quem está certo ou errado. E discordo também que se o Maiden tivesse começado sua carreira com os últimos discos não teria chegado onde estão. O lance é que todas as bandas e artistas que são gigantes e entraram para história, além de qualidade, têm algo em comum: foram desbravadores. Quem são os maiores do Rock n’ Roll? Elvis, Chuck Berry, Jerry Lee Lewis; da Beat Music? Beatles, Stones, Beach Boys, etc; Hard Rock? Zeppelin, Purple, Kiss… enfim, não existe e nunca vai existir, por exemplo, uma banda de Heavy Metal Tradicional que seja tão grande quanto os primeiros, porque quando o estilo explode, são os artistas da época que entrarão para a história. Os seguintes podem fazer sucesso, terem muita qualidade, mas nunca serão tão grandes quantos os primeiros. Seria uma experiência bem interessante de se fazer até, só que impossível, rs: inverter a discografia do Iron. O que os “fãs tradicionais” diriam do “The Number…” “Piece of Mind” e “Powerslave” se eles tivessem sido lançados nesta década, enquanto “X Factor”, “Virtual XI”, “Brave…”, Dance of Death” e “AMOLAD” tivessem sido lançados na década de 80? Que viagem, rs… Meu velho, mais uma vez obrigado por participar aqui do nosso debate e volte sempre!

2 08 2010
Bruno

eh…foi uma bela viagem, seria legal saber o resultado ^^
entao, vc disse td, nao eh pq a opiniao da galera eh diferente q eles estao errados….num to querendo impor opiniao ou mudar o pensamento de quem defende o iron atual ^^

mas, quanto a repetiçao…obivo q refroes sao repetidos,,,,mas os q vc citou (e 90% de td refrao oras ^^ ) nao ficam insistindo 16 vezes EM UMA FRASE APENAS… primeira vez q percebi isso, mulekinho ainda, foi ”show them no fear show them no pain”…nao da pra engolir
children of the damned repete, mas tem todo o trabalho da voz, fica bom…
enfim
vou parar por aki…justamente pra nao me repetir muito tambem auhuhruhuhr
abraço

3 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Bruno, beleza? Não se preocupe em terminar a conversa, não, meu velho. São bate-papos como estes que valem à pena. Concordo que é chato uma frase que se repete 1500 vezes, mas (e vou ser apedrejado aqui) sabia que eu até gosto de “The Angel and The Gambler” e aquele refrão minimalista, rs? Enfim, nem toda música agrada uma pessoa 100%. Às vezes você gosta de uma coisa na música e acha outra mais ou menos, ou mesmo não gosta. O todo é o que vai contar para você se decidir se vai querer ouvir a música novamente. A própria “The Angel and The Gambler” tem um refrão meio chato, mas gosto muito do resto da música (uma levadazinha Hard Rock que eu acho do caralho!), com o gordão lá suando frio pra cantar o verso inteiro, rs. Já outras, como “Chains of Misery”, na minha opinião, tem o refrão melhor que a melodia das estrofes. Se não fosse por aquele refrão, seria uma música bem mais ou menos. Enfim, você tem uma infinidade de possibilidades: “The Rime of The Ancient Mariner”, por exemplo, não tem refrão; O refrão de “The Trooper” é “ôôôôôôô”, rs… Como falei, acho que é o todo da canção que vai contar para resolvermos escutá-la novamente, e eu acho que as músicas novas do Iron ainda merecem muitos aplausos. Grande abraço, meu velho!

4 08 2010
Charlie Jucá

Acho muito difícil esse disco superar o AMOLAD que, pra mim, é um trabalho excepcional e de muita personalidade, mas espero que eu venha a me surpreender pra melhor. Quanto às mudanças musicais, eu acho que isso sempre foi uma constante na carreira da banda. Powerslave, Somewhere In Time e Seventh Son são, por exemplo, discos com sonoridades bem distintas. Desde o SIT o Iron vem alterando o seu som. Não vejo isso como uma novidade. Aliás, pra falar a verdade, desde o Brave New World é que as mudanças têm diminuido. Os 3 últimos discos têm uma certa semelhança. Já os 3 dos anos 80 citados são mais distintos entre si. De qualquer forma, a banda vem melhorando cada vez mais desde o retorno de Bruce. Na minha opinião o Brave New World foi superado pelo Dance Of Death que, por sua vez, foi superado pelo AMOLAD. Ver o The Final Frontier superando o AMOLAD será uma grande felicidade. Vamos torcer! Como diziam nos anos 80: “Iron Maiden. Ame-o ou deixe-o”.

4 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Charlie! Concordo plenamente com você quando diz que o Iron vem lançando ótimos discos, mas discordo num ponto: na minha opinião o “AMOLAD” não é tão bom quanto o “Brave Ne World” e o “Dance of Death” – especialmnte o “Brave…” que é um dos meus preferidos. E você tem razão ai dizer que desde o “Somewhere…” o Iron vem mudando um pouco de disco para disco. “O Seventh Son…” tem um clima Progressivo que os outros não têm; já o “No Prayer…” é Hard Rock até o osso; O “Fear…” já voltou mais prum Heavy bem pesado; O “X Factor” é o mais sombrio e sorturno disco do Maiden; e por aí vai. O Maiden sempre buscou nova direções ao longo de sua carreira, o que para mim é motivo mais que suficinte para ser sempre respeitada. Grande abraço, cara, e volte sempre!

5 08 2010
Gustavo cavalcante

Qual o melhor disco do IRON MAIDEN ?
Na minha opinião é SEVENTH SON OF A SEVENTH SON E THE FINAL FRONTIER,
e prara voces ?

5 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavo! Meu disco preferido do Iron muda de acordo com meu humor, rs, mas posso dizer que “No Prayer…” e o “The Number…” estão sempre entre os mais tocados aqui em casa. Agora me diz uma coisa, onde você conseguiu o “The Final Frontier”? Manda a dica pro pessoal aqui. Grande abraço, cara, e volte sempre!

6 08 2010
Gustavo Cavalcante

Truques antigos de uma velha raposa, entede?, meu chapa.
Agora digam as 10 melhores musicas do MAIDEN. para mim são:

1 – THE WICKER MAN

2 – WRATHCHILD

3 – STRANGER IN A STRANGE LAND

4 – THE NUMBER OF THE BEAST

5 – ISLE OF AVALON (THE FINAL FRONTIER)

6 – WHEN THE WILD WIND BLOWS (THE FINAL FRONTIER)

7 -THE EVIL THAT MAN DO

8 – WASTED YEARS

9 – THAT GIRL (LADO B DO DISCO SOMEWHERE IN TIME)

10 – THE TALISMAN (THE FINAL FRONTIER)

6 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavo! Pô, cara, passa a dica aí. Se não quiser divulgar nos comentários, manda pro email do blog (imprensarocker@gmail.com). Quantos às 10 melhores, na minha opinião, é como a lista de melhores discos: muda o tempo todo. “Wasted Years”, “Flight of Icarus”, “Killers” e “Children of The Damned” são algumas que geralmente estão entre as minhas preferidas, mas não saberia fazer uma lista das 10 melhores. Grande abraço, meu velho!

7 08 2010
Gustavo Cavalcante

Há, há, há, há, há, há. Brincadeirinha, Gabriel eu ainda
não consegui as musicas do TFF ainda não, meu chapa.
Mas só q tem uma coisa, eu consegui ouvir aqueles
samples q o site WHIPLASH disponibilizou
com algumas partes das músicas
do FINAL FRONTIER, e pelo q ouvi as novas
musicas do MAIDEN estão uma verdadeira porcaria.
E se voce e outros fãs do maiden estão esperando
musicas históricas do metal pode esquecer, mas
como são apenas samples vamos esperar para ouvir
as musicas inteiras desse album.
E FALTAM APENAS 9 DIAS. UP THE IRONS!!!

7 08 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Pô, cara, tá enganando a gente? Olha, a gente publicou uma matéria com os sampes também, e eu gostei, cara. Tô esperando o lançamento para ouvir tudo, até porque samples de 30 segundos de músicas com 8, 9, e 10 minutos não é nada. Grande abraço, meu velho!

8 08 2010
Gustavo cavalcante

É verdade, voce tem absoluta razão, Gabriel. Pelas samples
q eu ouvi a musica q chamou mais atenção foi a EL DORADO
mesmo por que resto eu odiei. Caro Gabriel eu queria q voce
me contasse como são as musicas do album NO PRAYER FOR …
do MAIDEN, ja q voce escuta tanto este album,
por q eu ainda não tenho todas musicas desse album,
eu queria q voce me diga como é a musica PUBLIC ENEMA NUMBER ONE, HOOKS IN YOU. E eu queria saber Gabriel o q ta acontecendo com o pessoal
q postava direto aqui neste blog, parece q só existe nós dois aqui postando,
cade os outros manos estamos solitarios. rsrsrsrs. Um abraço a ti, meu chapa. E FALTAM 8 DIAS

8 08 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Fala, Gustavo, tudo certo com você, cara? Bicho, o “No Prayer…”, pra mim, é um dos melhores disco do Iron. Se você ainda não teve a oportunidade de ouvir, corra atrás, meu velho, porque é bom demais. “Holy Smoke” é uma das minhas músicas preferidas, junto com “Tailgunner” e “Hooks in You”. “Public Enema Number One” é ótima também, e segue o estilo do disco: Heavy mais cru, bem parecido com o que Bruce fez no “Tattoed Millionaire”. Pois é, cara, acho que o pessoal tá fugindo do frio, rs, mas qualquer hora eles voltam. Abração, cara!!!

9 08 2010
Gustavo Cavalcante

Voltei d novo Gabriel, me diz ai qual dos 3 guitarristas do
MAIDEN é o seu preferido. O meu é DAVE MURRAY.
E queria saber se voce gosta das musicas do MAIDEN da era
PAUL DI’ANNO eu amo elas principalmente a WRATHCHILD,
CHARLOTTE THE HARLOT, MURDERS IN THE RUE MORGUE,
e outras… queria saber tbem a cidade q voce mora, MAS
NÃO VAI PENSAR Q EU SOU GAY HEIN CARA PELO AMOR
DE DEUS… rsrs é pq é sempre legal compartilhar ideias
com pessoas q gostam das coisas q voce gosta. E qual é
sua banda preferida é o MAIDEN ou é outra banda. Um abraço…

9 08 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Fala Gustavo! Pode deixar que eu não acho que você é gay, não, cara, rs. Bicho, eu adoro a fase Paul D’ianno! Minhas preferidas são “Prowler”, “Killers”, “Running Free”, Phamtom of the Opera”, “Muders in The Rue Morgue” e mais uma porrada. Quanto aos guitarristas eu devo ser uma minoria absoluta, porque meu guitarrista preferido é o Janick Gers; ele tem uma pegada mais Rock n’ Roll, mais suja, com solos mais paletados e menos ligados, que me agradam muito. Moro em SP, mas sou da Bahia; estou morando aqui há um pouco mais de cinco meses. Bandas preferidas tenho várias, mas aquelas duas do coração que, que a gente nunca sabe o motivos de gostarmos tanto, é o Kiss e os Beatles, mas quase emptadas com elas vêm o Iron, Tom Petty, Rolling Stones, Cheap Trick, Guns n’ Roses, Meat Loaf, Whitesnake, AC/DC e mais dezenas de outras. Como deu pra perceber, eu sou chegado numa velharia, rs. Abração, meu velho!

9 08 2010
eduardo

Caramba eu estava conferindo os samples das novas musicas do Maiden e pelo pouco que ouvi esse The Final Frontier vai ser monstruoso o começo da Satélite 15 impressiona ta bem pesadona, Coming Home meu Deus que música é está tá perfeita mesmo parece até música da carreira solo do Bruce, Isle of Avalon tem um começo maravilhoso aí vc fica pensando ” Putz vem coisa boa por aí, Starblind tb me deixou com uma ótima impressão, El Dorado tb está detonando e pra fechar a ultima musica tem tudo pra se tornar clássica. The Final Frontier tem tudo pra se tornar o melhor álbum do Maiden desde Fear of The Dark brincando.

9 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala Eduardo, tudo certo? Cara, eu tô com uma expectativa enorme quanto ao “Final Frontier” também. Pelos samples, eu achei do caralho, mas como escrevi antes, não podemos nos basear em samples de 30 segundos para avliar canções de 8, 9, 10 minutos. Dia 16 está chegando! Obrigado pela visita e volte sempre, meu velho!

9 08 2010
eduardo

Concordo que não podemos nos basear em samples de 30 segundos como vc mesmo disse, até pq as músicas em sua maioria beiram aos 8 e 9 minutos. O que eu quiz dizer é que fazia muito tempo que eu não ouvia um Maiden tão cheio de energia, tão consistente esses caras são igual a vinho quanto mais velho melhor. A expectativa para The Final Frontier está bem alta, pelo que pude perceber há de tudo no álbum baladas, músicas mais rapidas, aqueles épicos que só o Sr. Harris consegue fazer, aquela rifferama maravilhosa enfim, na minha opinião pra quem é fan da Donzela The Final Frontier tem tudo pra agradar a todos é muito bom saber que o Maiden está sempre se reinventando. O salto de qualidade do A matter of life…para o The Final Frontier será monstruoso. Este álbum tem tudo pra brilhar já na fantastica discografia do Maiden. Falta pouco dia 16/08 está logo aí. Um abraço. UP THE IRONS…

9 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Eduardo! Velho, não poderia concordar mais com você. Acho que o Maiden vai surpreender todo mundo com o “Final Frontier”. Faltam sete dias, rs. Grande abraço, cara!

10 08 2010
Ícaro

As musicas do The Finel Frontier já vazaram… O link está no site Iron Maiden Brasil… Vou só dizer uma coisa: CLÁSSICO!

10 08 2010
Gabriel Gonçalves

Baixar ou não baixar, eis a questão, rs.

10 08 2010
Gustavo Cavalcante

Hã? fala sério?. ja vazou as musicas do TFF?
mentira? e as musicas já são CLÁSSICOS? q bom.
A para conta outra piada aí o Ícaro!, é verdade mesmo
o Gabriel? rs…é verdade mesmo isso q o Ícaro
ou melhor dizendo o FLIGHT OF ÍCARO disse rs…
(um trocadilho) se for verdade mesmo vou tratar
de baixar as musicas agorinha mesmo quer ver?
fui… rs.

10 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavo! Pois é, cara, vazaram mesmo; o disco interinho. Se você baixar, depois conta aqui suas impressões sobre o álbum, meu velho. Abração!

10 08 2010
Gustavo Cavalcante

Uh!!!!!!!!!!!!! voltei d novo cara, q classico a música
WHEN THE WILD WIND BLOWS Q SOLO FANTASTICO
Q O SMITH FAZ NELA, EU FIQUEI SUPER EXCITADO
COM O SOLO DELE. OLHA EU DIGO UMA COISA A VOCES
ESSA MUSICA PRA MIM JA É UM CLASSICO
(ESPETACULAR, DEMAIS, FANTASTICA MUSICA!!!!!!) OHHHHHHH
IRON MAIDEN A MELHOR BANDA DE HEAVY METAL
Q JA EXISTIU NAS GALAXIAS DESSE UNIVERSO,
AH tbem gostei da mother of mercy excelente musica
com OUTRO BELO SOLO MEU DEUS DO CÉU, o q MAIDEN
fez na WHEN THE WILD WIND BLOWS caraca é a MELOR MUSICA
DE HEAVY METAL DESSA DÉCADA MEU DEUS O Q É AQUILO,
os q não gostarem dessa musica e querer me xingar de loco,
vai toma naquele lugar. MMMAAAIIIDDDEEENNN! UP THE IRONS!!!

10 08 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Caramba, Gustavo, gostou mesmo do disco, hein? Então, cara, conta mais aí pra gente. Como é a “Coming Home”? Abração, meu velho!

10 08 2010
Gustavo Cavalcante

Não perai meu caro Gabriel, eu não gostei do disco
por inteiro até pq eu ñ tenho ainda todas as musicas
do album, mas quanto a “Coming Home”, eu ñ baixei
ela ainda, mas a “When The Wild Wind Blows”,cara
ela é muito boooaaa mesmo, é uma das melhores
musicas do MAIDEN q ja ouvi e acredite se quiser
neste momento ela é a música favorita do MAIDEN,
do álbum e do heavy metal. outra música q gostei
muito é a “Mother Of Mercy”, essa tbém é muito
ótima com um BELISSÍMO SOLO, e quanto à
“Isle Of Avalon e The Alchemist”, ñ me agradaram ainda
achei ambas bem fracas. E ai voce ñ conseguiu baixar
as músicas ainda ñ cara, todas elas tão disponível no ARES
ou voce vai comprara o CD. Grande abraço. UP THE IRONS!

10 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavo! Bicho, não resisti e baixei, rs. Fiquei nocauteado pelo disco, cara. “When The Wild Wind Blows” é nada menos que fantástica! O curioso é que agora, mesmo já sabendo como o disco é, estou mais ansioso ainda para ouvir o CD, lendo as letras, vendos os detalhes dos desenhos, etc. A contagem regressiva continua, rs. Abração, meu velho!

10 08 2010
eduardo

MINHA NOSSA SENHORA DA APARECIDA, MEU DEUS que espetáculo de disco agora as coisas estão nos seus devidos lugares isso é Iron Maiden na sua essência ou seja sempre aliando melodia com um Heavy Metal de primeira, antes de mais nada gostaria de falar que Final Frontier está du caralho a pegada está maravilhosa, os riffs, os solos tudo está realmente fazendo valer a pena, baixei o CD inteiro(prometi pra mim mesmo mas não aguentei) e devo lhes dizer tranquilamente que é o melhor álbum do Maiden pós Fear of The Dark sem exagero algum. Como comentei em outro post fazia tempo que eu não ouvia um Maiden tão consistente, tão verdadeiro acho que Steve Harris devia uma para nós fans, o ultimo disco que gostei foi o Brave New World já nos longiquos anos 2000, mas essa demora valeu a pena. Quanto as músicas é uma mais foda que a outra destaque para a faixa de abertura Satélite 15 com uma introdução bombástica peso puro, El Dorado já está disponivel faz tempo todos já conhecem, Mother of Mercy tb está muito loka o refrão gruda na mente e o andamento dela impressiona, Coming Home está perfeita em certos momentos chega a emocionar e igualmente estão Isle of Avalon, Starblind que fazem uma dobradinha bem ferrada. Quanto a Alchemist é a mais rápida do disco achei uma boa musica e agora pra fechar vem ela a magnanima e estupenda When The Wild Wind Blows que na minha opinião é uma das melhores musicas já compostas por Steve harris uma verdadeira obra-prima. è isso galera acho que me estendi um pouco, quem ainda não conferiu é só ir atras tenho certeza que não se arrependerá. Um abraço…

10 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Eduardo! Cara, eu fiquei impressionado pelo disco também. Mal vejo a hora de ver esse material ao vivo. E você disse tudo: “When The Wild Wind Blows” está, com certeza, dentre as melhores canções compostas por Steve Harris. Grande abraço, meu velho!

10 08 2010
Gustavo Cavalvante

Mas e aí Gabriel, das q voice baixou qual
é a mais fodona é a “When The Wild Wind Blows”
mesmo?. Pq das q eu baixei só a When The Wild…
me agradou, o Adrian Smith tá simplesmente
humilhando Dave Murray e o Janick Gers, com seus
solos atomicos e precisos, Para mim ele (Adrian Smith)
é de longe destaque do álbum disparado, já q o
Bruce ñ me parecemuito inspirado nesse album. Mas
voltando no assunto musica, eu na minha opinião
achei “Isle Of Avalon, The Alchemist E Coming Home”,
muito fracas em relação à El Dorado, Satellite 15…,
When The Wild…, já Starblind, The Talisman e
The Man Who Would Be King eu ñ posso julga-las
ainda pq eu ñ as tenho. Enfim enquanto isso viva
o IRON MAIDEN rs. Um abraço a todos. fui…

11 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavão! Olha, em uma primeira ouvida, “When The Wild Wind Blows” me deixou de cara, mas achei todas as músicas excelentes, com destaque para “Coming Home” “The Talisman”, “The Alchemist” e “Starblind”. Estou só esperando o dia 16 para ter o CD nas mãos, rs. Abração, meu velho!

11 08 2010
Gustavo Cavalvante

Oi ola a todos, bom parece q todo mundo já gostou da
When The Wild… essa musica é um espetáculo á parte, e
há muitas melodias interesantes nesse petardo metalico
(já, já é petardo metalico sim sr.), nela existem tantas passagens
bonitas q voce nem sente q a musica é de 11 min.
No 15º disco de estúdio do Iron Maiden, “The Final Frontier”, a veterana banda de Heavy Metal, com 35 anos de carreira, aparece com algo extraordinário, que poderia ser muito bem revolucionário (feito extraordinário dada a idade da banda): eles se reinventam – quer eles saibam ou não, quer eles tenham planejado ou não – e durante o processo, desafiam a noção do que o Heavy Metal, ou ao menos sua contribuição para o gênero, pode ser. Bom parece q o resenhista não exagerou não ao dizer isso.
Grande abraço rs.

11 08 2010
Gabriel Gonçalves

rs… É verdade, Gustavão. Acho que não exagerou ou, pelo menos, não exagerou tanto quanto todos nós imaginávamos. Mais uma vez, eu estou de queixo caído com o “Final Frontier”. Abração, cara!

11 08 2010
Gustavo Cavalcante

Cara, a Coming Home tem um solo fantastico do Dave Murray a la
Eric Clapton sei la! é um solo bem blues do Murray nessa musica
o solo dele caiu com uma luva, ah! tbem destaco a The Man Who Would Be King,
muito boa musica com outro excelente solo do Murray, + só q essa música da
pra ser + pesada do q é, alias todas as musicas do TFF da pra ser + do q são.
Agora voces repararam q desde q o Bruce e o Adrian voltaram pra banda
o som do MAIDEN vem soando muito similiar com as músicas da carreira
solo do Bruce Dickinson, principalmente no AMOLAD E TFF elas são muito iguais entre si com a carreira de Bruce, mas só q com uma pitadinha do som do
MAIDEN tbem. enfim eu não consigo parar de escutar o TFF.
Um abração á todos e a voce Gabriel rs.

11 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, velhão! “Coming Home” foi uma das que me deixaram de queixo caído, rs, aquele introdução é linda demais! Eu concordo com você sobre o Maiden está um pouco parecido com a carreira solo de Bruce, mas discordo quanto aos discos, já que acho o “Brave…” mais a cara dos solos de Bruce – a partir do “Accident of Birth”, é claro. Neste exato momento, estou ouvindo o “Final Frontier” pela segunda vez e “Coming Home” arrepia de fato. Abração, meu velho!

12 08 2010
Gustavo Cavalvante

Up The Irons ! A todos. A “Coming Home” é uma mistura de “Children Of The Damned” com “Revelations” e com algumas musicas da carreira solo do Bruce. Mas acho q o IRON MAIDEN devia fazer musicas + pesadas e
+ diretas, as musicas deles do “BNW” pra cá é de dá sono, é umas
musicas mortas, lentas ao extremo, enfim são musicas de “NINAR”,
esses caras tão com preguiça de chegar ao estudio e fazer algo
+ direto, sem firulas, por ex. A El Dorado, The Wicker Man,
Rainmaker, Different World… essas musicas q citei são musicas
bem energéticas bem ao estilo das canções deles da década de 80.
voces não concordam ?.

12 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavo! Bicho, essa questão que você colocou é a que mais cria divisões entre os fãs da banda: entre àqueles que querem que o grupo volte a fazer canções mais ao estilo dos anos 80 e os que estão satisfeitos com o direcionamento atual. Eu particularmente acho ótimo que eles tenham seguido por outro caminho – eles estão mais velhos, mudados, não se pode querer que continuem do mesmo jeito que eram quando jovens – mas entendo quem prefere as canções mais diretas, a la anos 80. Como o Iron é, principalmente no Brasil, uma religião, esta discussão ganha ares épicos, rs. É isso, meu velho, abração pra você!

13 08 2010
eduardo

PQP, não paro de ouvir TFF quando vou trampar escuto no meu mp3, quando saio de carro coloco pra ouvir no talo, quando estou de boa em casa ligo bem alto. Caramba este disco é fenomenal mesmo, como disse antes está a passos largos na frente do Dance of… e do A Matter… em tudo. Não sei se vc reparou Gabriel no começo da Isle of Avalon(diga-se de passagem fantástica) a introdução se parece muito com a parte lenta do meio da 7th son, achei uma sacada bem legal do Steve Harris e não sei se vc reparou tb na musica satélite 15 a introdução tem alguma similaridade com a Mars Within da carreira solo do Bruce posso até estar enganado mas achei parecido. Olha achei o disco inteiro excelente digno do nome Iron Maiden destacar uma faixa é impossivel já que todas ostentam um total brilhantismo e When Wild Wind Blows é a melhor música do Iron de 2000 pra cá. Continuo com minha afirmação: Na minha opinião TFF é o melhor disco do Iron Maiden pós Fear Of The Dark. Um abraço véio…

13 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Eduardo! Bicho, realmente não reparei as semelhanças que você citou mas agora fiquei curioso para ir ouvir as duas e conferir, rs. O disco realmente está excelente, e “When The Wild…” é um hino – isto ao vivo deve ser matador. Eu colocaria, na minha opiñião, o “Final Frontier” ao lado do “Fear…” e “Brave…”. Três discaços, que não têm nenhuma música que poderia ser retirada. Abração, meu velho!

13 08 2010
Gustavo Cavalcante

Estou em dúvidas qual é o melhor álbum do MAIDEN dessa década?

BRAVE NEW WORLD: “The Wicker Man, The Mercenary, The Nomad,
The Thin Line Between…, Out Of The Silent Planet, etc…”.

ou

THE FINAL FRONTIER: “When The Wild…, Coming Home, The Man Who…,
Satellite 15…, El Dorado, etc…”. Uh! nossa essa partida está empatada,
não acham? quem irá vencer esse jogo? rs. Abraços.

13 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavo! Bicho, como eu escrevi abaixo, eu colocaria o “Final Frontier” em empate técnico com o “Fear…” e com o “Brave…”. Não paro de escutar o TFF, e a cada vez, ele fica mais preso em minha cabeça, rs. Abração, meu velho!

13 08 2010
Gustavo Cavalvante

Gabriel, Gabriel voc ta d bricadeira o “Fear…”, é muito chato só a
música-título, judas be my guide, wasting love e Afraid to… q são legais.
o resto é só merda cara, sinto muito!. Isso na minha opinião!.
Mano eu to apaixonado pela “Coming Home”, meu caso de amor com
essa musica vai nos levar a um casamento em breve. E todos voces estão
convidados, viu!. há há há há.

13 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavão! Pô, bicho, que é isso? O “Fear…” é sensacional! “From Here to Eternity” está no top 3 de melhores refrões da história do Maiden; “Chains of Misery” é foda; “Childhood’s End” também! Para mim, o disco todo é sensacional. Quanto à “Coming Home”, ela é maravilhosa. Aquela introdução com as guitarras não sai da minha cabeça. Agora, cuidado com este lance de casamento, porque Bruce pode ficar com ciúmes, rs. Abração, meu velho!

13 08 2010
Giovani

Opa Gabriel,
A curiosidade falou mais alto e baixei o cd, mas com certeza vou comprar o CD, até por que tenho todos do Iron.
Cara que trabalho!! Estou a dois dias escutando direto, não consigo tirar When The Wild Wind Blows da cabeça. É clássico instantâneo.
Louco para colocar as mão no CD…

13 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Giovani! A curiosidade falou mais alto em todos nós, rs. Mas todos também estaremos com o CD nas mãos assim que o dia 16 chegar. Aliás, quero ver quem vai ser o maluco que vai comentar aqui no blog às 23h58 de domingo, dizendo que faltam “dois minutos para a meia noite” – o dia do lançanmento do “Final Frontier”, rs. Abração, cara, e volte sempre!

13 08 2010
Gustavo Cavalvante

Ha hahahaha brincadeiras a parte. Mas pq o bruce ficaria com
ciumes?, por acaso ele ta ficando com a Coming Home. pq se
ele tiver ficando com ela eu é q vou ficar ciúmes. Agora voce
ja viu a Coming Home?, ela uma gatinha de música voce não acha?.rsrs

13 08 2010
Gabriel Gonçalves

rs… A conversa tá ficando muito estranha. Para ficar mais estranha ainda: Bruce não pode ficar com ela, senão seria um caso de incesto, rs. Abração, meu velho!

13 08 2010
Gustavo Cavalvante

Esta certo Gabriel, vamos parar com essa conversa tola, né?.
Ô e aí, quais musicas voce acha q o MAIDEN ira tocar AO VIVO?.
das canções do novo álbum?. Bom eu na minha opinião acho q eles
vão vir pra cima de nós com: Satellite 15…, Coming Home,
The Man Who…, When The Wild…,Isle Of Avalon, El Dorado
(música q eles ja estão tocando), e… e eu acho q é só essas, e voce?.
Abraço chapa.

13 08 2010
Gabriel Gonçalves

rs…Olha, cara, como “El Dorado” eles já tocam, levando em conta que eles fizeram um vídeo para “Satellite 15…”, já são duas. Acho que ainda entram “When The Wild…”, e “Isle of Avalon”, entratanto estou torcendo para coloquem “Coming Home” também. Abração, cara!

13 08 2010
eduardo

Como sou um fan do Iron das antigas a partir do Killers, portanto acompanhei de perto os anos dourados que compreendem os anos de 80 até 90 logo que ouvi a excelente Isle of Avalon logo saquei na introdução a similaridade com a parte do meio da 7th son, pensei que vc tb gabriel tivesse notado, mas tudo bem escute lá e depois vc me fala. Abraço bro…

13 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Eduardo. É… após ouvir as duas com cuidado, dá pra dizer que realmente a parte que você falou lembra um pouco, mas é bem de leve – para mim, pelo menos, rs. Abração, cara!

14 08 2010
Gustavo Cavalcante

Manos, esta dificil dizer q no TFF tenha uma música ruim, esse album
realmente é uma obra-prima do heavy metal dessa década. Talvez
só tenha 1 ou 2 músicas q não seja tão boas qto as outras, para
mim essas duas seriam “The Alchemist e The Talisman” músicas q ñ
me agradaram até hoje ainda, desde q as ouvi pela primeira vez. Mas
o restante do álbum tá muito bom (mas nada de revolucionário como o
resenhista disse sobre o mesmo). Mas esse álbum seria mesmo o melhor disco dessa década?, já q temos bons na mesma discos como o Próprio Brave… do MAIDEN, temos Mandrake e Hellfire Club ambos dos Edguy da alemanha, tbem temos Endgame do Megadeth, e talvez ainda o Death Magnetic do POPallica, opa quer dizer Metallica e outros q caberiam facilmente nessa lista, né?. Um abração.

15 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavo. É, bicho, não sei se teria certeza de que este entraria na categoria de disco da década, porque minha memória não é tão boa, então fico receosos de esquecer algum trabalho, mas que ele é muito acima da média, isso é. Abração, meu velho!

15 08 2010
Gustavo cavalcante

Mas este novo disco do MAIDEN figura o top 5 da banda, pra mim o top 5 seria:

1º SEVENTH SON OF A SEVENTH SON

2º THE NUMBER OF THE BEAST

3º SOMEWHERE IN TIME

4º THE FINAL FRONTIER

5º BRAVE NEW WORLD
um abraço meu chapa.

15 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavão! O lance que acontece com o Iron, para mim, é o mesmo que acontece com o Kiss, Queen e Beatles: eu não tenho uma álbum preferido deles – ele muda de acordo com a época, com meu humor, etc. Teve um tempo que eu ouvia direto os dois com Blaze, depois fiquei ouvindo o “The Number…” um tempão, depois o “Killers”, etc. Para mim, o “Final Frontier” está no mesmo nível de todos os clássicos da banda, portanto pode um dia vir a ser meu preferido, rs. Abração, meu velho!

15 08 2010
eduardo

E aí Gabriel tranquilo. Um certo dia estava lendo alguns comentarios em vários fóruns na net sobre o The Final Frontier na sua grande maioria a galera estava rasgando elogios para o novo álbum até aí normal. Mas o mais impressionante é que a galera está achando o Final frontier o melhor ábum do Maiden pós 7th son eu achei um exagero até pq acho o No Prayer e o fear of… sensacionais. Acho que a turma está empolgada demais e vc o que acha ?

15 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Eduardo. Como falei para o Gustavo abaixo, eu acho que o “Final Frontier” está no mesmo nível de qualquer disco do Iron, mas não posso dizer se é melhor ou pior que algum outro, porque com o Iron, com o Kiss, com os Beatles e com o Queen, acontece uma coisa diferente comigo: o meu disco preferido destas bandas variam de acordo com a época, meu humor, etc, rs. Então não tenho como dizer, mas acho que o “Final Frontier” está no mesmo nível do que qualquer outro do Maiden. Abração, meu velho!!!

16 08 2010
Gustavo Cavalcante

A música-título do TFF é impressionante, coisa de louco,
ela é duas músicas editada em apenas uma, mas será q o
MAIDEN tocará a intro dela nos shows?. Já q a mesma é muito
longa pra ser uma intro de abertura de um show?

16 08 2010
Gabriel Gonçalves

É uma boa pergunta, Gustavão! Eu acho que eles irão abrir os shows com “El Dorado”, mas também acho que quando tocarem a “Satellite 15…”, irão tocá-la na íntegra. Ela é realmente muito foda – quando a música muda, e vira quase um Hard, com um violão lá no backgroud, fica sensacional! Abração, meu velho!

17 08 2010
Gustavo Cavalcante

Não Gabriel, eles não irão abrir o show com El Dorado, não mano.
Tá loco, eu acho q eles vão com tudo pra cima de nós com a
The Wicker Man mesmo viu. Depois será Ghost Of The Navigator,
Wrathchild à seguir, e… depois será El Dorado. Eu estou muito
curioso pra saber quais músicas do TFF eles irão tocar na íntegra?,
quais voce citaria do novo album?. Um abração!

17 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavo! No set atual, eles estão abrindo com “Wicker Man”, mas é porque ainda não é a turnê do “Final Frontier”. Acho que quando começar a tour nova, aí sim eles abrirão com “El Dorado”. Nesta tour atual, eles só estão tocando músicas do “Brave…” pra cá – com a exceção do Bis, onde tocam umas poucas das antigas. Se fosse por mim, eles fariam uma tour igual ao do “AMOLAD”, tocando o disco na íntegra, ma não acho que farão novamente, então, na minha opinião, entram no set list “Satellite 15…”, “El Dorado”, “When The Wild Wind Blows”, “Coming Home” e acho que eles irão variar entre “The Man Who Would Be King” e “Isle of Avalon”. Será que acerto, rs? Abração, meu velho!

18 08 2010
Gustavo Cavalcante

AH!, claro mano pode crer, só q eu acho q eles vão tocar Starblind no
lugar da “The Man Who Would Be King”, agora sobre a “Isle of Avalon”,
acho q não é uma boa musica para se tocar ao vivo,
na minha opinião, viu!. Mas agora, se eles resolverem tocar o album todo
naintegra, cmo fizeram com o “AMOLAD”, não seria um má idéia não, véio!.
Mas quando eles irão começar a tour nova?. Se voce conseguir os videos dos
shows (coisa na qual eu acredito q voce irá conseguir), deixe eles disponiveis
aqui pra baixa-lás, ok?. Se quiser é claro. Um Abração, meu velho!

18 08 2010
Gabriel Gonçalves

Gustavão, mais uma vez falo sobre a Roadie Crew deste mês. Na entrevista, Harris diz que gostaria de abrir o show com “Satellite 15…”, e quando perguntado se eles tocariam o disco na íntegra, ele disse não saber ainda, portanto as chances existem. No youtube tem vários vídeos da turnê – mas se eu encontrar algo com qualidade be legal, é lógico que postarei aqui, rs -, e acredito que agora que o álbum foi lançado, eles passem a tocar mais músicas do novo disco, entretanto Harris disse na entrevista que a tour do “Final Frontier”, de fato, começa em 2011. Abração, meu velho!

18 08 2010
Gustavo Cavalcante

Oh! Gabriel, meu amigão, me desulpe pelos comentarios repetidos, viu!,
alias… quase repetidos, mil perdões. Ae responda o meu comentario, blz!.
de preferencia o segundo q esta mais corretinho, ok!, e se voce puder deletar
o primeiro eu agradeço, uh! nossa q gafe. até mais chapa!

18 08 2010
Gabriel Gonçalves

Pode ficar tranquilo, Gustavão, não tem problema nenhum. Abração, meu velho!

18 08 2010
Gustavo Cavalcante

AH, então firmeza, ae tu não respondeu meu comentario, veio!
falo MAIDEN, rs.

18 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavão! Que comentário eu deixei sem responder, meu velho? Não consegui encontrar aqui… Abração!

18 08 2010
Gustavo Cavalcante

ah!, desculpe voce respondeu sim mano, hehe!. Putz!
outra gafe, to viajando na maionese, estou falando isso pq
o TFF, me fez ficar muito desse jeito ultimamente. rs.
E com voce, Cara – ta acontecendo o mesmo, seus
pensamentos estão flutuando pelas esferas + elevadas?. Hein!
RSRS. Falo chapa!.

19 08 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Tranquilo, Gustavão. O “Final Frontier” tem feito isso com todos nós… Abração, cara!

19 08 2010
Gustavo Cavalcante

AH BOM, ainda bem q não é só comigo!, uh!.
É impressionante esse tem musicas realmente boas,
(ñ chega ser um espetaculo), mas são muito boas, todas as
desse disco é memorável! quer dizer… quase todas
“Mother Of Mercy” e “The Alchemist”, sõa muito fracas
(eu achei). Mas sera q este disco o melhor disco de
metal do ano?

19 08 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Eu curto muito “Mother of Mercy” e “The Alchemist”! Quanto a ser o melhor disco de Metal do ano, acho que é sério candidato, mas a concorrência é forte: O novo do Black Label está excelente, o novo do Dream Evil também, sem falar os dois álbuns do Avantasia que o Tobias Sammet lançou simultaneamente que, para mim, coloca todo o trabalho anterior do projeto no chinelo. Abração, meu velho!

20 08 2010
Gustavo Cavalvante

eu estou muito curioso qto aos dois álbuns do Avantasia
que o Tobias Sammet lançou este ano, ja q eu gosto muito do
AVANTASIA, mas… eu prefiro a outra banda q ele tem o EDGUY.
O som dessa banda é bem massa, dá banho em muita banda
considerada gigante por ai… prefiro ñ comentar quais,
pq ñ quero polemizar o BLOG. O EDGUY tem muitas….
musicas otimas como Tears Of A Mandrake (q tem um solo de dar
inveja a muitos guitarristas de metal por ai, viu! diga-se de
passagem!), Paintting On The Wall (melodias vocais, fora de serie),
Mysteria (super pesadona), Key To My Fate (ultra-pesada),
Ministry Of Saints (hard rock puro e de qualidade
ate a sua essencia), Hallowed (se voce ainda ñ ouviu essa…,
corra atras logo! é bem fodona), ah… e eles tbm tem a
Rime Of The Ancient Mariner deles, q se chama Theater Of The
Salvation (um grande épico, instrumental fodastico os vocais
então meu véio, nem se fala), e outras…se for ficar citando eu faria praticamente uma resenha de todas as musicas
da carreira dos EDGUY, enfim… por enquanto é só…
Grande abraço!

20 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavão! Os dois novos do Avantasia são muito bons – ao contrário da maioria, prefiro a trilogia “Scarecrow” do que os “Metal Symphony”. Quanto ao Edguy, confesso que não conheço muito, mas tenho grande curtiosidade em ouvir com calma, porque acho o Tobias Sammet uma figuraça, rs. Abração, meu velho!

20 08 2010
Gustavo Cavalcante

AH, mais voce não sabe o q ta perdendo meu caro!, em
não ouvir o EDGUY é muito da hora mesmo, eu acho muito
o EDGUY muito mais legal q essa porcaria de AVANTASIA

21 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustvão! Bicho, se você está dizendo que o Edguy é bem melhor que o Avantasia, vou esparar algo sensacional deles, porque eu já gosto muito do Avantasia, rs. Abração, meru velho!

26 08 2010
Gustavo Cavalvante

Bom, pelo q parece, se eu não postar um comentario
neste blog – o mesmo fica empacado né ?.rs. brincadierinha.
Então resolvi voltar, e vou pra cima de voces com uma questão.
alias duas… a introduçao da “The Man Who Would Be King”,
tem muita similiaridade com a introdução da
“Ghost Of The Navigator”, e outra na Starblind tem uma
harmonia de teclados q lembra muito aquela trilha sonora
do filme titanic se eu não me engano… pra quem ta curioso
pra descobrir se é verdade ou não?; (sobre a Starblind).
Ouçe a musica e fique atento a cada detalhe desse
petardo metalico. Um abraço a todos e chamem seus amigos
para postar aqui. uUm baita BLOG como esse não pode ficar
parado não viu!. Abração.

27 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavão! A partir do dia 30 (nesta segunda-feira) as atualizações se normalizam. Cara, eu percebi uma certa semelhança com “Ghost of Navigator”, já com a outra (que me recuso a citar o nome, rs) não achei não, cara. Abração e venha comentar mais mesmo, meu velho (caralho, viu a aliteração? Pensa que é só Caetano Veloso que consegue, rs?

27 08 2010
Gustavo Cavalcante

Fala e aí Gabriel, seu sumido. tava com saudades de ti
meu chapa, (pelo amor de deus não vai entender errado viu!).
Agora sobre essa tal de aliteração q voce citou soou meio
estranho cara, mas de q diabos voce ta falando veio!.
Eu não entendi isso foi uma piada é? rs… abração cara e
estou de volta com meus comentarios calientes viu… fui…

27 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavão! Não, bicho, aliteração é uma figura de linguagem que consiste em repetir sons de consoantes semelhantes em uma mesma frase, por exemplo, “o rato roeu a roupa do rei de roma”. A que eu escrevi foi “mais mesmo, meu velho…”. Quem sempre usou muito disto em suas canções foi Caetano Veloso: “Podres Poderes”, etc… Abração, meu velho!

27 08 2010
Gustavo Cavalcante

Bom, acho q entendi um pouco, mas não necessitava
voce ter falado isso não bicho! com todo respeito a
sua pessoa, ok!. Mas agora sobre a starblind lembra muito
aquela trilha sonora de titanic sim sr. É só prestar
bastante atenção depois do solo q Adrian Smith executa com maestria
existe uma passagem que lembra “UM POUQUINHO A
TRILHA SONORA DE TITANIC “, entendeu amigão?. é como o
resenhista havia comentado numa resenha no site WHIPLASH
com a seguinte frase: “Este album (TFF), deve ser avaliado
nos minimos detalhes”. E não q ele tem toda razão cara!
escutando com muita minuciosidade voce irá descobrir
uma coisa diferente q se passou despercebido por voce.
Grande abraço Gabi (se é q eu posso lhe chamar assim, né?). ha, ha……..

27 08 2010
Gabriel Gonçalves

Bom, como estou fora de SP, não tenho ouvido o “Final Frontier”, mas assim que puder, vou prestar atenção para ver esse lance que você mencionou. E quanto ao apelido, sem problemas, meu velho. Abração!

28 08 2010
Gustaovo Cavalcante

ah não!. Prefiro chama-lo de Gabriel mesmo, se não outras
pessoas vão pensar q voce é uma moça ha…. Sabe uma
coisa q estou ouvindo muito ultimamente é a carreira solo
do Bruce Dickinson (precisamente eu só ouço as musicas dos
albuns “Accident Of Birth” e “Chemical Wedding”) esses dois
petardos metalicos formam uma dobradinha da pesada
[ é um heavy metal moderno aliado ao classico ] to curtindo
demais musicas como Darkside Of Aquarius, Man Of Sorrows,
Starchildren, Jerusalem, Killing Floor, Omega, Book Of Thel,
Confeos, King In Crimson, The Tower, e outras…
essas musicas são espetaculares elas dão uma aula
as bandas de metal consideradas gigantes como o próprio
Iron Maiden, Metallica, Judas Priest, Megadeth, etc…, ok!.
abração ao som de Starblind.

28 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavão! Bicho, a carreira solo de Bruce é fantástica. O “Tattooed Millionaire” é um clássico – e um dos meus discos preferidos de todos os tempos. Do “Accident…”, minhas preferidas são “The Magician”, “Road To Hell” e “Man of Sorrows” – três hinos do Metal! Abração, cara!

29 08 2010
Gustavo Cavalcante

Fala, Gabriel!, Pô irmão q isso?. Só isso de musica q voce gosta
do “Mr. Dickinson”? ah não véio assim não dá!.
Do “Chemical Wedding” nada então?. E olha ultimamente estou
começando a concordar q as canções da carreira solo dele
“são muitos superiores as canções do MAIDEN de 2000 pra cá!”,
é claro!. É…. mais precisamente a dobradinha de ouro “Accident …”
e “Chemical …” estes petardos são uma obra-prima do Metal
da “década de 90” kra!, pelo menos eu vejo assim.
Ambos esses albuns formam uma quadrilha macabra com suas
atmosferas densas e caóticas. hã! e aí ferinha gostou da minha
filosofia hein? rs…. GRANDE ABRAÇÃO AMIGÃO!!!

29 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavão! Não, cara, eu adoro todos os álbuns solo de Bruce – inclusive o polêmico “Skunkworks”. Aquelas músicas que citei são apenas as minhas preferidas – poderia acrescentar “Chemical Wedding”, “King in Crimson” e “Trumpets of Jericho”. Esses dois discos – “Accident…” e “Chemical” são fenomenais, mas o meu disco de Btuce do coração é o “Tattooed Millionaire”, rs. Abração, meu velho!

30 08 2010
Gustavo Cavalcante

AH bom!, mas voce conconrda comigo quando eu disse
q as musicas da carreira solo dele estão melhores q as
musicas do maiden de 2000 pra cá?. Hein! Um abraço chapa!

30 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavão! Bicho, eu acho que o Iron e a carreira solo do Bruce são duas coisas completamente diferentes. Quando Bruce e Adrian retornaram à banda e lançaram o “Brave…”, um pouco daquela sonoridade dos álbuns “Accident…” e “Chemical…” pôde ser percebida no Iron, mas com os outros discos isto foi se dissipando. Por isto, a comparação só pode ser feita no nível do gosto pessoal, e por este prisma eu ainda prefiro o Iron. Abração, meu velho!

30 08 2010
Gustavo Cavalcante

ah droga eu disse bobagem, né? kra, eu talvez continuo
prefirindo o Iron, mas… o iron da década de 80, mas
as musicas do Bruce são bem interessantes.

30 08 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Fala Gustavão! Você não disse bobagem, não, meu velho. É a sua opinião e deve ser respeitada. Eu acho a carreira solo do Bruce fantástica, mas ainda prefiro o Iron. Abração, cara!

30 08 2010
Gustavo Cavalcante

Sim, mas é claro. Ei voce ouviu as musicas do TFF do MAIDEN
mixadas e equalizadas?, todas elas estão no Youtube!,
é só escrever “Iron Maiden The Final Frontier Mix”.
kra, só digo-lhe uma coisa ficou bem melhor q a versão de
estúdio q o MAIDEN gravou e não produziu direito, tive a
chance de ouvir a Coming Home ficou bem melhor mixada e
equalizada do q a original, vá no Youtube agora e ouça!.
tchau, chapa!

30 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavão! Bicho, não fiquei sabendo desta versão remixada não. Vou lá dar uma olhada. Abração, meu velho!

31 08 2010
Gustavo Cavalcante

Aah claro, de uma olhada sim, amigão!. Caro Gabriel meus
PARABÉNS!!! a voce irmão, fiquei sabendo q este blog
ganhou o premio “BLOG DE OURO”, mas… agora lhe
pergunto, o blog ganhou isso em reconhecimento ao
melhor blog de rock da net do brasil?, ou o melhor blog
da net brasileira?, independentemente do assunto!
no caso aqui, de rock e metal. Grande abraço a voce,
voce mereceu este premio mais do q ninguem.
E… Obrigado por voce ter postado na metéria de divulgação
do premio (o meu nome “Gustavão”), ok!.
Abração amigão. Ao som de “Starblind”!!! rs…

31 08 2010
Gabriel Gonçalves

Valeu, Gustavão, mas na verdade este selo não é um prêmio exclusivo. É uma premiaçao simbólica, de reconhecimento pelos próprios integrantes da blogosfera. Muitos podem ser indicados e todos recebem o selo. Funciona assim: determinado site te indica para ganhar o selo. Para aceitar, você tem que indicar mais alguns blogs para ganharem também – e todos ganham. Ainda assim, fiquei bem feliz de que o Imprensa Rocker tenha sido lembrado. Abração, cara!

1 09 2010
Gustavo Cavalcante

AH, sim entendi mais ou menos, eu acho? rs…,
mas eu não só entendo pq este blog ganhou kra!,
com todo respeiro a este blog, acabei de visitar o blog
ALITERASSON, kra a coisa lá esta em outo patamar
amigão, lá naquele blog todo mundo participa posta varios
comentários, discutem, debatem um com o outro, enfim…,
lá é bem manero mesmo, viu!. Agora aqui ninguem
posta quase nada praticamente, com excessão de mim e
voce, só queria esclarecer q estou falando de postagens
ou comentários tanto faz, e não de publicações de matérias
igual a Raquel faz, pq o q adianta publica uma matéria e não
comentar a mesma depois, o comentário é tão importante
quão a matéria.Pra encerrar aquele blog q citei acima
q devia ter ganhado e não este, me desculpe se eu estou
ofendendo voce Gabriel, meu amigão, não é essa a minha
intenção, ok!, eu só estou reclamando pq quase ninguem
posta nada aqui, já naquele blog é diferente. enfim… rs.
Então é só isso amigão, só q eu irei continuar postando
por aqui sempre, pode ter certeza, vou estar com
comtigo sempre q precisar, Um abraço chapa!

1 09 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavão. Como lhe disse, o blog de ouro não é um concurso. Um blog indica o outro e mihões de blogs podem receber o selo ao mesmo tempo, sacou? O Imprensa Rocker foi indicado pelo Blog Flight 666, e eu indiquei o Aliterasom, O Collector’s Room e o No Box – e cada um dos três indicará mais alguns. Não há um vencedor. Pode-se dizer que é um selo de “atestado de qualidade”: vários podem receber ao mesmo tempo. Concordo com você que o Aliterasom é muito bom, aliás a resenha deles do novo do Angra está sensacional. Quanto aos comentários, é verdade que quanto mais melhor, mas o Imprensa Rocker tem uma média muito boa, sim. É raro um post daqui ficar zerado de comentários. E pode ficar tranquilo, cara, que você não está ofendendo, não. Aqui a opinião de todos é respeitada. Abração, meu velho!

2 09 2010
Gustavo Cavalcante

Claro irmão com toda certeza, agora vamos voltar a falar de metal,
ok!. Qual sua musica preferida do novo disco do MAIDEN ?,
a minha é a “Satellite 15…” (muito boa!, uma canção direta sem
firulas! quer dizer… com excessão de sua intro, fora isso diretona,
assim como a “El Dorado”), outras q destacaria são: “Starblind
e Coming Home (q lembra um pouco a “Navigate The Seas Of The Sun”
do Dickinson). Para mim este disco é o melhor desde o conceitual
“Seventh Son….” brincando. Consegiu superar o “Brave New World”
eu creio. Este disco, (na minha opinião!) é a continuação dos
tão aclamados, idolatrados e longíquos “Golden Years”
q não irão voltar mais (sim sr. não vão, se contente!)
desta mega-banda chamada IRON MAIDEN. Sobre a Satellite 15…
ela caíria como uma luva no fenomenal “Killers” o galope do baixo
do God Metal Steve Harris, me lembra um muito a Wrathchild
(um primor de canção, diga-se de passagem!). Abração, kra!!!

2 09 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavão! Velho, minha música preferida no “Final Frontier” ainda é “When The Wild Wind Blows”, rs. Mas a “Isle of Avalon” está cada vez mais subindo no meu conceito. Quanto a “Satellite 15…”, não sei se ela caberia no “Killers”, não, rs. O galope do baixo do chefe sempre exisitiu, em várias músicas. O Killers é um álbum muito mais cru do que qualquer um com Dickinson, ainda mais o “Final Frontier”, que tem uma pitada bem progressiva. Abração, meu velho!

2 09 2010
Gustavo Cavalcante

Fala sério sua música preferida do TFF é a
“When The Wild Wind Blows”, rs. Que piada, rs.
já a minha é a “Satellite 15…” haha…
ganhei de voce Gabi, rs. A “Satellite 15…” é super
elegante, com riffs cortantes e apedrejantes, solos
flamejantes (Que é impossível que voce não
se encante), com linhas vocais impressionantes,
fascinantes, excitantes, arrepiantes; com atmosferas
brilhantes e interessantes, com um refrão
(Que é impossível que voce não cante); enfim…
uma canção dançante e empolgante que fez
até meu aparelhode som cair da estante,
uf… e aí Gabi gostou da poeticidade do meu review
sobre a “Satellite 15…”? HAHA… Morra de inveja
amião, Tchau chapa!

2 09 2010
Gabriel Gonçalves

rs… É bicho, você conseguiu rimar quase tudo no seu texto. Você está um poetêro de primeira, rs. Então, meu velho, adoro “Satellite 15…”, mas a do coração é “When The Wild Wind Blows”. Mas como já disse aqui antes, o disco inteiro está fenomenal! Abração, meu velho!

3 09 2010
Gustavo Cavalcante

Dave Murray diz: “O novo disco não soa como nos anos 80,
soa como as nossas canções atuais… Só que de forma renovada,
e estamos muito felizes com o nosso novo album”.
Agora eu digo: hmmm!, coitados dos fãs que sentem falta daquela
época, vão chorar feito bebezinhos ao ouvir isto! rsrs…………..

3 09 2010
Gabriel Gonçalves

rs… É verdade, Gustavão. Mas se eles precisam que Murray diga isto para perceberem que a banda não deseja soar como nos anos 80, alguma coisa está errada. Isto é claro desde “Fear of The Dark” – seu álbum preferido, rs. Abração, meu velho!

3 09 2010
Gustavo Cavalcante

Como é que é?, o “Fear of The Dark” é o meu álbum……
Olha aqui seu moleque eu só não lhe arrebento agora,
porque estamos conversando “VIRTUAL(XI)mente”, rs,
mas… neste exato momento estou trocando socos e
ponta-pés com meu PC pensando que voce é ele.

3 09 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Calma, Gustavão… Cuidado para não quebrar seu PC, porque assim você não vai mais poder acessar o Imprensa Rocker, meu velho, rs. Abração, cara!

4 09 2010
Gustavo Cavalcante

ha… é verdade né?, mas isto seria ruim demais pra este blog
ficar sem mim não é mesmo Gabi? rs…

4 09 2010
Gabriel Gonçalves

Com certeza, Gustavão! Você já é de casa, meu velho. Não quebra seu PC, não, cara, rs. Abração!!!

4 09 2010
Gustavo Cavalcante

HAHA……. engraçadinho!. Estava lendo a entrevista
do Harris, e… fiquei aliviado quando o Steve disse:
Iremos fazer outro disco em breve. Foi + ou – algo assim
q ele disse, eu acho. E voce esta sabendo q o MAIDEN
fará outra turne igual a “Somewhere Back In Time”,
só q visando os clássicos do final da década de 80 e
começo dos 90? hein?. Quais musicas voce acharia q eles
tocariam?. Bom! eu acho q eles deveriam por essas no
repertório: “Stranger In A Strange Land”, “Only The Good
-Die Young”, “Infinite Dreams”, Alexander The Great”,
“Public Enema Number One”, “Fates Warning”,
“Judas Be My Guide”, “Afraid To Shoot Strangers”,
a “Fear…” tambem, “Caught Somewhere In Time” e…
só essas mesmo, ah! e é claro os clássicos do “The Number…”
idem.

4 09 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavão! Cara, não fiquei sabendo esta tour com clássicos do final dos anos 80, não. Você viu isto aonde? Se rolar vai ser fantástico, mas prefiro que agora role uma turnê do “Final Frontier”. Abração, meu velho!

5 09 2010
Gustavo Cavalcante

É Gabi vai acontecer sim, será em 2012. vi isto no WHIPLASH é
só ir lá e dar conferida por lá q voce irá achar rapidinho.
Falando sobre a tour do “TFF”; fique tranquilo!, primeiro irá
acontecer a tour do “TFF” com ínicio programado para fevereiro
de 2011, e aí … depois é esta tour visando os clássicos do final
dos 80 e inicio dos 90, ok!, o q voce acha q eles irão tocar nesta
Somewhere Back In Time parte 2? Hein? rs…….

5 09 2010
Gabriel Gonçalves

Pois é, Gustavão, confesso que desde ontém que não estou me interando muito sobre as notícias, mas espero que role mesmo esta turnê. Abração, meu velho!

5 09 2010
Gustavo Cavalcante

Fala Gabi, olha kra!, Eu não se esta turne q eu auto-intitulei de
Somewhere Back In Time parte 2 irá acontecer mesmo, até
porque nada foi confirmado ainda, somente o WHIPLASH divulgou
isto, caso a turne aconteça q passem aqui pelo Brasil.

6 09 2010
Gabriel Gonçalves

Cara, tomara que passe aqui pelo Brasil, sim. Fui no da “Somewhere Back in Tour” em SP – no Pque Antártica – e foi inesquecível! Tomara que role um outro, com as músicas do “No Prayer…”, “Fear…”, etc. Abração, cara!

6 09 2010
Gustavo Cavalcante

ah claro, com certeza, mas espero q não coloque muitas do
“Fear…” se não irá estragar o show, rs….. abracão chapa

6 09 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Como você já sabe, discordo desta sua opinião, rs. Para mim, quanto mais músicas do “Fear..”, melhor, rs. Abrãção, meu velho!

7 09 2010
Gustavo Cavalcante

haha……. eu ser irmão, só fiz isto pra ver sua reação, rs…
gosto do “Fear….” sim!, mas só de algumas. O que q tu acha da
Wasting Love, já fez uma serenata pra sua namorada com esta
canção, rs….. Abraço, chapa!

7 09 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Acho “Wasting Love” fantástica, mas nuna fiz uma serenata com ela, não; até porque a letra é meio barra pesada, rs. Abração, meu velho!

7 09 2010
Gustavo Cavalcante

ALOOOO, Gabriel voce está aí?, responda-me amigão..

7 09 2010
Gabriel Gonçalves

Tô sim, Gustavão! Acabei de respondr seus comentários, meu velho. É que eu passei o dia fora, só agora pude sentar e ver os comentários. Abração, cara!

8 09 2010
Gustavo Cavalcante

AH, entendo kra!, agora quando voce disse acima que a letra
da Wasting Love é meio barra pesada qual era sua intenção
ao dizer isto?.

8 09 2010
Gabriel Gonçalves

É que a letra de “Wating Love” trata, na verdade, do tempo desperdiçado, do amor desperdiçado, da tentativa de sair da solidão vivendo casos e mais casos, mas nenhuma amor verdadeiro. Abração, Gustavão!

12 09 2010
Gustavo Cavalcante

ah então cante à ela Is This Love do “Whitesnake” ou se não
“I Can´t Stop Loving You” do Van Halen, hahahaha …………..

12 09 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Estas são boas músicas para cantar para a amada, rs. Abração, Gustavão!

13 09 2010
Gustavo Cavalcante

Ah! sim, se voce fazer isto ela lhe pede em casamento chapa,
hahaha…………. O q voce está ouvindo atualmente? Abração, amigão!

13 09 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gustavão! Cara, eu tenho escutado o que sempre escutei: Iron, Kiss, Beatles, Sabbath, etc… Tem uma banda muito boa, chamada Dream Evil – o primeiro disco deles é de 2002. Se puder pegue o primeiro deles – se chama “Dragonslayer”. É fenomenal! Abração, cara!

14 09 2010
Gustavo Cavalcante

Dream Evil?, esta banda tem coisas boas?, quais canções
q voce citaria deles à mim! bye.

14 09 2010
Gabriel Gonçalves

Gustavão, o Dream Evil é fenomenal! O guitarrista os três primeiros álbuns foi o Gus G, que hoje é o guitarrista de Ozzy. Baixe o primeiro álbum inteiro, que é muito bom. Depois, se você curtir, compre o material dos caras, que vale à pena. Abração, cara!

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