MAIS UMA RESENHA FAIXA À FAIXA DO NOVO DO IRON MAIDEN

19 07 2010

Fonte: Metal Hammer

O repórter Dom Lawson, da Metal Hammer, publicou sua resenha faixa à faixa do novo álbum do Iron Maiden, “The Final Frontier”. Confira abaixo a tradução na íntegra da resenha, com exclusividade no IMPRENSA ROCKER:

Em algum lugar entre as sombrias e ameaçadoras estórias de guerra do “A Matter of Life and Death” e as bombásticas badaladas progressivas do “Brave New World”, entretanto com uma vasta quantidade de novas idéias em boa medida, “The Final Frontier” é absolutamente tão forte quanto os três últimos álbuns do Maiden. A diferença entre este e seus predecessores é que estas canções repetidamente levam as lendas do Metal britânico a território desconhecido. Este é um álbum exigente, mas que a maioria dos fãs do Maiden irão adorar.

SATELLITE 15…THE FINAL FRONTIER
A esta altura, Todo mundo já ouviu a faixa título do álbum, e é uma direta e infecciosa chapa de um muscular Hard Rock, que parece destinada a abrir os shows do Maiden num futuro próximo… mas é a primeira parte desta faixa bipolar que irá nocautear os fãs. Um desorientado redemoinho de distorção, brutos bumbos duplos e vocais espectrais, “Satellite 15” é sem dúvida uma das coisas mais estranhas que a banda já gravou. É pesada, não convencional e completamente inesperada.

EL DORADO
As opiniões parecem estar divididas sobre se “El Dorado” é simplesmente uma sólida e direta canção do Maiden, ou algo genuinamente especial. De fato, é um pouco dos dois; um forte e violento épico de sete minutos com um refrão contagiante e algumas viradas e voltas executadas habilmente, tudo feito sob encomenda para ser uma absoluta tempestade ao vivo.

MOTHER OF MERCY
Uma sombria e ameaçadora canção que facilmente poderia ter estado no “A Matter of Life and Death”, esta é um daqueles arquétipos de hinos sobre os horrores da guerra que o Maiden faz tão bem. Começa com uma exausta introdução progressiva – talvez uma pitada do Jehtro Tull tão amado por Steve Harris – antes de se metamorfosear num chocante galope lento, não muito diferente de “Stranger in a Strange Land” (do “Somewhere in Time), mas com uma vibração muito mais sinistra. “Sick of all the killing and the reek of the death…”, canta Bruce nesta altura.

COMING HOME
Uma balada bombástica, de levanter os esqueiros acesos, mas com uma diferença: “Coming Home” casa um gigante refrão – daqueles em que todos cantam junto – com alguns sutis riffs progressivos e arranjo tipicamente aventureiro. Inegavelmente sentimental, esta é claramente um canção de Bruce Dickinson, e ele canta sobre retornar para casa e ver as luzes da pista enquanto seu avião desce à Terra. Não são muitas as bandas que poderiam fazer uma faixa desta sem acionar o alarme de piegas. O Maiden o faz brilhantemente. Um clássico instantâneo ao vivo. 

THE ALCHEMIST
Indiscutivelmente a faixa mais à moda antiga do album, esta explosão de velocidade, energia e irrestíveis harmonias de guitarra a la Thin Lizzy teria nitidamente servido no “Fear of The Dark” e sabiamente preenche todos os requisitos para agradar os fanáticos. Interessantemente, ela tem o mesmo título de uma canção do clássico solo de Bruce Dickinson, “Chemmical Wedding”. As duas canções são completamente diferentes, entretanto.

ISLE OF AVALON
Possivelmente o melhor material do “The Final Frontier” e certamente uma das mais fortes canções que o Maiden produziu em anos, “Isle of Avalon” leva a banda a um território melódico não familiar, com alguns tempos não convencionais e alguns desvios progressivos adicionados ao intenso frescor impregnado ao longo de seus nove minutos de duração, e um simples e enorme refrão que será traduzido extremamente bem ao vivo. Existe uma vaga lembrança de “Paschendale” (do “Dance of Death”) e um ou dois acenos ao “Somewhere in Time”.

STARBLIND
Outra canção que é cheia de supresas, apesar do inequívoco som do Maiden, esta é outro épico que transborda grandes riffs, melodias e sutis toques de textura. Quase psicodélica em certas partes, “Starblind” possui uma genuína sensação de “outro mundo”, particularmente durante seu intrigante meio, que apresenta uma levada bluesy sobre um maduro e suntuoso trabalho de guitarras dos “los tres amigos”.

THE TALISMAN
Outra canção que caberia no “A Matter of Life and Death”, “The Talisman” é sombria e complexa, mas também flui lindamente, ampliando-se de sua introdução folky num poderoso riff principal e num refrão seriamente explosivo, com Bruce berrando do alto de seus não descartáveis pulmões. Apesar de ter nove minutos, parece que só durou metade deste tempo.

THE MAN WHO WOULD BE KING
Uma estranha e inquietante introdução leva a sombrios e esmagadores acordes antes deste extenso épico mudar de direção e seguir num suberbo e cativante riff e em mais um grande refrão. Como em muitas canções no “The Final Frontier”, “The Man Who Would Be King” raramente faz exatamente o que você espera, e ainda assim tudo faz sentido quando sua desconexa introdução cheia de harmonia gentilmente se desfaz.

WHEN THE WILD WIND BLOWS
Baseada na estória em quadrinhos de mesmo título, do autor Raymond Brigg, que fala sobre um ataque nuclear na Inglaterra, a última faixa do 15º álbum do Maiden é tão desoladora e sem propósito quanto o tema parece demandar, e ainda assim ela é tão fascinante musicalmente e corajosa liricamente quanto qualquer coisa que a banda já gravou. Camadas densas e descompromissadas, esta canção exige alguns ouvidas para ser internalizada, mas possui uma quantidade insana de atmosferas e incontáveis toques de inspiradas melodias. Um final deslumbrante.

"The Final Frontier" será lançado em 16 de agosto.

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44 responses

19 07 2010
Marcos Gonçalves

Porra. Pelo que o cara disse o disco deve ser antológico. Será?

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

Para você ver como review é um lance subjetivo. Um autor diz que o disco é mediano, o outro diz que é fantástico. Só estou esperando sair o disco para poder tirar minhas próprias conclusões. Abração!

19 07 2010
Val

hmmm.. é.. como eu disse antes, melhor esperar o album sair;.;;; acredito q va dividir opnioes…

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

Pois é, Val, o melhor mesmo é esperar o álbum sair. Estou com você: o disco irá dividir opiniões – como foram os últimos trabalhos do Maiden, aliás. Abração, cara!

19 07 2010
Stranger_Land

Àlbum do Maiden sempre dividirá opiniões. O que não dá pra engolir é uma meia dúzia de adolescentes criticarem de forma esdrúxula e sem o menor pingo de educação uma resenha só porque não está do seu agrado, como foi no caso da anterior.

Up the Irons!!!

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, cara, tudo beleza? O Iron Maiden tem o poder de causar este tipo de reação, rs. A banda é quase uma religião aqui no Brasil, e acaba provocando este lado mais “fundamentalista” nas pessoas. Como muitos já disseram, o importante é cada um ouvir o disco, tirar as próprias conclusões e não tomar como uma ofensa pessoal quando alguém tem uma opinião diferente. Muito obrigado pela visita e volte sempre, meu velho!

19 07 2010
Art Snow

Hei, depois desse review eu fiquei com mais medo ainda do que está por vir, muitas comparações com o AMOLAD, que eu comprei quando saiu e devo ter ouvido inteiro umas 5 vezes e olhe lá, se seguir esse caminho eu já vou me preparar pra esperar mais 3 anos pra ver no que dá, agora se depois desse Final Frontier vier outro disco semi-progressivo eu sinceramente perderei minhas esperanças com minha banda predileta de Heavy Metal. Saudades do No Prayer, que muitos desceram o pau quando saiu e perto dos últimos discos do Maiden é um “CLÁSSICO”.Abraço aí cara.

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Art, tudo certo? Eu particularmente não me importaria se ele viesse na linha do “AMOLAD”, apesar dde preferir a fase mais “direta”. E o “No Prayer…” é sensacional. Hoje mesmo o escutei, e ainda soa fantástico! “Hooks in You” é o sonho para uma porrada de bandinha Hard Rock que apareceu por aí; “Mother Russia” é uma pérola, fora “Tailgunner” e todo o resto. E apesar dos últimos discos serem mais inconstantes, ainda espero o melhor da Donzela. Abração, meu velho!

19 07 2010
Marco Aurélio

Realmente é isso mesmo, eu achei Dance of Death um dos discos mais legais do IM, mas eu fico lendo essas resenhas so metendo o pau no disco, fica dificl mesmo ler um comentário e tirar alguma conclusão se o disco ta legal ou nao

Abraços

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

Pois é, Marco. Por isso que um review deve ser lido sempre tendo-se em mente que é a opinião de um indivíduo e nada mais que isto. O importante é cada um ter sua prória “resenha” e, para isto, só esperando o disco sair. Muito obrigado pela visita e volte sempre, meu velho!

19 07 2010
leonardomeimes

Esse resenhador não falou mau nem bem, uma faixa que é despropositada e desoladora é masjestosa O.o ele falou um pouco de tudo pra garantir o acerte.

Eu quero ouvir =) assim poderei saber se é o que eu esperava.

Mas, cada vez mais eu me acostumo com a nova sonoridade do Maiden, o Brave New World já considero um clássico, que apesar de não chegar aos pés do meu favorito (Seventh Son…) é um Cd de heavy muito, muito bom.

O AMOLAD e o DoD são ainda territórios que eu estou digerindo. Após esse CD daqui há uns dois anos estarei digerindo eles e os considerarei bons CDs tbm.

Por isso eu não acredito em resenhas, pois é necessário um distanciamento para conseguir julgar uma obra de arte.

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Leonardo, tudo certo? Você está certíssimo. O importante é cada um ouvir o álbum e tirar as próprias conclusões. Que nem você, acho o “Brave New World” um clássico e o “Dance of Death” muito bom. O “AMOLAD” eu acho um bom disco, entretanto mais inconstantes que os dois anteriores. Só discordo de você quanto à necessidade de distanciamento para se julgar uma obra de arte. Para o necessário é cada um ter sua própria opinião. Valeu pelo comentário, meu velho, e volte sempre!

19 07 2010
leonardomeimes

Pois eh, o distanciamento é uma coisa real na minha opinião =) (divergente de sua), pois vários discos de Rock são difíceis de digerir, principalmente CDs que inovam. O CD “Somewere in time” recebeu duras críticas, porém com o distanciamento adequado muitas pessoas voltaram atrás e viram suas qualidades. No calor do lançamento do CD não temos a paciência de digerir as partes mais complicadas e de mais qualidade de um álbum, assim só percebemos o que nos encomoda. No fim o que nos incomoda pode apenas precisar de um tempo para ser digerido e se tornar o diferencial. 😉

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

Nisso você tem razão. Não são raros os álbuns que com o passar do tempo acabam tendo o reconhecimento que não tiveram na época de seu lançamento. Além do “Somewehre in Time”, cito também o “Music From The Elder” do Kiss e o próprio “X Factor” do Maiden. Abração, cara!

19 07 2010
Marcus

Olá! Pois bem, essas resenhas estão nos deixando cada vez mais confusos. Em algumas, o cd é mediano e em outras o cd é perfeito. Estou com a impressão de que esse cd será muito polêmico, não haverá meio termo, ou você irá amá-lo ou odiá-lo. A única coisa que espero é que esse cd tenha um novo hino do Maiden daqueles de sacudir qualquer arena pelo mundo. O pior está sendo a discussão ao redor de um disco que não foi lançado ainda. Devemos ter paciência e esperar o que vai dar. E que o dia 16 de agosto chegue o mais rápido possível e que esse cd marque a história do Metal! Flw!

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

Estou com você, Marcus! Apesar da variaão nas resenhas, espero um disco bem forte e que funcione muito bem ao vivo. Quanto à discussão, acho bastante normal, já que se trata do Maiden. Nem se importe, porque daqui a alguns anos, no próximo disco, a discussão voltará, rs. Grande abraço, meu velho!

19 07 2010
Lucas

Bem, mais um review, mas ao contrário do anterior postado aqui. Parece me o autor deste é um fã do Maiden. Realmente, esperar o disco para tirar as próprias opniões, mas como devo ser suspeito como o autor do review…. esse álbum será muito bom e provavelmente uma evolução contínua dos seus três antecessores. UP The Irons! Ainda contanto os minutos, horas e dias! Que venha The Final Frontier.!

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

Então somos dois, Lucas. Tamém estou contando as horas para poder escutar o “Final Frontier” inteiro. E mal posso esperar pela turnê que, é claro, passará por aqui. Grande abraço, cara, e volte sempre!

19 07 2010
Marco Rogerio da Silva

Concordo com o que o GABRIEL disse, cada um tire suas próprias conclusões, quando saiu o AMOLAD, foi a mesma coisa, um monte de pessoas dizendo bem e mal, mas veja a tour, lotados, e quando eu ouvi pela primeira vez, senti arrepios, puta disco.

Já contrei o FF, e não vejo a hora de ouvi-lo, aposto q sentirei o mesmo arrepio.

Abraço a todos.

UP THE IRONS!

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

É bem por aí mesmo, Marco. Não vejo a hoa de colocar as mãos no “Final Frontier” e poder escutá-lo inteiro. O Iron nunca me decepcionou e não seria gora que o fariam. Obrigado pela visita e volte sempre!

20 07 2010
alvaro

legal o blog, parabéns pelo trabalho.
Os últimos albuns do Iron têm um estilo diferente dos clássicos….. mas ainda assim são irados! lembro que quando o iron soltou a música “the reicarnation of benjamin breeg” não soube dizer se era boa ou não, me pareceu algo muito estranho e bizarro em relação a tudo o que havia ouvido do maiden (todas as músicas anteriores!), acho que as resenhas que li desse novo álbum expressam esse tipo de opinião sobre várias músicas. hoje eu me amarro nessa música, e no AMOLAD. parece que as 6 primeiras faixas do disco são puro aquecimento para as 4 últimas!
abraço

20 07 2010
Gabriel Gonçalves

Álvaro, muito obrigado pelos elogios! Você está certíssimo em dizer que os últimos discos do Maiden estão diferentes dos clássicos e , na minha opinião, fazem muito bem. Seria ridículo se eles tentassem fazer o “Piece of Mind” 20 vezes – são poucas as bandas que conseguem se manterem criativas e imutáveis (o AC/DC e o Motorhead são dois exemplos). Confesso que apesar de achar o “AMOLAD” um bom trabalho, as músicas ainda não em cativaram da mesma forma que no “Brave New World” ou “Dance of Death”, mas espero muito do “Final Frontier”. Mais uma vez obrigado pelos elogios, e volte sempre!

20 07 2010
Chauke Stephan Filho

Agora estou mais animado
Que venha a Fronteira Final!

20 07 2010
Gabriel Gonçalves

rs…É isso aí, Chauke! Que venha a “Fronteira Final”! Tenho certeza que o Iron não decepcionará os fãs. Gande abraço, cara!

20 07 2010
Marcos Gonçalves

GabÊra mô fio.

Graças a seus posts me empolguei para o ouvir o Iron de forma séria, digerindo bem os discos. Já peguei meu Fear of The Dark e botei no carro pra ficar ouvindo e lendo o encarte no trânsito. Logo logo também vou comprar alguns dos outros álbuns clássicos e depois passo para os recentes. Nada de downloads pois a relação material com letras e encarte é muito importante neste caso, ehehehe. Tô prcisando viciar em alguma banda e o Iron não tem erro!!! Trata-se, de fato, de uma religião; um universo totalmente diferente daquele que estamos acostumados. O show em Brasília que eu estive, então, foi um blackout inesquecível, eheheh.

Abs.

20 07 2010
Gabriel Gonçalves

rs… “Blackout inesquecível” foi lindo! É isso, Marquêra, o Maiden, principalmente aqui no Brasil – e América do Sul em geral – é uma religião. Os caras são tratados como celebridades de Hollywood, coisa que em nenhum outro lugar do planeta acontece. É uma banda que eu sempre achei que você ia curtir, por unir os elementos que você gosta numa banda: melodias, trabalho de guitarras fantástico e letras absurdas de boas – que falam sobre história, guerras, aventuras, medos, mitologias, etc. Tenho certeza que você vai curtir. Quanto ao ouvir música acompanhando a letra, concentrado, admito que recuperei o costume de fazê-lo aqui em SP, e é bem demais. Tirar uma ou duas horinhas numa noite, sentar, colocar um disco e me concentrar nele, lendo as letras e procurando escutar cada instrumento que está alí… Fantástico! Abração, meu velho!

20 07 2010
Stranger_Land

Exatamente Gabriel.
O Maiden é mais que uma banda, é uma religião. E como toda religião, sempre existe aqueles “fanáticos” que não admitem que falem mal daquilo que gostam e que seguem. Não vejo mal nisso, mas que tenha pelo menos educação. Mas vamos deixar esse papo politicamente correto pra lá…rs

Ouvi o Maiden pela 1º vez há 11 anos, o álbum foi o ” The Number…” e por incrível que pareça, não gostei da banda e nem do álbum.
1 ano depois, meu primo, fã do maiden, me apresenta o “Brave New World”., havia sido lançado a pouco tempo. E Maluco, nunca me esqueço daquele dia, pois passei ele inteiro ouvindo o álbum. Foi amor a primeira vista. FODÀSTICO. A partir daí virei fã incondicional da banda, adquiri a coleção completa, e até os tempos de hoje é minha banda preferida.

Claro que, apesar de um dia ter torcido o nariz pro “The Number…”; considero aquela como a melhor fase do Maiden até o “Seventh Son…”; tendo Powerslave como o meu preferido.
Mas comecei gostando do Maiden justamente pelo álbum da fase que todos lascam o pau neles. A banda mudou, mas continua o Maiden, isso que importa.
Temos que nos adaptar a essa fase deles, e parar de ficar pedindo para que eles façam um novo “Powerslave”.
Ele já foi feito, está na história. Temos que enxergar os novos álbuns do Maiden sem querer compará-los aos clássicos, por mais difícil que isso seja…rs

Enfim, espero anciosamente tb por esse álbum.
Kra, conheci esse blog ontem e meus parabéns. Muito bom. Abraços!

20 07 2010
Gabriel Gonçalves

Antes de tudo, obrigado pelos elogios, meu velho. Poiis é, cara, não adianta a gente ficar achando que vem um novo “Powerslave”. Como você mesmo disse: “ele já foi feito e já entrou para a história”. Temos, sim, que aceitar os novos rumos para onde a banda quer ir – o que não significa que somos obrigado a gostar -, pois eles são os artistas. Seria até desonestidade eles comporem um álbum pensando: “vamos pôr um refrãozinho aqui, porque os nossos fãs vão curtir”. Uma banda séria não faria isso, e por se manteram honestos com eles próorios – e com os fãs – já merecem o respeito der todos. Ah, e você escolheu um discaço para começar a curtir. Apesar de muitos criticarem, acho o “Brave New World” sensacional. Gande abraço, meu velho, e volte sempre!

22 07 2010
Cobaia

HUMMMM…será ke a repercursão da primeira resenha do disco fez o Rod Smallwood mexer os pauzinhos e conseguir ($$$) uma resenha falando positivamente do novo Album??? OU SERÀ KE O ALBUM EH BOM MESMO?
OU AINDA….MELHOR….ESPEREMOS…E DEPOIS, OUÇAMOS….
Embora ainda ache ke o Maiden tem mta coragem de não se repetir, inovando buscando novos horizontes e estilos musicais, como vem acontecendo nos ultimos 3 albuns (desde Brave..). Mas tem me surpreendido pouco nestes trabalhos…enfim…
Fikei pensando se o resenhista escutou a MESMA Satellite 15…Final Frontier que eu escutei….pois a faixa eh FRACA. OU AINDA… FRAKISSIMA… REFRÃO POBRE. CRUZES…. VOU LIGAR “HOOKS IN YOU” E ESKECER!! OU TALVEZ BACK IN THE VILLAGE MESMO, rsrsrsrs

ABRAÇOS

22 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, velho! Bicho, não acho que tenha sido manobra do Rod, porque já haviam saído outras resenhas elogiosas. Pelo que ando lendo, a coisa está meio equilibrada (com os elogios um pouco mais abundantes que as críticas). Mas você mencionou uma canção que, para mim, é a pérola escondida na discografia do Maiden: “Hooks in You”. Qualquer bandinha de Los Angeles dos anos 80 (adoro algumas, que fique claro, mas tem outras que é puro golpe) gostaria de ter “Hooks in You” no seu repertório e , com certeza, seria o rande hit de toda sua carreira. Mas como é o Maiden, se perdeu em meio a tantos clássicos. Sem dúvida, minha preferida do “No Prayer…”. Abraço, velho, e volte sempre!

22 07 2010
Johnny

Em todas as resenhas, eu fico cada vez mais curioso pra ouvir a versão original da primeira faixa e de ‘isle of Avalon’ que parecem ter opiniões bem parecidas. A introdução de the final frontier pelo o que estão dizendo parece aquelas introduções de album cheio de batucada, mas ao mesmo tempo com alguma diferença, pois não comentam isso no ‘el dorado’. E a última faixa parece que é uma coisa totalmente diferente que o maiden nunca fez. E THE ALCHEMIST (que eu sempre confundo com THE TALISMAN) parece uma música estilo be quick or be dead. E coming home parece uma balada estilo Bruce, espero que não seja melosa como Tears of the dragon. Mal posso esperar pra comprar dia 16.

22 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Johnny, tudo beleza? Velho, Eu tô muito curioso em ouvir a “Coming Home”, que parece ser uma balda fantástica; e a “When The Wild Wind Blows”. Cara, eu tenho grandes expectativas para este disco. Abração, Johnny, e volte sempre!

23 07 2010
Douglas

Putz!!! Eu adoro o Maiden, Estou muito ansioso para ouvir esse novo trabalho, mas eu confesso que não sei muito o que esperar, gosto de quase todos os álbuns até mesmos os da Fase Blaze o.O rsrrs, a exceção é A Matter of Life and Death mesmo que nunca me desceu, por isso quando vejo comparações fico um pouco desconfiado.
Mas agora é esperar para ver (Já reservei o meu rsrsrs), não espero que este álbum traga o Maiden dos velhos tempos mas eu realmente espero que este cd seja tão bom quanto “Brave New World” e “Dance of Death” que são excelentes. Afinal todos nós sabemos da capacidade desses caras.
Parabens pelo blog!!! Muito legal.
Abraço
UP THE IRONS!!!

23 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Douglas, tudo beleza? Obrigado pelos elogios, meu velho. Pois é, cara, eu também acho os os discos do Iron excelentes, mas o “AMOLAD” realmente demorou um pouco para descer, rs. Mas minhas expectativas são altas para o “Final Frontier”. Obrigado pela visita, meu velho, e volte sempre!

18 08 2010
Cristiano Mazzola

Sou mto fã do Iron, fui em uns 7 shows, tenho todos os Cds, Dvds, e sinceramente?! achei esse cd pior q o Virtual XI (com o blaze rs..), as músicas estão perdidas no espaço, sem adrenalina, tem uma musica q me chamou atenção q foi a “The Talisman” o resto ficou muito mais ou menos, tá longe de ser um bom cd quanto mais um clássico, está até parecendo q o Iron perdeu sua identidade! to decepcionado sim! apenas uma opinião de quem escutou o cd apenas umas 4 vezes, está difícil de assimillá-lo.
[]´s

18 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Cristiano! Olha, cara, eu particularmente adorei o novo álbum. Tenho todos os Cd’s e DVD’s do Iron também, sou fã há 20 anos – não fui em tantos shows como você, até porque até pouco tempo morava em Salvador – e achei o o disco bem diferenciado, mas ainda assim bem Maiden. Todas as músicas bateram de primeira em mim – coisa que não aconteceu nem no “Dance…” e nem no “AMOLAD”, que são dois discos que também gosto – mas você tem todo o direito de ter a sua opinião, meu velho. Espero que com mais audições, você passe a ver neste álbum o que eu vejo, porque a sensação é ótima. Grande abraço, cara, e volte sempre!

18 08 2010
Cristiano Mazzola

Pois é Gabriel, mas estou tentando assimilar o TFF ainda, tem umas musicas q eu tava achando uma merd@ q agora só to achando ruim rsrsrs (escutei umas 6 vezes já rsrs)… acho q depois de escutar umas 30 vezes talvez eu engula umas 4 musicas rsrsrsr… nao foi igual o Novo do Metallica q bastou uma escutada do Cd para fala “CAR@LHO!!! Q CD FOD@!!!” ou o novo do Megadeth q tb assimilei em 2 ou 3 escutadas mto bom por sinal!!! mas sei não tá faltando alguma coisa nesse novo cd do Iron!!! bem o “AMOLAD” e o Dance tb foram assim no começo, mas até hj eles ainda estão meio esgasgado, mas melhor ver o Iron na Ativa do que ve-los parado! [ ]´s

18 08 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Pra você ver como são as coisas, eu gosto do “Death Magnectic”, mas o ” Final Frontier” me bateu muito melhor e de primeira, rs. Mas é isso mesmo, meu velho, quem sabe uma hora o disco não bate pra você, né? Abração!

30 09 2010
Bruno Monteiro

Bom como fa da banda , acho que eles vao sim agradar uns mais que outros, isso acontece desde iron maiden- iron maiden normal. na verdade eles nao tem q provar nada pra ninguem ( no bom sentido ) cada album q lancam soa diferente e isso sim é mostrar o quanto sao capazes , pior se fossem todos albuns iguais , chega uma hora q os proprios caras nao aguentariam mais.
harris sabe o q faz, eu escutei uma vez e gostei , soa diferente sim, mas essa é ideia, nao escutei ele achando que escutaria um album nos estilo dos antigos, escutei ele querendo ver o q fizeram de novo e diferente. como fizeram em brave, dance , amolad e por ae vai……cozinha. acho que ja engoli esse na primeira .

30 09 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Bruno! Concordo com você, cara. O “Final Frontier” foi um disco que me bateu de primeira também. Por mim a banda continua nesta direção. Abração, meu velho!

10 11 2010
carlos

cara.. sou fã do iron desde muleke… comecei a ouvir na época que eles lançaram o no prayer for the dying e esse foi o primeiro deles que eu comprei (vinilzão ainda!!!!)…. não acho o no prayer clássico, mas um disco com altos e baixos (the assassin, mother russia, no prayer for the dying e run silent run deep eu acho muito foda… mas o resto acho fraco)…. e foi essa a mesma impressão que tive do final frontier…. o disco é mediano…

mas eu tive a mesma impressão quando ouvi o brave new world, e hoje acho ele uma das melhores coisas que o iron já fez (só não curto dream of mirros… as outras todas acho dukaralho!!!!)… então, o caso é dar mais umas ouvidas no final frontier pra realmente “sacar” o cd….

as coisas são mesmo engraçadas… vi um brother ai que disse ter achado o death magnetic foda…. eu acho uma merda hehehehe…. não estou desfazendo do gosto do brother não…. só estou comentando como as coisas funcionam de maneiras diferentes pra cada um!!!!

UP THE IRONS!!!!!!!!!!!!!!

10 11 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Carlos! Sua conclusão é certeira, meu velho: é impressionante como os gostos mudam tão radicalmente de pessoa pra pessoa (inclusive numa grupo que aparentemente gosta das mesmas coisas). Eu também comecei a ouvir o Iron na época do “No Prayer…”, e acho ele um disco muto foda; pra mim, “Hooks in You” é a música de Hard Rock que todas aquelas bandad dos anos 80 (qu eu também curto) gostariam de ter escrito, rs. Quanto ao “The Final Frontier”, foi um disco que me bateu de primeira (coisa que não acontecia desde o “Brave…”). Gosto muito do “Dance of Death” e do “AMOLAD”, mas foram trabalhos que demorei um pouco mais para digerir; o “Final Frontier” foi de primeira. Mas é isso mesmo, meu velho; vai do gosto de cada um. Abração, cara!

23 11 2010
rafafoa

Cara, to admiradaço! Fazia tempo, acho que desde que ouvi “No prayer…” que não me empolgava com o som da donzela! Putz, ta muito irado… REceber essas pancadas musicais em tão bem trabalhado álbum dessa bandaça tradicional e perceber que eles continuam mandando bem pra caramba! IM forever!!!!!!!!!!!!1

23 11 2010
Gabriel Gonçalves

Verdade, Rafafoa (gostei do apelido, rs). O “Final Frontier” superou, e muito, as minhas expectativas. Agora é esperar o show. Abração!

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