METAL RADIO: “O MAIDEN NÃO SABE MAIS COMO ESCREVER HITS”

16 07 2010

Fonte: Radio Metal Website

O repórter da Radio Metal, Metal’O Phil, publicou a primeira resenha faixa à faixa do “The Final Frontier”, novo disco do Iron Maiden. Confira abaixo suas impressões:

1. Satellite 15… The Final Frontier – 8’40 :
A abertura do novo álbum do Iron Maiden é uma intro longa e experimental, com baterias às vezes tribais, às vezes marciais e guitarras. Após um curto silêncio, alguns sutis arpejos e a voz de Dickinson aparecem, enquanto Nicko McBrain inicia uma robótica seção rítmica com bumbo duplo e… bem, eu realmente não sei o que o que pensar do resultado. Após mais silêncio (mais um de muitos neste álbum), tudo se torna claro quando um riff do velho Maiden e um refrão de fáceis letras começam: “The final frontieeeer, The final frontieeeeeer…”.

2. El Dorado – 6’49 :
O primeiro single, que está disponível para download gratuito no site oficial da banda, não é o maior hit do álbum nem o mais representativo. Ela começa do mesmo jeito que “Satellite 15” terminou: uma guitarra porrada, junto com Nicko Mcbrain batendo alto em seus cimbals. Este tipo de efeito “espalhafatoso” é normalmente usado para concluir uma música ou um show. Então surge um tradicional ritmo galopante com um riff parecido com o estilo Heavy/Trash do Megadeth. O refrão é cativante, mas não tão memorável, cruelmente me lembra das anedóticas faixas de abertura dos últimos dois álbuns. Estas faixas parecem mais estarem lá para encher o álbum, do que serem o resultado de alguma inspiração. Outra mania do Maiden neste álbum é que a canção termina, geralmente, da mesma forma que começou.

3. Mother Of Mercy – 5’20 :
Uma leve atmosfera medieval, como um hino de um guerreiro, emana desta faixa que começa como muitas ainda por vir neste álbum: uma parte limpa, como no prelúdio de “No More Lies” do “Dance of Death”. Após algumas explosões de riffs de guitarra, lá vem o mesmo verso novamente tocada numa versão com a guitarra mais alta, e mais uma vez o inevitável riff galopante. O refrão é outro que é fácil de se lembrar – o título da música – Dickinson parece estar, literalmente, “lançando” sua voz para alcançar as notas mais altas. 

4. Coming Home – 5’52 :
A “Power Ballad” do album é semelhante à “Out of The Shadows” do “A Matter of Life and Death”. Entretanto, esta canção é mais cativante, com um bom refrão e um sutil teclado que faz uma sensível aparição. Note também que há um solo realmente bom.

5. The Alchemist – 4’25 :
Chega-se rapidamente ao grosso da coisa nesta faixa simples. Sem introdução, sem “ponte”. Apenas verso, refrão, verso, refrão, solo, verso, refrão. Fim da estória. É uma faixa tradicional com os riffs rítmicos do Maiden e o inconfundível trabalho de cimbals de Nicko.

Nós estamos a um terço do caminho, e todos os esquemas do Maiden já foram percebidos. Contudo, este álbum parece diferente. Estas faixas foram feiras para serem cativantes, mas eventualmente acabam sendo medianas… Neste momento eu penso comigo: “espere, isto é estranho, eu não recordo de muitas canções curtas…”. Minha memória vagueou levemente, principalmente por causa da inundação de faixas intermináveis que me golpearam enquanto lia o “tracklist”.

6. Isle Of Avalon – 9’06 :
O Iron Maiden demonstra seu talento para as introduções em “crescendo” com “Isle of Avalon”: primeiro as guitarras tocam sozinhas um tema árabe, então aparece o “hi-hat” junto com as mesmas tremulantes guitarras dobradas, como em “El Dorado“. O bumbo então entra discretamente. Seguindo o exemplo de “The Longest Day”, do ultimo álbum, a bateria surge como poderosas explosões, e os “tons” produzem um incontestável efeito dramático. Ao todo é uma boa faixa que segue a tradição de canções épicas do “A Matter of Life and Death”.

7. Starblind – 7’48 :
Após outra parte de guitarras limpas/teclados, seguida por um silêncio, a banda inglesa muda para uma parte pesada e vigorosa, com uma sutil e emocionante melodia. O grande refrão – levemente rápido na melodia – alterna entre linhas de vocal altas e baixas.

8. The Talisman – 9’03 :
Com um violão por detrás, quase como um velho mágico, Bruce Dickinson nos conta uma estória com uma voz de homem velho, criando um sentimento misto de conforto e incômodo. Então o prelúdio chega ao fim, diminuindo a velocidade para anunciar um escuro silêncio, colidindo num pesado novo começo. Está ficando um pouco antiquado, e agora já sabemos a manha. “The Talisman”, todavia, é uma ótima faixa. Estes nove minutos são uma sucessão de momentos intensos, com os riffs cativantes na canção, que nos fazem dizer “woooooooohooooooooohooo”.

9. The Man Who Would Be King – 8’26 :
Para esta faixa, cujo título me lembra o nome de uma álbum do Blaze Bailey, o Iron Maiden nos pega de surpresa com… uma introdução com som limpo. Mais uma vez. Este prelúdio também termina num curto intervalo, antes de mudar para uma canção mais viva. Na metade da música, a banda faz uma parada que não nos surpreende com sua mudança de tempo, como uma virada no roteiro de um filme de Hollywood não convincente. Note o agradável solo de guitarra. A canção chega ao fim de uma forma interessante, com um lento e progressivo “fade out”, um verdadeiro epílogo para este pesado momento de bravura.

10. When The Wild Wind Blows – 10’59 :
Alguns jornalistas, incluindo este humilde servo, deixaram escapar um “Oh, não!” quando eles anunciaram a última canção e sua duração. O fato é que o fim de “The Man Who Would Be King” teria sido uma grande conclusão, com quatro mini-estórias épicas; para seguir com outra canção que nunca acaba, a mais longa do álbum, que não faz você ficar a fim de ouvi-la. Não é necessário dizer que o prelúdio mais uma vez é composto de teclados e guitarras limpas. Dickinson canta novamente de uma forma narrativa. Após o incrível suspense provocado pelo enésimo silêncio, a faixa começa e as guitarras seguem com o tema do prelúdio numa versão elétrica. É bem normal, mas ainda assim permanece eficiente. “When The Wild Wind Blows” é a canção mais alegre do álbum. Parece impossível não sair pulando quando a ouvimos. Após 11 minutos e alguns perdoáveis auto-plágios, a faixa termina em perfeita simetria, com alguns arpejos abrindo caminho para um som de vento.

Opinião do momento:
Estou farto desses jornalistas que constantemente começam suas resenhas com: “foi apenas a primeira sessão de audição, o que torna difícil de opinar. Uma sessão mais profunda seria necessária para revelar realmente o sutil BLABLABLABLA…”. Nós sabemos, seu imbecil, de que se trata exatamente disto (uma primeira impressão). Então aqui vai uma opinião com uma total e responsável falta de retrospectiva, ao final da sessão. Mas seja cuidadoso, porque esta foi apenas a primeira sessão, então… ops… tá vendo?

Uma nova era chegou: O Maiden não sabe mais como escrever hits. O Maiden não está mais confortável ou afiado, como mostrado nas enferrujadas e anedóticas “El Dorado” e “The Alchemist”. Paradoxalmente, as canções intermináveis acabaram por se revelar cativantes. Elas são muito melhores construídas, menos redundantes do que as do álbum anterior. Elas formam grandes canções épicas com sucessões de ótimos riffs, grande melodias, grandes refrões e viradas espertas, mas que não dobrarão aqueles que estão insensíveis às padronizadas levadas progressivas. Todavia, este grande passo adiante é “secado” por esta redundância causada pela forma na qual as canções foram escritas. Após a quinta introdução limpa, você não pode evitar de sorrir. Você apenas tem que lidar com isto: hoje o Maiden é uma banda de Metal Progressivo, mesmo sendo uma boa banda.

O álbum será lançado no dia 16 de agosto.

Tracklist:

01. Satellite 15….The Final Frontier (Smith/Harris) (8:40)
02. El Dorado (Smith/Harris/Dickinson) (6:49)
03. Mother Of Mercy (Smith/Harris) (5:20)
04. Coming Home (Smith/Harris/Dickinson) (5:52)
05. The Alchemist (Gers/Harris/Dickinson) (4:29)
06. Isle Of Avalon (Smith/Harris) (9:06)
07. Starblind (Smith/Harris/Dickinson) (7:48)
08. The Talisman (Gers/Harris) (9:03)
09. The Man Who Would Be King (Murray/Harris) (8:28)
10. When The Wild Wind Blows (Harris) (10:59)


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112 responses

17 07 2010
Val

finalmente uma resenha q enchergou a verdade… ate eu , fan de 30 anos da banda, estou vendo que o Maiden está já caquético no quesito novas composições…

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Val, blza? Então, cara, eu concordo que desde aquele velho Maiden de guerra sumiu após o “Fear of The Dark”, por outro lado não achei ruim nenhuma disco posterior. Foi como o autor da resenha falou: o Maiden vem se tornando ua banda de Metal Progressivo. Uma ótima banda de Metal Progressivo, por acaso, mas uma mudança como esta sempre deixa os fãs – ainda mais os do Maiden – com o pé atrás. Eu sou sempre a favor do artista que ousa, cara, afinal ninguém disse a eles como fazer quando eles nos brindaram com “The Number..”, “Powerslave”, “Piece of Mind”, etc. A gente nunca diria pro Peter Jackson, por exemplo, filmar “O Senhor dos Anéis” para sempre. A gente tem o direito de gostar ou não, é claro, mas acho que o papel de escolher o que vai tocar fica com o artista. Senão eles acabam se tornando tudo aquilo que a gente odeia, que são essas bandinhas da moda que fazem um som todo produzido e feito com todas as formulas para entrar na cabeça do povo. Eu ainda prefiro que o maiden faça o que quiser. Grande abraço, cara, e volte sempre!

18 07 2010
Val

Gabriel, na verdade, eu fiquei com o pé atras com o Maiden, quando saiu em exatamente o FEar… o disco anterior, que muitos gostam, o No Prayer, ainda tem a magia, mas como nao tem hits e nem uma boa produçao, a maioria nao gosta, mas ele, para mim tem uma certa importancia, pois na epoca eu estava passando por um periodo ruim. E o Fear quando saiu, antes de sair até, quando Bruce veio aqui, falou mal, e nao curto ele muito não, acho o som pior que o anterior, talvez por ter ja a mao doHarris na Produção. Eu ainda acho o X-Factor mais envolvente, e o Brave. Não acho nenhum ruim, apenas considero o FEar e o Virtual dois discos fracos em produçao e inspiraçao (nada contra o Blaze, ja o conhecia de fitas da epoca do Wolfsbane). Mas acho que a inspiraçao dos caras esta indo embora. Antes quando saia algo eu ficava animado, nos ultimos anos esta dificil me animar, mas ainda compro os discos, vou aos shows… pois eh uma banda que está comigo há praticamente desde muito novo, quase 30 anos. De minha opniao, eles precisam não repetir o que foi feito nopassado mas voltar a ter a velha chama de antes e ter mais pegada.Estou achando os vocais de bruce muito burocraticos e os refroes estao tao repetitivos quanto the angel and the gambler (cruzes!!!) .. mas eu vou esperar o disco sair pra ver como ele realmente será…. pois das duas que sairam, ate agora a El Dorado foi melhor, mesmo assim, achei um hard mediano.

abraços!

18 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Val, tudo beleza? Velho, eu acho o “No Prayer…” um discaço!!! Um pegada mais Hard – muito próximo até do Tattooed Millionaire – muito boa. “Hooks in You” é digna dos melhores momento do Hard Rock, “Tailgunner” é excelente, enfim, não faltam grandes composições lá. Concordo com você quando fala que os refrões têm ficado um pouco repetitivos, mas acho que as composições, em geral, permanecem bons. Deade o “Brave New World” que, para mim, o Maiden não lança um álbum no qual todas as músicas me cativam, mas tanto o “Dance of Death” quanto o “AMOLAD” são interessantes. Mas é isso mesmo: o jeito é esperar o “Final Frontier” sair. Eu também achei “El Dorado” mais legal que a canção título. Grande abraço, cara, e volte sempre!

18 07 2010
Val

ah sim, sobre peter jackson, heheh, eu ainda prefiro fome animal, os espiritos e Meet the Feebles a Senhor dos aneis

🙂

18 07 2010
Gabriel Gonçalves

rs… “Fome Animal” é fantástico!!! Sou fãs destes filmes do chamado “Terrir”. Aliás, o Sam Raimi, diretor dos “Homem Aranha”, tem uns filmes muitos bons neste estilo, com destaque, é claro, para os “Evil Dead”. Hilário!!! Mas confesso que sou fã de carteirinha da triologia dos Hobbits, rs. Abraço, cara!

18 07 2010
Cobaia

Concordo com o resenhista! A mto tempo o Maiden vem sendo cover dele mesmo (como diz uma musica do Erasmo Carlos!!). As composições com INTRO LENTA-parte PESADA-FINAL LENTO ja ficaram manjadas. Isso começou com Afraid to shoot…, e com a propria Fear of the Dark!! porem nesse ultimo caso, tinha um proposito a musica ser dakele jeito….
Anos mais tarde, no otimo X-factor e no Frakissimo Virtual XII, uma enxurrada de canções usando a formula INTRO LENTA-parte PESADA-FINAL LENTO (kerendo repetir a formula e o SUCESSO de F.o.t.Dark)….
Alguns podem dizer que esse tipo de musica formulada pelo Maiden nos ultimos albuns seja em decorrencia de Alexander the Great ou ainda de hallowed be thy name, mas não é isso não! “satellite 15…the Final frontier” tá longe de ser um classico da banda…e longe MESMO. O mesmo para Eldorado, QUE NÃO EMPOLGA, NADA… Antes ke joguem uma pedra, kero dizer ke sou fã de Maiden a mto tempo,e que não tem como discordar do resenhista…. claro que fãs podem achar o ke kiser do album, então que cada um tenha uma opinião, e que respeite a dos outros. O modo de composição das musicas do Harris parece não combinar mais com a Voz do Bruce….isso tanto é verdade que o melhor material gravado por Bruce nos ultimos anos é Accident of Birth e Chemical Weeding… sinceramente espero que o Bruce e Adrian ainda gravem outros albuns juntos, pois com o Maiden ja está “caquético “!!

18 07 2010
Gabriel Gonçalves

Pois é, cara, concordo em partes com você. A fórmula “intro lenta/parte pesada/ final lento” realmente está se desgastando, mas ainda acho que permanece eficiente. Lógico que uma variada seria bem vinda, mas não acho que isto signifique que eles estão caquéticos, rs. A canção “Final Frontier” não empolgou, entretanto só a escutei uma vez, já a “El Dorado” me agradou. Ah, e quanto a música do Erasmo, fantástica! Ele sim é o verdadeiro Rei da “Jovem Guarda”. Obrigado pelo comentário e volte sempre, cara!

17 07 2010
Guilherme

Vc é um babaca cara….Que autor de resenha bobo… Se acha… Up the Irons…

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

E você é super articulado para expresssar um opinião, hein cara? A resenha não é ruim só porque você discorda dela. Você tem todo direito de discordar da opinião dele, mas é uma das melhores resenhas que estão por aí sobre este novo disco. Eu sei que você ainda é garoto, e nesta idade gente tem uma relação “fundamentalista” com as bandas que a gente gosta – eu tamém já fui assim – mas é bom você ir abrindo os olhos aos poucos. Eu sou fã do Maiden desde o “No Prayer…”, e de lá para cá, sinceramente, não achei nenhum disco ruim – uns mais fracos que outros, com certeza. Ah, e não fui eu quem escrevi a resenha. Se você leu o texto com atenção, é uma tradução de um review do Metal Radio. Então, no final, acho que o babaca aqui não sou é, né não?

17 07 2010
Henri

Interessante. Achei que ele ia meter o pau, mas creio que todo fan vai acabar tendo a mesma opnião: queriamos algo mais direto, menos introduções, mas as musicas epicas vão ser as melhores.

Obrigado pelo tradução

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Obrigado pelo comentário, Henri. Pois é, cara, foi como o autor da resenha falou: “O Maiden é agora é uma banda de Metal Progressivo”. Sinceramente, continuo achando uma puta banda, mas que é diferente do velho Maiden, é. Mas continuo achando que a banda está certa. Ninguém pode acusá-los de de fazer música só para cumprir tabela ou para colocar canções nas paradas. Os caras provam disco após disco que eles fazem suas músicas pensando exclusivamente no que eles gostam ou não, e só por isto eu já tiro meu chapéu. Imagina se os fãs dos Beatles ficassem enchendo o saco deste jeito quando eles pararam de cantar aquele Rock básico do início? Correria o risco de não termos um “Sgt. Peppers”, ou um “Rubber Soul”, “Revolver”, etc. Vou esperar o disco ser lançado, escutarei com cuidado e, com certeza, terei minha opinião. Mas estou certo de que música ruim nunca virá da parte deles. Se é diferente do que esperávamos, paciência. Cocordo com você: acho que serão as melhores épicas. Muito obrigado pela visita e volte sempre, cara!

17 07 2010
jose carlos

pq o maiden simplesmente não lança o album que todos querem desde 84?

o bendito powerslave 2

pq simplesmente não fazem oq os fãs querem ouvir?

chega de introduçõezinhas , os fãs querem um porrada do início ao fim , simples assim

eu só acho que o iron maiden deveria finalmente lançar o powerslave parte 2 e parar com bobagens

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, José, tudo beleza? Então, cara, eu discordo que eles deveriam gravar o “Powerslave II”. Concordo que desde o “Dance of Death” – acho o “Brave New World” um discaço! – o Maiden vem lançando material que não é exatamente o que os fãs esperavam, mas eu acho que não skmos nós, os fãs, que decidem isto. Se eles fizessem o “Powerslave II”, todo mundo ia cair de pau, dizendo que ele se venderam e que estão atrás de um trocado fácil (como fizeram quando o Helloween lançou o “Keeper III” e o Queensryche lançou o “Operation II”). Acho que eles etsão certos. Eles devem lança ro que eles quiserem. Se eles estão numa fazer Prog, paciência, a gente gosta, não gosta, enfim, tem sua opinião. Mas acho que se eles fizessem um disco cujo único objetivo é agradar aos anseios dos fãs, aí sim, para mim, chegou a hora de “perdurar as guitarras”. Muito obrigado pelo comentário, meu velho, e volte sempre!

17 07 2010
Gasvar

Ae… vai tomar no toba… resenha escrota… falta de respeito… ah.. pra mim… se foda… Iron Maiden… pode fazer um cd inteiro tocando musica do tiririca que vai ser foda… vai toma no cu… mais respeito… aposto que é review de guitarrista frustrado… porra.

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Caro Gabriel, primeiro: não fui eu quem escreveu a resenha, então vai você tomar no toba. segundo: você fala de falta de respeito e escreve um cometário desse?; terceiro: se você escutaria o Maiden tocando Tiririca, compra um cd do Tiririca então, cara. Pelo menos você vai ouvir algo original ao invés de um cover; quarto: Só porque você discorda da opinião do autor, não quer dizer que o review seja ruim ou que ele seja guitarrista frustrado. Esta é uma das melhores resenhas que estão por aí – se você concorda ou não com a opinião do cara, aí são outros quinhentos. Como um cara que comentou um pouco abaixo, creio que você ainda seja garoto, e tenha esta relação fundamentalista com as bandas que gosta. Ísto é perfeitamente normal, mas é bom ficar esperto, porque ninguém é infalível, cara. Harris e cia são gente de carne e osso, que erram também – não estou dizendo que o disco é ruim, pelo contrário, sou um dos fãs que não se importa quando as bandas mudam de direcionamento. Música é boa é música boa. Manda uma abraço para a Florentina…

22 07 2010
Cobaia

Isso sim é saber argumentar!! Dificilmente vejo tanta bosta escrita num UNICO post!! Parabens cara! Sua sintese sobre a resenha é “o MAXIMO”. Mas não eskenta com as criticas….afinal de contas, TODO MUNDO JA TEVE 8 ANINHOS DE IDADE!!!
“ESSES ADULTOS CHATOS E RETRÓGRADOS NÃO ENTENDEM A GENT VIU!!”
kkkkk

22 07 2010
Gabriel Gonçalves

Caro, Cobaia (estranho escrever isto, rs). Faz parte, meu velho. Quem aqui nunca foi fundamentalista ao defender seus ídolos. Quando eu era moleque, eu me recusava a admitir que gostava de Elvis, só porque rolou aquela história de que ele e o empresário, por debaixo do pano, tentavam banir os Beatles dos Estados Unidos. Depois de um pouco mais velho, percebi que era uma merda, e que estava me privando de ouvir o verdadeiro Rei, o único representante da monarquia que respeito, rs. Abraço, cara, e volte sempre!

17 07 2010
Johnny

A resenha deste jornalista foi a que mais chegou perto do que eu comentei sobre ‘El Dorado’. Ao que tudo indica, a música de mesmo nome do álbum, junto com a introdução, tem muito mais a revelar além daquele video que o maiden disponibilizou no seu site oficial. Aquele video foi só um ‘gostinho’. Fiquei surpreso quando jornalista disse que a última música é mais alegre do álbum. Mais alegre que a primeira? Espero que tenha o peso do heavy metal desta vez.

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Johnny, estou mais ou menos na mesma posição que você. Sinceramente, eu gostei da “El Dorado”, mas aquele videozinho já não me cativou muito. Vou esperar sair o disco e, aí sim, terei minha opinião, mas tenho uma sensão de que irei gostar. O Maiden já soltou alguns equívocos, mas nunca me decepcionou por completo. Vamos ver o que o futuro – bem próximo – nos trás. Abração, cara, e volte sempre!

17 07 2010
fernando ronchi

até q enfim alguem coerente e corajoso para dizer a verdade. após algumas resenha parciais e idiotas achei q só eu tive a impressão de que o album não é isso tudo. criticar o Iron parece q virou tabu, mas a verdade é que já não “sabem fazer hits”. ponto!

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Fernando, tudo beleza? Eu concordo parcialmente quando o autor diz que o Maiden não sabe mais fazer hits. Concordo que a banda não compões mais aquelas músicas rápidas, de três minutos e meio, que te pegam pelo pescoço e te arremassam contra a parede, por outro lado, o que é um hit? Esta definição muda de fã para fã. Eu, por exemplo, acho que o hit do “Dance of Death” é a canção “New Frontier”. Enfim, acho que o Maiden está certíssimo em fazer o que faz. Quem deve decidir o que tocar são eles e mais ninguém. Se eles fizessem um novo “Powerslave” ou um novo “Piece of Mind”, seriam achincalhados, como foi o Helloween e o Queensryche, com o “Keeper III” e o “Operation II”. Eu sinceramente não me importo se o Maiden se tornou uma banda de Prog Metal. Para mim música boa é música boa. O jeito é esperar o novo disco sair para vermos o que o Iron nos trouxe. Muito obrigado pelo comentário, cara, e volte sempre!

17 07 2010
Carlos Schmidt

Maiden Fanatic Blind Mode On:

AH, vai ovir sertonojo, Maiden é a maior banda do mundo. Blablablalbalbalblalalblalba…..

Maiden Fanatic Blind Mode Off:

Reality Mode On:
Bem, eu ouço Maiden há aproximadamente 20 anos. Desde meus 12-13 anos, conheci e nunca larguei de mão. Depois do AMOLAD achei que alguma coisa iria mudar, pois é um disco que simplesmente para mim não desce. Fiquei pensando 70 minutos pra se aproveitar 15 ou 20 não é justo. Então a fronteira final chegou. Mas a realidade é dura e temos que enfrentá-la, Iron Maiden entrou de corpo e alma num estilo que nunca foi sua praia e que não é unanimidade em meio aos fãs. Sempre houveram músicas longas no IM, desde o primeiro. Mas eram músicas que não percebiámos o tempo passar. Ou alguém percebe o tempo passar ouvindo Rime Of The Anciente Mariner? Mas os tempos são outros. Ouvi as duas músicas, ou seja há mais 1 hora de música, mas a primeira impressão é a que fica, e não é uma boa impressão. Sei que quando agosto chegar, minha cópia estará junto aos outros da discografia, mas sinceramente não tenho grandes expectativas.

Reality Mode Off

UP THE IRONS

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Pois é Carlos, somos contemporâneos de Maiden, então, rs. Comecei a ouvir a banda há uns 20 anos também, na época do “No Prayer…”. Concordo que do “Dance of Death” para cá – acho o “Brave New World” um belo disco – o iron vem rumando para novas praias. Não é o que a maioria dos fãs espera – ou até deseja – mas é o que os caras querem fazer, então só por isso já merecem o respeito de todos. Eles fazem as músicas que querem, sem se importar se os críticos vão gostar ou se os fãs vão gostar, e isto é ser um verdadeiro artista. Ele expressa o que o coração dele diz, e se alguém gostar – e é claro que vai ter muita gente que vai – ótimo. O AMOLAD é um disco, na minha opinião, inconstante – assim como o “Dance of Death” – mas ainda assim traz muita coisa boa. A gene não pode querer que eles se repitam, fazendo outro “Powerslave”. Aliás muita gente critica o IM por nunca mudarem de estilo, etc. Acho válido o que els estão fazendo. Se tornaram uma banda de Prog Metal, é verdade, mas um ótima banda de Prog Metal. Prefiro esperar o disco sair e tirar minhas próprias cõnclusões, com a certeza de que aquele Maiden do “The Number…”, “Piece of Mind”, “Powerslave”, “Seventh Son”, etc, já não mais existe. O rei está morto, mas seu sicessor é forte e espero ainda muito dele. Abração, cara! Obrigado pelo comentário e volte sempre!

17 07 2010
Chauke Stephan Filho

ElDorado é uma merda, Final Frontier é melhorzinha,
Bom, ainda bem que o Iron está despontando tds vcs, sinal que ele está inovando, vcs tem que entender que a decada de 80 acabou, para o Iron a decada de 90 foi muito pior que os albuns após de Brave New World que é um exelente album.
Eu tenho certeza de que após o lançamento do album, tds vcs mudaram de opiniao,
bom só esperando para ver.
Abraço

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Chauke, blza? Então, cara, pra você ver como são as coisas, eu achei “El Dorado” mais interessante do que “Final Frontier”, numa primeira impressão. De resto, concordo inteiramente com você. Apesar de gostar do “X Factor” e do “Virtual XI”, acho que os anos 90 foram mais complicados para o Maiden – até por ainda existir a ressaca do Grunge. Também acho o “Brave New World” um puta disco. Como você disse, o jeito é esperar para ver o que a Donzela nos trás. Obrigado pela visita e volte sempre, cara!

17 07 2010
ASDFGHJKLÇ

PORRA, JÁ ESTOU CANSADO DE TODOS FALAREM MAL DAS NOVAS COMPOSIÇÕES DO MAIDEN!

SE ELES FAZEM ALGO COMO FIZERAM ANTIGAMENTE, NOS ANOS DE OURO, TODOS CRITICAM; MAS SE FAZEM ALGO EXPERIEMENTAL, COMO FIZERAM NO SOMEWHERE IN TIME, TODOS IRÃO CRITICAR TAMBÉM, POIS IRIAM TODOS DIZER: “AH, ISSO NÃO É IRON MAIDEN” OU “PUXA, ISSO É TOTALMENTE DIFERENTE, IRON MAIDEN PERDEU A SUA IDENTIDADE”!

É ISSO!

_|_

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, cara. Concordo com você, mas infelizmente é o preço que toda banda paga por ser uma “religião”. Qualquer coisa que eles lançam é alvo de críticas. Só o tempo irá mostrar se as críticas se fundamentam ou não. Obrigado pela visita e volte sempre!

17 07 2010
Ivã Reis

Mesmo tendo gostado das duas músicas que vazaram do “The Final Frontier”, eu achei interessante essa opinião. Realmente o AMOLAD é um disco difícil de ser digerido (eu mesmo não gosto deste álbum, acho pouco inspirado), e espero algo bem melhor. Eu não me importo se o Iron Maiden seguir nesta linha de metal progressivo, mas eu quero ouvir composições mais inspiradas (como ocorreu no “Brave New World” e no “Dance of Death”).
Abração!

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Ivã, não poderia concordar mais com você! Também não me importo se O Iron está meio Prog. Música boa é música boa e fim de papo. Obrigado pela visita e volte sempre, cara!

17 07 2010
Art Snow

Essa resenha é bem feita, só não posso concordar ou discordar pois ainda não ouvi o disco completo, mas uma coisa é certa, eu não quero que lancem um novo The Number ou um novo Piece, menos ainda um Powerslave 2, mas eu já não aguento mais ouvir mais um X Factor Part 5, já gravaram esse disco, e repetiram a formula 4 vezes, será que a quinta vez está pra vir em agosto próximo? Concordo com você Gabriel, que o Brave New World é um bom disco, mas depois disso está difícil aguentar minha banda preferida, lembro que quando ouvi pela primeira vez o Somewhere in Time percebi uma mudança no som da banda mas ainda continuava uma banda cativante e no mesmo nível que antes mas de 2003 pra cá nada mais me empolga…..Abraço.

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, cara, tudo beleza? Concordo com você que do “Dance of Death” para cá o Maiden tem usado algumas pitadas do “X Factor”. O engraçado é que o disco que seguiu o “X Factor” é bem diferente. O Maiden até voltou a resvalar num Hard Rock – aquele tecladinho e os riffs de “The Angel and The Gambler” não me deixam mentir, rs. O grande diferencial é que no “X Factor” a banda ainda faziam canções curta e, naquele momento, tinham um clima mais sombrio também. O engraçado é que no “Dance of Death”, minha música preferida – “New Frontier” – é uma composição de Bruce, Nicko e Adrian, uma das poucas que o big boss não ajudou a escrever. Como Steve Harris é de fato o chefe, acho que este lado Prog vem sendo destacado, já que ele sempre foi fã do estilo. Bom, vamos esperar o disco sair para ver o que eles nos trazem. Obrigado pela visita e volte sempre, cara!

17 07 2010
Robson

Bem, gosto é individual. O sortudo escutou o álbum e criticou. Todos nós temos o direito de respeitar sua opnião, mas só podemos fazer um comentário embasado sofre o TFF quando o ouvirmos por completo. Sou fã de Maiden há pouco mais de 5 anos, meus discos preferidos são Somewhere In TIme e Seventh Son, adoro prog metal. Fã incondicional de Dream Theater também. Se o álbum vier nesses moldes (como os músicos sugerem…), ótimo. Tenho mente aberta e posso aceitar o fato de minha banda favorita estar se reiventando. Todos nós temos que compreender que os anos 80 se foram, e um novo álbum do quilate daqueles não virá… Se a banda não inova, acaba por se saturar e ainda é alvo de critícas. Mas se não inova, também é alvo de críticas. Complexo e paradoxo. Quanto à introduções lentas, é uma estratégica adotada pelo Maiden para iniciar as canções, mais o que realmente vale é o corpo da música… Quem não curte uma The Evil That Men Do, Alexander The Great, Hallowed Be Thy Name? Todas têm a mesma estrutura. Quanto às músicas liberadas, gostei de El Dorado: tem um riff destruidor, remete à Powerslave, com certeza e um bom refrão. É bem simples e direta. Porém gostei ainda mais de The Final Frontier, espirito Rock’n Roll resgatado (faltava isso nos últimos álbuns), me fez lembrar da cadência do Scorpions, do saudoso Dio e até Black Sabbath… Uma música criticada pelos fãs, e que seria clássico para as demais bandas. Maiden é isso, uma banda de qualidade diferenciada, que é cobrada pelo o que já produziu; e todos exigem material em alto nível como na década dourada. Embora essas músicas sejam mais simples, não é a cereja do bolo: as melhores e mais complexas são resguardadas apenas para a estréia do álbum. Só nos resta aguardar. Minha expectativa é alta! Abraços!

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Robson, concordo com absolutamente tudo que você escreveu. Minhas expectativas são sempre altas quando se trata do Maiden. Obrigado pelo comentário e volte sempre, cara!

17 07 2010
GUSTAVO

Desde o Brave New World que cada disco do Iron tem essas mesmas discussões. Só sendo cego (surdo??) pra não ver que a banda mudou e pra pior.

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Caro Gustavo, concordo que a banda cada vez mais tem direcionado seu som para uma veia mais Prog, entratanto dizer se é melhor ou pior vai do gosto de cada um. Eu, particularmente, prefiro um som mais direto, apesar de gostar também desta infleência Prog. É como o Robson disse no cometário abaixo: o Maiden é uma banda de qualidade diferenciada e, acrescento, tratada como uma religião aqui no Brasil, portanto provoca sentimentos extremos. Ainda acho que vem um bom disco por aí, mas só teremos certeza quando pudermos escutá-lo. Obrigado pela visita e volte sempre!

17 07 2010
Bruno Morais

pow bixo.
gostei da resenha,mas eu nao concordo com algumas coisas.Tipo o AMOLAD tem umas musicas boas(The Reincarnation por exemplo), gostei do ritimo galopante de El Dorado menos o refrao q é gritado.A musica cortada do video do Satelite 15 achei boa.E queria que o Maiden voltasse a fazer musicas que nem fizeram no Brave New World e Dance of Death e nao um ”Powerslave 2”.

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Bruno, tudo beleza? Eu também não concordo com tudo na resenha, por exemplo, as introduções lentas com guitarras limpas, que tanto pertubam o autor, não me incomodam. Eu gosto de muita coisa do “Dance of Death” e do “AMOLAD” também, mas ainda prefiro o “Brave New World”. Eu, na verdade, não fico esperando que o Maiden faça um disco nos moldes de um ou de outro anterior, eu apenas espero que o Maiden faça um disco. Quando eu não conhecia nada da banda, e não tinha nenhuma referência anterior, eles me cativaram, portanto tenho certeza que farão o mesmo seja lá qual direcionamento tomarem. Valeu pela vista, cara, e volte sempre!

17 07 2010
Art Snow

Tu tocou num assunto pertinente na minha cabeça faz tempo.Acho que por incrível que pareça, Steve Harris anda cerceando a criatividade da banda, New Frontier pra mim também é a melhor do disco DOD, e acho até que deveria abrir o album, coisa que ficou a cargo da “quase lado-B Wildest Dreams. E ultimamente quase não existe faixas onde Steve não meta o dedo, é como se os demais caras da banda fizessem uma música e aí vem o Steve e diz: “Vamos colocar uma introdução de baixo nesta faixa?” E aí como os caras acabam aceitando pois Harris é o chefe sai essas músicas intermináveis seguindo sempre o esquema “Lenta-pesada-rápida-pesada-lenta-fim” que anda em voga últimamente na banda. Espero sinceramente que este disco seja bom, mas pelo pouco que ouvi, acho que terei que esperar mais uns 3 anos…., legal este espaço democrárico aqui, parabéns e um abraço.

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Obrigado pelo elogio, cara. Pois é, tenho esta impressão também. A primeira vez que tive essa impressão foi “X Factor”, mas achei que era porque tinha um novo vocal. A saída de um frontman sempre é complicada, e achei que Harris tinha tomado a responsabilidade de fazer o disco toda pra ele. mas isto vem se repetindo desde lá. Bom, vamos dar uma chance ao “The Final Frontier”. Abração, cara!

17 07 2010
Lucas

Gostei da Resenha. Já sou fã da banda a mais de 20 anos. Acredito que as coisas mudam mesmo, os tempos são outros a cabeça de Harris, Dickinson, Murray, Smith, Gers, McBrain é outra atualmente (pós Fear of The Dark).
Quem realmente é fã irá gostar! Eu como sou fã incondicional dos caras, acho tudo que eles fazem muito bom! Aprendi a escutar Heavy Metal com eles.!
Eu só fico de saco cheio dos fãs torcerem o nariz por isso, ou por aquilo. Uns querem clássicos, mas acham que o Maiden não inova (Para mim isso é contradiório!). Maiden é Maiden, ame-o ou deixe-o, não espere que as coisas voltarão aos anos 80, que isso não irá mais acontecer. As coisas progridem para o olhar de uns e regridem para o olhar de outros. A vida é assim.
Na minha mais humilde opinião. UP THE IRONS!!! e que venha The Final Frontier. Os dias, as horas e os minutos não passam! ainda faltam 29 dias para o lançamento!

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

É isso aí, Lucas! Não se pode voltar aos anos 80, nem aos 90, etc. Se estas são as músicas que a banda acha que a representa hoje, então nada mais justo do que lançá-las. Seria ridículo se eles aparecessem com uma cópia do “The Number” ou “Powerslave”, etc. Que venha o “The Final Frontier”! Abração e volte sempre, cara!

17 07 2010
Beholder

Gostaria de dizer q achei bem interessante a resenha e me pareceu bem imparcial sem o deslumbre de um típico fã baba-ovo que aplaude até composições de baixa qualidade. Conheci o Iron e os ouço desde 1989. Deu a impressao pela resenha que o disco é a mesma coisa que eles vem fazendo desde que gravou o X-factor, com introduçoes lentas com dedilhados. Mas eu particularmente não estou muito esperançoso em ouvir algo que me vai deixar com um grande sorriso de satisfaçao no rosto tendo em vista que o teimoso Sr.Steve Harris fez a escolha errada em chamar o Kevin Shirley em produzir os discos do Iron dando esse som de “ao vivo” quase sem masterizar os discos…Quanta saudade do Sr. Martin Birch pq vcs podem reparar que um dos pontos altos do Iron Maiden sempre foi a qualidade das produções de seus discos…Tenho certeza q nunca o M.Birch iria deixar o Bruce se esgoelar como por exemplo numa música igual a Montsegur, e algumas q o nosso Mr. Air Siren parece q sempre está querendo mostrar que ainda consegue alcançar os agudos fantásticos de outrora…mas na minha humilde opiniao (e provavelmente a de muitas) só consegue mostrar que ele tá se esforçando pra cantar estes agudos..”morrendo”pra atingir tais notas…como por exemplo igual ao refrão da El dorado.. fora alguns detalhes d arranjos de algumas músicas q parecem q ,foram “emendadas” de qualquer jeito e é justamente nessas horas q eu sinto a falta de um produtor como o Martin Birch e nem a volta do melhor guitarrista que o Iron já teve, o Adrian Smith tá conseguindo reverter a situaçao…. Vamos aguardar o dia 16 de agosto e tirar as próprias conclusões! Valew

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, cara, blza? Concordo com você. Apesar de gostar do “som” do “Dance of Death” e “AMOLAD”, acho que está na hora do Maiden fazer uma mudança na produção também. Poderia sair muita coisa interessante. De vez em quando tenho essa impressão também, de que Bruce está se esguelando nos álbuns, rs, mas como o resultado geralmente é satisfatório, releva-se. Eu tô com você: vamos esperar o dia 16 para ver o que acontece. Abraço, cara, e volte sempre!

17 07 2010
Antonio César

Fala Gabriel, não deve ser facil aturar algumas pessoas que não sabem nem diferenciar um post seu e um post de uma outra pessoa, mas tudo bem vc ta se saindo bem!! Bem falando do Maiden, sou meio suspeito para falar mas sua opinião é meio parecida com a minha sempre vamos esperar albuns como os dos anos 80, mas isso não significa que os ultimos albuns estão sendo ruins, muito pelo contrario, que banda dos anos 80 tem lançando album de qualidade atras de album de qualidade?
Um forte abraço meu velho!!

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Diga aí, Meu velho? Como vão as coisas? É normal este tipo de coisa quando se fala em bandas como o Iron. E é verdade: quase nenhuma banda dos anos 80 permene relevante até hoje. Vamos ver o que o “The Final Frontier” nos trás. Valeu pelos elogios, Tony Boy! Abração, meu velho!!!

17 07 2010
Alvaro Lazo

Bom. Eu sou um fâ no maior estilo ortodoxo. Bitolado realmente e sem medo de dizer. Eu SOMENTE gosto do Iron Maiden até o Fear Of The Dark e ponto. Acabou-se! E olha que não foi por falta de simpatia e tentativas de aprovação dos trabalhos posteriores. Realmente tentei mas não gostei mesmo. Não tem nada inovador e como o Metal ‘O Phil mesmo disse, a banda se auto plagia mesmo. O problema é que, no meu conceito, cada disco (diga-se mais uma vez, até o Fear Of The Dark) era criado com atmosfera e uma temática incrível. Coisa extinta nos trabalhos posteriores, infelizmente. Portanto, espero melancolicamente o lançamento desse álbum, embora já sabendo que não vou escutá-lo muito. Mas que fique bem claro e aqui registrado que o material e o legado da banda até o Fear Of The Dark é o suficiente para mim, pois há 15 anos, não canso de escutar. um abraço a todos e “levantem os metais”!!!!

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Alvaro! Concordo que antes, o Maiden conseguia envolver seus discos em atmosferas brilhantes – até estenderia isto ao “X Factor”, que tem um ar bem sombrio – mas ao contrário de você, gosto dos trabalhos posteriores. Concordo que a era dos “hits” foi até o “Fear of The Dark”, mas ainda acho os discos seguintes bem relevantes. Gostei do “levantem os metais”, rs. Abração, cara, e volte sempre!

17 07 2010
FLAVIO

A resenha foi bem interessante e o seu título é uma conclusão inevitável da fase atual que no meu entender se iniciou com o lançamento do AMOLAD.
Sou fã do Maiden desde 1985, quando os conheci pela primeira vez na memorável apresentação do Rock In Rio daquele ano, com a Salvery World Tour.
Gostei tanto do show que naturalmente queria ouvir as músicas novamente, então foi pesquisando nas lojas de disco e tive a feliz surpresa de ver que a banda já tinha 5 albuns lançados. Minha primeira aquisição foi o album, na época na forma de LP, do the number of the beast. Adorei o album e fui aos poucos adquirindo um a um todos os albuns da banda. Sempre a minha primeira impressão ao escutar os albuns do Maiden era excelente, pois simplismente gostava de todas as faixas de todos os albuns, com raríssimas exceções. De Iron Maiden até o Dance of the Death praticamente 99% das faixas falam forte para mim. A mudança começou com o AMOLAD. Esse foi o primeiro album que tive que digerir (ouvir uma, duas, três vezes… buscar trechos de que gostava, etc..). Com relação aos anteriores (falo inclusive da época do Blaze) é começar a ouvir e gostar instantaneamente das músicas, entrar no clima!
Com relação ao New Frontier já percebi que ocorre a mesma coisa com o AMOLAD. Ouvi a faixa disponibilizada e ela não me diz muito. Já ouvi algumas vezes… ou seja, estou tendo que digerí-la, ela não dá uma boa primeira impressão logo de cara. Acredito que pela resenha, as demais faixas irão nesse mesmo sentido.
Confesso que depois do AMOLAD, acreditava que o Maiden iria lançar algo com mais impacto, mas parece que foram pela mesma linha desse último album.
Essa nova direção que eles vem tomando faz parte do amadurecimento dos músicos e eles é que definem o que querem gravar, compor, ou seja a inspiração é deles. Gosto desta autenticidade.
Valeu pela resenha e pelos comentários!
UP THE IRONS

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

Caro Flávio, obrigado você pela visita e pelo comentário. É, cara, você tem mais anos de maiden do que – que comecei a curtir na época do “No Prayer…”. Eu também gostei instantaneamente de todos os álbuns deles, só que até o “Brave New World”. O “Dance of Death” eu já tive mais trabalho para digerir, mas ainda assim acho o bom disco. O “AMOLAD” aconteceu comigo o mes mo que com você, mas também acabei descobrindo-o um bom disco, e acho que o mesmo acontecerá com o “The Final Frontier”, mas só ouvindo para ter certeza. Mais uma vez, obrigado pela visita e volte sempre!

17 07 2010
Felipe Augusto

Ola senhoras,senhores,boa noite, bom dia, boa tarde rs

Achei legal a resenha,, primeira meio negativa, li umas que falam otimamente bem,outras razoaveis, essa mediana pra ruim

Vamos para de fica metendo pau na banda, ela mudo, e o som vai mudar, nao importa o que fizermos, somos apenas uma parcela minima nos total de fã, e os shows cotninuam lotados, entao a banda é um sucesso ainda! ^^

maiden é maiden, esqueça anos 80, 90, agora é esse lado progressivo,nao tem como agradar todos, mas, se nao foi de agradar, so nao ouvir, e continuar ouvir o material que lhe deixa feliz e acha que é o melhor

😛
se nao curtiu o novo material, só nao ouvir, mas como vamos falar se a gente nem ouviu .-.
é que nem resenha de filme isso ,cada um tem sua opinao
vai q vcs gostem 😛

17 07 2010
Gabriel Gonçalves

É bem por aí mesmo, Felipe. A gente precisa parar de achar que a banda é “jukebox”. Quem quiser ficar ouvindo material antigo pode muito bem pegar os discos e escutar, mas acho que a banda está certíssima em querer rumar para novos ares. E como você disse, os shows lotados são provas de quem nem todo mundo tem achado esta mudança ruim. Obrigado pela visita e volte sempre!

17 07 2010
Marcus

Sou fã de Iron Maiden de 19 anos, ou seja, nunca vivi a fase de ouro da banda + possuo a discografia deles… E realmente o Iron Maiden inicial difere demais do Iron Maiden atual. Não possuem mais a pegada Heavy Metal que fazia que nós ficassemos com o pescoço doendo de tanto “bangear” ao ouvir Aces High, Trooper e etc… Esse Iron Maiden virando progressive metal dando uma de Dream Theater foi um renovação DESNECESSÁRIA a banda, mas mesmo assim não deixa de ser ruim, afinal Iron Maiden é Iron Maiden, um grupo de músicos com uma vasta experiência no cenário musical que sabe o que faz. Up The Irons!
Flw!

18 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Marcus! Sem dúvida ocorreu uma ruptura do direcionamento do som do Maiden e, como você falou, vem se tornando mais Prog. Eu não acho que a discussão sobre se foi necessária ou não seja a mais indicada, porque não existe “necessidade” na arte. Existe vontade. Se eles querem mudar o rumo, não é por necessidade, mas por vontade. O que nos resta é esperar e ver o “The Final Frontier” nos reserva. Obrigado pela visita e volte sempre, cara!

17 07 2010
Luiz

O autor fez uma boa resenha de acordo com a sua opinião mesmo sobre a minha banda preferida.

Brave New World é um dos meus àlbuns preferidos (talvez o terceiro, depois de Killers e Somewhere In Time – ou Powerslave) e, por exemplo, não sou MUITO fã do The Number Of The Beast, que TOOOODO mundo paga pau. Claro que adoro o àlbum e não é o pior deles, mas é só pra mostrar que é uma questão de gosto.
Digo que The Wicker Man, Ghost of the Navigator, Brave New World, BLOOD BROTHERS, Nomad e Fallen Angel poderiam ser consideradas como hits. São muito bem feitas. Porém o Maiden não as toca muito. Na minha opinião isso meio que tira a magia “hit” pois parece que boas músicas ficam esquecidas.

Dance Of Death, pqp, que grande àlbum! Wildest Dreams podia ser tocada em qualquer show, assim como a faixa título (uma das minhas preferidas de toda a carreira da banda), MONTSÉGUR (QUE MÚSICA!), New Frontier e Gates Of Tomorrow. E, LOGICAMENTE, Rainmaker. Pra mim, todas essas são Hits, principalmente a Rainmaker. Mas, novamente, não foram muito executadas (também nem tiveram turnês suficientes para isso).

AMOLAD é um grande àlbum (alguns amigos meus consideram o melhor), mas as faixas estão mais épicas, mais longas. Não há músicas “alegres” (estilo Gates of Tomorrow, Wildest Dreams, Sanctuary) com exceção da The Pilgrim (não sei se alguém me compreende quando digo alegre, pq aquele “pós-refrão/refrão” tem umas notas que dão um certo ar alegre) e talvez da single Different World (não soa meio pop-rock? Mas é muito boa). Parece que está tudo mais sério, sem “brincadeiras musicais”. Creio que não há hits neste àlbum mesmo. (Pessoal, quando entre aquele solo do Janick em Brighter Than A Thousand Suns é muito emocionante… os solos e riffs do àlbum são ainda muito bons).

A ideia de o Iron não ter hits é desde o AMOLAD,, pois dos anteriores há muitas músicas hit (minha opinião). Espero que tenha hits em The Final Frontier…

18 07 2010
Gabriel Gonçalves

Pois é, Luiz, acho que você está certo. Muito material do “Dance of Death” pode ser considerado hit, e concordo plenamente com você sobre o “Brave New World”. É realmente uma discaço! “Nomad” é disparada minha preferida. Como já mencionei aqui anteriormente, eu gostei do “AMOLAD”, que foi quando este direcionamento mais Prog ganhou força, e espero que o “Final Frontier” seja ainda melhor. O jeito é esperar… Grande abraço, cara, e volte sempre!

18 07 2010
Felipe

Todos os discos do Maiden sempre causam reboliço… uns não gostam, outros idolatram, mas a verdade é que o tempo passa e os discos vão se tornando clássicos incotestaveis. Mas o que importa mesmo é que a banda manda muito ao vivo ainda e que estou morrendo de ansiedade por esse novo disco e tenho certeza que ele manterá o nivel dos anteriores, mesmo sendo progressivo ou repetitivo. Ótima resenha!

Up the irons!

18 07 2010
Gabriel Gonçalves

É isso mesmo, Felipe. Como disse em algum comentário abaixo, o tempo irá dizer quais são os bons discos. O importante é que eles estão aí, lançando material novo, esgotando shows e detonando. Se não fossem tão relevantes, a resenha não iria criar tanta polêmica. Grande abraço e volte sempre!

18 07 2010
Marcus

Realmente concordo com o que disseram… Acho o Brave New World uma obra prima e o que o Maiden faz com ele é um verdadeiro descaso. A única faixa que eu considero “fraca” é The Wicker Man(vai ter gente me crucificando) e acho Mercenary uma faixa linda. E sendo sincero, quando disse do Dream Theater, não quis parecer que fosse uma critica negativa, Dream Theater é uma banda que curto muito. O problema que acho que o Iron Maiden sempre foi uma banda que consegue compor os mais belos hinos de heavy metal, e opinião minha que espero estar muito errado, não acho que essa onda de progressive metal nesse novo cd renderá aquela energia explosiva nos show com as novas tracks. E outra coisa, toda banda precisa fazer renovações no som. Só que não vi a necessidade do Maiden fazer algo tão gritante. Porque pular de Heavy Metal pra Progressive Metal é um salto! Mas como você já disse é esperar para ver. Dia 16 está chegando e veremos o que acontece.
Flw

18 07 2010
Gabriel Gonçalves

Concordo plenamente sobre o “Brave New World”. Um discaço! Com toda a certeza esse direcionamento mais Prog nos privará de sons mais diretos, como a “Mercenary” e até “Whicker Man”, mas as novas composições “épicas” podem nos trazer grandes surpresas (eu espero,rs). mais uma vez, obrigado pela visita, meu velho, e volte sempre!

18 07 2010
Fernando Garrido

É como disseram aí em cima, o Maiden chegou num ponto que cria-se um paradoxo: se não se reinventa, criticam a banda porque não sabe fazer novos hits (como o autor da resenha fez, o repórter Metal O’Phil); se a banda experimenta algo novo, criticam também, porque sempre haverá quem ache que a banda tem de fazer mega-hits a cada álbum usando sempre as mesmas fórmulas musicais.
Eu creio que há duas hipóteses para essa nova “estrada’ que o Maiden está enveredando: primeira, e menos provável, é a proximidade com o Dream Theater (minha banda favorita, diga-se de passagem, fodástica), pois até a turnê americana estão fazendo juntos, mais isso não diz muita coisa, não sei se poderia se absorver um estilo musical por “osmose”, rs… ou talvez sim, quem sabe? Mas a que eu acho mais provável é a segunda hipótese: de que não há muito mais espaço para criar músicas diferentes no estilo “cavalgada” que eles mesmo criaram. Todas as músicas vão parecer iguais, como o próprio jornalista colocou, que uma música que ouvia sempre lembrava uma outra mais antiga… O estilo progressivo oferece possibilidades quase ilimitadas para criação, não se apega à “fórmulas” musicais, não tem essa de “introdução-verso-refrão-verso-solo-refrão-fim”. Os caras podem colocar a parte que quiserem onde bem entenderem. Acho que os caras tem competência suficiente para fazerem um bom trabalho seja qual for o estilo que adotem daqui em diante (dentro do metal, claro, seria até blasfêmia imaginar o Dickinson cantando pagode, irrrc!). Agora, se os trabalhos irão agradar aos fãs incondicionais e/ou aos que apenas gostam da banda, isso é outra história, vai depender do gosto de cada um, e creio que tentar discutir isso seria perda de tempo, cada um tem de avaliar de acordo com seu gosto e pronto. De minha parte, eu que já gosto do Iron, se começarem a tocar como o DT, acho (apenas acho) que vou gostar mais ainda. Ficaria um Dream Maiden ou um Iron Theater??
Registro aqui apenas que esta é a minha opinião, não sou fanático por Iron Maiden mas não vou criticar os caras só porque estão tentando coisas novas.

18 07 2010
Gabriel Gonçalves

É bem por aí mesmo, Fernando. Mas não acho que o Prog que o Maiden se propõe a fazer seja na linha do Dream Theater. Acho que seria uma união do Heavy Tradicional que eles fazem com uma pitada de progressivo mais clássico – O Jethro Tull, por exemplo, é uma das bandas prefridas do big boss Steve Harris. Quanto a Dickinson cantando pagode, nem é bom pensar, rs… Então é isso, cara, acho que a banda está certa em querer rumar para novos ares. Temos todo o direito de gostar ou não, mas não se pode querer que a banda seja a mesma a vida toda. Obrigado pelo comentário e volte sempre, cara!

18 07 2010
Karkas

Bom, eu vejo esse ponto de “fazer hits” assim como o de fazer um álbum inteiro. Você nunca sabe ao certo o que pode virar um hit ou um clássico, ou mesmo qual álbum vai ser considerado clássico antes que o tempo diga. Hoje em dia vejo bastante gente falando bem do X Factor, coisa que algum tempo atrás não era muito comum. Claro que AINDA tem uns que detestam o álbum porque tentam ouvi-lo esperando algo próximo do Powerslave. Não dá. É outra banda, mas é Iron Maiden.
Sobre El Dorado, nas primeiras ouvidas achei média, mas depois de ouvir algumas vezes poso dizer que consegui “pegar” a música, e é estranho como agora soa completamente diferente. Já The Final Frontier achei que poderia ser um pouquinho melhor. Uma boa música com refrões fracos que poderiam ser melhores, assim como The Longest Day (que é uma baita música), Montsegur e No More Lies, por exemplo.
Na verdade não leio muitas resenhas e nem me impressiono muito com elas, mesmo que desçam o cacete na banda, já que se trata dessa tal primeira impressão de um cara que pode ter diferentes gostos e principalmente diferentes expectativas de um álbum e de uma banda, que pode causar uma euforia ou frustração exagerada. E isso é muito diferente pra cada um.
Mas depois que li uma descendo a lenha no Brave New World em 2000 e dizendo que “os guitarristas parecem estar com artrite” na Dream of Mirrors, eu não duvido mais de nada hahahahaha. A tal música é hoje minha preferida do BNW. 9 minutos que passam rápido demais….

18 07 2010
Gabriel Gonçalves

Você está certíssimo, cara. Uma resenha nada mais é do que a opinião de um indivíduo. Não significa que aquilo que o cara escreve seja a opinião de todos. Quanto ao “X Factor”, sempre fui um defensor do álbum. Lembro que quando foi lançado, o povo desceu o cacete no disco, mas eu sempre falei que era um grande álbum, muito mais sombrio do que os trabalhos anteriores do Maiden que com um vocalista de estilo completamente diferente do Bruce. Mais uma vez o Maiden mostrou que não tem medo de arriscar. Teria sido muito mais cômodo para a banda chamar um cara como o André Mattos (que foi um dos três finalistas), que tem um estilo mais parecido com o do Bruce, e continuar compondo igual. O Maiden, mais umavez, mostra que não tem medo de desafios, e por isto já merece o respeito de todos. Grande abraço, meu velho, e volte sempre!

18 07 2010
Marcus Vinicius

Bos resenha, infelizmente (pelo menos por enquanto), teremos um iron prog, não que seja ruim, afinal iron é iron e como todo bom fan esperamos sempre algo a mais, não gostei de “A Matter of Life and Death”, tem boas passagens mas não é o que esperava, pelas músicas liberadas (el dorado e final frontier) me parece que será bem superior ao ultimo album, nos resta esperar e torcer para que esta onda prog do iron termine no proximo trabalho.
Abraço e UP THE IRON

18 07 2010
Gabriel Gonçalves

É bem por aí mesmo, Marcus. Eu, particularmente, gostei do “AMOLAD”, e espero ainda mais do “Final frontier”. Como você disse, Iron é Iron, e sempre espero o melhor deles. Estou com você na torcida por m grande álbum. Obrigado pela visita e volte sempre!

18 07 2010
Lucas Silva

Confesso q a resenha ñ me deixou muito animado, mas Iron é Iron e sempre merece uma ouvida.

18 07 2010
Gabriel Gonçalves

Você está certíssimo, Lucas. O que importa é o que cada um acha do disco. Grande abraço, cara, e volte sempre!

18 07 2010
jorge

Cara, o ACDC faz musica sempre do mesmo jeito e ninguem fala nada, o metallica fez um album cliche de tudo qto foi riff deles mesmo e fizeram um album “voltando” as velhas formulas , o Kiss veio com um album normal tbm, nesse sentido podemos citar umas outras 500 bandas… eu acho que o maiden tem formulas sim, mas eles ainda se expressam muito bem suas ideias atraves dessas formulas, e tbm acredito que eles não estão pensando no que os fãs vão pensar, são o tipo de banda que sempre conquistou seu espaço atrves de show e de seu trabalho, enfim eu espero que venha um album do maiden, novas formulas ou velhas formulas, e soh um detalhe,… As vezes temos que ouvir as musicas pra sentir algo, e não para analisar friamente….

18 07 2010
Gabriel Gonçalves

Jorge, você está certíssimo! Foi como disse um pouco abaixo: concordo que o maiden vem usando uma “fórmula”, mas acho que ainda continua eficiente. E não poderia concordar mais quando você diz que “temos que ouvir as músicas para sentir algo, e não para analisar friamente”. Obrigado pela visita e volte sempre!

19 07 2010
Fabio

Gostei muito dessa resenha sou fã do Iron desde o Powerslave, que na minha opinião é o melhor, mas todos os albuns são otimos.Por exemplo o No Prayer era um album ruim quando eu ouvir pela primeira vez e foi muito criticado, mas ouvindo esse album 20 anos depois, cheguei a conclusão que ele é muito bom. Em relacão ao AMOLAD após ouvir varias vezes achei o album muito bom.Brave New World e o Dance of Death gostei desses albuns logo de cara. E mesmo sendo um som como progressivo como vc citou essa fantastica banda consegue aperfeiçoar e melhorar a sonoridade dessas musicas em um show ao vivo e tranformando esse metal progressivo em um verdadeiro hino.

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fábio, com certeza você foi bem feliz em seu comentário. O “No Prayer…” é um dos meus preferidos do Maiden, discaço! O “Brave new World” também me bateu de primeira, já o “Dance of Death” e o “AMOLAD” deram mais trabalho, mas os considero bons trabalhos também. E estou com você: não importa se é Prog, Power, Melódico, etc. O Maiden sempre dá um jeito de cativar os fãs. Abração, cara, e volte sempre!

19 07 2010
Dennis

temos que ter em mente que hoje em dia, tudo que o Maiden fizer vira sucesso e também vira crítica… qualquer coisa que o Maiden fizer , uns vão criticar outros vão adorar e etc. não existe mais unaminidade, se fizerem um disco como antigamente vão criticar ,se fizerem prog vão criticar e assim vai… eu gosto de tudo que o Maiden fez, basta tentar entender os trabalhos, e também tem o detalhe de os caras já não terem mais 30 anos de idade, há sei lá…eu gosto de Maiden desde o Piece Of Mind
hehe conheci a banda quando eu tinha 10 anos de idade , comprei o Powerslave quando saiu na loja…hoje tenho 37 anos e escutando Maiden , acho maravilhoso que ainda gravam álbuns novos , irei escutar até morrer seja os novos ou antigos, oque o Maiden representa é muito grande para o Metal e o Rock em geral e ainda ver esses “véios” tocando é demais…mesmo que não seja tão glorioso como nos anos de ouro… logo não sobrará ninguém da velha guarda do Rock e Metal para gravar álbuns…vamos dar um desconto, pois ainda tem muita música boa que sai da mente de Harris e cia.mesmo que não seja um álbum extraordinário… abraço a todos….

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

É verdade, Dennis. Enquanto muita banda já encerrou os trabalhos ou não lança mais álbuns, o Maiden está aí dando a cara à tapa, arriscando e buscando novos rumos. Ninguém pode esperar que eles venham com um novo “Powerslave”. Temos que entender a proposta atual e, aí sim, decidir se é ou não do nosso gosto. Muito obrigado pela visita, cara, e volte sempre!

19 07 2010
Alexandre

O resenhista, aí, de cima, está coberto de razão. De fato o Iron Maiden não sabe, e diga-se de passagem, nunca soube escrever hits. Isso se dá porque o Iron é uma banda de músicos e, portanto, fica difícil escrever alguma coisa, com guitarras, baixo, bateria e com a voz. Se um dia eles partirem para trás de um computador, ou, simplesmente, impunharem canetas, eles poderão escrever, quem sabe, um bestseller.

Aliás, de música, pouca coisa o resenhista demonstrou saber, mesmo tentando enganar a gente com polpudos e vazios adjetivos, a mim, sua ignorância não passou desapercebida. Afinal, que raios há de ser bumbo duplo? [SIC]. Quiça fosse um par de bumbos, ou uma dupla de bumbos, ou, ainda, dois bumbos postos lado a lado. Mesmo assim, seria difícil de se tocar um bumbo duplo… Com pedais quadruplos? Talvez, se Nicko fosse quadrupede, espécie de animal do qual o resenhista deve ter lá as suas origens, pois, acho difícil, até mesmo para um Peart, o Neil, tal feito, pois, além do par de PEDAL-DUPLO (um para cada bumbo de sua bateria), ele se utiliza também de pedais controladores de efeito midi, ora soando como caixa, ora como outros sons de elementos ritimicos, alternando essas estocadas nos pedais midi com o PEDAL-DUPLO, tal qual faz o Nicko, cuja bateria, tem apenas UM bumbo para um PEDAL-DUPLO.

Se não bastasse, quanto à “critica” da música “Eldorado”, o resenhista, aí, de cima, comprova seu diletantismo, pois, o efeito musical, qualificado de espalhafatoso pelo diletante, nada mais é do que um efeito musical de sustentação e não de encerramento de música. Nota-se que o UFO, gostava de iniciar algumas musicas assim e, diga-se de passagem, em “Eldorado” mais do que um efeito, tal abertura é uma bonita homenagem do Maiden ao UFO, banda esta, que influenciou, principalmente o Harris.

Mas, já cansei de gastar o verbo.

Termino apenas falando o seguinte: A criança daí, metida a critico de música, precisa fazer melhor, precisa ser honesta consigo mesma e com os leitores, pois, se o que escreveu foi uma piada, tudo bem, senão, é de um nível realmente mediucre, passando perto da idiotice. Só espero que os leitores não se deixem levar por tal nível de escrita e de diletantismo.

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

Caro Alexandre, me permita discordar de você. Posso até vir a não concordar com a opinião do autor da resenha, mas o texto está muito bem escrito.

O idioma – e a escrita – é um organismo vivo, mutável e , por isso, sua justificativa de que “músicos não escrevem” e de que “bumbo duplo não existe” está equivocada. Da mesma forma que a palavra “você”, um dia, já foi “vossa mercê”, a expressão “escrever canções” e “bumbo duplo” há muito estão no vocábulo dos apreciadores de música e, mais especificamente, Heavy Metal, sem se caracterizarem como erros linguísticos – aliás, extamente como a expressão que você usou: “gastar o verbo”. Como se gasta um verbo? Um verbo é que nem uma borracha, que você usa e ele vai gastando?. Sem contar que música se escreve sim – as partituras estão aí para provar.

Quanto à introdução à la “UFO”, concordo que eles usaram e abusaram desta artimanha para começar algumas músicas, mas você há de convir que normalmente, como o autor disse, este efeito é usado para concluir canções. Ele não disse que é obrigado usá-la para concluir, mas apenas que normalmente é utilizada para acabar uma música. E ele está certo.

Meu velho, você tem todo direito de discordar da opinião do autor, até porque música – como qualquer expressão artística – é subjetiva. Agrada a uns e desagrada a outros. Mas não precisa tomar como uma ofensa pessoal quando um resenhista emite uma opinião que não corresponde à sua. Ao contrário do que você escreveu, ele foi honesto. Ele escreveu o que achou, não o que achava que os fãs iriam gostar de ler. Grande abraço, cara, e volte sempre ao blog!

19 07 2010
DANIELLP

Acho que o Maiden deve lançar os albuns da forma que eles acharem melhor – e continuam assim. Nunca ví uma banda fazendo pesquisa com os fans para ver o que eles esperam de um album novo. Na minha opnião o último album excelente do Maiden foi o NO PRAYER… Depois deles nenhum album alcançou a perfeição com praticamente todas as musicas ótimas, mas até o Virtual tem umas duas ou tres. Escuto o Iron desde de meus 13 anos (há quase 17) e continuarei indo aos shows e comprando os cds. PREFIRO MIL VEZES MEUS ÍDOLOS NA ATIVA LANÇANDO BONS ALBUNS, QUE ELES APOSENTADOS CONTANDO A GRANA DOS EXCELENTES ALBUNS QUE FIZERAM NO PASSADO (que são muitos). Long Live IRON MAIDEN!!!!

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

É bem por aí mesmo, Daniel. A banda tem que lançar o que acha que a representa naquele momento. Eu já tenho uns 20 anos de Maiden também, meu velho, e não acho que eles tenham lançado nenhum disco ruim. Adoro o “No Prayer…”, mas acho que o “Fear of The Dark” e o “Brave New World” são do mesmo nível, já “X Factor”, “Virtual XI”, “Dance of Death” e “AMOLAD” caem um pouquinho, mas ainda ssim são grandes álbuns. E eu também prefiro que meus ídolos continuem ativos, lançando discos do que vivendo do passado. Obrigado pela visita e volte sempre!

19 07 2010
Marcos Gonçalves

O pessoal crtica demais. Se a banda acabar vão ver o que é bom.

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

rs… É normal. Marquêra. O Iron e o Metallica sempre provocam esta reação nos fãs. Aqui no Brasil, onde o Iron é quase religião, nem se fala. Abração, meu velho!

19 07 2010
Rodrigo Terror

Boa tarde!!
Como todos, só ouvi as duas disponibilizadas e gostei bastante da el dorado. A outra ainda nao digeri.
Eu particularmente acho que existem muitas músicas boas nesses últimos 3 discos, muitas mesmo. Se são ou não melhores que os clássicos, já é outras história. Por exemplo, eu acho a Dance OF Death uma das músicas mais fodas da banda.
Só acho que não podemos tirar conclusões apenas por comentários…nada a ver nego ficar falando mal por nao sei quem escreveu q tá chato…tem q ouvir! mesma coisa tbm ficar falando bem sem ouvir…mas é isso aí. To ansioso e torcendo pra vir um grande álbum!

Um abraço!

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

É isso aí Rodrigo! O importante é cada um tirar suas próprias conclusões após ouvir o disco. Também acho que os últimos três discos têm uma porrada de canções boas, que batem os melhores momentos de muita banda por aí. Grande Abraço, Rodrigo, e volte sempre!

19 07 2010
Leandro Ferreira

Nao consigo entender as criticas.
Como alguem consegue criticar Harris, Murray, Adrian, Bruce, Nicko ?
Fala serio…os caras sao FODAS !!!!!!!
Eh muita, mas muita musica boa que esses caras tocam…
MUITA MUSICA BOA que voce nao encontra facilmente em outros lugares.
Vamos dar o devido valor amigos.
Falar mal do Iron eh o fim da picada.
Inacreditavel…

19 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Leandro, beleza? Velho, concordo que o Maiden é foda – isto é fato. Mas é fato também que não são infalíveis, como qualquer ser humano. Como já disse antes, não há um disco da banda que não ache bom, mas, para mim, os últimos dois álbuns são inconstantes. Concordo plenamente quando você diz que música boa não se encontra em qualquer lugar, mas isto também não quer dizer que devemos achar qualquer coisa que venda Iron uma obra de arte. Espero realmente que o “Final Frontier” seja um discaço, mas também acho que ninguém é tão sagrado a ponto de não ser criticado. Grande abraço e volte sempre, cara!

20 07 2010
Jeferson Martins

Quando o Maiden lançou os seus classicos oitentistas ao mundo, eles foram os maiores do heavy metal, estiveram no topo da época ao lado do Metallica, eu sinceramente penso que até o “Brave New World”, o Iron ja estava deixando de ser uma banda realmente bacana, os discos eram otimos sim, mas po ja estava na hora de eles mudarem, eles na época eram (e ainda são) os Maiores do metal, então eles tinham todo o credito pra fazer o que quiserem de sua musica, diversifica-la, proucurar novos horizontes, enfim, deliberar sobre seus talentos para outros fins, o mais do mesmo ja estava um pé no saco. E então vieram com o bom Dance of Death, muitos chiaram e outros logicamente curtiram, o Maiden enfim estava mudando, e para algo que era bom, até que em 2006, eles, no alto de sua bondade nos deram “A Matter of Life and Death”, um album ao meu ver grandioso em todos os sentidos, criticam, as musicas que eram longas demais, sempre a mesma introdução, bláblábláblá…fato é que foi o melhor album desde “Seventh Son of a Seventh Son”, e se este novo disco que o reporter da Radio Metal resenhou aqui, for ao menos 80% do que foi “AMOLAD”, ou talvez até melhor, então eles se mantem no topo de todo o Heavy Metal.

20 07 2010
Gabriel Gonçalves

Caro Jeferson, concordo com quase tudo que você escreveu, só não acho que o “AMOLAD” é o melhor do Irom desde o “Seventh Son…” – na minha opinião o “No Prayer…”, “Fear of the Dark”, “Brave New World” e “Dance of Death” ainda são mais interessantes, mas concordo que o “AMOLAD” é um grande álbum. Abraço, cara, e volte sempre!

20 07 2010
Jeferson Martins

Realmente Gabriel, é dificil pra quem é fã da banda e tem um minimo de bom senso, dizer que algum albuma da Donzela seja ruim, na verdade eu não vejo em toda a discografia da banda um album que seja fraco, há uma trinca de discos nota 1000 e tantos outros nota 999, enfim, o que se tornava ruim era realmente a mesmice (que apesar de excelente, sempre incomoda aquele que prima por evolução de seus artistas preferidos)…O que acontece é que eu como adimirador do Iron, quando botei as maos em 2006 no “AMOLAD”, e me deparei com “These Colours Don’t Run”, “The Pilgrim”, “Longest Day”, “The Reincarnation…”, “For the Greater Good of God”, “Lord of Light ” e “The Legacy”, Quando ouvi toda a maestria das composições instrumentais do album, eu não titubiei em colocar ele na minhalista dos 5 melhores album de toda a historia do Iron, eu simplesmente ouvi ali, nessas musicas, tudo o que eu ou qualquer outro fã da banda, queria ouvir desde “Sign of the Cross” e foi incrivel, eu passei muito tempo ouvindo esse disco p/ poder assimilar a grandiosidade que ele continha em cada canção ali presente.
Pois bem, é a minha opinião, concordo plenamente com voce, realmente os discos anteriores a este são muito bons, inclusive os do Blaze, e são ótimas essas trocas de ideias que estão acontecendo aqui nos comentarios, assim como o seu trabalho de traduzir esta boa resenha da Radio Metal, estou tremendamente ancioso para por as maos no novo album do Maiden, e constatar que eles realmente ainda tem muita lenha p/ queimar.

20 07 2010
Gabriel Gonçalves

Valeu, Jeferson! Você está coberto de razão. Realmente o “AMOLAD” é um disco que mostra o Iron numa direção diferente e, concordo, é um grande álbum. Cara, você citou “Sign of the Cross”, e tem razão: é uma fase meio esquecida pelos fãs – e pela própria banda – mas que produziu canções fantásticas. Na minha opinião, “Lord of the Flies” deveria estar em qualquer coletânea da banda – e a versão do DVD Death on The Road, com Bruce cantando, é um absurdo de bom! Que nem você, tamé estou ansisoso para escutar o “Final Frontier”, e tenho certza que a banda, sim, ainda tem muita lenha para queimar. Abração, meu velho, e volte sempre!

20 07 2010
Jeferson Martins

P.S: Cara, foi mal os vários erros de portugues ai nessa resposta. Abraço.

20 07 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Relaxe, meu velho. Acontece quando estamos digitando. Tento responder o mais correto possível, mas tenho certeza que tem muito errinho meu por aí nas respostas também. Abração!

20 07 2010
Beto

Cara, com relação ao Iron, as musicas antigas que fizeram parte da adolescencia de muitos jamais se repetirão em algum disco novo, muito pelo envolvimento emocional de quem escuta e menos por culpa de quem compoe. Novos fãns gostam dos discos novos, com todas as mudanças aqui ditas, e nós, velhos de guerra, sentimos saudades de um tempo que não volta mais. Não sou radical como o amigo aí de cima do Tiririca, cara, mas o Bruce é meu vocalista preferido do tipo de som preferido, e enquanto ele estiver na ativa, juntamente com os outros caras do Maiden ( Harris tb é meu compositor preferido desde Hallowed be thy name), vou sempre ficar na expectativa do lançamento de algo novo, mas sem esperar que o passado se repita, mesmo pq todos mudamos, iclusive nossos herois.

20 07 2010
Gabriel Gonçalves

Você está certíssimo, Beto. A ligação que nós, fãs das antigas, temos com aqueles álbuns não se repetirão com os novos, porque, como você disse, nós mudamos. Quando nos tornamos fãs deles, éramos muitos mais novos, e o Iron foi a trilha sonora daquele período de nossas vidas que não voltarão. Não adianta esperar que o Iron faça agora o que fez há anos atrás. E assim como você, vou sempre esperar que a abnda lance material novo, e acreditando que sempre será ótima música. Grande abraço, meu velho, e volte sempre!

20 07 2010
Gabriel Lucas

As coisas mas novas do Iron que eu escutei era da época que o Bruce Dickson tinha saído da banda (Sign of the Cross e Lord of the Flyes, que gostava).

Mas acredito que a questão é: O Iron Maiden não sabe ou não precisa mais criar clásssicos/hits?

20 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Gabriel, tudo beleza? Esta é uma pergunta interessante. Na minha opinião não nem uma coisa nem a outra, rs. Para mim o Iron ainda sabe escrever hits – até porque quem iria querer lançar uma música de sucesso? Só acho que este não é o propósito quando eles estão compondo. Acho que eles seguem o caminho que julgam certo, e se a música se tornar um sucesso, ótimo; se não, tudo bem também. Muito obrigado pela visita, cara, e volte sempre!

20 07 2010
Sarneba

Não me perguntem os nomes dos útimos 3 ou 4 albuns do Maidne pois sequer consigo lembrar.O que acontece com o Maiden é o mesmo que rola com o Purple,Judas,Sabbath.Pra quem tem mais de 30 anos a realidade é que vimos estas bandas no auge e agora estão n a curva descendente,sem nenhuma conotação ofensiva.É natural e a garotada que começou a curtí-los a pouco tempo tem o direito de defendê-los,afinal,como entendem que os 5 primeiros albuns é que estão na história do Heavy Metal como fundamentais(e não me perguntem quais são os 5!).Como já foi comentado,faço parte da turma que quando ouvia um singe deles já ficava com aquela sensação de cachorro na porta da máquina de frango assado!Hoje to mais pra cachorro sendo levado pro Pet Shop pra banho e tosa…ok,é o velho Maiden de sempre,mas acho que o suco desta laranja já está cada vez mais ralo…

21 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, cara, beleza? Concordo que os discos que entraram para a história são aqueles dos anos 80, mas não acho que a curva do Maiden (nem a do Judas, Purple ou Sabbath) seja descendente, apenas mudaram o direcionamento do som. Mas é normal para uma banda que está na ativa há algumas gerações passar pelo que o Maiden está passando. Ainda acho que, quando menos esperarmos, eles nos pegam de supresa. Grande abraço, meu velho, e volte sempre!

21 07 2010
Iago Araújo

Fala pessoal. Li muitas opiniões mas antes de tudo gostaria de começar discordando do que foi posto como título do Review. O Iron não sabe mais como escrever hits? Acho um pouco pretensioso e um tanto negligente falar dessa forma.
Sou fã do Iron exatamente por eles serem verdadeiros com eles mesmos e por conseguinte, serem com os próprios fãs. É fato que não se pode agradar a todos. Cada um tem suas preferências mas se nos consideramos fãs da banda, deveríamos receber novos CDs esperando sempre animados e receptivos. O Iron é formado por pessoas como nós e sabemos que cada fase de nossa vida vamos mudando, amadurecendo, enxergando as coisas de modo diferente. E o Iron expressa exatamente isso na sua arte de compor música.
Acho extraordinário a linha evolutiva do Iron. Cada momento consigo tirar uma coisa nova de cada CD. E acho o atual momento do Iron mágico.
Não quero fazer comparações ou apontar erros e dizer o que eles devem fazer. Prefiro que eles continuem sendo verdadeiro com eles mesmos, podem ter certeza, eles sabem o que fazem.
Abraço a todos!

21 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Iago, beleza? Bicho, você foi absolutamente brilhante e coerente no seu comentário. Não preciso acrescentar nada. Você falou tudo o que eu penso – e que já escreví nos comentários abaixo. Grande abraço e volte semre, meu velho!

21 07 2010
wesley

Galera o negócio é o seguinte. o MAIDEN esta na estrada a quase 40 anos é cobrar demais do ser humano que eles continuem lançando albuns tão clássicos como os da decada de 80, chega ser covardia,mas peguem toda a tragetoria da banda,duvido que outra banda de metal tenha uma consistencia tao grande,apesar dos baixos a banda sempre manteu sua dignidade e nunca traiu os fãs,albuns ruins todas as bandas fazem mas, manter a lealdade dos fãs como o MAIDEN ninguem consegue.E não vamos reclamar de barriga cheia pois desde que o dickinson voltou os albuns tem sido excelentes,não tem mais a mesma pegada do passado mas em compensação o som ganhou muito mais quaidade e todos da banda estão em seus melhores momentos pois musico quanto mais velho melhor fica.

21 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Wesley, tudo certo? Cara, concordo com quase tudo que você escreveu, só acrescentaria que não acho que os discos da fase Blaze Bayley ruins. Pelo contrário, tem muitas músicas fantásticas, como “Sign of The Cross”, “Lord of The Flies” – minha preferida”, “Futureal”, “Don’t Look To The Eye of a Stranger” e muitas outras. Mas de resto, é como você disse mesmo. Grande abraço, cara, e volte sempre!

21 07 2010
wesley

Cara eu sou fan do blaze so não sitei pois isso sempre gera polemica the x factor é um grande album,se o bruce fosse o vocalista daquele album seria um dos grandes do maiden.

21 07 2010
Gabriel Gonçalves

É verdade, cara. A versão de Bruce cantando “Lord of The Flies” no dvd “Death on The Road” é sensacional! Valeu pela visita e volte sempre!

22 07 2010
Paulo

Esse comecinho lento, com vocal pianinho do Dickinson, antes do pau quebrar, e finzinho lento de novo já tá mais velho que andar pra frente e já torrou o saco faz tempo. Será que ninguém tem coragem de chegar no xerifão Steve Harris e dizer que essas idéias já deram no saco faz tempo? Sinceramente, desde o disco Dance of death que já não tenho mais empolgação quando o Maiden lança algo novo, é sempre a mesma fórmula progressiva cansativa. Ahhhh que saudades da época que o Iron Maiden ainda lançava discos iguais ao Piece of Mind, Powerslave, The number, Seventh Son…Todos estes tinham levadas progressivas, MAS NÃO TANTO, a banda continuava com músicas diretas, sem os malditos comecinhos lentos, e músicas que duravam no máximo uns 5 ou 6 minutos, somente com algumas mais longas. Bom, fazer o quê…temos que nos conformar, o Iron de antigamente já era mesmo, faz tempo, e os últimos disco “fudidos” que Bruce participou foram os dele mesmo…Chemical Weeding e Accident of birth

22 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Paulo, beleza? Cara, eu concordo que a era de ouro do Iron foi nos anos 80, contudo a gente não pode querer que eles lancem sempre o mesmo álbum. Acho bem interessante esta mudança de direcionameto que a banda vem tomando desde o “AMOLAD”. Aliás, isto mostra que a abnda permanece honesta com ela e com os fãs – seria errado ela “forçar” algumas músicas só para agradar fã. Eu acho os discos solo do Bruce muito bons, mas acho que o “Brave New World” bate todos eles. Concordo plenamente que o Iron de antigamente já era, mas não acho isto um problema, pelo contrário, acho que ainda vem muita coisa boa por aí. Brigadão pela visita, cara, e volte sempre!

22 07 2010
Paulo

Fala Gabriel, beleza?
Concordo também com vc. no sentido de que o Iron apenas vem trilhando um novo direcionamento e claro, não agradou a muitos e me incluo nessa, mas é claro que uma banda como o Iron tem todo o direito de escrever novos capítulos em sua carreira, mas sinceramente prefiro aquele estilo de músicas mais simples, mais heavy tradicional, como nos anos 80. Agora, discordo quando vc. disse que esse direcionamento vem desde o AMOLAD, na verdade vem declaradamente desde o Brave New World, foi alí que eles começaram a fazer na maioria, músicas épicas e progressivas, de 8, 9…10 minutos, e já faz com este que vai ser lançado, 4 discos que eles fazem sempre a mesma coisa, pra mim, já cansou, acho que estava na hora de mudar ou voltar para o que era. Aliás esse estilo mais progressivo vem sendo mostrado, mas em pequenas doses, desde o X Factor, porém a coisa ficou assumida mesmo desde o Brave New World. Também discordo de vc. em relação aos discos do Bruce não serem melhores do que o Brave New World. Quero dizer que sou muito fã de Iron, e fã de verdade, das antigas, mas pra mim, Brave New World, Dance of Death, AMOLAD e tudo o que o Iron vem fazendo desde o Virtual XI em 98 não fazem nem sombra, não chegam nem na unha de toda a genialidade dos discos Accident of Birth e Chemical Weeding do Bruce Dickinson.

Abraço

22 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Paulo, tudo certo? É… Pode se dizer que este novo direcionamento começou no “Brave New World”, mas acho que só rolou de fato no “AMOLAD”. No “AMOLAD”, de 10 canções, seis tem mais de sete minutos; Já no “Brave…” são quatro de dez; No “Dance…” são quatro de onze. Enfim, você está certo em dizer que a mudança começou no “Brave…”, mas foi no “AMOLAD” que a mudanã se completou mesmo, rs. E quanto aos “discos de Bruce vs Iron”, tenho discussão parecida com uns amigos também, rs. Adoro a carreira solo do Bruce – até o infâme “Skunkworks” – mas acho O “Brave…” melhor. Aliás, acho que “Change of Heart” do “Balls to Picasso” uma obra prima! Abração, meu velho, e volte sempre!

22 07 2010
Mike

Ouço Maiden há pelo menos uns 20 anos e concordo, o Accidenth Of Birth e o Chemical Wedding são melhores do que qualquer coisa que o Maiden lançou de 1990 para cá. Da safra nova, até gosto do Brave New World mas não tenho saco de ouvir os dois últimos. E pelo que ouvi da “El Dorado” e vendo esta resenha acho que o novo será a mesma coisa. Uma chatice pretensiosa sem fim! Que saudade da fase Paul Di’Anno… hehehehe

O último grande disco do Maiden foi o Seventh Son do já distante ano de 1988.

22 07 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Mike, tudo certo? Bicho, vou ter que discordar de você, rs. Na minha minha opinião o “No Prayer…” e o “Fear…” são tão bons quanto “Seventh Son…”, alías acho o “No Prayer…” um pouco acima do “Fear…” até. Como você já deve ter lido aí nos comentários, eu adoro o “Brave…”, rs. Enfim, acho que o Maiden tem lançado ótimos discos, sim, só que com uma sonoridade diferente daquele Heavy mais tradicional. Sou fã do Iron há um tempinho também – há 20 anos – mas continuo achando que esta mudança é bem interessante para a banda. Abraço, cara, e volte sempre!

22 07 2010
Paulo

O último grande disco do Maiden foi o Seventh Son do já distante ano de 1988. (2)

Só pra constar, concordo com o Mike. kkkkk

Abraço a todos

22 07 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Eu ainda acho o “No Prayer..”, “Fear..”, “X Factor”, “Virtual XI” e “Brave…” cinco discaços – principalmente o “No Prayer..”, “Fear…” e “Brave…”, rs. Abração, Paulo!

23 07 2010
Daniel Wylde

Na verdade não existe nenhuma banda dos anos 80 em atividade que lance um cd novo da maneira “antiga”. O tempo passou, cds foram gravador com suor e “pouca produção” nos anos 80, em vista da tecnologia de hoje. Com isso o Maiden continuou usando a formula que encontrou em brave New World, Dance of Death, A MAtter Life and Death.., os fans gostando ou não dessa nova fase… o novo cd vai ser assim, o Maiden é assim, pq os caras tocam musicas do jeito que eles querem, por isso é tão aclamado e esta a tanto tempo na ativa… na verdade continua phodastico do mesmo jeito… Iron é Iron, não tem que descutir… Agora falar que o iron nao sabe fazer hits é outra historia… é uma critica de alguem que não é fan ou que não gosta de iron maiden… não gostou do novo album do iron??? Escuta outra coisa… é simples!!!
Up the Irons!!!

23 07 2010
Gabriel Gonçalves

Pois é, Daniel, concordo com você quando diz que o Iron está certíssimo em seguir pelo caminho que acha melhor, mas o sentido que o autor quis dar quando disse que o Iron “não sabe mais como fazer hits”, na minha opinião, não foi literal. Acho que ele quis dizer com isto, que a banda não sabe mais (ou não tem interesse) em escrever músicas do jeito de antes: direta, estrutura “verso, refrão, solo, refrão”, não que a abnda não sabe mais escrevr uma música de sucesso. Grande abraço, cara, e volte sempre!

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