10 MÚSICAS PARA ENTENDER O AEROSMITH

25 05 2010

Neste sábado, 29 de maio, o Aerosmith estará no Parque Antártica para detonar o segundo show da perna brasileira da Cocked, Locked, Ready to Rock Tour – o primeiro show será no dia 27, em Porto Alegre.

Para preparar o clima, o IMPRENSA ROCKER selecionou 10 músicas que são essenciais para entender este gigante do Hard Rock em todas as suas facetas. Enquanto Steven Tyler, Joe Perry, Tom Hamilton, Brad Whitford e Joey Kramer não começam a festa, veja as 10 canções que você precisa escutar para poder dizer: “eu conheço o Aerosmith”!

01. Mama Kin

Em seu primeiro álbum, autodenominado, o Aerosmith já chegou de sola! Uma coleção de grandes Rocks somada a um estilo “Rolling Stones com maior ganho na distorção” garantiu ao grupo sucesso imediato. Durante as oitos faixas de seu debut, Mama Kin resume muito bem a primeira fase da banda: um Rock n’ Roll rápido, com melodia grudenta e ótimos solos de guitarra.

Muito prazer, somos o Aerosmith!

02. Dream On

Também pinçada de seu primeiro álbum, esta balada representa uma outra grande faceta da personalidade do Aerosmith. Em cada trabalho futuro, a banda fez questão de ter pelo menos uma música nesta levada.

Muitos anos depois de Dream On, vários fãs concordam que houve um certo exagero na quantidade de baladas que o grupo vem lançando ultimamente, mas o que se pode fazer se os caras sabem como compor uma bela Power Ballad?

Atire a primeira pedra quem nunca traduziu a letra de uma balada do Aerosmith e entregou para a namorada!

03. Same Old Song and Dance

Hard Rock com cobertura de Blues que abre o segundo álbum da banda, Get Your Wings. O solo de sax desta canção prevê o que a banda utilizou muitas vezes mais adiante: os instrumentos de metais (Dude Looks Like a Lady que o diga).

Desde o início que o Aerosmith bebe direto na fonte do Blues, mas essa canção mostra com clareza esta característica.

It’s the same old story, same old song dance!

04. Toys in The Attic

Aqui a banda se aproxima de um som mais pesado, com o Joe Perry soltando riffs mais obscuros. A canção, que dá nome ao terceiro trabalho da banda, é um precedente de outra qualidade marcante do Aerosmith: o fato da banda conseguir que pessoas não tão chegadas a um som pesado escutasse suas músicas mais extremas.

Toys in The Attic, lançada em 1975, foi um grande sucesso da banda e até hoje é tocada em seus shows, para delírio de uma platéia com idade absolutamente heterogênea.

Cuidado com os velhos brinquedos que você guarda no sótão.

05. Lighting Strikes

Para afirmar que conhece o Aerosmith você tem que saber alguma coisa do disco Rock in a Hard Place, o único da discografia da banda sem a presença dos guitarristas Joe Perry e Brad Whitford. O trabalho é o mais controverso da carreira do quinteto, que contou com os guitarristas Jimmy Crespo e Rick Duffay para gravá-lo.

É desnecessário dizer que este álbum é a mancha no currículo irretocável que a banda vinha mantendo até então. Prova disso é que no trabalho seguinte os representantes originais das seis cordas já estavam de volta e prontos para mostrar como que é se toca guitarra no Aerosmith.

Faça como a maioria dos fãs do Aerosmith e finja que este disco não existe.

06. Walk This Way (com Run D.M.C.)

Em meados dos anos 80 o Aerosmith sofria de grandes problemas relacionados aos abusos de drogas por parte dos integrantes, especialmente dos Toxic Twins (Gêmeos Tóxicos) Steven Tyler e Joe Perry. Não era raro o vocalista apagar durante shows e, neste estado, não há quem consiga manter o foco em nada que não seja nas próprias drogas (o único que consegue é o Keith Richards, mas ele não é humano).

Em 1986, o Run D.M.C., trio considerado um dos precursores do Rap, convidou Joe Perry e Steven Tyler para participarem da gravação que eles estavam fazendo para o sucesso do Aerosmith, Walk This Way. O resultado da música somado a exibição massiva que o videoclip teve na MTV foi tão surpreendente que conseguiu reerguer a carreira da banda dos Toxic Twins, além de ser considerada por muitos a primeira vez em que Hip Hop e Rock n’ Roll se misturaram.

Ande do seu jeito, baby!

07. Janie’s Got a Gun

Em 1989 a carreira do Aerosmith andava de vento em popa novamente e eles lançaram um dos discos mais premiados de sua existência: o Pump. Em meio a grandes hits, como Love in Elevator e What it Takes, destaca-se a fantástica Janie’s Got a Gun.

Esta canção se diferencia de tudo o que a banda havia feito até então, começando pela letra. De praxe os textos da banda se enquadravam nos temas “festa, sexo, amor”, mas esta gravação levantava um assunto sério: uma garota assassina o próprio pai após ter sido vítima de abusos. A música em si também se diferencia por contar com algumas camadas de teclados e orquestras, deixando as guitarras em segundo plano – somente no solo pode-se ouvi-la com nitidez. Após 15 anos o Aerosmith ainda surpreende.

Fuja da dor!

08. Cryin’

Com o álbum Get a Grip, de 1993, o Aerosmith mais uma vez foi saudado por todo o mundo, no entanto uma coisa começava a incomodar os fãs mais radicais: o exagerado número de baladas que o grupo vinha lançando em seus discos, quase sempre sendo as escolhidas como singles dos trabalhos.

Cryin’ pode ser apontada como a representante desta fase da banda. Só no Get a Grip são quatro baladas: além de Cryin’, estão lá Amazing, Crazy e Living on The Edge, tendo o disco um total de 15 faixas, sendo a primeira uma abertura, percebe-se que mais de 25% do álbum são baladas. Para este disco foram feitos cinco videoclips, sendo as quatro baladas e Eat The Rich.

Baladeiro, sim! Meloso não!!!

09. Fallin in Love (is Hard on The Knees)

Depois de ter começado lá atrás com Same Old Song and Dance e burilado a técnica em Dude Looks Like a Lady, em 1997 o Aerosmith lança sua música em que os metais tem papel principal. O refrão desta faixa é um dos mais espetaculares da história, mas sem os metais perdem muito de sua força. Intercalando suas entradas com os vocais de Steven Tyler, os metais aqui são o detalhe que transforma uma grande música num hino do Rock n’ Roll.

Vale lembrar que mais uma vez o número de baladas deste álbum, Nine Lives, é alto: das 13 faixas, quatro são indubitavelmente baladas – Hole in My Soul, Full Circle, Pink e Fallen Angels – e uma, Kiss Your Past Goodbye, é uma balada disfarçada. Quase 50% da bolacha de baladas!

Quero ouvir os metais!

10. The Grind

É engraçado como o Aerosmith sempre bebeu na fonte do Blues, mas nunca tinha lançado nem mesmo uma canção que fosse 100% Blues. Em 2004 este lapso foi resolvido com o excelente álbum Honkin’ on Bobo, um trabalho com 11 standards do estilo  e uma composição própria: The Grind.

Quem quiser conhecer todo o poder de fogo da banda precisa ouvir a fluência do quinteto no Blues e Rhythm n’ Blues. Clássicos de Bo Diddley, Willie Dixon e Sonny Boy Williamson II, somados a outras grandes músicas, fazem do Honkin on Bobo um disco obrigatório para quem quer afirmar que conhece o Aerosmith.

I went down to the crossroads, fell down on my knees!

Chegamos ao fim do “10 músicas para entender o Aerosmith”. O IMPRENSA ROCKER espera que todos tenham gostado e que postem nos comentários quais seriam as canções de sua escolha. Lembre-se que não está sendo discutido quais as melhores músicas, e sim as que melhor representam as várias facetas da banda.

Bom show para todos!

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Ações

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28 responses

26 05 2010
Karin

Acho q pela lista, eu entendo o Aerosmith…hahahahhaha…
E na minha opinião a que melhor o representa é Dream On. Valeu!

26 05 2010
Gabriel Gonçalves

Rs… Para mim, a música que melhor representa o Aerosmith é Mama Kin.

28 05 2010
MAC

Primeiro, Livin’ On The Edge não é balada.

Segundo, achei a lista muuito boa, realmente a idéia fica clara, não são as melhores, mas as que representam mais a versatilidade da banda. Falou tudo mesmo, quem entende Aerosmith presta atenção a todos esses detalhes, os metais, o blues, a músicas mais hard rock e as balada insanas.

Parabéns pela matéria!!

28 05 2010
Gabriel Gonçalves

Obrigado pelos elogios, MAC. Quanto à Livin’ on The Edge, concordo que não é uma balada ortodoxa como as outras, mas ainda acho que se encaixa no rótulo. Já inventaram o conceito de “power ballad”, então me dei a liberdade de inventar o conceito de “fast ballad”, rs. Ela tem umas variações mais Hard, no entanto ainda acho que tem características suficientes para entrar no rol das “baladas”. Mais uma vez, obrigado pela visita e volte sempre!

28 05 2010
Leonardo

Faltou algum som do Rocks, creio que Back In The Saddle ou Last Child, afinal de contas é o disco mais aclamado pela crítica e pelos fãs em todo o mundo.

28 05 2010
Gabriel Gonçalves

Pois é, Leonardo, percebemos que havia faltado um som do Rocks também, entetanto achamos que o estilo já tinha sido representado por músicas como Mama Kin e Toys in The Attic. Além destas duas que você citou, poderíamos ter colocado Sick As a Dog também, mas por falta de espaço acabou que o Rocks ficou sem representante, rs. Obrigado pela visita e pelo comentário, meu velho. Volte sempre!

29 05 2010
Renan

Cara, entendo como deve ter sido difícil fazer essa lista!

Falta muita coisa! Pq é impossível resumir o Aero em 10 músicas! ausdhiahdaiuhdah

Imagina o quebra-cabeças pra montar os setlists dos shows deles!

Em todo caso, todas as musicas escolhidas sao ótimas e representam bem a banda!

29 05 2010
Gabriel Gonçalves

Renan, você está certíssimo, rs! Chegou um momento em que pensei em mudar o título para as “15 Músicas para Entender o Aerosmith”, porque foi muito difícil mesmo selecionar somente 10. Faltou muita coisa, mesmo, como alguma do “Rocks”, mas é isso é mesmo. Quem mandou a gente se meter com o Arosmith, né, rs? Muito obrigado pelos comentários, e volte sempre!

28 05 2010
marcosomag

Acho “Rock In A Hard Place” um disco subestimado do Aerosmith. Steven Tyler investiu em um som mais pesado, pois certamente estava de olho na NWOBHM que estava “bombando” na época. Foi uma leitura “aerosmithiana” das novas bandas britânicas que estavam ressuscitando o Heavy Metal.

28 05 2010
Gabriel Gonçalves

Marcos, é capaz de você estar certo, mesmo. Muitos álbuns na história do Rock são achincalhados no início, para depois de alguns anos começarem a ser devidamente apreciados. Vou ouvir meu Rock in a Hard Place com bastante cuidado. Quem sabe não acabo encontrando um grande trabalho? Obrigado pelo comentário, e volte sempre!

30 05 2010
MAC

Então cara, compreendo sua caracterização de Livin On THe Edge como balada, não concordo tanto assim, hehehe, mas tem seu sentido. A verdade é que acho que continua sendo uma baita música, e por essas variáveis entre hard e balada que a música é fodida.

O que mais curto no Aerosmith e que faz deles a minha banda favorita é a versatilidade, fiquei pasmo ontem no show e ele não sai da minha cabeça, os caras são muito versáteis, englobam tudo que um músico pode querer fazer em um único show. Não são simplesmente rockeiros fantásticos, são músicos brilhantes.

O que vc achou??!!

30 05 2010
Gabriel Gonçalves

Entendo perfeitamente seu ponto de vista, cara. O Aerosmith realmente é uma banda muito versátil! Bicho, eu não vi o show, ou ouvi, rs: fiquei do lado de fora do Parque Antártica, mas em 2007, naquele show com o Velvet, eu fui e pude comprovar que os caras estão em grande forma. Aliás, o que o Tyler tá cantando é um absurdo! O timbre da guitarra de Joe Perry ontem, principalmente em What it Takes, foi alguma coisa de fenomenal. Enfim… Terei que esperar a próxima para ver o Aerosmith de novo, rs. Brigadão pela visita e pelos comentários. Volte sempre!

1 06 2010
Marcos Gonçalves

Os fanáticos que me critiquem, mas eu gosto mesmo é das baladas estigmatizadas, uhauhauhauh.

2 06 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Eu já prefiro os Rocks dos primeiros álbuns, mas gosto das baladas também, apesar de algumas serem melosas demais. Mas foi como escreví no texto: “atire a primeira pedra quem nunca traduziu uma canção dos caras e mandou paraa namorada”, rs. Abração!

9 06 2010
MAC

Então cara, o show foi insano viu cara. Fui em 2007, mas achei esse ainda melhor, não sei se foi porque eu consegui ficar bem mais perto e apreciar bem a apresentação dos caras.

Achei o set list bem versátil, exploraram bem o lado blues que eu adoro, tocaram umas músicas hard dos anos 70 que não tinham rolado em 2007, como Back In The Saddle e Kings and Queens. Lord of the Tighs foi louca também. Mas realmente o Steven Tyler canta demais, é impressionante, o cara tem o dom mesmo, porque já fui a trocentos shows de Rock and Roll e até hoje ele é de longe o vocalista que mais arrebenta ao vivo. O Joe Perry também é um show a parte viu cara.

Espero que eles voltem mais vezes, para que você e eu possamos vê-los outra vez.

Abraço!

9 06 2010
Gabriel Gonçalves

Back In The Saddle foi foda mesmo, e Toys in The Attic foi arrasa-quarteirão total, rs. Espero muito que os caras retornem, de preferência com um disco de inéditas porrada, no quilo do “Sonic Boom” do Kiss. Tirando o Honkin’ on Bobo, que foi mais regravações de standards, o verdadeiro último disco, o “Just Push Play”, ficou bem aquém de minhas expectativas. Mas o Aerosmith é uma banda de mestres, né cara, então a confiança que vem sempre um grande trabalho é alta, rs. Abração e volte sempre, meu velho!

10 06 2010
MAC

Cara, to contigo 100%, minha expectativa é de um retorno com um album novo. Falou tudo, o Sonic Boom do KISS é loucura cara, muito bom mesmo.

De fato, o último album do Aerosmith é o Just Push Play que realmente é beeem abaixo do esperado. Esses dias tentei ouvir. Daí a conclusão que cheguei é a seguinte, não é que ele seja uma porcaria musicalmente, tem bons arranjos até e tal, mas ele é enjoativo, é difícil ouvi-lo inteiro com prazer. Tem um ou outro estalo de uma grande banda, tipo Beyond Beaultiful acho uma música forte, talvez se estivesse em um outro contexto poderia ter se destacado.

Até algumas baladas talvez soassem menos melosas se não estivessem dentro de um album tão enjoativo. Eu, por exemplo, não acho Fly Away From Here e Jaded de todo o mal, é que meio a um album como o Just Push Play elas enjoam ainda mais.

Chego até a ficar na dúvida entre qual é o pior album do Aerosmith o Just Push Play ou o Rock In a Hard Place, que vc falou ai na matéria. Não acho nenhum dos dois terríveis, mas tratando-se de Aerosmith eles são bem abaixo da média.

O que não tenho dúvidas é que são os dois piores, aliás o únicos que não são tão bons, na minha opinião. Eu consigo encontrar mais feeling no Rock In a Hard Place, por isso acho ele até melhorzinho, mesmo que um tenha sido um sucesso comercial e o outro um fracasso. Qual a sua opinião velho?

Abraço.

10 06 2010
Gabriel Gonçalves

Eu concordo com você! O Just Push Play é bem enjoativo mesmo. Até gosto de Sunshine, por exemplo, mas o disco ao todo é bem abaixo do que eles podem fazer. É uma briga de foice entre ele e o Rock In a Hard Place, rs, mas pelo menos o Rock In a Hard Place é mais honesto e, como você falou, com mais feeling. Vamos torcer para que o próximo venha com tudo, rs! Abração, cara.

30 09 2010
Biiia*

Nossa eu Adooro a banda aerosmith eu so tive conhecimento dessa
banda alguns dias atrás´pq eu estava atrás diii uma musica qe eu adoro
ii o site mi ajudou muito obrigada e o nome da musica é ´´Dream On´´´
gente muito BOA essa musicaa recomentoo bjos vlw ♥

30 09 2010
Gabriel Gonçalves

Olá Bia! Realmente “Dream On” é um clássico! Legal que você descobriu o Aerosmith. Uma dica: Dos anos 90 para cá, eles fizeram muitas baladinhas legais, mas meio enjoativas. Procure também o material antigo deles que é fenomenal! Abração, Bia, e volte sempre!

22 12 2010
Gustavo Cavalcante

O Aerosmith é phodástico em algumas músicas…

22 12 2010
Gabriel Gonçalves

É verdade, Gustavão! Na minha opinião, até o “Nine Lives”, eles eram foda em 99% das canões que fizeram, mas depois a coisa deu uma desandada. Mas o nível voltou à estratosfera com o “Honkin’ on Bobo”. Abração, cara!

30 12 2010
Danna

Crazy, e Fly away from here, ñ entra?

30 12 2010
Gabriel Gonçalves

Oi Danna, tudo bem? Sinceramente esta fase de baladas do Aerosmith, na minha opinião, é a pior de todas – acho pior, inclusive, do que o “Rock in Hard Place”. Não que eu não goste de baladas – adoro baladas, mas as boas, como eles mesmo fizeram em “You See Me Crying” ou “Dream On” – mas estas baladas insossas são chatas demais. A crazy até que é interessante, apesar de enjoar rápido, mas não consigo acreditar que um troço feito “Fly Away From Here” seja da mesma banda que compôs “You See Me Crying”, rs. De qualquer forma, o post não foi sopbre as melhores canções deles, mas sobre as músicas que mostram todas as facetas da banda. Abração!!!

13 02 2011
Caio

cara eu sou fã do Aerosmith desde pequeno a melhor musica deles é consertesa dream on !

Esse site fico muito maneiro ele ajuda as pessoas conhecerem mais o aerosmith
que uma banda muito boa.

13 02 2011
Gabriel Gonçalves

Fala, Caio! “Dream On” é uma das maiores provas de que grandes baladas não precisam ser piegas e brega. Sem dúvidas uma das maiores canções da história do Rock n’ Roll. Muito obrigado pelos elogios, meu velho, e volte sempre!

16 02 2011
Kaique

Muito legal sua lista eu vou lhe confeçar eu aprendi a gostar do aerosmith por causa das baladas a uns 5 anos atras um amigo meu me emprestou o dvd
Big Ones o album que ao meu ver foi o que mais tinha essas baladinhas.
Depois de procurar e conhecer melhor os outros albuns como Nine Lives , Get A Grip , Permanent Vocation , Pump ; me decepicionei muito com os albuns Night in The Ruts e Rock in a Hard Place apesar de gosta de algumas musicas desses albums nao teve aquele brilhantismo da banda aerosmith que eu conhecia ate ali.
Se eu fosse recomendar um album de estudio do aero para alguem que ainda não conhece eu recomendaria o Get a Grip meu album favorito.

16 02 2011
Gabriel Gonçalves

Fala Kaique! Apesar de eu achar que em todas estas baladinhas do Aersomith são legais (não suporto “Fly way From Here”, por exemplo), é fato que elas trouxeram muito público para banda. Uns se contentam em ficar nas baladinhas, enquanto outros, como você, correm atrás do trabalho da banda e acabam sendo introduzidos a uma música fantástica. Mesmo não sendo grandes baladas, pelo menos sevem para tazer fãs como você para a banda, o que é ótimo. Abração, cara!

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