FUMAND… OPS… APAGANDO AS VELINHAS! PARTE II

16 05 2010

Foi uma semana agitada para o IMPRENSA ROCKER. Nestes primeiros sete dias já conseguimos um número razoável de visitas e comentários, sem contar a publicação de uma matéria nossa pelo WHIPLASH.

Entretanto o trabalho continua, e dando continuidade ao quadro fixo “FUMAND… OPS… APAGANDO AS VELINHAS!”, mostraremos quem irá festejar nesse semana:

Krist Novoselic (Nirvana): 16 de maio de 1965
Paul Di’Anno (Iron Maiden): 17 de maio de 1958
Pete Townshend (The Who): 19 de maio de 1945
Joey Ramone (Ramones): 19 de maio de 1951 (morreu em 15 de abril de 2001)
Joe Cocker: 20 de maio de 1944

Esta semana a escolha também foi bem difícil. Todos os aniversariantes são dignos de terem suas histórias contadas aqui, contudo minha opção é Pete Townshend – com menção honrosa ao Joey Ramone. No próximo ano, no que será o 60º aniversário do saudoso vocalista dos Ramones, me comprometo a postar sobre ele.

Então vamos a biografia do Pete Townshend:

Pete Townshend tinha que ser músico: seu pai era saxofonista profissional e sua mãe cantora. Ainda criança, se apaixonou pelo Rock n’ Roll americano de Elvis, Chuck Berry, Little Richard e companhia e, aos 12 anos, ganhou seu primeiro violão.

Em 1962 ele e um colega de escola – um tal de John Entwistle – começaram a tocar juntos, entretanto o estilo ecolhido foi o Dixieland, com Pete no banjo e John no trompete. Mais tarde os dois entraram numa banda de Skiffle, chamada The Detours, encabeçado por um metalúrgico, de nome Roger Daltrey.

Coma a adição do baterista Keith Moon e a mudança do nome da banda para The Who, o caminho para a fama estava feito. Compositor principal da banda – com 100 canções espalhadas em 10 discos – Pete combinava um estilo de letra irônico que arrebatava os jovens, com uma música impactante, crua, pesada, diferente do que Beatles e Stones faziam.

Foi em Tommy – considerada a obra prima do The Who – que a expressão “Ópera Rock” foi cunhada, para explicar e conceituar tal trabalho.

Após o fim do Who – que ainda tentou continuar depois que Keith Moon morreu em 78 – Pete continuou sua carreira solo. Ele já havia gravado, entre 69 e 71, três albúns dedicados aos ensinamentos de Meher Baba, místico Indiano que tinha Pete como seguidor. Depois ele ainda gravou diversos discos, sendo que alguns podem ser chamados de Ópera Rock, mas seu maior sucesso comercial como artista solo veio em 1980, com o Empty Glass.

No início do século XXI, Pete reuniu o The Who e até hoje se apresenta com a banda, apesar do baixista John Entwistle ter morrido em 2002. Como curiosidade, vale destacar que Pete sofre de de surdez parcial e tinitus (zumbido ou sensação auditiva cuja fonte não advém de estímulo externo ao organismo. Um sintoma associado a várias formas de perda auditiva) como resultado da exposição frequente à música em volume alto através de fones de ouvido e em shows. Em 2003 ele foi acusado pela polícia britância de usar seu cartão de crédito em um site de pornografia infantil, no entanto, após julgamento, ele foi declarado inocente.

É isso aí! Espero que tenham gostado da história, e na próxima semana tem mais.


Ações

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2 responses

17 05 2010
Marcos Gonçalves

Baaaah. Queria ver o Novoselic ou então o Joey Ramone. Não estou dando sorte nessa coluna. O The Who é mais uma das bandas clássicas que não consigo me tornar um fã, a exemplo dos Stones. Toca Raul!

17 05 2010
Gabriel Gonçalves

Pois é, Marquêra, mas procure algumas coisas do Who, que você vai gostar. Eles são muito bons! Abração, meu velho.

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