EM NOITE FRIA JOHNNY RIVERS INCENDEIA HSBC BRASIL

9 05 2010

Fotos: Karin Kunze

Após uma semana com céu de brigadeiro em São Paulo, a chuva resolveu dar seu ar da graça em pleno sábado, véspera do Dia das Mães, durante noite antológica para o Rock n’ Roll. Mais uma vez no Brasil, dois anos após sua última visita, Johnny Rivers era o culpado pela heterogênea massa de pessoas – senhores, senhoras, jovens adultos e adolescentes – que seguiam em direção ao HSBC Brasil nesta chuvosa e fria noite.

A casa é um ótimo local para sediar shows deste porte, no entanto não podemos deixar de falar na longa viagem que tem que ser feita até chegar lá. Porém não nos esqueçamos que longe para uns significa perto para outros, então ta tudo ok…

Um pouco depois das 22h Johnny Rivers e banda adentram o palco do HSBC Brasil e já começaram mostrando que não estavam para brincadeira: Midnight Special foi a escolhida – e muito bem escolhida – para abrir o show. É impressionante como esse cara não envelhece! Aliás, ele merece um parágrafo só dele. Então vamos lá.

Johnny Rivers é foda! O cara tá na estrada desde o começo dos anos 60, com certeza aproveitou tudo que sucesso lhe trouxe – de mulheres a substâncias da medicina recreativa – e continua o mesmo: boa forma, voz intacta, precisão perfeita ao tocar guitarra: o tempo parece ser uma das companheiras de estrada de Mr. Rivers. Nunca foi de falar muito nas apresentações, mas tem ótima presença de palco e carisma de sobra para sacudir qualquer platéia do planeta.

Depois de Midnight Special, Johnny mandou Rooster Blues – que você confere no vídeo ao final desta matéria – do grande Lightnin’ Slim. Acredito que nem todos conheciam esta, mas não tem como ficar imune a um Rhythm n’ Blues deste porte. Diversão garantida!

A esta altura o público já estava mais solto, mandando gritos de “Go Johnny” ou “Rock n’ Roll, Johnny”, o que é sempre divertido, afinal era um show de Rock n’ Roll, não do João Gilberto. Dando seqüência à apresentação, foi a vez de um medley matador, começando pela deliciosa Mountain of Love, indo para Lawdy Miss Clawdy – imortalizada pelo Rei, Elvis Presley – e emendando com Kansas City, gravada por gente do quilate de Carl Perkins e Beatles.

Logo após o medley, a primeira canção da noite que absolutamente todos os presentes conheciam: Summer Rain. O público a reconheceu nos primeiros acordes e não deixou barato, cantando do início ao fim a letra desta que é uma das mais belas músicas da carreira do Johnny Rivers.

Continuando o momento balada, Johnny pega o violão e faz uma versão arrepiante do hino The House of Rising Sun. Sua interpretação para este clássico foi alguma coisa de sobrenatural, cantando-a com uma voz que hora sussurrava, hora clamava, injetando puro feeling na execução da música. Depois foi a vez dele mostrar um trabalho recente, pinçado do seu último álbum, Shadows on The Moon. A escolhida foi uma balada, de nome Beautiful World, que esfriou um pouco a platéia, apesar de ser uma ótima música.

Daí pro final, Johnny despejou clássicos em cima de clássicos no público: Poor Side of Town, Rockin’ Pneumonia and The Boogie Woogie Flu, Baby I Need Your Lovin’, na qual Johnny pediu ajuda do público no refrão, e brincou fazendo aquele joguinho de “só os homens cantam… agora só as mulheres”. Sem dó nem piedade, Johnny tirou mais clássicos de sua cartola: Memphis Tennesse – composição de Chuck Berry – e It’s Too Late encerraram o show, que não havia realmente terminado. Estavam faltando algumas músicas obrigatórias – ganha um prêmio quem souber quais!

Enquanto Mr. Rivers e banda tomavam uma água no backstage – ah, o backstage – a platéia não parava de chamá-los de volta ao palco. O público de Johnny Rivers é fiel, mas é exigente e não iria embora sem os dois maiores sucessos do homem aqui em terras tupiniquins. Logicamente que ele voltou e deu ao público o que ele tanto queria, e mais um bônus.

Johnny voltou sozinho ao palco e começou uma versão de voz e guitarra – ainda que na voz ele tenha recebido uma mãozinha do público – daquela que talvez seja seu maior sucesso por aqui: Do You Wanna Dance. Após a primeira estrofe, a banda retornou, levou a música até o final, com a galera cantando do início ao fim. Antes da derradeira canção da noite, ele ainda detonou mais um clássico de Chuck Berry há muito incorporada em seu repertório: Maybelline.

Para concluir o show, a música obrigatória que faltava. Antes de começar de fato a canção, Johnny ainda mandou uma intro meio flamenca que deu o clima perfeito para o dedilhado inconfundível de Secret Agent Man. Conhecida inclusive pelos que não são familiarizados com a obra do Johnny Rivers, foi dela a responsabilidade de concluir este grande show. Ao final de Secret Agent Man, Johnny e banda se despediram do público, que os aplaudia de pé.

Apresentação terminada, luzes acesas, cortinas fechadas, hora de ir para casa. Não é bem assim… Como vocês, caros leitores, provavelmente não entenderam a referencia ao backstage três parágrafos acima, explicarei agora tanta ênfase no bicho. Seu destemido repórter, também conhecido como “eu mesmo”, teve a sorte de entrar no camarim do velhinho e tirar uma foto com ele. É isso mesmo! Eu consegui tirar uma foto com Johnny Rivers!!!

A parte engraçada da história é que no momento em que entrei no backstage, uma senhora tinha pedido que Johnny autografasse um DVD. O problema é que, como os fãs sabem, Johnny Rivers nunca gravou um DVD, e este se tratava de um daqueles produtos que são comercializados em bancas de jornal, ou seja, não se trata de um produto pirata, mas com certeza também não tem a autorização do artista, provavelmente sendo fruto de acordos escusos entre os donos de seu catálogo por aqui. Resumo da ópera: Johnny recusou-se a autografar o bicho e ficou um tanto irritado em saber da existência dele.

No final tudo deu certo, e eu finalmente consegui minha foto com o cara – como vocês podem ver abaixo – que faz parte da minha vida desde que era um moleque magricelo. Voltando para casa, tive a certeza de que o saldo da noite foi mais do que perfeito. Mesmo se o show não tivesse sido fantástico, a resenha ia ser 100% positiva. Eu tirei foto com ele, porra, vocês queriam o quê? O único problema é que agora eu estou mal acostumado, e vou querer entrar em tudo que é backstage. Aliás, quando é que vão confirmar o show de Paul McCartney mesmo?


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47 responses

10 05 2010
Emilia

Hey Gabriel….. adorei seu comentario s/esse idolo que fez parte da minha vida…
Ele realmente é tudo aquilo que vc escreveu, maravilhoso !!!
Em 2008 tb fiquei super feliz ao conseguir chegar no backstage e tirar uma foto com ele que foi muito simpatico e me deu atenção que eu sonhava
Se vc quiser ver a foto é só entrar no meu perfil Maria Emilia Bardin (orkut).
Mais uma vez parabéns pelo seu comentario e pela sua conquista !!
Emilia

10 05 2010
Gabriel Gonçalves

Brigadão Emilia! Volte sempre e espalha o blog pros seus conhecidos. Como tenho um tabalho em tempo integral, tenho que alimentá-lo aos poucos (por falta de tempo mesmo). Mas assim mesmo, aos pouquinhos, vamos levando.

10 05 2010
Karin

Muito boa sua matéria!!!

10 05 2010
Gabriel Gonçalves

Você é suspeita 🙂

11 05 2010
Karin

Suspeita seria se eu elogiasse as fotos!!! hahahahahahaha…

10 05 2010
elzira

Gabriel estava navegando na net e me surpreendi em ver que alguem havia reportado o fato curioso que aconteceu no camarim do Johnny, tenho uma foto que comprova a discordância dele com o tal DVD pirata.
O show foi espetacular !
P.S. eu sou a senhora…rs

10 05 2010
Gabriel Gonçalves

Dona Elzira, que concidência você achar o nosso blog. Pois então, na hora que entrei no camarim, vi o Johnny com seu dvd na mão indo mostrar pra alguém (não sei se era empresário), com uma cara não muito boa, rs. Mas o mais importante é: onde você conseguiu esse dvd? Quando vi o bicho fiquei com vontade de ir lá perguntar a você, porque eu quero um também, hehehe. Obrigado pela visita aqui no blog e volte sempre!

10 05 2010
Elzira

Gabriel coincidência mesmo entrar logo em seu blog, vc escreve muito bem, consegue levar ao show quem não pode ir. Parabéns pela matéria!
Eu nunca tinha visto DVD dele e achei interessante que no proprio local do show HSBC estava vendendo 2 diferentes por 45 reais cada , adquiri sómente 1 pois o outro não tinha mais, achando que era uma coletania nova , sendo assim após ele autografar 2 capas de meus CDs antigos ele se surpreendeu com o DVD, reclamando com a pessoa responsavel pela vinda dele no Brasil dizendo que a foto não era de trabalho e que o produto não era licenciado .Eles devem ter se entendido…rs
O DVD não tem boa gravação portanto não fique triste por não ter adquirido.
abraços,

11 05 2010
Gabriel Gonçalves

Muito obrigado pelos elogios, Dona Elzira. Este tipo de situação é típica das malandragens que as gravadoras aprontam. Com certeza alguém autorizou a produção destes dvds mas, pra variar, o artista nunca sabe de nada. É por isso que tem tanto título igual de dvd no mercado, mas com capas diferentes. E nós, os fãs, que acabamos no prejuízo, rs (eu tenho alguns títulos iguais com capas diferentes). Obrigado novamente pelas visitas e retorne sempre, que aos poucos eu vou postando mais matérias por aqui.

10 05 2010
Marcelo Araújo

Aeee, Gabeira!
Legal o blog ! 😛

10 05 2010
Gabriel Gonçalves

Valeu Marceleza!!!

10 05 2010
Marcos Gonçalves

Grande narrativa mô fio. Deu pra visualizar direitinho a coisa, no sentido estrito das palavras (olhe lá!!) Gostei muito da foto do velhinho com a mão no seu ombro e fiquei contente de saber que a voz dele ainda está boa, pois algumas das minhas grandes frustrações são quando vejo um ex-super cantor sem voz, como o Meat Loaf. Só faltou You’ve Lost That Lovin Feeling que na versão do Rivers é ainda mais linda. Grande abraço.

10 05 2010
Gabriel Gonçalves

Valeu, Marquêra! Realmente foi um showzão. A mão no meu ombro é de Karin (eu fiz um corte na foto), rs. Além de You’ve Lost That Lovin’ Feeling, faltaram algumas da minha preferências também, mas é isso mesmo. O cara detonou!
Abração, meu velho.

11 05 2010
Lady Trinity

Puxa adorei os seus comentários, e as fotos, copiei as 3 e coloquei no meu album do orkut, mas é claro que coloquei os créditos para o seu blog, vc está de Parabéns, esse cara fez parte da minha infância, assim como o Elvis Presley e suas canções são eternas, foi uma emoção muito grande estar presente nesse show. Valeuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

11 05 2010
Gabriel Gonçalves

Prezada Lady Trinity, muito obrigado pelos elogios. Encaminharei seus elogios a fotógrafa também, rs. Apesar da minha idade, 26 anos, esses dois caras (Johnny Rivers e Elvis) também me acompanham desde sempre. E você tem razão: foi realmente uma grande emoção poder ver Johnny ao vivo. Obrigado pelos comentários e volte sempre ao nosso blog.

11 05 2010
Fábio Sales

Bela resenha e excelente texto. Descreveu perfeitamente como foi a repercussão do público e a apresentação do Johnny Rivers. Parabéns!

Ps:Também sou jornalista.

11 05 2010
Gabriel Gonçalves

Obrigado Fábio! Mas va,os combinar que escrever um review de um show do Johnny Rivers é fácil, rs, afinal só nos resta elogiar. Obrigado pelos elogios e volte sempre.

11 05 2010
Ricardo Frota

Queria ter estado ai com vcs, Peter! Abraço!

11 05 2010
Gabriel Gonçalves

Teria sido muito bom se você tivesse vindo, meu velho. mas outras oportunidades virão. Abraço, meu velho.

12 05 2010
Karin

Ooooh…Teria sido legal se vc tivesse ido conosco mesmo, Ricardo!!!

12 05 2010
Lica

Cara!! Velhinho???? quem é velhinho??? talvez voce por pensar dessa forma…até onde eu sei ela não usou drogas, é vegetariano desde os anos 60 …e alguma vez voce viu ele com alguma mlulher?? nem com as esposas ele já foi fotografado! não surgiu ainda nenhum “astro” tão reservado quanto ele.

13 05 2010
Gabriel Gonçalves

Cara Lica, você não devia levar as coisas tão a sério (sugiro que leia a matéria aqui no blog sobre o livro do Keith Richards e procure pelo mandamento: “É tudo uma piada”, rs. Usei a palavra velhinho no bom sentido, como chamamos Papai Noel de bom velhinho… e vamos combinar, jovem ele não é, concorda? E eu também não estou discutindo se ele é reservado ou não, nem se é vegetariano – até porque não conheço nenhuma droga feita de carne. Mas afirmar que ele nos anos 60, jovem, famoso, não aproveitou os louros da fama é meio equivocado, não? E eu não estou fazendo nenhum tipo de julgamento, pelo contrário, se ele usou tudo que teve direito e teve uma mulher em cada show, acho é bom. Faria o mesmo se tivesse no lugar dele.

No mais é isso. Continue acessando o blog e postando comentários. Afinal somos todos fãs do velhinho, correto?

20 05 2010
Joaquim

eu amo o black sabbath pra caramba e eu prefiro ozzy como cantor mais DIO tembêm era bom pra caramba.Valeu gabo otimo blog.

20 05 2010
Gabriel Gonçalves

Valeu, Juca! Dio e Ozzy são mestres… Abração

15 06 2010
Helio Kopke

Esse cara foi um ícone nas décadas de 60 e 70. Com a sua música e sua guitarra embalam a minha vida desde 64. Além das músicas que ele utiliza nos shows, ele tem vários trabalhos que infelizmente não chegou por aqui. De qualquer forma é gratificante poder vê-lo por aqui. Excelente a sua matéria. Abraços.

Helio-Rio de Janeiro

15 06 2010
Gabriel Gonçalves

Muito obrigado pelos elogios, Hélio. Realmente Johnny Rivers já ultrapassou o status de ídolo para virara um ícone da música. Sinto o mesmo que você com relação aos trabalhos dele que nunca foram lançados por aqui. Ainda bem que hoje em dia, com a internet, é muito fáci comprar um CD em qualquer loja do mundo. Mais uma vez obrigado, e volte sempre!

30 10 2010
MARIA TERESA ABBONDANZA

Rapaz, você disse udo que um fã do Johnny Rivers gostaria de ouvir, ele realmente é o cara. Pena que eu não pude ir, espero que haja outra oportunidade.

30 10 2010
Gabriel Gonçalves

Oi Maria Tereza! Fico feliz que tenha gostado do texto. O show realmente foi fantástico e eu tamém espero que hajam outras oportunidades. Abração e volte sempre!

1 11 2010
teresa

Ah, só mais uma coisinha, que INVEJAAAAAAA de voce e da Maria Emília, eu queria estar nos bastidores, acho que ficaria tão emocionada, que daria um beijão nele, ah….

2 11 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Pois é, Teresa. Quando acabou o show, eu vi um pequeno aglomerado se formando, ai imaginei que fosse para ir pro backstage. Me enfiei na fila ns cara de pau e consegui, rs. Abração!

5 11 2010
MARIA TERESA ABBONDANZA

Seja sempre cara de pau, assim você continua passando para as pessoas a emoção nas suas resenhas, beijos…

5 11 2010
Gabriel Gonçalves

Oi Maria Teresa! Pode deixar que o óleo de peroba estará sempre à mão, rs. Obrigado pelas palavras. Bjão!

6 11 2010
MARIA TERESA ABBONDANZA

rsrss, é isso aí…

14 02 2011
TERESA

Oi, Gabriel, hoje abri o site oficial do JR e parece que esta lançando mais um cd, o problema é que vende aqui no Brasil, apesar de as músicas serem sempre as mesmas, mas para quem é fã, né ? bjs

14 02 2011
Gabriel Gonçalves

É mesmo, Teresa. Aqui não existe nada do Johnny Rivers (tirando a smesmas coletâneas de sempre), mas no próximo mês fazer uma maluquice pra completar minha coleção do Tom Petty e depois será a vez do Johnny Rivers. Pesquisei na “Amazon.com”, e toda a discografia de Johnny saiu em CD com dois álbum por CD, sendo que cada álbum custa em média 15 dólares. Se eu comprar todos os que faltam pra completar minha coleção, vai dar 195 dólares + o frete (e se a receita federal pegar, + 60% de impostos, rs), mas ainda assim vale à pena. Bjão!

14 02 2011
TERESA

corrigindo : NÃO VENDE AQUI NO BRASIL…

14 02 2011
TERESA

Consegui comprar um desses pelo mercado livre “Rewind/Realization” muito bom…, mas vou tentar comprar os outros…

14 02 2011
Gabriel Gonçalves

O “Realization” é demais, né? Também vou correr atrás dos outros discos dele. Assim que completar minha coleção do Tom Petty, cuido da do JR, rs. Bjão, Teresa!

15 02 2011
TERESA

Realization é um dos melhores, na minha opinião, tem várias que eu gosto, além das conhecidas, tem “Positively 4th Street”, do Bob Dylan. Todos acham “deprê”, mas eu acho que ele canta com alma, como se a música fosse dele mesmo. bjs…

15 02 2011
Gabriel Gonçalves

Concodo plenamente com você, Teresa! Um disco que tem “Summer Rain” e “A Whiter Shade of Pale” não pode ser nada além de fantástico. Sem contar que esse disco foi meio que um “cala a boca” para os críticos dele, porque ele se aventurou com sucesso por sons mais psicodélicos e etc. Bjão!

15 02 2011
TERESA

É isso aí, bos

14 03 2011
TERESA

Olá Gabriel, td bem ? Estava me aventurando no youtube, quando encontrei mais uma música do JR que eu não conhecia, ‘INTO THE MYSTIC’, do Van Morrison, adorei a música, mais um achado deste cara que é maravilhoso… bjs.

14 03 2011
Gabriel Gonçalves

Oi Teresa! “Into The Mystic” é muito legal mesmo, né? Aliás, ainda não encontrei uma canção gravado pelo Johnny que eu não tenha gostado. Pra mim, o fato dele gravar a música já é um selo de teste de qualidade, rs. Bjão!

15 03 2011
TERESA

Voc~^e vem falar isso logo para mim… rsrsrs….bjs

15 03 2011
Gabriel Gonçalves

rsrsrsrsrs… É verdade, Teresa… Tentando vender um peixe que você já comprou, rsrsrrsrsrs. Bjão!

15 03 2011
TERESA

Tomara que ele venha para o Brasil logo, se não serei obrigada a ir ve-lo lá nos EUA…

16 03 2011
Gabriel Gonçalves

Verdade, Teresa! Mas acho que ele volta, sim. Em 2008 ele veio e lotou todos os lugares que tocou, em 2010 a mesma coisa. Os produtores de shows não vão perder essa boquinha, rs. Quem sabe em 2012 ele está de volta? Bjs

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