DUFF McKAGAN DIVULGA TÍTULO DE SUA BIOGRAFIA

28 03 2011

Fonte: Classic Rock

Duff McKagan finalmente escolheu o título para sua autobiografia: “It’s So Easy (And Other Lies), que em português fica, “Isto é Muito Fácil (E Outras Mentiras). Com data de lançamento prevista para 4 de outubro, o livro será lançado pela “Touchstone Books”.

Recentemente o músico falou à “Rolling Stone” sobre o livro: “Não é realmente minha história, nem ao menos é minha autobiografia ou memória. Acho que este termo está sendo usado demais. O livro é a história de algumas coisas que aconteceram comigo, mas provavelmente não as coisas típicas que as pessoas podem estar esperando”.





“VELVET REVOLVER AINDA NÃO ESCOLHEU VOCALISTA”, DIZ SLASH

28 03 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Rolling Stone

Em entrevista a Rolling Stone, Slash comentou sobre o status do Velvet Revolver:

“Não resolvemos a situação do vocalista ainda. Continuamos tentando, mas nada foi resolvido. Estamos bem meticulosos com relação a como ele deve soar. Às vezes alguns de nós gostamos de um cantor, mas os outros não, mas acho que a pessoa certa será uma escolha universal de todos nós”, disse.





SLASH PREPARA NOVO ÁLBUM SOLO

22 02 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: The Korea Herald

O site “The Korea Herald”, primeiro jornal coreano em inglês, fez uma matéria sobre Slash – que em março se apresentará na Coréia -, contando com depoimentos exclusivos do guitarrista. Dentre outros assuntos, Slash revela que já está trabalhando no sucessor de seu premiado álbum solo, lançado no ano passado.

Confira a matéria na íntegra, em português, com exclusividade no IMPRENSA ROCKER!

Slash, famoso por ser ex-guitarrista do Guns n’ Roses, disse que está preparando outro álbum solo, enquanto planeja uma visita a Seoul como parte de uma turnê mundial. Após lançar seu primeiro disco solo, “Slash”, em maio do ano passado, o guitarrista do Velvet Revolver irá se apresentar em Seoul, no “Ax-Hall”, em 20 de março.

“Estou trabalhando no material para o próximo álbum que farei fora do Velvet Revolver”, disse Slash em um entrevista por e-mail com o “Korea Herald”.

Entretanto ele não mencionou detalhes, como com quais artistas irá trabalhar ou que tipo de música ele busca. Seu ultimo álbum apresentou músicos de vários estilos diferentes, incluindo Adam Levine do Maroon 5, Fergie, Kid Rock e Ozzy Osbourne. “Foi bem satisfatório trabalhar com todos estes cantores e compositores diferentes, porque eu havia escrito pedaços de música e mostrado para os cantores, e eles vieram com uma voz própria para aquelas canções”, disse.

Slash é famoso por utilizar guitarras Gibson. Quanto aos amplificadores, ele só usa Marshall. No show em Seoul, ele disse que não usará muitas guitarras. “Nesta turnê, não estou usando muitas guitarras. São quatro principais e quatro reservas. Tenho os amplificadores AFD saindo, são replicas do Marshall. Grande amplificador”, falou o guitarrista.

Infelizmente, entretanto, os fãs de Seoul não poderão ver um cigarro dançando entre os lábios de Slash no palco – a marca registrada da performance sexy do guitarrista -, já que ele parou de fumar. “Fará dois anos em abril”, revela.

Nascido em 1965 e tendo estreado em 1983, Slash foi nomeado o 2º melhor guitarrista da história pela revista “Time”, em 2009, atrás de seu herói Jimi Hendrix.

Slash disse que as pessoas não teriam o escolhido como nº 2 se conhecessem os guitarristas que o inspiraram na infância, mas que a escolha foi uma grande honra para ele. Na verdade, o guitarrista de 46 anos disse que Jimi Hendrix é o guitarrista que ele mais respeita, e afirmou que Hendrix criou um novo mundo com relação a tocar guitarra.





“É O CARA CERTO”, DIZ DUFF McKAGAN SOBRE COREY TAYLOR

21 02 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Rock em Geral

Depois do vazamento do assunto “Corey Taylor como vocalista do Velvet Revolver” ter vazado, e do próprio guitarrista do grupo, Slash, ter admitido que o vocalista do Slipknot e Stone Sour é uma opção, agora foi a vez do baixista Duff McKagan colocar lenha na fogueira. Numa entrevista ao “Artisan News Service”, Duff praticamente declarou seu voto a favor do vocalista. “Eu não posso nem confirmar nem negar que o Corey Taylor está no Velvet Revolver”, disse o baixista, para depois cravar: “Esse é o cara certo, na minha visão. É apenas a minha visão. Acho que milhões de outras pessoas pensam da mesma forma, que ele é o cara certo”. Como Slash está em turnê, nenhuma decisão será tomada até que ele volte.





“OS FILMES DE TERROR DE HOJE SÃO UMA PORCARIA”, DECRETA SLASH

17 02 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Traduzido por: IMPRENSA ROCKER
Fonte: Charlotte Observer

O site do “Charlotte Observer” publicou uma entrevista exclusiva com Slash, na qual o guitarrista fala de seu álbum solo, escolha do vocalista para o Velvet Revolver, sua empresa de produção de filmes de terror, dentre outros assuntos.

Confira a entrevista completa, em português, com exclusividade no IMPRENSA ROCKER!

Poucos guitarristas são grandes o suficiente por si só para conseguir ser a atração principal de uma turnê solo, ou fazer um álbum solo que fique entre os cinco primeiros das paradas, mas Slash não é qualquer guitarrista. Além de ter tocado no Guns n’ Roses e no Velvet Revolver, ele tocou com Michael Jackson, foi o rosto do “Guitar Hero” e no começo deste mês se apresentou no show do intervalo do “Super Bowl”. Em 2010 ele lançou um álbum recheado de estrelas, trazendo cantores como Fergie, Adam Levine do Maroon 5, Kid Rock e Myles Kennedy do Alter Bridge (Nota do Tradutor: É engraçado como, pelo texto, a gente sabe qual o público do veículo. Se o “Charlotte Observer” fosse voltado para o público Rock n’ Roll, ao invés destes vocalistas citados, eles teriam colocado Ozzy, Lemmy, Iggy Pop, Ian Ashtbury, etc.), que irá cuidar dos vocais na apresentação do guitarrista hoje, às 20h, no “The Filmore”.

O Super Bowl foi um lance importante para você?
Não estava na minha lista de “coisas a fazer”. Não que eu tenha uma lista. Definitivamente me senti honrado de ter recebido o convite.

Muitas pessoas se surpreenderam pelo fato de Fergie ter participado de seu álbum. Você acha que o público a subestima?
As pessoas constroem uma imagem ou uma impressão em suas mentes sobre quem alguém é e têm dificuldade de mudar isso. Isto definitivamente surpreendeu as pessoas. Quando o boato apareceu, elas pensaram que eu tinha virado Pop ou algo do tipo. Eu escutei Fergie cantar uns lances de Rock alguns anos atrás. Eu tinha uma canção para uma vocalista de Rock, e ela automaticamente veio à minha cabeça.

Mas as pessoas já tinham estabelecido Fergie como um tipo de diva Pop, o que é sensato de supor. Eles ficaram realmente chocados quando ouviram a respeito e então, quando escutaram a canção, ficaram meio que, “Oh, ok”. Com o resto do disco, foi muita informação para algumas pessoas digerirem – toda a diversidade.

Foi um indicativo do que você realmente escuta?
Eu escuto uma grande variedade de coisas. Primariamente sou uma cara do Rock n’ Roll, mas tenho uma inclinação conteúdo mais emocional e melódico e grooves. Eu posso escutar diversos tipos de música que ninguém esperaria que eu escutasse, e ser atraído mais pelo lado melódico e musical da coisa.

Este disco foi uma experiência diferente para você, sabendo que o público estava ciente de seu desenvolvimento através do twitter?
Eu meio que contava no twitter o que estava fazendo, mas eu não presto tanta atenção para que o que qualquer um esteja pensando.

Por tanto tempo você foi o cara atrás da guitarra, da cartola ou do cabelo. As mídias sociais permitiram que você mostrasse mais de sua personalidade ou senso de humor?
Não sei. Eu realmente não faço idéia com relação ao que devo ser sob qualquer tipo de perspectiva real. As pessoas desenvolvem suas próprias idéias. O legal do twitter ou facebook foi que me deu a chance de atingir todos que estejam interessados, ao invés de soltar comunicados para a imprensa… ou vazar informações para fontes confiáveis. Isto te coloca mais no controle de sua própria divulgação ou apenas ser mais direto com os fãs em geral.

Quando você percebeu que Myles era o cara para a turnê?
Quando ele veio cantou a segunda música, eu pensei: “este é o único cara que poderia lidar com todo este material”. Coisas do álbum solo e do Guns n’ Roses e do Velvet Revolver. Myles era muito capaz.

Não tínhamos nenhum relacionamento anterior. Aconteceu dele estar de folga do Alter Bridge e topou. Neste ponto, eu só tinha duas semanas para ensaiar com a banda e só uma semana desta poderia gastar com Myles.

Sua experiência com vocalistas notórios é bem conhecida. Personalidade é algo que você considera?
Mendigos não podem escolher (N.T.: ditado cujo correspondente no Brasil seria “a cavalo dado não se olha os dentes”). O mais importante é encontrar indivíduos que são musicalmente capazes, e então você deve levar em conta seja lá qual for a personalidade dele… É algo que você tem que aceitar razoavelmente se ele canta da forma que você espera. Muitos músicos são loucos e é isto que faz deles grandes músicos.

Qual o status atual do Velvet Revolver com relação ao novo vocalista?
Havia verdade no boato de que estávamos observando Corey Taylor, mas então eu saí para a turnê. Então não há nada sendo feito no momento. Nenhuma decisão.

Fale sobre sua nova empresa de produção de filmes de terror, a “Slasher Films”.
Faremos a produção do nosso primeiro filme neste verão (N.T.: verão do hemisfério norte). Entrei nessa por acaso São um grande fã de filmes de terror. Um amigo meu tem uma empresa chamada “Scout Productions”… Ele sugeriu que eu produzisse meus próprios filmes como um braço da empresa dele. Estou completamente envolvido do desenvolvimento do roteiro à locação e escolha do cast.

Você estará envolvido na trilha?
Esta é a parte mais óbvia. Definitivamente estarei envolvido. Se vou tocar ou não, depende do filme do que ele pedir.

Quais são seus filmes de terror preferidos?
Fui criado pelos filmes de terror que começaram nos anos 30, 40 e 50. “Frankenstein”, “O lobisomem” e “Dracula”. Quando os anos 60 chegaram, teve “A Noite dos Mortos Vivos”. Eu o assisti como uma sessão dobrada, junto com o “Exorcista”. “O Exorcista” se tornou meu preferido. Então saiu “A Profecia”. Foi ótimo também. Recentemente eu gostei de “Os Estranhos”. Eu quis fazer isto, porque o gênero Terror tem sido idiotizado para uma situação quase patética. São todas umas porcarias gore realmente previsíveis. São poucos os que realmente envolvem sustos ou uma imponente estória psicológica ou personagens e vilões com profundidade. É disto que sinto falta e que quero trazer de volta.

O solo de “Sweet Child O’ Mine” parece ser um dos mais estragados no circuito de bandas cover. Você acha que ele é tão difícil assim?
Quando eu toco canções do Guns nos meus shows, faço a maioria dos solos da forma que os gravei. Eles foram espontâneos na época… Fazer eles soarem exatamente como no disco torna fácil de ser estragado.





BAIXISTA DO VELVET REVOLVER COLOCA MAIS LENHA NA FOGUEIRA SOBRE O CASO COREY TAYLOR

10 02 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Blabbermouth

Duff McKagan, baixista do Velvet Revolver, jogou mais lenha na fogueira com relação a Corey Taylor ser o novo vocalista do Velvet. Em chat no site “ESPN.com”, o músico respondeu a um fã, que havia perguntado o que um vocalista deveria ter, além de uma boa voz.

“Qualquer bom artista tem que ter a habilidade de deixar fluir as coisas sombrias e fazer de forma real. Grandes vocalistas têm esta habilidade. Não ter inibições também ajuda. Axl e Scott são dois dos melhores frontmen de todos os tempos. Corey Taylor é um destes caras também”, falou Duff.

Quando perguntado sobre os rumores de que Taylor estaria se juntando ao Velvet Revolver, Mckagan escreveu: “Não posso negar nem confirmar… Entretanto, ele é foda. Gosto dele como ser humano e como cantor. Ele é a voz de uma nova geração”.

Confiram abaixo dois videos com Corey e Slash tocando o clássico “It’s So Easy” do Guns, e de “Sexy Type Thing” do Stone Temple Pilots.





VOCALISTA DO SLIPKNOT PODE SER NOVO CANTOR DO VELVET REVOLVER

29 01 2011

Enviado por: Bernardo Macondes
Fonte: Rock em Geral

O vocalista do Slipknot e do Stone Sour, Corey Taylor, pode ser o nome escolhido para assumir o posto de cantor no Velvet Revolver. Em uma entrevista concedida ao site da edição americana da revista “Billboard”, Taylor foi perguntado se é ele o “vocalista famoso” que vem ensaiando com os integrantes do Velvet Revolver, e não disse nem “sim” nem “não”. “Continua…”, disse Taylor, usando a expressão consagrada em filmes e novelas para sugerir uma continuação. O texto diz que o vocalista respondeu à pergunta com certo deboche.

Por mais de uma vez, integrantes do Velvet Revolver disseram que têm ensaiado com um vocalista conhecido de todos. De outro lado, em várias oportunidades Corey Taylor tem demonstrado certo desinteresse em seguir no Slipknot sem o baixista Paul Gray, morto em maio do ano passado. O certo é que Corey Taylor vem ao Brasil para o Rock In Rio, onde se apresenta com o Slipknot e com o Stone Sour, em dias diferentes.





“O VOCALISTA COM QUEM ESTAMOS ANIMADOS É BEM CONHECIDO”, DIZ MATT SORUM

13 01 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Traduzido por: IMPRENSA ROCKER
Fonte: Noisecreep

O website “Noisecreep” conduziu um extensa entrevista com o baterista do Velvet Revolver e ex-Guns n’ Roses Matt Sorum. O músico falou, dentre outros assuntos, sobre o DVD do Velvet Revolver, novo vocalista  e planos para o futuro.

Confira a entrevista completa, em português, com exclusividade no IMPRENSA ROCKER! 

Em 2008 o Velvet Revolver – um híbrido de ex-Guns n’ Roses/Stone Temple Pilots – perdeu o controle quando o vocalista Scott Weiland deixou o grupo depois de apenas dois álbuns. Considerando que mais de dois anos se passaram e que não muita coisa aconteceu neste período, o baterista Matt Sorum parece estar até bem animado. Ele nem ao menos se importou quando o guitarrista Slash deu uma escapada para fazer um disco solo e saiu em turnê antes que um substituto para Weiland fosse encontrado. Ao invés de se lamentar, Sorum foi direto ao assunto, colocando as coisas em seu devido lugar para o Velvet Revolver versão II.

A banda já testou vários cantores e está perto de anunciar o substituto de Weiland, de acordo com Sorum. Assim que isto acontecer, eles irão para o estúdio para trabalhar no sucessor de “Libertad”, de 2007. Mas antes disso, ele e seus companheiros de banda querem lembrar os fãs a respeito de seu recente DVD “Velvet Revolver Live in Houston”, que captura um show de 2005, quando o VR era novo e tinha algo para provar.

O “Noisecreep” conversou com Sorum sobre a decisão de lançar um DVD com um show de cinco anos atrás, seu desapontamento com relação ao “Libertad”, como a banda se desgastou com Weiland, o que ele busca para o próximo álbum do Velvet Revolver e quão difícil é escolher um novo vocalista quando você já trabalhou com três melhores que há por aí.

O que você se lembra do show de Houston que vocês gravaram em 2005 para o novo DVD?
O que eu mais me lembro sobre aquele período da banda é que era uma novidade excursionarmos juntos. Havíamos acabado de iniciar uma turnê em teatros antes de tocarmos em locais maiores. O álbum havia sido lançado; já tinha entrado nas paradas, no nº 1; recebeu disco de platina. Estávamos pegando fogo. Havia muita excitação no ar. Estávamos todos em ótima forma física e psicológica. Todos estávamos num ótimo momento e definitivamente tínhamos uma química. E você consegue ver isso. Isto pula para fora da tela no DVD.

Por que vocês esperaram tanto tempo para lançar o DVD?
Nós nunca pensamos em lançar por nós mesmos. Alguém da “Eagle Rock” veio e nos perguntou se gostaríamos de lançar este show em DVD. Tudo que estávamos pensando era voltar com uma nova versão da banda. Mas então achamos que seria bom soltar alguma coisa que representasse aquela era da banda em sua melhor forma.

De onde surgiu o vídeo?
Nós filmamos para algum especial de TV ou algo do tipo, e a “Eagle Rock” veio até nós e perguntou, “podemos lançar isto”? E decidimos que seria totalmente legal, porque, como eu disse, nós não queremos  destruir o que já criamos com Scott Weiland. Então entramos em contato com Scott e perguntamos, “você está de acordo?”, e ele disse “sim, vamos fazer”.

Então você ainda mantém contato com Weiland?
Nós temos uma relação profissional para os assuntos do antigo Velvet Revolver, mas isso é tudo.

Houve um atrito entre você e Scott antes dele sair da banda?
Na verdade, não. Scott apenas apareceu e quis fazer o lance dele, e não acho que todos nós entendemos na época. Realmente tivemos um pequeno desentendimento. Tínhamos acabado de sair de uma turnê monstruosa, passamos muito tempo trabalhando no segundo álbum, haviam alguns conflitos na banda e, infelizmente, todo aquele velho comportamento negativo rastejou pra dentro da banda novamente.

É mais ou menos como quando você está num relacionamento e pensa, “ah, vou terminar com esta pessoa, porque não gosto do que estou sentindo”. E então você entra num outro relacionamento, e a mesma merda aparece. Você fica, “oh, talvez seja eu. Talvez seja eu que tenha que lidar com alguma merda”. Este é o tipo de coisa que estava realmente acontecendo no fim. Haviam substâncias envolvidas, mas também personalidades e egos da parte de todo mundo.

Eu não estou me tirando da equação. Você fica cheio de si e começa a se sentir invencível e você se lembra como é bom se sentir assim. Nada dá errado quando você Está numa banda de Rock n’ Roll. Se um ator detona seu carro, sua carreira termina. Um músico detona seu carro, ele vende um milhão de discos. Por exemplo, Scott sendo preso e indo para a reabilitação as tantas vezes que ele foi… Eu já estava meio que, “já é o suficiente. Nós entendemos. Você provou seu ponto”. Eu ficava, “cara, a melhor coisa que você poderia ser agora é aquele cara que aparece brilhando. Então você seria o azarão que, de verdade, mostrou que todos estavam errados”.

E este foi o momento que tivemos no começo do Velvet Revolver. Tínhamos Scott Weiland no auge. E você olha para aquilo e diz, “gostaria que ele percebesse o quão bom ele pode ser com um pouco de foco. Porque ele pode ser um dos melhores”. Mas é a falta de foco que fode artistas como ele.

O que levou ao fim do relacionamento?
Eu disse algo na internet sobre como algumas pessoas não percebem o que têm, enquanto têm, porque estar numa banda é um momento, e é um momento efêmero. Aqui está você, no auge – como no DVD em Houston. Você está lá, todos amam você, e então você já não está mais lá. Você já era.

E todos nós já sentimos isto neste negócio, especialmente vivendo em Hollywood. Esta é a cidade do “o que você fez ontem”. E eles não ligam. Eu não ligo quantas vezes você voltou, como uma barata. Eles irão pisar em você, e você não vai morrer, mas você ainda tem que retornar e brigar para voltar ao topo. Eu gosto desta briga, mas a maioria das pessoas não consegue encarar esta briga. Elas não conseguem vencer. Elas preferem ficar sentadas no porão da casa da mamãe, na internet, e detonar todo mundo.

Então agora o foco é o Velvet Revolver 2011 em frente a todo vapor?
Yeah! Nós realmente vamos fazer de 2011 um novo período para o Velvet Revolver.

Como tem sido o processo de audições?
Nós testamos muitos caras novos, e basicamente é um processo e tanto. Scott Weiland é um dos melhores frontman por aí, e eu já estive em bandas com Axl Rose e Ian Astbury. É um cargo e responsa. Então estamos procurando por um indivíduo experimentado e verdadeiro, que possa se entrosar com caras como nós, que já têm estado por aí por muito tempo.

Não tem sido uma tarefa fácil, e é por isso que está demorando tanto. Mas nós não queremos voltar com meia força. Nós queremos criar algo que faça as pessoas dizerem, “uau, isso é demais”! Tivemos algumas situações em que estivemos com alguns cantores, mas desistimos porque não nos sentimos completamente seguros que seguir com determinado cara era o movimento certo.

Testamos alguns caras desconhecidos e outros que já estão por aí, mas o cara que com quem estamos bastante animados agora é bem conhecido. Não quero dizer nada ainda, porque ainda estamos na fase dos encontros. Ainda não consumamos o relacionamento ou fizemos um acordo de cavalheiros. Então não posso adiantar nada até termos um selo oficial de aprovação no acordo.

Você e Slash já escreveram algum material para o próximo álbum?
Sim, temos algumas músicas. Temos alguns ótimos riffs. Estamos tentando lapidá-los um pouco mais, mas há algumas coisas ótimas. Eu diria que provavelmente temos cerca de quatro ou cinco boas apostas, com letras, para coisas que me deixariam felizes num disco. É definitivamente matador. Mas, ao todo, ainda não temos música o suficiente, porque iremos entrar no estúdio e fazer.

A beleza de se estar numa banda com estes caras por tantos anos é que sabemos o que temos para oferecer. Então não temos que “pré-pensar” muito. Mesmo que possamos aliviar com baladas e tocar em outros estilos, nós estamos bem confortáveis sendo uma unidade Rock n’ Roll. Nós não precisamos fazer de nós algo que não somos. Neste sentido, somos tradicionais.

De que forma o próximo disco será diferente do “Contraband” ou “Libertad”?
“Contraband” tinha um elemento meio Punk Rock. Quando o escuto, sinto que há muita angústia nele. Quando eu fazia aquele disco, eu não era um recém sóbrio, mas estava sóbrio há pouco tempo. Lembro que ainda estava tentando me sentir confortável na minha própria pele. E esta angústia acabou sendo útil para nós.

Há uma energia que diz, “Estes caras ainda têm muita vitalidade dentro deles”. E quando eu ouço o “Libertad”, sinto que aquele álbum e algo que não éramos na época. Puxou mais para o lado do vocalista da banda. Scott queria fazer um certo tipo de álbum, então “Libertad” se tornou mais o lance dele. O “Contraband” já estava escrito antes de Scott entrar em cena. Ele apenas gravitou em direção ás canções e escreveu as letras e melodias. O “Libertad” foi um álbum baseado no que suas letras e visões eram, e saiu um pouco leve.

Parece que o seu próximo álbum pode ser mais como o “Contraband”?
Bem, esta é a meta e eu sei que estamos bem animados quanto a isso. Esta é a beleza dos caras desta banda. Posso olhar para cada um deles, e sei que eles possuem paixão suficiente para fazer música e que ainda resta força suficiente. De certa forma, ainda temos algo para provar. É mais sobre superarmos nós mesmos e tentarmos ser os melhores que podemos.

A meta agora é voltar a nos reunir, neste mês, e nos decidirmos sobre o vocalista. Slash irá terminar sua turnê no começo do verão, e então espero que até lá já tenhamos várias canções compiladas. Todos trabalhamos sozinhos, enviamos as idéias uns aos outros e trabalhamos juntos quando há intervalos. E talvez tiraremos mais algumas semanas para escrever, entrar no estúdio e gravar o álbum no fim do verão, para lançá-lo no fim de 2011. Estou ansioso para isto. Todos tivemos tempo suficiente para sair e viver outras vidas, nos aventurarmos, e retornar organicamente como uma unidade que quer fazer as coisas novamente.

Foi saudável para a banda Slash ter feito seu disco solo, ou vocês ficaram frustrados porque prefeririam trabalhar com ele no Velvet Revolver?
No começo eu me senti frustrado, mas então eu entendi onde ele estava e me coloquei em seu lugar. Ele sempre foi ótimo líder. Em se tratando de ética no trabalho, Slash é um dos caras que trabalham mais duro que conheço. Ano passado, você não podia ligar a TV sem vê-lo. Sim, para ser honesto. Mas ele precisava fazer este lance solo novamente e voltar para uma banda, e sentir o ambiente, que é completamente diferente. Agora já não está tudo sob os ombros dele, e eu acho que aquilo só pode ser bom para nós.





VELVET REVOLVER DEVE ANUNCIAR NOVO VOCALISTA ESTA SEMANA

11 01 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Rock em Geral

De acordo com o baterista do Velvet Revolver, Matt Sorum, o grupo deve escolher o novo vocalista esta semana, “de um jeito ou de outro”. Ele usou a conta que tem no “twitter” para atualizar as novidades na longa novela iniciada em 2008, com a saída de Scott Weiland.

“Passamos quatro dias com um vocalista incrível e temos nove músicas em versão demo. Vamos tomar uma decisão esta semana, de um jeito ou de outro”, diz o post, lançado hoje, 10 de janeiro, pela manhã. No final do ano passado, Sorum disse que o grupo estava “flertando” com um novo vocalista, mas que não poderia fazer o anúncio oficial.





SLASH INICIA AUDIÇÕES PARA NOVO CANTOR DO VELVET REVOLVER

8 12 2010

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: G1

O guitarrista Slash anunciou em seu “Twitter” que começaram nesta semana as audições para a escolha do novo vocalista do Velvet Revolver. A banda, que ele lidera ao lado dos ex-colegas de Guns N’ Roses Duff McKagan e Matt Sorum.

O cantor irá substituir Scott Weiland, que saiu do grupo em 2008 para voltar com o Stone Temple Pilots, que nesta semana toca em São Paulo e no Rio.

Segundo o site da revista “NME”, o vocalista da banda Alter Bridge, Myles Kennedy, foi cotado para a vaga, após declarar que seria o cantor do próximo disco solo de solo. Para chegar a sua formação original, em 2002, o Velvet Revolver levou dois anos de audições públicas, até finalmente convidar Weiland.

Slash confirmou nesta semana que irá se apresentar no Brasil em fevereiro, em uma série de três shows. A pequena turnê promove o seu primeiro álbum solo, lançado neste ano.








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