SHOW DO IRON MAIDEN NO RIO DE JANEIRO REMARCADO PARA HOJE

28 03 2011

Fonte: Site HSBC Arena

O show que aconteceria ontem na capital carioca foi remarcado para hoje, após a grade que separa o público do palco ter cedido. O incidente ocorreu ainda durante a primeira música do show, o que fez a banda interromper a apresentação. Após 20 minutos, Bruce Dickinson retornou ao palco, acompanhado de uma tradutora, e explicou que o show teria que ser realizado no dia seguinte, já que a grade havia sido totalmente quebrada.

Confira abaixo a nota oficial postada no site do HSBC Arena:

O show do Iron Maiden na HSBC arena que aconteceria hoje, domingo, dia 27, foi adiado para segunda-feira, dia 28 de março, às 21h, por problemas técnicos com a montagem da barricada em frente ao palco.

Essa decisão foi tomada em conjunto pelo staff da banda e pela HSBC Arena por ser prioridade de ambos a segurança dos fãs.

A banda irá permanecer no Rio de Janeiro mais um dia para poder realizar o show e não deixar de fora a capital carioca nesta parte da turnê.

Todos os fãs poderão entrar no show de segunda-feira com os mesmos comprovantes dos tickets do show de hoje.

Os que não puderem comparecer ao show de amanhã poderão solicitar o reembolso a partir do dia 4 de abril:

Os que compraram ingressos na bilheteria da Arena e nos demais pontos de venda deverão se dirigir à bilheteria com os comprovantes dos tickets a partir do dia 4 de abril para o reembolso.

Os que compraram ingressos através do Call Center e da Internet, deverão entrar em contato com sac@livepass.com.br ou pelo telefone 4003 1527, munidos dos comprovantes dos tickets, também a partir do dia 4 de abril, para a solicitação do reembolso.

A banda naturalmente está consternada pelos fãs que não poderão retornar amanhã e promete um grande show para os que puderem comparecer.

HSBC Arena e a banda agradecem aos incríveis fãs por entenderem a dificuldade da situação e por sua colaboração. O Iron Maiden está ansioso para fazer um grande show amanhã!

Abertura dos portões: 18h30

Show de abertura Banda Shadowside: 19h30

Show Iron Maiden: 20h30

Informações para o PÚBLICO em geral: hsbcarena@hsbcarena.com.br

Informações para a IMPRENSA: www.mediamania.com.br / mediabox@mediamania.com.br





AIRBOURNE, DRAGONFORCE E TRIVIUM ABRIRÃO SHOWS DO MAIDEN NO REINO UNIDO

18 02 2011

Enviado por: Marcela
Traduzido por: IMPRENSA ROCKER
Fonte: Site Oficial do Iron Maiden

Foi postado hoje no site do Iron Maiden um comunicado sobre as atrações que abrirão so show da Donzela no Reino Unido, em agosto deste ano.

Confira o comunicado completo abaixo:

É com felicidade que a “Live Nation” anuncia que os convidados especiais para os shows do Iron Maiden no Reio Unidos, referentes à “The Final Frontier World Tour”, foram confirmados, e são nomes estrelares do mundo do Rock e Metal.

Os rockeiros do Airbone se juntarão ao Maiden para todos os shows regionais, exceto em Belfast, onde os heróis do Power Metal, Dragonforce, farão a abertura do show, em 3 de agosto; e também no show de Londres, na “O2 Arena”, em 5 de agosto. Os gigantes do Metalcore, Trivium, serão a banda de abertura no outro show da “O2 Arena”, em 6 de agosto.

Os shows do Reino Unido serão o final da “The Final Frontier World Tour”. A primeira perna da tour, que começou na semana passada em Moscou, vê a banda viajando “em volta do mundo em 66 dias”, uma odisséia de mais de 80 mil quilômetros a bordo do “Ed Force One”, seu Boeing 757 especialmente customizado, pilotado pelo capitão da companhia aérea e vocalista Bruce Dickinson. O avião carregará a banda, toda a equipe e toneladas de equipamentos por cinco continentes e 13 países, visitando 26 cidades para 29 shows.  Após as datas ao redor do mundo, a turnê continua pela Europa, antes de retornarem para o Reino Unido em julho, para uma extensiva tour por estádios que em 10 cidades, que cobrirá toda a extensão do Reino Unido. Quando a “The Final Frontier World Tour” terminar na “O2 Arena”, no começo de agosto, o Maiden terá feito 101 shows, em 40 países, para mais de 2 milhões de fãs, desde que a turnê começou em junho de 2010. 

A “The Final Frontier World Tour” divulga o 15º álbum de estúdio da banda, lançado em agosto de 2010 e que foi direito para o topo das paradas em 28 países ao redor do mundo. Nesta semana o Maiden recebeu o “Grammy” na categoria “Melhor Performance de Metal” pela canção “El Dorado”.

Falando sobre o público das bandas de abertura anunciadas,  o empresário do Iron Maiden, Rod Smallwood”, afirmou: “Como nossos fãs sabem, o Maiden gosta de fazer valer o preço que foram pagos pelos ingressos, e achamos que a adição destas três tremendas bandas – Airbourne, Dragonforce e Trivium -, em diferentes partes da tour pelo Reino Unido, certamente faz isto. Elas se juntarão para o que certamente será um grupo de noites memoráveis para os fãs, quando voltaremos para casa no fim do ano, para o ultimo round da ‘The Final Frontier World Tour’”.

Sobre abrir para o Iron Maiden pela primeira vez, o Airbourne comentou: “O Iron Maiden, a equipe trabalhadora do Iron Maiden e os rockeiros fãs do Iron Maiden são pessoas que lutam pelo Rock n’ Roll ao redor do mundo, e nós amamos e respeitamos todos eles. Mal podemos esperar para abrir fogo naquele palco sagrado. Longa vida ao Metal, longa vida ao Maiden e longa vida a Eddie”!

O Trivium atualmente está em estúdio com o produtor Colin Richardson, trabalhando no 5º álbum de estúdio da banda. Sobre fazer a abertura para o Iron Maiden, Matt Heafy (vocalista e guitarrista do Trivium) comentou: “Não poderíamos estar mais honrados e animados para dividir o palco com o lendário Iron Maiden. Esta será o primeiro show do Trivium no Reino Unido em muito tempo, e teremos um novo álbum conosco para lançar. Apaguem as luzes, Londres, para uma imensa noite e Metal. Up The Irons”.

Herman Li, guitarrista do Dragonforce, acrescentou: “Estamos muito animados em tocar com a maior banda de Heavy Metal de todos os tempos! Vivemos alguns dos melhores momentos de nossa carreira quando excursionamos com o Maiden em 2005. O Iron Maiden nos inspirou tremendamente através dos anos, e mal podemos esperar para retornar ao palco e abrir o show deles em Belfast, no dia 3 de agosto; e no show da cidade-natal deles, em 5 de agosto. Aqui vamos nós, Up The Irons”!





CAVALERA CONSPIRACY ABRIRÁ SHOW DO IRON MAIDEN EM SÃO PAULO

16 02 2011

Fonte: Site Oficial do Cavalera Conspiracy

De acordo com anúncio postado agora há pouco no site do Cavalera Conspiracy, a banda está confirmada para abrir o show do Iron Maiden em São Paulo, no dia 26 de março. O show será realizado no estádio do Morumbi.

O anúncio dizia:

“O Cavalera Conspiracy abrirá o show do Iron Maiden no Morumbi, em São Paulo, no dia 26 de março de 2011. Esta será a segunda vez que a banda tocará no Brasil. A banda promete preparar o público para o show do Iron Maiden em São Paulo com seu show hiper energético”.





“TEMOS UM TREMENDO SHOW”, DIZ JANICK GERS

14 02 2011

Fonte: Poparazzi

O blog “Poparazzi” (vinculado ao jornal “Today”, de Singapura) realizou um extensa entrevista com o guitarrista do Iron Maiden, Janick Gers. Dentre outros assuntos, Gers falou da nova turnê, dos fãs e como se prepara quando sai numa longa tour.

Confira a entrevista completa, em português, com exclusividade aqui no IMPRENSA ROCKER!

Eis a cena: eu, preso num abrigo sob chuva torrencial, com cabos de monitores por todos os lados. Janick Gers do Iron Maiden preso num hotel em Moscou sob uma temperatura abaixo de zero. O que poderíamos fazer além de uma teleconferência?

Olá! Como está sendo o começo da turnê?
Bem, estamos em Moscou, e está cerca de 12 ou 15 graus negativos. Eu fui na Praça Vermelha tirar umas fotos e minhas mãos congelaram. Não consegui ficar lá fora, então voltei para dentro do hotel.

Nós voamos no Ed Force One, trouxemos todo o equipamento conosco. Este é o início da turnê mundial, que passará por Singapura, Jakarta, Bali, Austrália, Tóquio e então América do Sul… Basicamente por todos os lugares, incluindo Coréia, Colômbia, México, e terminamos nos Estados Unidos em abril, tiramos umas semanas de folga e rumamos para a Europa. É o começo de uma turnê muito longa, na verdade. Assim que fizermos o show de Moscou (Nota do Tradutor: Quando a entrevista foi realizada, o show de Moscou ainda não havia acontecido), estaremos indo direto para vocês. Do frio congelante ao calor insuportável.

O calor insuportável é a excitação por seus fãs poderem ver vocês pela primeira vez aqui!
Yeah, e trouxemos tudo; Eddie veio conosco. Vamos tocar novas canções, do ultimo álbum – Final Frontier – e algumas mais antigas para aqueles que gostam do material antigo. Então é bem balanceado, mas extravagante ao estilo do Maiden. Mas é ótimo pisar em novos lugares. É ótimo tocar em novos lugares. 

Esta não a sua primeira vez em Singapura, correto?
Nós iríamos fazer um show aí quando eu estava na banda de Ian Gillan, em 1982, mas não nos permitiram, porque nosso cabelo era muito comprido. Mas ainda bem que tudo aquilo mudou, então estamos realmente animados em tocar para pessoas que ainda não nos viram ao vivo antes. É realmente excitante para nós.

Bem, sair numa turnê tão longa pode ser difícil. Como você mantém sua energia?
Todo show é muito importante para as pessoas que pagaram para nos ver, então acho que é muito importante dar a elas o melhor show possível. E você sabe, em muitos destes lugares só vamos uma vez a cada dois anos – isso quando voltamos -, então temos ciência de que cada show é muito, muito importante, e tentamos fazer a melhor apresentação todas as vezes. Não importa se são 100 mil ou 10 mil ou seja lá quantas pessoas. Não importa. Nós fazemos o melhor show possível. E sim, sob certas circunstâncias, temos problemas com energia elétrica ou algo do tipo, mas temos que fazer com o que temos, e fazer o melhor. Todo show é importante. Não há exibicionismo.

Você acha que haverá incidentes?
Nós partimos de Londres, e tivemos um problema com o avião. Na verdade, tivemos que fazer uma nova peça para ele, e quando a colocamos, ela não funcionou. Então este foi um momento um tanto Spinal Tap, eu acho. Estes pequenos problemas técnicos meio que te atrasam, mas no final funcionou, e estávamos todos loucos para ir, prontos para tocar.

Como vocês evitam ficarem entediados ao tocar as mesmas músicas noite após noite?
Nós mudamos muito o set, na verdade! Há alguns anos, nós só tocamos músicas do novo álbum. Então mais tarde fizemos um set com canções do começo dos anos 80, mas há algumas músicas que, se não tocarmos, as pessoas nos linchariam, então temos que tocá-las. Tentamos manter o set interessante para nós e para as pessoas que vêm nos assistir. Não somos uma paródia de banda. Não tocamos somente o material antigo. Estamos sempre tentando alargar os limites.

Por falar em alargar os limites, um deles é a diferença de idades. Vocês têm garotos vindo aos shows – e não apenas os fãs que estavam lá desde o começo.
Quando tocamos na Escandinávia, a maioria dos garotos tinha de 12 a 15 anos, e os caras no fundo eram os fãs mais antigos. E é incrível, porque você pensa nisto no sentido de… Bem, como os Rolling Stones, que tocam para pessoas mais velhas. Você não vê muitos jovens indo aos shows deles. Mas com a gente há muitos jovens, e eu acho isso rejuvenescedor, na verdade. É excitante saber que atraímos uma nova geração de fãs. Eu acho que é fantástico. Me mantém com pé no chão, tocando o meu melhor, ao invés de afundando na velhice! É ótimo ver rostos jovens por aí, e você sabe que eles não te viram ainda, então é excitante. É absolutamente incrível. Não apenas na Escandinávia, mas em toda a Europa também. Não sei explicar por que isto acontece, mas acontece. Sou grato por isso, que nossa música atinja estes novos fãs.

Você acha que isto é uma validação do Iron Maiden? Porque vocês são uma banda, tocando ao vivo, ao invés de apenas depender da tecnologia, fazendo tudo com o apertar de um botão.
Você não pode descartar outras formas de música, mas somos muito honestos com o que fazemos. Fazemos o que acreditamos. Usamos as armas que temos. Quando as tendências musicais começaram a mudar, nos mantivemos fazendo o que fazemos. Nos saímos ok. Eu não descartaria as outras pessoas – há muito espaço para todo mundo. Eu sei o que gostamos de fazer, e eu acho que temos um tremendo show e as pessoas que vêm nos ver se divertem. Esta é uma das nossas forças. Nós podemos sair e tocar, e é tudo ao vivo.

Qual a maior lição que você aprendeu?
Apenas ser honesto com relação à sua música e lutar com as armas que tem. E praticar muito. Você não quer ir lá fora e não ser bom. Você tem que priorizar o trabalho. Certamente bebemos após os shows, mas antes dos shows somos bem rigorosos. Tudo é sobre ser profissional e deixar a melhor impressão possível.

Então nada de sexo, drogas e Rock n’ Roll?
Bem, não. Eu gosto de um bom drink após os shows. Apenas antes que eu não bebo nada! Eu faço o que gosto quando o show termina – é o meu momento! Só até o show. Depois eu tomarei uns goles.

Qual a melhor coisa de se estar no Iron Maiden agora?
Eu amo viajar e tocar. Tocar é meu passatempo preferido. Eu gosto de ver novas culturas, conhecer novas pessoas e observar a arquitetura. Fico com minha câmera na mão para sair e fazer fotografias. Eu aproveito a vida. Eu faço isto desde que era jovem, então eu devo gostar, caso contrário não estaria fazendo. Os únicos problemas que temos são o jet leg e as mudanças de fuso. Estamos contra o tempo agora, então quando chegarmos em Singapura, estaremos bem fora do nosso fuso horário. E isto não fica mais fácil. Quando chegarmos na Austrália, será como um dia de diferença. E estaremos de pé às oito da manhã, você sabe, de uma semana atrás. Este provavelmente é a coisa mais difícil.

Como você gostaria que fosse seu epitáfio?
Ele veio, ele viu, ele tomou um drink e ele se foi.

Você acha que irá trabalhar em novas músicas e novas gravações durante esta turnê?
Bem, nós lançamos o álbum no final da última turnê, e esta turnê é para este álbum – apesar de ser um pouco mais tarde do que planejamos. Nós terminamos em agosto, então tiramos uma folga e vamos compor novas músicas. Então será no ano após o próximo, eu acho!

Qual a coisa você tem que lembrar a você mesmo quando sai em turnê?
Você tem que se manter fisicamente em forma, porque se você desmorona após a primeira semana da turnê… Você sabe, você escuta muitas bandas cancelando uma turnê por causa de ‘esgotamento nervoso’, mas o que isto na verdade quer dizer é que eles ficaram tão bêbados, que não conseguem mais fazer o show. Se você vai sair numa turnê de seis meses, você tem que se controlar. Eu tento fazer muito exercício antes de partirmos – na verdade, me exercitei tanto, que agora estou com uma fratura por estresse no pé, então isto meio que me segurou. Não bebo durante o dia. Sou um bebedor da noite. Mas você cuida de si mesmo. Você tem que estar bem fisicamente. Não é um jogo. Você não pode ficar doente. Você viaja bastante, come diferentes comidas e ninguém vai cuidar de você a não ser você mesmo.





JANICK GERS FALA COM JORNAL DE SINGAPURA

14 02 2011

Fonte: Today Online

Amanhã, 15 de fevereiro, o Iron Maiden fará em Singapura seu segundo show da nova turnê. Por telefone, Janick Gers falou com o jornal “Today”, que publicou uma matéria sobre a banda.

O Iron Maiden é uma das maiores bandas de Hard Rock/Heavy Metal da história do Rock. A banda vendeu mais de 85 milhões de discos em todo o mundo; eles são os responsáveis por hits, como “Rime of The Ancient Mariner” e “The Trooper”; eles possuem seu próprio avião (Ed Force One – um Boeing 757 customizado); e apesar de não podermos confirmar, eles provavelmente são os responsáveis por um quarto dos mitos do Rock que você escuta nos dias de hoje.

Com uma carreira de 35 anos, você pensaria que eles têm tudo funcionando como um relógio, mas o Iron Maiden quase não conseguiu iniciar a turnê.

“Nós iríamos zarpar de Londres pela manhã e tivemos um problema com o avião” disse o guitarrista Janick Gers, pelo telefone, direto de Moscou – a primeira parada da turnê mundial. “Na verdade, tivemos que fazer uma nova peça para ele, e quando a colocamos, ela não funcionou. Este foi um momento um tanto Spinal Tap, eu acho”.

A banda aterrissou ontem em Changi, e Gers disse que todos eles estão prontos para detonar quando tocarem no “Singapore Indoor Stadium” amanhã, 15 de fevereiro, à noite. Principalmente porque a lenda do Rock, de 54 anos, tem se mantido… sóbrio.

“Você sabe, você escuta muitas bandas cancelando a turnê por causa de ‘esgotamento nervoso’ – mas o que isto quer dizer é que eles ficaram tão bêbados, que não conseguem mais fazer o show”, brinca ele. “Se você vai sair numa turnê de seis meses, você tem que se controlar”.

Então é sem sexo, drogas e Rock n’ Roll? “Bem, eu gosto de um bom drink após o show! É apenas antes que eu não bebo nada! Eu farei o que eu quiser quando o show terminar – é o momento para mim”.

Confira mais tarde no IMPRENSA ROCKER a entrevista completa que Gers concedeu ao “Today”!





CONFIRA PRIMEIRO SHOW DA NOVA TOUR DO IRON MAIDEN

12 02 2011

Como todos já sabem nesta altura do campeonato, o Iron deu o pontapé inicial da sua nova turnê ontem, em Moscou. Quase imediatamente após o show, o IMPRENSA ROCKER já trazia o setlist completo da apresentação para vocês. Hoje traremos muito mais: confira o show quase em sua totalidade (está faltando a canção “Blood Brothers” – se alguém encontrar, é só avisar), e na ordem em que foi executado, para você curtir. A qualidade dos vídeos varia um pouco, mas em geral estão tranqüilos de serem assistidos.

Bom, chega de conversa. Fiquem com a Donzela e se preparem para o tsunami banger que virá ao Brasil no próximo mês!

Satellite 15…Final Frontier

El Dorado

2 Minutes to Midnight

Coming Home

Dance of Death

The Trooper

The Wicker Man

Blood Brothers (só o áudio)

Blood Brothers (incompleta)

When The Wild Wind Blows

The Evil That Men Do

The Talisman

Fear of The Dark

Eddie entra no palco

Iron Maiden

The Number of The Beast

Hallowed Be Thy Name (incompleta)

Running Free

Atualização: Conseguimos o áudio de “Blood Brothers”, mas continuaremos caçando algum vídeo.

Atualização 2: Graças ao leitor Inácio, conseguimos o vídeo de parte de “Blood Brothers”. Como somos brasileiros e não desistimos nunca, a caça pelo vídeo completo continua.





CONFIRA SETLIST DO IRON MAIDEN NO SHOW DE ESTRÉIA DA NOVA TOUR

11 02 2011

O Iron acabou de concluir o primeiro show da nova turnê, que começou hoje, 11 de fevereiro, em Moscou. O IMPRENSA ROCKER disponibiliza para vocês o setlist da apresentação:

01. Satellite 15…The Final Frontier
02. El Dorado
03. 2 Minutes to Midinight
04. Coming Home
05. Dance of Death
06. The Trooper
07. The Wickerman
08. Blood Brothers
09. When The Wild Wind Blows
10. The Evil That Men Do
11. The Talisman
12. Fear of The Dark
13. Iron Maiden
14. The Number of The Beast

O bis começou com “The Number of The Beast”, entretanto o fã que estava postando o setlist em tempo real parou (talvez por falta de bateria em seu celular). Na tour do ano passado, após “The Number…”, eles fechavam o show com “Hallowed Be Thy Name” e “Running Free”, portanto é mais provável que estas tenham conluído o show. Assim que tivermos mais informações, atualizaremos o post.

De qualquer forma, destaco as canções do “The Final Frontier”, “Satellite 15…The Final Frontier”, “Coming Home”, “The Talisman” e a fantástica “When The Wild Wind Blows” (sem contar, é claro, a “El Dorado”, que já vinha sendo tocada), além da inclusão de “Dance of Death” do álbum homônimo, “The Wickerman” e “Blood Brothers” do “Brave New World”, e da arrasa-quarteirão “The Evil That Men Do”.

Eu achei o repertório foda demais! E vocês, o que acharam do setlist?

Atualização: Realmente foi confirmado que as outras duas músicas executadas após “The Number of The Beast” foram “Hallowed Be Thy Name” e “Running Free”. Isto totaliza um setlist de 16 canções em pouco mais de duas horas de show.





ENVIE CARTÕES DE NATAL VIRTUAL DO IRON MAIDEN, MEGADETH E DEEP PURPLE

20 12 2010

Fonte: Blabbermouth

A “EMI” lançou uma campanha de cartões de natal virtuais, chamada “With Love From Me To You”. O charme dos cartões é que eles vêm com canções de várias bandas do catálogo da gravadora, como “El Dorado” do Iron Maiden, “Black Night” do Deep Purple e “Hangar 18” do Megadeth. Além disso, há um concurso no qual vários prêmios, incluindo box sets e edição limitada, serão distribuídos.

O site disponibiliza sete designs de cartões de natal virtuais, baseados nos gêneros dos artistas da gravadora, e cada e-card possui oito canções para você escolher – de John Lennon a Daft Punk. Os usuários também podem personalizar os e-cards, incluindo mensagens para o destinatário do cartão.

Qualquer um que entre no concurso terá a chance de ganha vários prêmios, como uma edição limitada do box recém lançado de John Lennon, um box set da Apple e um box stereo das remasterizações dos Beatles, além de diversos outros prêmios.

Para mais informação, clique aqui e cofira o site da campanha.





INGRESSOS E MAPA DO SHOW DO MAIDEN EM SÃO PAULO

26 11 2010

A pré-venda para o show do Iron Maiden em São Paulo (em 26 de março de 2011) começou às 0h de hoje, através do site Live Pass. A venda para o público em geral começa às 0h de amanhã, 27 de novembro.

Confira abaixo os preços e mapa do local:





“NÃO IREMOS PARAR TÃO CEDO”, AVISA ADRIAN SMITH

8 11 2010

Enviado por: Marcela
Fonte: Guitar Player

O site da “Guitar Player” conduziu uma entrevista com o trio de guitarristas do Iron Maiden. Dave Murray, Adrian Smith e Janick Gers falam, dentre outros assuntos, sobre o álbum “The Final Frontier”, influências e equipamentos.

Confira a entrevista completa, em português, com exclusividade no IMPRENSA ROCKER!

Após construir sua base de fãs através de turnês constantes, inclusive abrindo para bandas como o Kiss e Judas Priest, o Iron Maiden mudou a cara do Rock ao lançar uma cavalaria de álbuns de platina nos anos 80, apresentando riffs pesados e solos harmonizados dos guitarristas Dave Murray e Adrian Smith. Quando Adrian deixou a banda em 1990, eles recrutaram Janick Gers, que foi mantido no grupo após o retorno de Smith, ficando a banda com um ataque de três guitarristas desde então. Atualmente o Maiden (e seu icônico mascote zumbi, Eddie) chega impetuosamente na nova década com seu 15º álbum de estúdio, “The Final Frontier”.

Como foi o processo de criação do novo álbum?

Murray: Nós achamos que seria uma boa idéia voltar às Bahamas novamente, onde gravamos alguns álbuns nos anos 80. O clima lá é incrível e o estúdio é familiar para nós. Na verdade, é tão familiar, que não mudou em 25 anos! Gravamos o disco em seis semanas. Kevin Shirley (Nota do Tradutor: o produtor do álbum) levou seus equipamentos eletrônicos mágicos para lá. Obviamente não soaríamos com em 1985, mas pudemos incorporar um pouco daquela vibração. É o Maiden clássico, mas também é uma gravação bem limpa. Passamos cerca de três semanas ensaiando, então foi uma questão de gravar alguns takes e pinçar o melhor. Você tem que manter as coisas como novidades. 

Qual equipamento vocês usaram no novo álbum? Foi o mesmo equipamento dos shows ou vocês experimentaram alguma coisa?

Murray: Eu gosto de usar efeitos, mas é legal plugar direto no amplificador. Nós fizemos as bases ao vivo e usei efeitos nos overdubs dos solos ou nas melodias de guitarra. Então usei um pouco de chorus ou um Uni-Vibe em umas duas faixas. Mas se você plugar direto num amplificador Marshall, você também terá um belo som.

Gers: Eu pluguei a guitarra direto nos amplificadores Marshall. Eu não gosto de tocar com coisas acontecendo ao redor. Quando você tem um som puro, isto ajuda a destacar tudo, e desta forma ninguém soa com uma abelha num jarro.

Smith: Eu gosto de plugar direto no amplificador para fazer as bases, e então quando vou fazer solos e coisas do tipo, posso usar algo como um Tube Screamer para ter um pouco mais de sustain. Eu usei minha velha Gibson Les Paul Goldtop, uma Fender Stratocaster e o modelo assinado por mim da Jackson, todas plugadas num cabeçote Marshall. Toda a banda estava tocando na mesma sala, mas os cabeçotes ficaram locais diferentes da casa, para podermos ter alguma separação.  

O Uni-Vibe no qual você se referiu foi um pedal de verdade ou um plug-in digital?

Murray: Um pedal. Tenho um já há algum tempo, mas comecei a usá-lo em algumas faixas há pouco tempo, e agora estou o levando para a estrada. Soa muito bem. Tem uma característica totalmente única. Não o utilizo o tempo todo, mas sempre adorei o seu som.

O quão difícil é tocar com três guitarras distorcidas sem que elas se choquem ou soem sujas?

Murray: Nós temos três realmente distintos e diferentes sons de guitarra, então mesmo quando estamos tocando juntos em harmonia ou em unissom, ainda assim soa diferente, por causa dos nossos estilos. Nós somos uma banda de banda de Rock pesada, mas também temos partes melódicas e limpas. Especificamente neste álbum, não há somente canções pesadas, mas também algumas passagens mais calmas.

Smith: Todos nós temos muitas diferenças ao tocar, no vibrato e nas formas que abordamos a palheta.

Como vocês determinam quem toca quais partes no estúdio?

Murray: Depende da música, e se ela tem partes em harmonia ou não. Apenas nos sentamos e passamos pelos detalhes. Nós vemos isto com um trabalho em equipe, e todos têm a chance de se expressar. Não é difícil. Não passamos horas e horas trabalhando nisto. Apenas meio que surge naturalmente.

Você disse que vocês gravaram muito do novo álbum ao vivo no estúdio. Isto torna mais fácil replicar as partes em harmonia ao vivo?

Murray: Com certeza. Este é o modo como fazemos desde o primeiro dia. Então quando chega a hora de tocar ao vivo, já estamos adiantados. Algumas noites você acerta e tudo sai perfeito, e em outras noites você comete um pequeno erro aqui e ali, mas tem que compreender que é um show e deixar pra lá.

Janick, com três guitarras, quais partes do material antigo você toca nos shows?

Gers: Se você escutar com atenção os primeiros álbuns do Maiden, há mais de duas guitarras lá; há quatro ou cinco. Então é só uma questão de decidirmos qual parte fazer. Não há necessidade de se tocar o tempo todo. Eu gosto de tocar menos. A questão é fazer o Iron Maiden soar melhor. Não é uma questão de ego.

Quando vocês estão tocando ao vivo, vocês tentam recriar os timbres dos álbuns?

Smith: Eu não acho que o equipamento seja tão importante, como guitarrista. Eu acho que se você tem um bom equipamento, o que importa é sua personalidade, porque é o que as pessoas irão escutar. Eu estava sempre procurando pelo cálice sagrado dos timbres ao longo dos anos, mas ele não existe.

Quais são algumas das suas influências?

Murray: Wishbone Ash e Thin Lizzy.

Smith: Quando eu era menor, os Beatles, com certeza. Então, durante a minha adolescência, Deep Purple, Cream e Thin Lizzy. Eu também escuto muito de Jeff Beck e Pat Travers. Com relação ao Metal, Black Sabbath e Deep Purple.

De que forma vocês acham que o Metal evoluiu desde que o Iron Maiden começou?

Smith: Quando eu estava crescendo, se chamava Rock pesado. Agora há Euro Metal, há Death Metal. O Maiden é conhecido como uma banda de Metal, mas há muita melodia no que fazemos, e há também uma influência do Blues.

Murray: Mudou. Há muito mais bandas agora, e algumas delas são bem pesadas. Muitas bandas passaram a usar afinações mais baixas em tudo, e foi algo que, na verdade, nós incorporamos em algumas de nossas músicas. Há bastante espaço para todos. Desejo bem a todas elas.

Como vocês começaram a baixar as afinações?

Smith: Houve uma canção, que originalmente era em Mi, mas que baixamos sua afinação porque era muito alta para Bruce cantar. É uma canção poderosa, baixa e pesada, e soa incrível em Ré. Há anos eu venho tentando fazer com que todos abaixem as afinações para o som ficar um pouco mais pesado, mas ninguém realmente se interessou em fazer isto. Eu tenho tocado com afinações mais baixas há muito tempo.

Ultimamente vocês têm escutado algum guitarrista que achem que estão tocando num nível alto?

Gers: Na verdade, não. Eu realmente tenho que olhar para trás para os guitarristas com os quais cresci ouvindo, como Rory Gallagher e Paul Kossoff. Meu preferido era Jeff Beck, que pegava as coisas no ar. Estes são os que me arrepiam.

Murray: Eu gosto do Joe Bonamassa, mas basicamente eu escuto os caras que cresci escutando. Eles tendem a remasterizar aquele material de vez em quando, então acabo comprando tudo de novo. Prefiro ouvir muito dos caras antigos: B.B. King, Albert Collins e Django Reinhardt.

Smith: Eu gosto os caras dos anos 90, como Joe Satriani e Steve Vai. Você tem que respeitar estes caras. Fora eles, entretanto, parece que a guitarra é usada como um aríete (N.T.: Um aríete é uma antiga máquina de guerra constituída por um forte tronco de freixo ou árvore de madeira resistente, com uma testa de ferro ou de bronze a que se dava em geral a forma da cabeça de carneiro. Os aríetes eram utilizados para romper portas e muralhas de castelos ou fortalezas.), e você não escuta muitos solos melódicos.

É de conhecimento de todos que as rádios e televisões não têm sido particularmente úteis ao Maiden, e ainda assim vocês venderam 100 milhões de álbuns. Quando vocês começaram, não havia internet ou mp3, então vocês tiveram que fazer do jeito mais difícil.

Smith: Foi uma jarda difícil, uma milha difícil. Nós fazíamos muitas turnês e construímos uma base sólida de fãs ao redor do mundo. Se as rádios não irão tocar nossas músicas, então iremos lá tocar para as pessoas. Nós somos diferentes da maioria, porque você vem nos ver, e é um grande show de Rock. Muitos garotos vêm nos assistir, e provavelmente eles nunca viram ninguém fazer o que fazemos. Não podemos continuar para sempre, mas estamos nos divertindo e não iremos parar tão cedo.








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