ÁLBUM EM TRIBUTO A DIO TERÁ LINEUP ESTRELAR

2 03 2011

Fonte: New Musical Express

Wendy Galaxiola, conhecida no mundo Metal como Wendy Dio, viúva do velho mestre Ronnie James Dios, anunciou que os artistas que participarão do álbum em tributo ao cantor já estão confirmados. Entre os nomes estão Lemmy, Rob Halford, Alice Cooper, Sebastian Bach e até Dave Grohl.

Segundo Wendy, “o disco provavelmente não sairá neste ano, mas todo mundo já confirmou presença”.

Quanto às músicas, o que se sabe até agora é que Dave Grohl irá cantar uma versão para o clássico “Mob Rules” do Black Sabbath, e que Rob Halford irá cantar em “Long Live Rock n’ Roll”, hino absoluto do Rainbow.





“MUDEI A ATITUDE DO METAL SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE”, DIZ ROB HALFORD

17 12 2010

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Terra Música

O vocalista do Judas Priest, Rob Halford, disse em entrevista ao jornal dirigido ao público gay “San Diego Gay & Lesbian News” que sua decisão de revelar publicamente sua homossexualidade, em 1998, ajudou a acabar com o mito que os fãs de Heavy Metal são intolerantes aos gays.

“Há áreas dentro da música que são mais tolerantes, mais abertas, mais conscientes. O que acho que fiz foi destruir o mito de que bandas de Heavy Metal não têm esta capacidade”, disse Halford.

Ele disse ainda acreditar que a maioria de seus fãs o apoiou e que ele ajudou os fãs de Heavy Metal a confrontar questões sobre sua sexualidade. “A grande maioria me apoiou, sim. Aqueles que não apoiaram são os que têm dificuldade em aceitar a orientação sexual das pessoas em geral. Eu acho que fiz algumas pessoas confrontarem questões que elas não estavam preparadas para lidar”.

Mas ele ressaltou que embora muito progresso tenha sido feito, ainda há um longo caminho a percorrer na questão da homossexualidade no mundo do Heavy Metal. “O Metal de hoje é um mundo completamente diferente do dos anos 80. O mundo gay também é muito diferente. Todos crescemos, de certa forma. Ainda há um longo caminho a percorrer. Ainda há muitas questões que devem ser abordadas, mas eu acho que devagar nossas vidas estão melhorando”.





JUDAS PRIEST FARÁ TURNÊ DE DESPEDIDA EM 2011

7 12 2010

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Cifra Club News

Após 40 anos de carreira, a banda de Heavy Metal Judas Priest anunciou que fará uma turnê mundial de despedida em 2011.

A “Epitaph Tour” reunirá as principais canções que marcaram a trajetória do grupo. Já estão confirmados cinco shows na Europa e a banda promete visitar outras partes do mundo.

O Judas Priest se apresentou no Brasil pela última vez em 2008. Em outubro deste ano, o vocalista Rob Halford esteve no país divulgando seu álbum solo “Halford IV- Made of Metal”.





“OZZY ESTÁ ÓTIMO E SOA ÓTIMO”, DIZ ROB HALFORD

30 11 2010

Fonte: The Vindicator

O site “The Vindicator” conduziu um entrevista com Rob Halford (Judas Priest) que, dentre outros assuntos, falou sobre o novo disco, Metal e Ozzy Osbourne.

Confira a entrevista na íntegra, em português, com exclusividade no IMPRENSA ROCKER! 

Você está errado se pensa que a idade irá desacelerar o vocalista do Judas Priest, Rob Halford, fazendo com que pendure o microfone. O rocker de 59 anos, que se reuniu com sua banda mais famosa em 2003, após 12 anos de separação, está de volta com música nova e uma turnê disputadíssima. Após lançar o quarto álbum de estúdio do Halford, “Halford IV – Made of Metal”, neste outono (Nota do Tradutor: outono do hemisfério norte), o frontman está excursionando com seu amigo de longa data Ozzy Osbourne. Isto inclui uma apresentação em 5 de dezembro no “Quickens Loans Arena”, em Cleveland, onde irá tocar canções de seu projeto solo e alguns hits do Priest.

O “The Vindicator” conversou com Halford por telefone – ele estava em Calgary, no Canadá – sobre suas lembranças do nordeste de Ohio, como a NASCAR influenciou seu novo álbum e sobre sua longa amizade com Ozzy Osbourne.

Primeiramente, como está Calgary?
Está frio. Naturalmente ocorreu a primeira nevasca da estação. Tivemos que ser escoltados até à cidade. Foi uma viagem de 16 horas. E a nevasca meio que me lembrou do “Blizzard of Ozz”. Me senti como se estivesse no meio do disco.

Então, você não é um grande fã do frio?
Não particularmente, apesar de ter sangue inglês. Por isso me mudei para Phoenix.

Vamos esperar que neve em seu show aqui em Cleveland. Por falar em Cleveland, você tem alguma lembrança da cidade do “Rock n’ Roll Hall of Fame” ?
Tenho 40 anos de memórias Metal soltas na cebeça. Um dos primeiros shows que fiz com o priest foi, eu acho, no “Agora Ballroom” (N.T.: em Cleveland). Foi em 1976 ou 1978. Você meio que nutre um sentimento especial por aquelas lembranças antigas mais do que pelas novas. Quando você esteve ao redor do mundo tantas vezes, você meio que perde a conta.

Quanto ao “Made of Metal”, quais faixas se destacam e definem o álbum?
A canção de abertura, “Undisputed”, possue o espírito Metal. Quanto estou falando do “campeão indiscutível” (N.T.: tema da canção “Undisputed”), estou falando da sobrevivência do Heavy Metal por todas estas décadas. Então ela é importante para mim. Esta é a conexão do conjunto do álbum.

E o que é aquele carro da NASCAR na capa do álbum?
Conheço um pouco sobre a NASCAR. Gosto de assistir. É um esporte tremendamente excitante e perigoso. Então quando chega a hora de fazer a capa, é “você quer aparecer em pé com um escudo e uma espada ou estar numa floresta ou em pé sobre cinzas”? Esteses são os clichês das capas de álbuns de Metal. Então estou tentando colocar um ângulo diferente em uma idéia.

Existe um paralelo entre o Metal e a NASCAR, sendo ambos excitantes e perigosos?
Eu acho que o Metal é um fio de alta tensão quando você entra no palco. Tudo pode acontecer. Esta é a emoção do Rock n’ Roll. Não deve ser seguro. É o que faz aquela eletricidade estar lá.

Finalmente, aqui estamos quatro décadas depois, e dois dos maiores nomes do Metal estão dividindo o palco. Por quanto tempo você e Ozzy têm sido amigos?
Eu não sei; é bem lá de trás. Viemos da mesma cidade em Birminghan, e nos conhecemos há muito tempo. Ele é um grande amigo meu. Nós tivemos jornadas muito semelhantes, pelo menos musicalmente. Então somos bons amigos. Nós não temos que dizer muito quando nos encontramos, porque temos vivido numa espécie de universo paralelo, em certo nível. Ele é um cara maravilhoso, e estou muito feliz por ele, porque ele lançou um ótimo álbum. Esta é a primeira grande turnê em muito tempo. Ele está ótimo, ele soa ótimo, faz um grande show e dá aos seus fãs o que eles querem.





O QUE UMA PROFESSORA DE CANTO LÍRICO DIRIA SOBRE VOCALISTAS DE HEAVY METAL?

26 10 2010

Enviado por: Marcela
Fonte: Invisible Orange

Se você é um(a) cantor(a), você deveria estar seguindo o blog de Claudia Friedlander. A professora de canto, que mora em Nova Iorque, dá sábios conselhos não apenas para cantores de todos os tipos, mas também para músicos e pessoas em geral.

Apesar de pelo menos um de seus alunos cantar Metal, Friedlander não sabe nada sobre o gênero. Nós imaginamos o que ela pensaria de alguns dos mais clássicos cantores de Metal – a base do estilo. É raro encontrar alguém que não esteja familiarizado com nenhum destes cantores. Sua perspectiva seria única, livre de uma bagagem cultural.

Nós enviamos a ela cinco canções não identificadas e seus comentários seguem abaixo. Também incluímos as reações iniciais dela, enviada para nós assim que ela escutou os cantores.

1. Bruce Dickinson
Iron Maiden: “The Number of the Beast” (1982)

Primeira reação: “Os dois primeiros caras são tão impecáveis, que apresentam, cada qual a seu jeito, um manifesto de como cantar bem, independente de gêneros musicais”.

Não tenho nada que não seja admiração por este cantor. Ouçam como ele começa com um suave rosnado, e então muda sem problemas para um som alto e cheio, com bastante sustain, que evolui sem esforço a um longo grito! Sua dicção é facilmente inteligível, independentemente do que está cantando e do efeito que busca. Ele consegue cantar as letras de forma ritmicamente intensa sem perder o “ligado” e a dinâmica musical, algo que muitos cantores clássicos lutam para conseguir, especialmente quando interpretam os vários “staccato” e acentuações que misturam os registros de Bellini, Donizetti, etc.

Algumas observações para os meus leitores:

Há uma intensidade visceral e dramática conduzindo esta perfomance. Muitos cantores de Rock e Metal são tenores que alcançam tons muitos mais altos e por muito mais tempo do que os requisitados pelos tenores de ópera. E não é a apenas o microfone que torna isto possível. Estes caras estão cantando com tudo que têm e com um comprometimento incrível. A intenção é uma coisa muito poderosa.

Notem a “irritação” que ocasionalmente colore seu som. Este é um efeito totalmente diferente de uma tensão – toda sua laringe e garganta precisam estar completamente soltas e livres para responder deste jeito. Em alguns dos exemplos a seguir, vocês escutarão cantores fazendo suas vozes soarem deliberadamente mais fracas, estridentes, anasaladas ou “rudes”. Se eles sabem o que estão fazendo, podem fazer todos estes efeitos sem resistências ou problemas. Você pode ver a diferença da mesma forma que faria com um cantor clássico – o canto livre é como uma massagem, enquanto que o canto específico faz você apertar a própria garganta.  

2. Ronnie James Dio
Black Sabbath: “Falling Off the Edge of the World” (1981)

Este é mais um ótimo cantor. Sua voz é tão naturalmente ressonante – ele me lembra o Freedie Mercury. Assim como o primeiro cantor, ele canta com um “ligado” perfeito, dicção clara e vibração orgânica e consistente. Ele organiza seu espaço de ressonância para criar um leve rosnado, sem apresentar qualquer resistência à sua respiração. Você pode perceber o quão saudável é sua performance, através da forma em que ele entra e sai de breve momentos de harmonia com entonação impecável. 

3. King Diamond
Mercyful Fate: “Gypsy” (1984)

Reação inicial: “Há alguns inoportunos truques de estúdio que me fizeram pensar que havia mais de um cantor, porque eles editaram as partes em que ele muda de um canto cheio para aquela coisa maluca de contra-tenor que ele faz (imagino que ele faça isso ao vivo o tempo todo); como ele sai de um para o outro e o que faz dele incrível, e eu quero escutá-lo mudando de um para o outro”.

Aqui está um canto impressionante. Ele começa com uma voz tenor cheia, carregada de “choros” a la “verismo”, e então muda para um tom ultra-alto em um contra-tenor bem focado, alternando estas duas abordagens ao longo da canção, algumas vezes na mesma frase. Mas não apenas eu não entendo uma única palavra que ele está dizendo, eu nem ao menos sei qual a mensagem ou emoção geral a música deveria ter. Há uma verdade que serve para a música clássica e para qualquer outro estilo: não há necessidade de sacrificar a comunicação em prol de ótimos efeitos como este. Tudo que eu ouço é virtuosidade. No início é legal, mas então fica entediante, e você não deveria se entediar ouvindo Metal.

4. Ozzy Osbourne
Black Sabbath: “War Pigs” (1970)

Reação inicial: “O quarto cara é apenas um mau canto de garganta… Minha garganta se encolheu só de escutá-lo. Quanto tempo durou a carreira dele”?

Este é um cantor com dicção decente e bons instintos musicais, mas nenhuma noção de técnicas de vocal. Ele está forçando demais as cordas vocais, enquanto deixa fluir ar suficiente para que elas consigam falar, mas sua garganta está tão forçada que não há ressonância. Sua pontuação rítmica das letras é muito perturbadora, em contraste com o primeiro cantor, que apresentou a letra com acentuações rítmicas que encaixaram, ao invés de tirar um pouco da fluência da música e da poesia. Minha garganta dói tanto só de escutá-lo, que fiquei tentada a perguntar quanto tempo a carreira dele durou antes de sumir ou de ter necessitado uma cirurgia. Todo o espectro de seu canto está contido dentro de uma única oitava – com a exceção do momento quando ele grita “oh, Lord!” num tom mais alto, em minha opinião o único momento de canto livre em toda a música.

5. Rob Halford
Judas Priest: “Dreamer Deceiver” (1976)

Reação inicial: “O último cara é super talentoso e é o único no qual realmente gostaria de pôr as mãos. Ele demonstra várias técnicas loucas, mas elas não estão bem integradas. Isto não importa muito, porque ele é muito comprometido, expressivo e musical, mas eu poderia ajudá-lo a fazer melhor e mais facilmente”.

Este cantor possui um fabuloso espectro de cores e efeitos vocais para escolher. Sua dicção é fácil de entender e seu fraseado é lindo. Ele começa em um tom tão alto, bonito e ressonante, que me surpreendi ao escutar o quão baixa sua voz verdadeira é quando ele começa a cantar desta forma. Claramente ele canta, de alguma forma, com a laringe elevada quando começa a parte alta, e mais tarde na canção, quando ele muda para um canto mais estridente ou um grito, você nota que sua laringe está numa posição muito mais alta novamente. Os tons altos e os gritos são ótimos, mas eu acho que seria mais impactante se ele dominasse uma técnica vocal que lhe permitisse integrar melhor todas as coisas que ele faz tão bem, primeiramente com o objetivo de incorporar a profundidade e a ressonância de sua natural voz baixa às partes mais altas. Ele é o único dos cinco que eu realmente gostaria que viesse visitar meu estúdio em algum momento.





VÍDEOS COM BOA QUALIDADE DO SHOW DE ROB HALFORD EM SÃO PAULO

25 10 2010

Fonte: Blabbermouth

Filmagens em alta qualidade, feitas por fãs, da apresentação do Deus do Metal em São Paulo foram disponibilizadas no “Youtube”.

O show foi realizado ontem, 24 de outubro, no “Carioca Club”, localizado na capital paulista.





ROB HALFORD: “MEU LADO COMPULSIVO E VICIADO AGORA É 100% DIRECIONADO PARA A MINHA MÚSICA”

20 10 2010

Fonte: About.com

O website “About.com” conduziu uma extensa entrevista com o Deus do Metal, Rob Halford. O lendário vocalista fala sobre o Judas Priest, projetos solo, novo disco e sobriedade e muito mais.

Confira a entrevista completa, em português, com exclusividade no Imprensa Rocker.

Após um álbum de canções natalinas no ano passado, Halford retorna com “Made of Metal”. Ele também fez parte do “Ozzfest” deste ano e sairá em turnê com Ozzy nos Estados Unidos no outono e inverno (Nota do Tradutor: do hemisfério norte). É sempre um prazer falar com o deus do Metal, e nós conversamos sobre o álbum e a turnê, a previsão para o próximo disco do Judas Priest, os recentes suicídios de adolescentes gays, dentre outros assuntos. 

Você lançou um álbum com canções natalinas no ano passado. As canções do “Made of Metal” fizeram parte da sessão para aquele disco ou foram escritas depois?
Foi uma sessão completamente diferente. Só para resumir rapidamente a história do “Winter Songs” (N.T.: disco contendo músicas natalinas), eu amo esta época do ano. Sempre adorei a música, e imaginava como seria se eu as cantasse. Esta foi a idéia por trás do álbum. Alguns fãs provavelmente acharam que eu fiquei louco (risos), mas foi apenas uma vontade pessoal.

Seguindo em frente até a primavera deste ano, surgiu a oportunidade da “Halford band” voltar para a estrada. Isto me encorajou a escrever novas canções. Quando você vai ver uma banda, você quer escutar as músicas que conhece, mas também é excitante ouvir material novo. Então, saber que faríamos alguns shows foi o que disparou tudo. Isto me fez compor e eu tive um surto de energia criativa. As composições surgiram bem rápido. Foi um daqueles momentos mágicos. Bom, 90% das músicas são completamente novas.

As canções mudaram muito das versões da demo até as versões que saíram no álbum?
Minhas demos são na maioria de nível de jardim de infância. Eu canto as idéias no meu iPhone. Mas funciona. Faço alguma pré-produção com Roy Z, meu produtor, mas a banda é chamada quase que imediatamente. O lance sobre as demos é que, quando chega até a versão final, você pode perder muita coisa que capturou de início. Roy é muito bom em se certificar de que tudo que você começou a gravar possa ser usado na produção final. Nunca fica tão bom na segunda vez.

Você diria que “Made of Metal” é o álbum mais diversificado que você já fez?
Não diria o mais diversificado. A textura geral é uma experiência de Metal Clássico, e eu suponho que isto seja por causa da minha velha cabeça Metal, sempre escrevendo do coração, sem pensar muito no assunto. Acho que isto é um aspecto importante quando se está criando. Você pode matar a alma se você pensar demais. É onde estou agora como compositor e músico de Metal, apenas um exemplo de uma porção de boas canções de Metal.

A canção título foi sua primeira experiência com o “Auto Tune” (N.T.: Software usado para disfarçar imprecisões e erros na performance vocal. Também pode ser usado como um efeito deliberadamente preparado para distorcer a voz humana)?
Sim. Eu já tinha este som de máquina voadora de prata em minha cabeça. Eu estava dirigindo até o estúdio e zapiando entre as estações da “Sirius/XM (N.T.: Rádio por satélite). Acabei numa estação de R&B, que normalmente eu não escuto. Eu escutei um lance com “Auto Tune” e fiquei imaginando se havia uma maneira de usara aquilo numa música. Parte de mim dizia “não seja maluco”, e a outra dizia “faça, apenas experimente”. Então foi o que fiz. Acabou ficando muito bom, em termos do efeito dramático que quisemos criar.

Parece que você já tinha o conceito em sua mente há algum tempo para o vídeo animado.
As letras eram de um mundo um pouco diferente antes de serem modificadas. Quando começamos a pensar mais sobre a nave supersônica prateada, decidimos usar quatro rodas ao invés de duas. Isto cresceu e se desenvolveu. Tínhamos a estória desta louca e mítica besta que vem do espaço, aterrissa numa pista de corrida, acaba com a competição e voa de volta para o espaço. Muitas coisas nos esportes têm a ver com o Metal. Por isso fiz ““Undisputed Heavyweight Champion Of The World”, que para mim é Metal. Mas se você olhar para o MMA ou UFC (N.T.: Categorias de lutas profissionais), é o mesmo espírito, poder, energia e determinação. 

A canção “25 Years” tem um grande significado pessoal para você, já que comemora um quarto de século de sobriedade?
Sim. Vinte e cinco anos atrás eu estava passando por muita coisa difícil na vida. Trouxe a idéia para Roy, e ele me disse para falar sobre as coisas que eu quisesse e que fossem importantes para mim. E eu sei que coisas boas acontecem quando você diz certas coisas nas músicas. Além de ter sido um momento catártico para mim, com sorte se alguém que ouça a música estiver passando por dificuldades, elas podem entender que há uma luz no fim do túnel.

Mesmo estando sóbrio há 25 anos, você ainda lida com a tentação diariamente?
Sim. Não é tão difícil quanto já foi, mas é o quão estúpido você pode ser sobre todo o lance do vício. Você acha que o derrotou, mas não o derrotou. Todo mundo pode mudar seu comportamento pessoal, mas tudo é comandado pelo cérebro, então é uma troca constante de viver cada dia. Algumas pessoas têm muito mais dificuldade do que eu. Meu lado compulsivo e viciado agora é 100% direcionado para a minha música e minha criatividade. Se eu não tivesse todos estes escapes, como subir num palco e fazer aquilo tudo, eu acho que seria um problema muito maior. 

Com o Priest, Halford e seus negócios, você parece estar constantemente ocupado.
Eu adoro isto. A vida é uma dádiva, e é preciosa, e é uma corrida bem curta. Sempre senti que você tem que tirar o máximo que puder da vida.

Através da “Metal God Entertainment”, você relançou muita coisa do catálogo antigo do Halford e do Fight, além de material novo. Há alguma outra coisa vindo desta área?
Foi importante lançar este álbum ainda neste ano, antes do Priest retornar pelos próximos anos. Nós cobrimos tudo com relação ao catálogo antigo. Era hora de fazer algo novo com o “Made of Metal”, e para onde estaremos indo deste ponto em diante. E as portas estão abertas agora para outros talentos aparecerem e nos mostrarem suas demos.

Como foi o “Ozzfest” neste ano?
Sempre é muito divertido. Você está cercado de pessoas que você conhece. É um evento divertido, e o bônus de tudo, para mim, é que Ozzy e Sharon ainda se mantêm verdadeiros à idéia que tiveram, que foi organizar um festival que dê a oportunidade para novas bandas tocarem para muitas pessoas, crescerem e se desenvolverem.

Você anda com a Harley nos shows do Halford, ou isto é com o Priest?
Só com o Priest. A capa de “Ressurection” tem eu numa Harley, e aquilo foi antes de eu voltar para o Priest. Muitas pessoas dizem que aquilo foi a minha passagem de volta para a minha vida True Metal. A Harley é exclusiva para o Priest.

Na sua próxima turnê com Ozzy, você tocará canções de vários projetos seus?
Sim, tocaremos algumas canções do Priest, ou outras coisas que os fãs peçam antes do show. É difícil decidir quais canções você irá tocar. Obviamente iremos divulgar o novo disco, mas o set list será bem variado, uma boa cobertura do que eu faço nos meus trabalhos solo.

Quando você relançou o material do Fight, não muito tempo atrás, você realizou alguns eventos nas lojas, para autografar material e a resposta foi muito positiva. Isto te surpreendeu?
Isto não é ótimo? Não consigo explicar. Eu acho que é maravilhoso. Estou maravilhado com a reação aos lançamentos do Fight. “War of Words” ainda é visto como um álbum importante.

Algumas datas da turnê serão perto do natal. Você tocará algumas das canções do seu álbum natalino?
Parace ser o correto, sim. Mas não tocarei “Oh Come All Ye Faithfull” no palco de Ozzy Osbourne!

É difícil a transição entre ser a banda principal com o Judas Priest e a banda de abertura nesta turnê com o Halford?
São mundos diferentes. O Priest é uma banda gigante de Metal e o Halford é bem menor. Não importa o tamanho, mas sim o que você faz com a coisa (risos). Eu amo estar no palco, amo cantar e amo estar na companhia de outros músicos. Não me importo se seja num clube ou no Madson Square Garden. Estou maravilhado e grato só por ter a oportunidade de fazer o que faço.

Como está sua grife de vestuário?
Bem. É apenas mais um escape. Sou famoso pelas roupas que uso no palco, e a grife é apenas um outro ângulo para representar o que eu faço.

Você vende as roupas na tune ou só pela internet?
Você pode compras nos shows também. Temos merchandise do “Metal God Apparel”.

Vocês já pensaram na previsão para o próximo álbum do Priest?
Estarei no Reino Unido no natal e me encontrarei com K.K. e Glenn. Falaremos sobre música, shows. Há muita coisa planejada para o Priest nos próximos anos. Assim que tivermos algo a dizer, colocaremos no website.

Você acha que o ultimo CD da banda, “Nostradamus”, um álbum conceitual de 100 minutos, está sendo mais respeitado agora que as pessoas tiveram alguns anos para internalizá-lo?
É um trabalho muito extenso, e coisas desta natureza demoram para serem digeridas. Sabíamos que não seria um hit instantâneo. Ela precisa seguir lentamente e se fortalecer, e eventualmente faremos o que queremos, que é tocá-lo na íntegra. Sempre o olhamos desta forma. Não é um álbum de estúdio normal. Você tem que pensar diferente sobre as várias formas que pode usar para promovê-lo em ambiente ao vivo.

Ocorreram recentemente séries de suicídios de adolescentes gays, que foram bem divulgados pela imprensa. O que pode ser feito para ajudar a evitar isto?
Eu acho que, mais do que tudo, é uma imagem de como a vida é. Há todo este sexting (N.T.: Contração de “sex” e “texting”. É um anglicismo que refere-se à divulgação de conteúdos eróticos e sensuais através de celulares) acontecendo, e cyber bullying acontecendo. É absolutamente entristecedor que as pessoas estejam sendo levadas ao ponto de acabarem com a própria vida. Estou contente que pessoas talentosas, como Ellen Degeneres e Neil Patrick Harris, estão falando sobre o assunto. Eles são muito mais articulados do que eu.

A coisa mais importante é mostrar o amor e apoio que há por aí para todos, seja você vítima de bully ou não. É importante cuidarmos uns dos outros e estimularmos uns aos outros, especialmente na época de escola. Eu vi bullying quando estava crescendo, na escola. Sempre aconteceu. É uma coisa muito peculiar. É uma vergonha que seja necessário ocorrer tragédias como estas, para trazer a luz de volta a esta questão. Tem que ficar lá agora. Não pode sumir em algumas semanas, como as coisas tendem a acontecer na mídia.

Programas precisam ser lançados nas escolas, ou reforçados. Os pais precisam ficar de olho em seus filhos um pouco mais. A interação social que está disponível 24 horas por dia tem que ser utilizada de uma forma forte, educativa e promocional, para que as pessoas que estejam passando por estes períodos na vida saibam que há sempre alguém com quem elas podem falar. Não se sentir sozinhas. Há uma forma de ajudarmos uns aos outros e superar estes tipos de problemas.





ROB HALFORD SE APRESENTA NO BRASIL EM OUTUBRO

2 09 2010

Enviado por: Raquel Hortmann
Publicado originalmente:
R7

Rob Halford, vocalista do Judas Priest, se apresenta no Brasil no dia 24 de outubro, na casa de shows Carioca Club, em São Paulo.Além de manter o posto no histórico grupo de heavy metal, o compositor continua com seu projeto paralelo Halford.

Dono de uma das vozes mais poderosas do Metal, ele está em plena turnê de divulgação do álbum “Halford IV – Made Of Metal”, que será lançado em outubro.

Para os shows, Rob é acompanhado pelos músicos Roy Z (guitarra), Metal Mike Chlasciak (guitarra), Mike Davis (baixo) e Bobby Jarzombek (bateria).

Serviço:
Halford em SP
Quando: 24 de outubro, às 20h
Onde: Carioca Club – rua Cardeal Arcoverde, 2.899 – Pinheiros
Quanto: de R$ 120 (pista) a R$ 200 (camarote)





NO ESCURINHO DO CINEMA… – PARTE IV

5 06 2010

Cá estamos mais uma vez com o especial NO ESCURINHO DO CINEMA… dando o ar da graça em mais um sábado. Chegamos a quarta parte, e neste capítulo teremos alguns campeões de bilheteria.

Still Crazy (Ainda Muito Loucos) – 1998

Este é um dos meus filmes preferidos de todos os tempos! Uma comédia que une ótima estória, música fantástica, grandes sacadas e atuações irrepreensíveis. A obra traz a banda fictícia, Strange Fruit, que resolve se reunir em 1997, 20 anos após sua separação em um concerto no Wisbech Rock Festival.

O filme começa no dito festival, em 1977, e durante a primeira música do grupo – que fazia um Hard Rock muito bom – um raio atinge a rede elétrica do palco e desliga todos os equipamentos. Já numa situação caótica, por causa de brigas de egos e comportamento fora de controle dos integrantes, a banda usa o incidente para decretar o fim do Strange Fruit.

O enredo avança 20 anos, quando o tecladista da banda, Tony Costello (Stephen Rea), encontra o filho do organizador do evento de 77 e faz o convite para Tony reunir o grupo para tocar nos festival de comemoração dos 20 anos de Wisbech. A partir daí o filme retrata as vidas pessoais dos integrantes e suas experiências na estrada novamente, trazendo situações por vezes hilárias e outras emocionantes, que descambam num final espetacular.

As atuações são excelentes, entretanto o ator Bill Nighy, que faz o papel de Ray, o vocalista da banda, é um grande destaque – ele também fez o papel de Davy Jones do blockbuster Piratas do Caribe. Ray é o típico vocalista de uma banda famosa dos anos 70: mimado e que não consegue se virar sozinho em nada, mas que garante boas doses de risadas no filme.

Ótimas sacadas garantem a diversão do telespectador, por exemplo, logo no começo quando o raio atinge o palco, e o narrador do filme, que é o roadie da banda, Hughie (Billy Connoly), especula: “Deus deve ter ficado enjoado com os excessos dos anos 70. Por isso que ele inventou os Sex Pistols”.

A trilha sonora é de arrepiar qualquer rocker que se preze. Com músicas originais maravilhosas, misturando ótimos Hard Rocks com baladas de sensibilidade única – ouça “The Flame Still Burns” – a trilha sonora do filme é nada menos do que perfeita.

Se você não conhece o filme, procure, compre, alugue, baixe ou roube, mas não deixe de assistir esta grande obra. Inclusive tem a versão nacional do DVD por aí.

Two of Us (Tudo Entre Nós) – 2000

Em 1976, seis anos após a separação dos Beatles, a demanda por uma reunião do grupo era imensa e muitos programas televisivos ofereciam publicamente enormes quantias em dinheiro pelo acontecimento. O comediante Lorne Michaels, do Saturday Night Live, para fazer uma brincadeira, anunciou que estava autorizado pela produção do programa a oferecer a “fortuna” de 3 mil dólares, caso a banda aparecesse lá para tocar.

Acontece que ele quase conseguiu, pois John Lennon e Paul McCartney estavam assistindo o programa juntos, no apartamento de Lennon em Nova Iorque e, só de brincadeira, os dois quase foram ao estúdio do programa tocar umas músicas. Em uma entrevista para a revista Playboy em 1980, John Lennon comentou o fato:

“Paul e eu estávamos juntos assistindo o programa. Ele estava nos visitando no Dakota. Estávamos assistindo e quase fomos ao estúdio do Saturday Night Live, só de brincadeira. Nós quase entramos num taxi, mas estávamos muito cansados. Esta foi uma época em que Paul aparecia em minha porta com uma guitarra na mão, eu o deixava entrar, mas finalmente pedi que ele ligasse antes de vir, o que o deixou um pouco chateado. Eu não quis magoá-lo, mas eu estava criando um bebê o dia todo e um cara aparece assim na porta… Enfim, naquela noite ele e Linda apareceram, estávamos assistindo o programa e dissemos: ‘não seria engraçado se aparecêssemos lá?’, mas acabamos desistindo”.

O roteiro do filme, um drama, consiste nas longas conversas que John e Paul tiveram durante este dia. Estes bates papos incluem vários assuntos, como a separação do Beatles e os problemas entre os dois, que começaram após a união de John com Yoko. É lógico que estas conversas são meras especulações, afinal ninguém sabe sobre o que a dupla tanto falou durante este dia, mas a idéia é genial e o excelente roteiro garante a boa fluência da obra.

Algumas cenas são bem engraçadas, como quando os dois saem disfarçados por Nova Iorque e param num restaurante onde um casal de velhinhos os reconhece. Tudo ia bem até que eles pedem para John cantar “Yesterday”, canção de McCartney, e Lennon, irado com o pedido, fala umas barbaridades para o casal de idosos.

As atuações de Jared Harris (como John Lennon) e Aidan Quinn (como Paul McCartney) são soberbas, conseguindo captar os maneirismos e sotaques de Liverpool com perfeição. Isto, junto com uma ótima estória, garante o sucesso do filme. A obra é mais indicada para quem se interessa pelos Beatles, contudo permanece um bom filme de drama mesmo para os “não iniciados”.

Almost Famous (Quase Famosos) – 2000

Este é um dos poucos filmes deste especial que estrearam no Brasil nas salas de cinema. A obra, escrita e dirigida por Cameron Crowe, é uma semi-biografia do cineasta, e conta as desventuras de Willian Miller (Patrick Fugit), um adolescente de 15 anos, apaixonado por Rock n’ Roll, que está na estrada com o grupo fictício Stillwater, fazendo uma matéria para a revista Rolling Stone.

O roteiro foi baseado na experiência de Cameron Crowe, que também passou pela mesma situação de Willian em sua adolescência, quando acompanhou uma tour das bandas Led Zeppelin, The Allman Brothers, The Eagles e Lynyrd Skynyrd para uma matéria na Rolling Stone.

O personagem principal é um jovem aspirante a jornalista de Rock n’ Roll, mas sua mãe quer que ele seja um advogado. Após ser convidado pelo jornalista Lester Bangs (Philip Seymour Hoffman) para fazer o review de um show do Black Sabbath, Willian corre para o local do show com o conselho de Bangs: “fale a verdade e não tenha misericórdia”. O problema é que o jovem jornalista não tinha credenciais e foi barrado na entrada do backstage, onde conheceu algumas groupies que mais a frente terão grande importância no filme.

Willian permanece do lado de fora do backstage, quando a banda de abertura, a Stillwater, chega e é convencida pelo jovem a deixá-lo entrar com eles. A partir daí, A revista Rolling Stone entra em contato com Willian e pede que ele viage com a banda e escreva uma matéria para a revista. Na estrada com a Stillwater, o repórter começa a realizar seu sonho.

A trilha sonora deste filme traz nomes de gigantes do Rock, como Led Zeppelin, Beach Boys, The Who e Lynyrd Skynyrd, e foi premiada com o Grammy na categoria “Melhor compilação de Trilha Sonora”. O filme também foi indicado para quatro “Oscars”, tendo ganhado o de “Melhor Roteiro”.

Almost Famous é um grande filme! Cameron Crowe conseguiu contar sua própria história, misturando ficção e realidade, entregando uma bela obra áudio-visual. Os personagens principais são muito bem desenvolvidos, permitindo que os telespectadores criem empatia com eles facilmente.

Excelente música, bela (es)história e personagens cativantes fazem de Almost Famous um dos melhores “filmes Rock n’ Roll” já produzido. A palavra é uma só: “assista”!

Rock Star – 2001

Prestes a completar 10 anos de seu lançamento, Rock Star foi mais um filme que estreou por aqui nos cinemas. No cast, astros do Rock, como Zakk Wylde e Jason Bonham, e astros de Hollywood, como Mark Whalberg e Jennifer Aniston.

A obra conta a história de Chris Cole (Mark Whalberg) e da banda fictícia de Heavy Metal, Steel Dragon. Apesar do personagem e do grupo não existirem, o roteiro foi baseado na vida de Tim “Ripper” Owens, que substituiu Rob Halford no Judas Priest, durante os anos 90.

Durante o dia, Chris é um técnico de fotocopiadora numa empresa, e a noite é o vocalista da Blood Pollution, uma banda tributo – chamar de cover deixa Chris muito puto – da Steel Dragon. Quando o vocalista da Steel Dragon resolve deixar o grupo, Chris é convidado para um teste, graças a um vídeo dele gravado por umas groupies, que acabou caindo nas mãos da produção da banda famosa.

A partir daí o filme foca na ascensão de Chris e em sua vida na estrada com a Steel Dragon – aliás, depois de ser firmado como novo vocalista, o cantor assume o nome artístico de Izzy. Esta nova realidade traz pontos positivos e negativos, sendo o último caso especialmente sentido em seu relacionamento com Emily (Jennifer Aniston), sua namorada de longa data.

A reviravolta na vida de Chris, já no final do filme, é de uma sensibilidade ímpar: no começo da obra Chris está na primeira fila em um show da Steel Dragon, e começa a cantar igual ao vocalista da banda, que o olha meio torto. Perto de acabar o filme, Chris se vê na mesma situação, com a diferença de que é ele quem está no palco agora. Neste momento ele decide deixar a vida de rockstar, e chama o garoto da platéia para terminar o show por ele e vai embora. Uma ótima sacada do roteiro, que realiza – mesmo que não seja de verdade - a fantasia de 10 entre 10 fãs de Rock, que é fazer um som com seus ídolos.

Depois de sair da Steel Dragon, Chris vai para Seattle – uma alusão à queda do Heavy Metal no mainstream e chegada do Grunge, nos anos 90 – onde reencontra Emily. O filme é encerrado com um beijo entre o casal.

Além de um excelente roteiro, a trilha sonora do filme é alguma coisa de espetacular: Kiss, Motley Crue, Ted Nugent, além de músicas originais da Steel Dragon compõem o disco do filme. Ainda assim, algumas canções que aparecem na obra, não fizeram parte do CD da trilha, por exemplo, “Are You Ready” do AC/DC, e “Let’s Get Rocked” e “Rock Rock (‘Till You Drop) do Def Leppard.

Outra grande atração são os músicos da Steel Dragon: Jeff Pilson (Dokken/Foreigner) é o baixista, Zakk Wylde (Ozzy Osbourne/Black Label Society) é o guitarrista, Jason Bonham (Bonham/Foreigner) é o baterista, além das vozes de Chris e do vocal do Steel Dragon serem cantadas, respectivamente, por Miljenko Matijevic (Steelheart) e Jeff Scott Soto (Talisman/ Yngwie Malmsteen, Journey).

Conclusão: mais um excelente filme, no qual roteiro, atuações e trilha sonora se complementam para o deleite do telespectador. O estilo da obra é tão plural, que não dá para classificá-lo como comédia, drama ou romance. Uma pitada de cada gênero se faz presente no filme que, com toda certeza, cativou grande parte dos headbangers por aí. Até Rob Halford se mostrou fã da obra, tendo declarado que Rock Star é um dos seus filmes preferidos, e que o acha muito divertido. Com o aval do “Metal God”, quem pode contestar?

Por hoje é só. No próximo sábado o IMPRENSA ROCKER traz a última parte do especial NO ESCURINHO DO CINEMA… com alguns dos melhores filmes com temática rock n’ Roll.

Fique que ligado para mais atualizações!








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