ROLLING STONES NEGAM PLANOS PARA TURNÊ EM 2011

3 02 2011

Fonte: Classic Rock

Os Rolling Stones negaram que haja quaisquer planos para uma turnê no fim deste ano. Uma batalha judicial entre a “Live Nation” e seu antigo presidente, Michael Cohl, pareceu revelar que a banda estava se organizando para iniciar uma turnê no fim de 2011. Entretanto a banda afirmou em um comunicado:

“Após a turnê “A Bigger Bang World Tour”, no final de 2007, os Rolling Stones se tornaram livres de quaisquer contratos ou acordos com Michael Cohl. Ele não é nem o representante da banda e nem seu promotor de turnês. Além disto, a banda confirmou hoje que não há planos concretos para uma turnê na data mencionada”.





ROLLING STONES PODEM ESTAR PLANEJANDO TURNÊ

1 02 2011

Enviado por: Bernardo Macondes
Fonte: Rolling Stone

Os Rolling Stones podem sair em turnê em breve para comemorar o aniversário de 50 anos da banda, que serão completados em 2012. Apesar de não ter sido feito nenhum anúncio oficial, um processo aberto na justiça indica que o grupo deverá colocar o pé na estrada.

O embate legal está acontecendo entre a “Live Nation”, gigante no ramo de produção de shows, e o organizador de turnês Michael Cohl. Este está sendo processado pela empresa, que pede US$ 5,35 milhões, alegando que Cohl descumpriu cláusulas do contrato que assinou ao deixar o cargo de diretor da “Live Nation”, em 2008.

Ele, por sua vez, reagiu entrando com outra ação na justiça, declarando que a foi produtora que descumpriu o contrato com o objetivo de atrapalhá-lo em sua tentativa de obter os direitos de promover a próxima turnê dos Stones, sendo que organizou absolutamente todas excursões mundiais deles desde 1989. O documento ainda explica que os integrantes do grupo sabem da existência da disputa, mas optaram por não ter nenhum envolvimento no caso. Ainda assim, Cohl acredita que o início dessa briga legal interferiu na relação de confiança que sempre manteve com a banda e quis mover a ação.





RONNIE WOOD CONTA QUE FOI DESPEJADO COM JIMI HENDRIX DE APARTAMENTO QUE DIVIDIAM

18 01 2011

Fonte: Mundo Pop

Ronnie Wood, o guitarrista dos Rolling Stones, contou em entrevista que ele e Jimi Hendrix foram despejados do apartamento que dividiam por causa de um cachorro. Os dois viveram poucas semanas junto com Pat Arnold, cantora das Ikettes, em um flat no bairro de Notting Hill, em Londres. Ronnie disse que Hendrix era muito gentil e lhe deu de presente um basset hound, que chamavam de Loopy.

“Ela nos mandou embora porque o cachorro fazia cocô por toda parte”, contou, segundo o “Music News”. O guitarrista de 63 anos se lembra bem das jams que os dois faziam sentados no apartamento, e como costumava ficar impressionado com o guitarrista americano. “Nós costumávamos nos sentar na cama e trocar ideias na guitarra. Ele conseguia virar o violão e tocar tão bem com a esquerda quanto com a direita (Jimi Hendrix era canhoto). Ele era como Ronnie O`Sullivan (campeão britânico de sinuca conhecido por sua habilidade com o taco).





MICK JAGGER CHAMA A BIOGRAFIA DE KEITH RICHARDS DE ENTEDIANTE

10 12 2010

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Globo.com

Mick Jagger chamou a biografia de Keith Richards de entediante e acredita que o livro seja desnecessário, segundo informações do jornal “The Sun”. O vocalista do “Rolling Stones” declarou que nunca iria seguir o mesmo caminho e escrever sua biografia. “Você não quer terminar como um velho jogador de futebol falando como fez o cruzamento na final da Copa de 1964″, disse.

No livro, que recebeu o título “Life” (Vida), Richards conta sua história desde a infância em Kent, na década de 40 e 50, até encontrar a fama com o Rolling Stones nos anos 60. Além de afirmar que Mick Jagger teria um “pinto minúsculo”.





“AINDA SOMOS AMIGOS”, DIZ KEITH RICHARDS SOBRE MICK JAGGER

7 12 2010

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Vírgula

Em entrevista ao programa “Fantástico”, Keith Richards afirmou que sua amizade com Mick Jagger não acabou. O guitarrista dos Rolling Stones negou que tenha escrito em sua biografia que os dois não têm mais nenhum tipo de relacionamento.

“Nós somos mais do que amigos – somos irmãos, unha e carne, e irmãos sempre brigam. Nós já tivemos brigas feias, inclusive, mas sempre que precisamos um do outro não há hesitação”, garantiu Keith Richards, que também revelou que seu colega de banda não ficou muito contente com o lançamento da autobiografia.

“É, Mick não ficou lá muito contente com o que eu escrevi sobre ele. Mas então agora é a vez dele escrever uma também!”, afirmou o músico.

Em sua autobiografia, intitulada “Vida”, Keith Richards faz uma narrativa detalhada a respeito de seu mergulho nas drogas e da crescente fascinação de Mick Jagger com a fama e o status de celebridade.





DOCUMENTÁRIO RARO DOS ROLLING STONES LANÇADO NO BRASIL

30 11 2010

Enviado por: Raquel Hortmann
Fonte: Kiss FM

Trinta e seis anos depois de ser lançado, o filme “Ladies & Gentlemen… The Rolling Stones” foi autorizado por Mick Jagger e banda a ser reeditado, e chega agora às lojas brasileiras. O longa-metragem, em formato DVD e Blu-Ray, foi dirigido por Rollin Binzer e filmado em Forth Worth, no Texas, em 1972, com imagens da turnê norte-americana de “Exile On Main Street”.

O filme teve sua estréia oficial no dia 15 de abril de 1974, no “Ziegfield Theatre” de Nova York, e passou por um circuito de salas especiais nos Estados Unidos. Depois dessa temporada, o longa foi recolhido e jamais lançado outra vez, tornando-se um item de colecionador.
 
A nova edição de “Ladies & Gentlemen… The Rolling Stones”, lançada pela “ST2” e “Eagle Vision”, foi digitalizada e restaurada a partir da película original em 35 mm, e teve o áudio inteiramente remasterizado através das fitas originais, com a supervisão de Mick Jagger e Keith Richards. O lançamento segue a trilha aberta com o documentário “Stones in Exile”, que apresenta os bastidores e as gravações do álbum “Exile On Main Street”.
 
Na época, os Stones eram Mick Jagger (vocais), Keith Richards (guitarra), Charlie Watts (bateria), Bill Wyman (baixo), Mick Taylor (guitarra), além Bobby Keys (sax), Jim Price (trompete) e Nicky Hopkins (piano), como músicos de apoio.





O DIA DE HOJE NA MÚSICA: 16 DE NOVEMBRO

16 11 2010

Fonte: This day in music

Nasceram na data de hoje:
1938: Troy Seals (James Brown’s Band)
1943: Winfred Lovett (The Manhattans)
1962: Gary ‘Mani’ Mounfield (The Stone Roses)
1965: David Kushner (Velvet Revolver)

Em 1962, os Beatles gravaram sua segunda aparição na radio “Luxembourg”, para ao programa “The Friday Spectacular”. A banda foi entrevistada e tocou ao vivo. Os dois lados do seu single mais recente – “Love Me Do” e “P.S. I Love You” – foram tocados.

Em 1968, o Jimi Hendrix Experience chegou ao topo das paradas norte-americanas, com o álbum “Electric Ladyland”. O álbum duplo incluía “Crosstown Traffic”, “Voodoo Chile” e “All Along the Watchtower”, e contou com as participações especiais de Dave Mason, Steve Winwood e Al Kooper.

Em 1968, o Led Zeppelin fez sua primeira apresentação no norte da Inglaterra, tocando no “College of Science & Technology”.

Em 1971, Frank Zappa apareceu no programa de TV semanal da Inglaterra “Old Grey Whistle Test”, tocando ao vivo e mostrando clipes do seu filme “200 Motels”.

Em 1971, durante uma turnê britânica, o Led Zeppelin se apresentou no “Baths Hall”, Ipswich, Inglaterra. Os ingressos custaram £1.

Em 1974, John Lennon estava no topo das paradas norte-americanas com o single “Whatever Gets ou Through The Night”. Elton John participou da sessão de gravação da música e fez um acordo com Lennon: se a canção chegasse ao nº 1, Lennon teria que fazer uma aparição num show de Elton. Lennon cumpriu o acordo e tocou três canções num show do pianista: “I Saw Her Standing There”, “Lucy In The Sky With Diamonds” e “Whatever Gets You Through The Night”. Após o concerto, no backstage, John e Yoko reataram seu relacionamento após uma separação temporária.

Em 1976, o Beach Boy Brian Wilson concedeu sua primeira entrevista formal em oito anos, no programa de TV “Old Grey Whistle Test”, da BBC 2.

Em 1978, o The Clash se apresentou no “Odeon Theatre”, em Edimburgo, Escócia. O show de abertura ficou a cargo do The Splits.

Em 1985, o U2 lançou seu próprio selo de gravação, o “Moher Records”.

Em 1987, o ex-baterista do The Clash, Topper Headon, foi sentenciado a 15 meses de prisão, por ter fornecido heroína para um homem que acabou morrendo.

Em 1988, o antigo empresário dos Beach Boys Stephen Love foi sentenciado a cinco anos de condicional por roubar quase US$ 1 milhão da conta do grupo.

Em 1989, Stevie Nicks e Richard Marx se apresentaram no “The NEC”, em Birminghan, Inglaterra.

Em 1996, o álbum “Anthology 3”, dos Beatles,  chegou ao topo das paradas britânicas.

Em 1999, Grad Owen, guitarrista da Gene Vincent and His Blue Caps, morreu. Ele participou das gravações do hit “Be Bop A Lula”, single nº 7 nos Estados Unidos e nº 16 no Reino Unido em 1956.

Em 2000, Elton John disse à Suprema Corte de Londres que seu ex-amante e empresário John Reid o traiu com relação a despesas de turnês. O cantor disse que Reid foi pego em flagrante. Elton estava processando Andrew Hadon, antigo diretor de gestão da “John Reid Enterprises” alegando que Haydon foi negligente em permitir que a JREL o cobrasse em alguns milhões em gastos de turnê.

Em 2002, o multibilionário texano David Bonderman contratou os Rolling Stones para tocar em seu aniversário de 60 anos, realizado no “Hard Rock Hotel” em Lãs Vegas. As despesas com a banda somaram US$ 4,4 milhões.

Em 2006, o álbum “Greatest Hits” do Queen foi declarado o disco britânico mais vendido de todos os tempos pela “Official UK Charts Company”. O registro foi levantado através dos dados de venda dos últimos 50 anos, e mostrou que a coletânea havia vendido 5.407.587 cópias. Os Beatles ocuparam a segunda posição com “Sgt. Pepper’s Lonely Heart’s Club Band”.





O DIA DE HOJE NA MÚSICA: 9 DE NOVEMBRO

9 11 2010

Fonte: This day in music

Nasceram na data de hoje:
1941: Tom Fogerty (Creedence Clearwater Revival)
1944: Phil May (The Pretty Things)
1948: Alan Gratzer (REO Speedwagon)
1948: Joe Bouchard (Blue Oyster Cult)
1954: Dennis Stratton (Iron Maiden)
1960: Demetra Plakas (L7)

Em 1955, o The Everly Brothers entrou num estúdio pela primeira vez, e gravaram quatro faixas em 22 minutos, no “Nashville’s Old Tulane Hotle Studios”.

Em 1958, o single “Hound Dog” de Elvis Presley excedeu as três milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos, se tornando o terceiro single a conseguir o feito. “White Christmas” de Being Crosby e “Rudolph The Red Nose Reindeer” de Gene Autry são os outros dois.

Em 1961, Brian Epstein viu os Beatles ao vivo pela primeira vez, durante um show na hora do almoço no “Cavern Club”, em Liverpool. Epstein se tornaria o empresário da banda. Naquela noite, eles se apresentaram no “Litherland Town Hall”, também em Liverpool.
 
Em 1965, Wilson Pickett fez seu primeiro show no Reino Unido, no “Scotch of St James Club”, em Londres.

Em 1966, John Lennon encontrou Yoko Ono pela primeira vez, quando ele visitou sua exposição de arte, intitulada “Unfinished Paintings and Objects”, na “Indica Gallery”, em Londres.

Em 1967, a primeira edição da revista “Rolling Stone” foi publicada em São Francisco. A capa trazia uma foto de John Lennon vestido em trajes militares, enquanto atuava no seu novo filme “How I Won The War”. Esta edição trazia uma presilha para segurar um baseado. O nome da revista foi compilado de três fontes: a canção de Muddy Waters, a primeira canção Rock n’ Roll de Bob Dylan e da banda The Rolling Stones.

Em 1968, o Led Zeppelin seu primeiro show em Londres, quando se apresentaram no “The Roundhouse” junto com John Lee Hooker, Deviants, John James e Tyres. Robert Plant havia se casado naquele dia com sua namorada Maureen, e realizou a recepção no show.

Em 1973, o Grateful Dead fez o primeiro de três shows no “Winterland Arena” em São Francisco, Califórnia.

Em 1974, o Bachman Turner Overdrive chegou ao topo das paradas norte-americanas com o single “You Ain’t seen Nothing Yet”, o único nº 1 da banda. O mesmo single ficou na segunda posição no Reino Unido.

Em 1974, Carole King conseguiu seu terceiro álbum nº 1 nos Estados Unidos, com “Wrap Around Joy”.

Em 1978, durante uma turnê norte-americana, o Queen se apresentou no “Cobo Arena”, em Detroit.

Em 1991, Prince & The New Power Generation começaram uma estadia de duas semanas no topo das paradas norte-americanas, com o single “Cream”, que se chegou ao 15º lugar no Reino Unido.

Em 1991, o Queen colocou um álbum no topo das paradas britânicas pela oitava vez. O responsável pelo feito foi o “Greatest Hits II”.

Em 1996, o vocalista do Oasis, Liam Gallagher, foi preso após ser parado pela polícia na Rua Oxford, em Londres, e ser acusado de posse de substâncias controladas de classe A.

Em 1996, o Van Halen chegou ao topo das paradas norte-americanas, com o álbum “Best Of Vol 1”.





O DIA DE HOJE NA MÚSICA: 4 DE NOVEMBRO

4 11 2010

Fonte: This day in music

Nasceram na data de hoje:
1938: Harry Elson (The Friends Of Distinction)
1947: Mike Smith (Amen Corner)
1954: Chris Difford (Squeeze)
1957: James Honeyman-Scott (Pretenders)

Em 1957, Jackie Wilson fez sua estréia nas paradas norte-americanas (no Reino Unido ele só conseguiu este feito em 1989, 29 anos após seu primeiro lançamento) com “Reet Petite”.

Em 1961, Bob Dylan se apresentou no “Carnegie Chapter Hall”, Nova Iorque.

Em 1961, Cliff Richard conseguiu seu primeiro álbum nº 1 no Reino Unido, com “21 Today”, seu quinto disco.

Em 1963, os Beatles eram a atração principal do “The Royal Variety Show”, realizado no “The Prince of Wales Theatre”, em Londres. Com a Rainha Mãe e a Princesa Margaret na platéia, esta foi a noite em que John Lennon fez sua famosa brincadeira no palco, falando ao microfone: “As pessoas das cadeiras mais baratas, batam palmas. O resto de vocês apenas balancem as jóias”. O show foi exibido pela TV britânica em 10 de novembro.

Em 1963, um dia após os Rolling Stones finalizarem uma turnê britânica de 30 apresentações com o Everly Brothers, eles iniciaram no “Top Rank Ballroom”, em Preston, outra turnê, também no reino Unido, desta vez com 50 shows.

Em 1965, os Rolling Stones estavam no topo das paradas britânicas, com o single “Get Off Of My Cloud”, que também se tornou nº 1 nos Estados Unidos.

Em 1966, a canção “Good Vibrations” dos Beach Boys entrou nas paradas do Reino Unido. O single acabou chegando no topo das paradas britânicas e norte-americanas.

Em 1968, o Cream fez em Long Island seu ultimo show nos Estados Unidos.

Em 1968, o Pink Floyd gravou as canções “Point Me At the Sky” e “Careful With That Axe, Eugene”, nos estúdios “Abbey Road”, em Londres.

Em 1970, os Beach Boys fizeram o primeiro de quatro shows no “Whiskey A Go-Go”, em Los Angeles.

Em 1971, o The Who estreou o “The Rainbow Finsbury Park”, em Londres, fazendo a primeira de três apresentações agendadas.

Em 1974, o Pink Floyd fez no “Usher Hall”, Escócia, o primeiro show de uma turnê no reino Unido que totalizou 21 datas.

Em 1977, “The Last Waltz”, o filme que mostra o ultimo show do grupo The Band, estreou em Nova Iorque. O filme, dirigido por Martin Scorsese, também contou as participações especiais de Joni Mitchell, Dr John, Neil Young, Van Morrison, Neil Diamond, Eric Clapton, Ringo Starr, Bob Dylan, dentre outros.

Em 1978, Crosby, Stills, Nash & Young foram processados por seu antigo baixista, Greg Reeves, em mais de um milhão de dólares. Ele alegava que esta era a quantia que a banda lhe devia pelas vendas do álbum “Deja Vu”.

Em 1980, Bob Marley foi batizado na “Igreja Ortodoxa da Etiópia”, em Kingston, convertendo-se ao rastafarianismo cristão e recebendo o novo nome de Berhane Selassie.

Em 1983, David Bowie fez no “Perth Entertainment Centre”, Austrália, o primeiro de 10 shows da perna Australiana e Neo Zelandesa da turnê “Serious Moonlight”.

Em 1984, Prince fez o primeiro de sete shows no “Joe Louis Areana”, Detroit, no começo da perna norte-americana da turnê “Purple Rain”, que totalizou 87 apresentações.

Em 1987, o U2 estava na capa da revista britânica “Smash Hits”, que também trazia textos sobre o Pet Shop Boys, Wet Wet Wet, T’Pau, Sting e Black. Na sessão de resenhas estava o novo single do The Smiths, “I Started Something I Couldn’t Finish”.

Em 1989, Elton John fez da canção “Sacrifice” seu 50º single a entrar nas paradas britânicas Além dele, apenas Elvis Presley e Cliff Richard conseguiram o feito.

Em 1989, apareceram na edição seminal do programa “Rapido”, da BBC 2, Terence Trent, D’arby, Throwing Muses and The Pixies, Tina Turner, Sting, Mick Jagger, Phil Collins e David Bowie. Eles falaram sobre suas participações em filmes.

Em 1989, o Roxette conseguiu seu Segundo single nº 1 nos Estados Unidos, com “Listen To Your Heart”. No Reino Unido, a canção ficou na 6ª posição.

Em 1998, o vocalista do Oasis Liam Gallagher foi preso após, bêbado, brigar com o fotógrafo Mel Bouzac num pub de Londres. Bouzac disse que recebeu a informação de que Liam estava no pub, e tentou fazer algumas fotos.

Em 2001, o jornal “The Times” publicou a “Lista dos Ricos”, com Madonna sendo a mulher que mais ganhava dinheiro no Reino Unido (£30 milhões brutos). Todas as Spice Girls haviam saído da lista com a exceção de Victoria Beckham. Paul McCartney havia ganho £ 20,5 milhões durante o ano.

Em 2002, Elton John e seu letrista Bernie Taupin receberam o prêmio “Music Industry Trusts” por uma das maiores parcerias de composição de todos os tempos.

Em 2007, o The Eagles alcançou o topo das paradas do Reino Unido pela primeira vez, com o álbum “The Long Road Out Of Eden” – 33 anos após seu disco de estréia. Este foi o primeiro disco de estúdio da banda desde o “The Long Run”, de 1979.





KEITH RICHARDS SE ABRE DURANTE CONVERSA NA BIBLIOTECA DE NOVA IORQUE

2 11 2010

Fonte: Rolling Stone

Keith Richards, que tem uma enorme biblioteca na sua casa em Connecticut, uma vez disse, “enquanto você está crescendo, há duas instituições que te afetam profundamente: a igreja, que pertence a Deus; e a biblioteca pública, que pertence a você”.

Paul Holdengraber, o diretor de programas da Biblioteca Pública de Nova Iorque, leu a frase em voz alta para um público de 600 pessoas na última sexta-feira, para apresentar Richards, que veio ao prédio “Stephen A. Schwarzman para participar do “Live From The NYPL”, um bate papo sobre “Life”, sua recém lançada autobiografia.

O editor colaborador da revista “Rolling Stone” foi quem guiou a conversa. Esta foi uma rara oportunidade de ouvir Richards falando longamente, sobre assuntos que variaram desde sua infância pós-guerra na Inglaterra (“Nós, não sabíamos que havia outro lugar fora de lá”, seu respeito por Mick Jagger (“Ninguém além dele consegue cantar “Midnight Rambler”) e paternidade (“De repente há uma pequena criatura que depende de você – então surge um senso de responsabilidade).

Mesmo Richards tendo recusado que um violão fosse colocado no palco, o burburinho sobre o show praticamente rivalizava com os das apresentações dos Stones. Os ingressos se esgotaram em 42 segundos. Havia uma equipe de filmagem de prontidão, junto com rostos familiares do mundo dos Stones; seu esquema de segurança, o promotor Michael Cohl e vários fãs famosos, como Lou Reed e Steve Van Zandt.

Richards entrou no palco às 19h30, vestindo um chapéu marrom, jaqueta de couro preta, e botas de camurça laranja. Ele sorriu para a barulhenta platéia enquanto se sentava. “A biblioteca pública de Dartford não era nada parecida com esta”, ele riu.

O guitarrista começou falando sobre sua infância na Inglaterra. “Haviam pedregulhos em todo o lugar”, disse. “Se havia alguma construção em pé, fantástico”. Ele passou a maior parte do seu tempo livre na biblioteca (“que lhe dava a sensação de que havia algo lá fora”) e, eventualmente, escutando música norte-americana – o Jazz que seus pais ouviam (Sarah Vaughn e Ella Fitzgerald) e as primeiras canções de Rock n’ Roll. “Entendam que o resto do mundo ficou fascinado com a música norte-americana”, disse ele, virando-se à platéia. “Aquele cruzamento de idéias só possível com culturas diferentes… Você não tinha aquilo na Europa. Nós tínhamos a Polka”, ri. Não tenho como destacar isto forte o suficiente. “Diabos, até os nazistas adoravam as bandas de Jazz”.

Ele falou sobre a bem conhecida história de ter encontrado Mick Jagger num trem. “Eu perguntei a ele, ‘onde você conseguiu estes discos’? ‘Chigaco’. Tudo começou daí. Eu apenas queria roubar os discos dele”.

Richards e Jagger logo estariam estudando o Blues com seus novos companheiros de banda, Charlie Watts, Bill Wyman e Brian Jones. “Estávamos maravilhados em ter nos encontrado e que poderíamos sentar e escutar aqueles caras – Jimmy Reed, Elmore James – e pensar, ‘oh, não tanto a musicalidade da coisa, mas sim revelar idéias e especialmente revelar sentimentos”. Richards disse que não foi cativado somente ela música do Blues, mas também pela natureza gentil de seus heróis quando os conheceu, especialmente Bo Diddley.” Eles eram “gentlemen”. Estes caras eram bem durões, mas eles se explicavam para você”.

Uma outra preocupação guiou os Stones: “Os adolescentes não irão escutar os caras originais”, Richards explicou, rindo. “Então pensamos, ‘vamos fazer a segunda melhor versão’ – algo meio que como uma filosofia angelical. Por que caras brancos da Inglaterra tinham que ensinar os norte-americanos sobre o Blues, até hoje é algo que não descobri”.

Richards contou que nunca considerou os Beatles como rivais. “Eles eram essencialmente um grupo vocal. Não importava se quem estava fazendo a voz principal era Paul, John ou George. Isto variava. Nos Stones, nós tínhamos um frontman – e tínhamos o melhor de todos”. Richards também mencionou Bob Dylan como uma influência. “Ele trouxe uma nova inclinação para a forma na qual se compunha. Eles precisam que a canção tenha três minutos ou você precisa que ela dure um pouco mais? Tome seu tempo”.

O guitarrista se tornou mais calmo quando a conversa entrou nas suas experiências com drogas. Ele começou explicando que passou a usar para conseguir atender à agenda exaustiva dos Stones, mas então interrompeu sua fala e disse: “quer saber de uma coisa senhoras e senhores, vou fazer um intervalo”. Ele se levantou, saiu do palco e retornou um minuto depois. “Assim é melhor”, disse. (A pausa de Keith para ir no banheiro certamente me surpreendeu”, disse DeCurtis à “Rolling Stone” mais tarde. “Se uma banda espera um minuto a mais entre duas músicas, você pensaria que ele está trocando de roupa. Aqui, ele poderia estar fazendo qualquer coisa. Levando em conta o ritmo de um evento como este, a pausa foi um pouco confusa”.)

Richards continuou dizendo que não recomenda drogas a ninguém. Ele tem estado limpo por 30 anos, citando a paternidade como sua motivação para largar as coisas mais pesadas. A reputação de doidão “tem me seguido como sombra nos últimos 30 anos”, disse ele, acrescentando que ele nem se considera mais uma autoridade sobre drogas. “Todas as minhas novidades estão obsoletas”.

Quado DeCurtis pediu que o guitarrista listasse três momentos essenciais em sua vida, Richards respondeu: “A primeira vez que fomos pagos para entrarmos num estúdio de gravação. O segundo foi ter tocado no “New York Academy of Music” – tocar num palco norte-americano pela primeira vez foi realmente um ponto alto da banda. O terceiro? Bem, ainda não cheguei lá”.

DeCurtis perguntou se Richards ainda se define essencialmente como um Stone. “Acho que sim”, disse. “Depois de todos estes anos, seria bem difícil me separar dos Stones de alguma forma coerente… Pergunte a Count Basie como é manter as coisas vitais funcionando após todos estes anos e ainda assim curtir. Ray Charles também. Todos estes caras ainda poderiam detonar mesmo após tantos anos. E há algo nisto que faz com que você não queira deixar ir embora”.

James Fox, que co-escreveu “Life” com Richards, disse à “Rolling Stone” que ficou impressionado após assistir a conversa, da platéia. “Sua humildade e reverência para com as pessoas que o ensinaram música é algo que aparece ao longo de toda a história”. “Sempre achei que seu senso de reverência é uma das coisas mais interessantes dele. Este lado dele nunca se alterou e manteve seu pé no chão. Isto foi mostrado nesta noite”, concluiu.

Antes de entrar no palco, “Richards” passou 20 minutos na sala de “Coleções Especiais” da biblioteca, onde a equipe havia organizado alguns itens raros, incluindo uma carta da Rainha Elizabeth I, um antigo fólio de Sheakspeare e uma das primeiras versões da Declaração da Independência norte-americana. Um último item estava coberto por uma folha de papel, onde estava escrito, “temos muito orgulho de termos isto”. “Richards levantou a folha de papel”, lembra DeCurtis, “e era o livro de dele. Ele riu muito. Keith tem muito orgulho de que seu livro esteja nesta biblioteca. Ele é uma pessoa que leva muito a sério a vida literária”.








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