LARS ULRICH DIZ QUE NOVO ÁLBUM DO METALLICA NÃO VAI RECUPERAR VELHARIAS

17 02 2011

Enviado por: Roberto A.
Fonte: Omelete

O Metallica pretende voltar aos estúdios em maio e, em declaração anterior, o guitarrista Kirk Hammett disse que o novo lançamento da banda estava mais para “projeto de gravação” do que um álbum 100% Metallica. Agora, Lars Ulrich deixa bem claro que este projeto não é uma desculpa para lançar músicas descartadas pela banda anteriormente.

Ulrich mencionou especificamente as gravações de “Presídio”, antiga base militar em São Francisco onde a banda trabalhou em 2001. Estas gravações foram abandonadas pelo Metallica quando o vocalista James Hetfield foi para uma clínica de reabilitação, por um longo período. Quando os integrantes se reuniram, começaram do zero para gravar “St. Anger” (2003) e, posteriormente, “Death Magnetic” (2008).

“Com certeza não temos planos para isso agora. ‘Presídio’ foi uma época muito estranha, estávamos voltando a nos acertar. E quando estávamos gravando ‘Death Magnetic’, não voltamos para ouvir horas e horas das coisas de ‘Presidio’ para ver o que podíamos ressuscitar”, declarou o baterista ao The Pulse of Radio.

No entanto, Ulrich ainda declarou que não há certezas para o novo álbum, uma vez que o contrato do Metallica com o “Warner Music Group” acabou. “Acredito que estamos sem contrato de gravação para o próximo disco, então nós vamos resolver essa. Nesse momento, não posso dizer nada sobre o que vai acontecer com o próximo disco. Não tivemos essa conversa, ou pelo menos eu não fiz parte de uma conversa dessas nos últimos anos, e é legal não ter nada, exceto opções”, declarou.

Agora resta aguardar que a banda resolva sua situação contratual. Enquanto isso, fica a espera pelo show do Metallica no “Rock in Rio 2011”.





LARS ULRICH É PROCESSADO POR ASSISTENTE PESSOAL

10 02 2011

Fonte: Blabbermouth

Um homem da cidade de Sausalito que trabalhou como assistente pessoal do baterista do Metallica, Lars Ulrich, entrou com um processo contra o músico, reclamando anos de horas extras não pagas. Steven Wiig, 38 anos, busca reparações por violações trabalhistas estaduais e federais.

No processo, Wiig diz que ele foi funcionário de Ulrich de 2001 a 2009, às vezes trabalhando mais de 70 horas semanais, quando Ulrich estava em casa; e mais de 80 horas semanais, quando o Metallica estava em turnê. Segundo o próprio, ele trabalhou com motorista de Ulrich, cuidou de sua coleção de arte, de sua agenda e executou várias outras tarefas.





BIG FOUR CONFIRMADO NO “SONISPHERE” BRITÂNICO

14 12 2010

Fonte: Classic Rock

O Big Four (Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax) será a atração principal do festival “Sonisphere” de 2011, que acontecerá em 8 de julho. As quatro bandas se apresentarão juntas no Reimo Unido pela primeira vez.

Lars Ulrich, baterista do Metallica, comentou sobre o fato:

“Assim que o Big Four iniciou a turnê nos festivais “Sonisphere” no leste europeu, no último verão (do hemisfério norte), nós sentimos que éramos parte de algo especial. A vibração entre as bandas foi maior do que qualquer um poderia prever e a vibração entre os fãs foi num nível diferente… Aquilo nos deixou completamente atônitos. Não havia jeito disto não acontecer novamente! Então posso confirmar que o primeiro show do Big Four na Europa Ocidental será no solo sagrado de Knebworth, onde tantos shows únicos e especiais já aconteceram ao longo dos anos”.

Dave Mustaine, do Megadeth, acrescenta:

“Os shows do Big Four são os mais importantes e excitantes eventos a acontecerem na história dos shows do nosso gênero, e talvez de toda a indústria musical. Estou feliz por fazer parte desta enorme celebração do Thrash, Speed e bom e velho Heavy Metal”.

Kerry King, do Slayer, também mantém a animação de Mustaine:

“Agora a Inglaterra está na fila para ser devastada por esta força do Heavy Metal! Mal posso esperar”!

E Scott Ian, do Anthrax, finaliza:

“Presentes de natal antecipados para nós… Mais shows do Big Four! Os shows que fizemos juntos com nossos irmãos do Metallica, Slayer e Megadeth não só foram o ponto alto de 2010, mas também foram um das melhores apresentações que o Anthrax já fez. Compartilhar isto com nossos amigos na Inglaterra será incrível”.

Os ingressos para o “Soniphere” já estão à venda. Para mais informação, acesse o site oficial do festival.





SLASH, KIRK HAMMETT, EDDIE VAN HALEN E ZAKK WYLDE EM DOCUMENTÁRIO SOBRE PEDAL

25 11 2010

Enviado por: Raquel Hortmann
Fonte: Hennemusic

“Cry Baby: The Pedal That Rocks The World” é o documentário definitivo sobre o pedal “Cry Baby”, líder de vendas de todos os tempos, desde sua invenção em 1966, passando por sua evolução até chegar aos dias atuais.

O efeito, conhecido como “wah-wah”, foi um ingrediente essencial na criação de clássicos, como “Voodoo Child (Slight Return)” de Jimi Hendrix, “Enter Sandman” do Metallica, e “Sweet Child O’ Mine” do Guns n’ Roses.

O filme mostra como o engenheiro Brad Plunkett descobriu e desenvolveu o lendário som do “wah wah”, e como os artistas o utilizaram para se expressarem ao longo de sua evolução.

Ícones da guitarra, como Buddy Guy, Eddie Van Halen, Kirk Hammett, Slash, Jerry Cantrel e Zakk Wylde falam sobre como o pedal se tornou parte característica de seu som – enquanto jornalistas de Rock, como Ben Fong-Torres da “Rolling Stone” e Art Thompsom da “Guitar Player”, exploram o significado cultural do pedal.

Veja como um simples efeito se tornou uma das ferramentas de expressão mais importantes para guitarristas de todos os lugares. Produzido pela “Guard House Pictures”, “Cry Baby: The Pedal That Rocks The World” tem o lançamento agendado para fevereiro de 2011.

Confira abaixo o trailer do filme (em inglês):





“LARS ULRICH NÃO MANTÉM PRISIONEIROS QUANDO TOCA BATERIA”, DIZ O LENDÁRIO RAY DAVIES

17 11 2010

Fonte: Blabbermouth

Ray Davies acabou de lançar seu novo álbum “See My Friends – Ray Davies & Special Guests”, que traz 12 regravações de clássicos de sua ex-banda, The Kinks, contando com convidados especiais em todas as faixas. As grandes atrações do disco são o dueto com Bruce Springsteen na canção “Better Things”, e com o Metallica no super-clássico “You Really Got Me”. Também participam do álbum, Jon Bon Jovi e Ritchie Sambora, Jackson Browne, Billy Corgan e Alex Chilton. 

Davies comentou sobre ter conseguido que Springsteen participasse do projeto. “Foi incrivelmente fácil conseguir que ele viesse. Nos encontramos no “Madson Square Garden” no ano passado, durante o show do ‘Rock n’ Roll Hall of Fame’, e lhe perguntei se gostaria de participar do disco. Ele disse que adoraria fazer ‘Better Things’. Ela é quase uma canção que ele poderia ter escrito. Fizemos os vocais juntos, ao vivo, cara a cara, como dois atiradores num duelo. Sua voz é bem rasgada e cheia de alma. Alcançamos notas juntos que funcionaram magicamente”. 

O lendário cantor também não poupou elogios ao Metallica. “Há muita energia quando você toca com o Metallica”, disse. “Lars não mantém prisioneiros quando toca bateria. Eles foram perfeitos para ‘You Really Got Me”. E são muito gente boa também. Kirk queria fazer ‘(Wish I Could Fly Like) Superman’; acho que eles chegaram até a ensaiá-la”.





KIRK HAMMETT CHUTA CRIANÇA DO PALCO

16 11 2010

Fonte: Blabbermouth

Tá, não foi exatamente isto que aconteceu, mas eu estava com vontade de colocar um título bem sensacionalista desta vez.

O que realmente ocorreu foi que durante o show do Metallica em Sydney, Austrália, na última quinta-feira, 11 de novembro, Kirk estava chutando umas bolas pretas e, sem querer acaba acertando uma criança pequena que estava atrás de uma das bolas. Com o impulso, a criança sai voando e cai na platéia.

Informações anteriores deram conta de que se tratava do filho de James Hetfield mas, na verdade, aparentemente a criança é a filha da gerente de turnê ou da gerente de produção da banda.

Confira o vídeo abaixo:





METALLICA PLANEJA COMPOR NOVO ÁLBUM NO COMEÇO DE 2011

10 11 2010

Fonte: Gibson

Após dois anos em turnê, incluindo os shows do “Big Four”, o Metallica irá tirar uma folga da estrada. Depois de fazerem os últimos shows da turnê neozelandesa, parte da “World Magnectic Tour”, a banda quer trabalhar no novo álbum.

“Há muita coisa sendo planejada para 2011, mas eu acho que o mais importante é que queremos voltar a compor novamente”, disse o baterista Lars Ulrich ao “The Pulse of Radio”. “Nós não compomos de verdade desde quando, 2006, 2007? E queremos voltar àquela coisa de sermos criativos de novo. Neste momento, vamos apenas descansar e provavelmente voltaremos à ativa por volta de março ou abril, e vamos recolocar o chapéu da criatividade de volta e compor algumas músicas”.

Apesar da banda ter recentemente confirmado que irão tocar no “Rock in Rio”, no Brasil, em 25 de setembro de 2011, Ulrich não falou se mais turnês estavam sendo negociadas para o próximo ano. Mas o que o baterista disse foi que as chances são boas para outra turnê do “Big Four” nos próximos dois anos.

“A vibração foi tão grande, que seríamos estúpidos se ignorássemos”, disse. “Sabe no seu iPhone, que você pode mover os mapas da previsão do tempo? Bem, o “Big Four” está rapidamente se movendo para o topo, com relação a potencias ocorrências nos próximos dois anos”.





METALLICA CONFIRMADO NO ROCK IN RIO 2011

9 11 2010

Fonte: Site oficial do Metallica

O Metallica acabou de postar o depoimento abaixo em seu site oficial:

Sabemos que é bem doido anunciar um show com um ano de antecedência… certamente é algo que nunca fizemos antes! Entretanto, quando fomos convidados para sermos a atração principal do “Rock in Rio” original, o verdadeiro festival, no Rio de Janeiro, não poderíamos dizer não. Após tocarmos nos “Rock in Rio” de Lisboa e Madri anos atrás, achamos que este show será um bom intervalo para seja lá o que estivermos fazendo daqui a um ano. Então esperamos que vocês peguem um calendário do ano de 2011 e marque o dia 25 de setembro como o dia do seu encontro com o Metallica no Rio de Janeiro, Brasil”.

Os ingressos começam a ser vendidos em 19 de novembro de 2010, somente através do site oficial do festival . Outros pontos de venda serão divulgados a partir de 1º de julho de 2011.





METALLICA: BIOGRAFIAS RETRATAM A BANDA SOB DIFERENTES PERSPECTIVAS

27 10 2010

Enviado por: Raquel Hortmann
Originalmente publicado: Guitar Player

Uma nova biografia sobre o Metallica será lançada no exterior. Escrita pelo jornalista britânico Mick Wall, “Enter Night – The Biography” estará nas livrarias do Reino Unido a partir do dia 11 de novembro, via editora Orion.

A obra terá capa dura e abordará os quase 30 anos de estrada da banda. De acordo com uma descrição, as páginas tratarão dos problemas internos, da morte do baixista Cliff Burton, dos sucessos e de como o grupo tornou-se um dos cinco nomes que mais venderam discos de todos os tempos.

O Metallica também foi tema de outro livro. O lendário fotógrafo Ross Halfin, referência no Rock, lançou há alguns dias “The Ultimate Metallica”, que reúne diversas fotografias feitas ao longo de 25 anos, além de textos assinados pelo autor e por pessoas próximas à trupe, incluindo os próprios Lars Ulrich (bateria) e Kirk Hammett (guitarra).





KIRK HAMMETT: “TALVEZ COMECE A CONSIDERAR FAZER UM ÁLBUM SOLO”

4 10 2010

Sugerido por: Gustavo Cavalcante
Fonte:
Ultimate Guitar

No dia 20 de setembro o Metallica lançou o EP “Six Feet Down Under”, exclusivo para a Austrália e Nova Zelândia. Este lançamento coincidiu com a grande turnê que a banda está fazendo por lá – a primeira perna na metade de setembro e a segunda perna em meados de outubro e começo de novembro.

O EP celebra a incrível história da banda naquela parte do mundo. De fato, todas as oito canções foram gravadas ao vivo em turnês australianas anteriores e abrangem um incrível período de 15 anos.

O tracklist do EP é:
01. Eye Of The Beholder - Recorded live on May 4, 1989 at Festival Hall in Melbourne
02. …And Justice For All - Recorded live on May 4, 1989 at Festival Hall in Melbourne
03. Through The Never - Recorded live on April 8, 1993 at the Entertainment Centre in Perth
04. The Unforgiven - Recorded live on April 4, 1993 at the National Tennis Centre in Melbourne
05. Low Man’s Lyric (Acoustic) - Recorded live on April 11, 1998 at the Entertainment Centre in Perth
06. Devil’s Dance - Recorded live on April 12, 1998 at the Entertainment Centre in Perth
07. Frantic - Recorded live on January 21, 2004 at the Entertainment Centre in Sydney
08. Fight Fire With Fire - Recorded live on January 19, 2004 at the Entertainment Centre in Brisbane

Após o lançamento do EP, a banda irá soltar o DVD do legendário show do “Big Four”, quando as quatro bandas dividiram o palco em 22 de junho deste ano, em Sofia, Bulgária, tendo a apresentação transmitida ao vivo em HD via satélite para mais de 550 salas de cinema em um evento cinematográfico especial. “The Big Four Live From Sofia” inclui os shows completos das quatro bandas em uma edição com DVD duplo, além de material bônus com entrevistas e imagens de bastidores.

No primeiro show australiano, em 15 de setembro, como parte da atual turnê no país, o repórter Joe Motera foi até o camarim em Melbourne para entrevistar o guitarrista Kirk Hammett. A conversa aconteceu no camarim de Hammett, enquanto os outros caras do Metallica estavam ocupados com outras entrevistas em seus respectivos camarins, além de se prepararem para subirem ao palco em algumas horas. Na entrevista a seguir, Hammett fala do recém lançado EP australiano, lança uma luz em sua abordagem para fazer solos e discute a possibilidade de fazer um álbum solo.

Vocês acabaram de lançar o EP “Six Feet Down Under”, exclusivo para a Austrália e Nova Zelândia. Vocês tendem a gravar muitos de seus shows?
Nos últimos dez anos, mais ou menos, temos gravado todos os nossos shows. Mas este EP é uma compilação de várias gravações. Algumas são gravações que vieram de bootlegs que eram torçados na cena, algumas foram tiradas de sessões de gravações nas quais convidávamos pessoas a virem ao show e gravá-lo, e algumas faixas vieram do nosso arquivo particular de gravações. 

De alguma maneira vocês já começaram a compor material para o próximo álbum de estúdio do Metallica?
Não, mas temos uns riffs aqui e alí, mas não há canções completas ainda. Mas todos temos toneladas de música guardadas por aí, de fato todos nós temos. Isto é uma das grandes coisas do Metallica: nunca há falta de idéias.

Vocês acabaram de fazer uma série de shows com “a Big Four”. Como foi a experiência? 
Os shows foram muito bons e foi uma ótima vibração, cara. Era como se fossem os anos 80 novamente, o que foi muito, muito legal. Nós todos meio que percebemos que estamos juntos nessa e que tínhamos os mesmos tipos de objetivos e metas. Apenas tomamos caminhos diferentes para conseguirmos. No final, se tornou mais uma celebração do fato de ainda estarmos por aí de pé e funcionando como bandas, e isto foi uma coisa muito legal. E foi uma chance para nós refletirmos, olharmos para trás e ver todas as batalhas que travamos. Foi bom saber que todos nós ainda estamos aqui e ainda fazendo isto.

Quando se trata dos solos, quais elementos que você acha importante e que todo guitarrista deveria considerar quando está compondo um solo?
Idealmente, um solo deveria ser como uma boa refeição. Começa com ímpeto, então uma seção bem carnuda na metade e um final doce. Para mim, quando se trata do solo, as primeiras frases realmente precisam estabelecer o tom de todo o solo. E ele deve pular e agarrar você.

Então há algo em especial que você preste atenção quando está construindo seus solos?
O que eu sempre tentei fazer foi aparecer com materiais contagiantes, sabe? Partes cativantes no solo que irá agarrar a atenção de quem está ouvindo. Eu tento colocar partes melódicas, mas você sabe, à vezes apenas quero fazer um monte de barulho.

Acho que nós guitarristas, no fundo, todos queremos fazer isto também.
Sim, mas o que acabei de descrever é relativa à minha abordagem geral nos solos. Às vezes apenas quero ser atonal e dissonante. Eu não sei, mas há algo na forma como tenho tocado atualmente… Acho que voltei a tocar realmente de uma forma bem melódica. Acho que no próximo álbum do Metallica tocarei com muito mais melodia. Mais melodia do que tenho tocado nos últimos 10 anos, mais ou menos.

Quando se trata de suas guitarras ESP, você tende a preferir os modelos “neck through body” (Nota do Tradutor: Tipo de construção de guitarras que extende o pedaço de madeira usado no braço ao longo de toda a extensão da guitarra, essencialmente fazendo do braço o núcleo do corpo do instrumento). Por que?
Eu acho que uma guitarra “neck through body” adiciona mais peso e mais sustain, então este é o motivo de eu as escolher.

Você tem algum tipo de critério quando escolhe o tipo de guitarra que você irá tocar?
Eu tenho um critério fácil, quando se trata de escolher guitarras. Sobretudo a guitarra tem que ter um bom visual, tem que soar bem e ser confortável de se tocar. E este é o propósito de eu usar as guitarras ESP. Disse a eles que se eles puderem fazer guitarras com bom visual, bom som e confortável, então estarei feliz. É bem básico. Há formatos de guitarras bem elaborados por aí, mas descobri que sou um tradicionalista em meu coração. Quero dizer, amo o formato de uma Stratocaster, amo o formato da Les Paul e amo o formato da Flying V. Para mim, estas são as tradicionais e fantásticas guitarras.

E acho que a maioria dos guitarristas de Metal e Rock concordam com você nesta questão.
Eu também gosto do formato da Jackson Randy Rhoads. Na verdade, eu encontrei a Jackson Randy Rhoads #5. A guitarra é da quinta série após a do próprio Randy Rhoads. É um Jackson bem do começo e estou bem feliz com isto.

Onde você a encontrou?
Onde encontro todas as minhas guitarras: no Ebay! Foil lá que encontrei a guitarra do Randy Rhoads.

De que forma você acha que evoluiu como guitarrista ao longo de sua carreira?
Isto é bem difícil de responder, cara, porque estou muito próximo do meu próprio modo de tocar. Mas eu digo que pretendo trabalhar na minha técnica de Jazz um pouco. Você sabe, eu acho que como um guitarrista de Metal, eu sou decente. Não sou Eddie Van Halen, mas ainda estou aprendendo, ainda estou aprendendo coisas atualmente e ainda acho que estou evoluindo. Também acho que minhas composições ainda estão melhorando. Ainda estou melhorando e não acho que atingi meu auge. Ainda acho que há muito para eu fazer e aprender, e estou motivado para isso.

Você tem alguma ambição de algum dia se aventurar e fazer um álbum solo?
Sim, eventualmente, mas neste momento tenho que dizer que o Metallica é a minha casa e não tenho intenções de fugir desta casa. Mas irei publicar um livro, entretanto. Estou trabalhando nele e isto em si já parece que estou fazendo um álbum solo, porque é muita porra de trabalho! É tudo comigo. Não tenho uma banda na qual me apoiar e buscar apoio. Então eu acho que assim que fizer este lance do livro, talvez comece a considerar fazer um álbum solo, mas não sei.

Olhando para o álbum “St. Anger” e sua falta de solos de guitarra, o que você pensa do disco hoje?
Eu ainda o adoro, cara. Acho que “Frantic”, “Dirty Window”, a faixa título e “All Within My hands” são músicas do caralho e algumas de minhas preferidas. Francamente, eu fico meio chocado com o fato das pessoas terem tantos problemas com o disco, porque, para mim, é apenas mais um álbum do Metallica.

O Metallica tocou com Lou Reed na festa de 25º aniversário do “Rock n’ Roll Hall of Fame”. Alguma chance de vermos esta colaboração se desenvolver num projeto próprio? 
Após fazermos aquela apresentação com Lou Reed, houve alguma conversa em fazermos algo com ele, mas isto nunca acabou se concretizando.








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