ENVIE CARTÕES DE NATAL VIRTUAL DO IRON MAIDEN, MEGADETH E DEEP PURPLE

20 12 2010

Fonte: Blabbermouth

A “EMI” lançou uma campanha de cartões de natal virtuais, chamada “With Love From Me To You”. O charme dos cartões é que eles vêm com canções de várias bandas do catálogo da gravadora, como “El Dorado” do Iron Maiden, “Black Night” do Deep Purple e “Hangar 18” do Megadeth. Além disso, há um concurso no qual vários prêmios, incluindo box sets e edição limitada, serão distribuídos.

O site disponibiliza sete designs de cartões de natal virtuais, baseados nos gêneros dos artistas da gravadora, e cada e-card possui oito canções para você escolher – de John Lennon a Daft Punk. Os usuários também podem personalizar os e-cards, incluindo mensagens para o destinatário do cartão.

Qualquer um que entre no concurso terá a chance de ganha vários prêmios, como uma edição limitada do box recém lançado de John Lennon, um box set da Apple e um box stereo das remasterizações dos Beatles, além de diversos outros prêmios.

Para mais informação, clique aqui e cofira o site da campanha.





DAVE MUSTAINE EM ÁLBUM COM EX-GUITARRISTA DO ANTHRAX

17 12 2010

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Virgula

O vocalista do Megadeth, Dave Mustaine, afirmou que está trabalhando em álbum com ex-guitarrista do Anthrax, Dan Spitz. A informação é do semanário musical “NME”.

“Estou agora no estúdio com Dan Spitz. Ele estava trabalhando em um projeto solo quando me chamou e perguntou: o que você acha? Daí eu disse que faria tais e tais modificações, e acabei colaborando no álbum inteiro”, afirmou Dave Mustaine.

O músico afirmou que o álbum soa como um misto de Soundgarden, Disturbed e Rage Against The Machine.

Ainda sem título, o álbum conjunto não tem previsão de lançamento. Já o novo álbum do Megadeth deve começar a ser gravado em janeiro de 2011, de acordo com Dave Mustaine.





BIG FOUR CONFIRMADO NO “SONISPHERE” BRITÂNICO

14 12 2010

Fonte: Classic Rock

O Big Four (Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax) será a atração principal do festival “Sonisphere” de 2011, que acontecerá em 8 de julho. As quatro bandas se apresentarão juntas no Reimo Unido pela primeira vez.

Lars Ulrich, baterista do Metallica, comentou sobre o fato:

“Assim que o Big Four iniciou a turnê nos festivais “Sonisphere” no leste europeu, no último verão (do hemisfério norte), nós sentimos que éramos parte de algo especial. A vibração entre as bandas foi maior do que qualquer um poderia prever e a vibração entre os fãs foi num nível diferente… Aquilo nos deixou completamente atônitos. Não havia jeito disto não acontecer novamente! Então posso confirmar que o primeiro show do Big Four na Europa Ocidental será no solo sagrado de Knebworth, onde tantos shows únicos e especiais já aconteceram ao longo dos anos”.

Dave Mustaine, do Megadeth, acrescenta:

“Os shows do Big Four são os mais importantes e excitantes eventos a acontecerem na história dos shows do nosso gênero, e talvez de toda a indústria musical. Estou feliz por fazer parte desta enorme celebração do Thrash, Speed e bom e velho Heavy Metal”.

Kerry King, do Slayer, também mantém a animação de Mustaine:

“Agora a Inglaterra está na fila para ser devastada por esta força do Heavy Metal! Mal posso esperar”!

E Scott Ian, do Anthrax, finaliza:

“Presentes de natal antecipados para nós… Mais shows do Big Four! Os shows que fizemos juntos com nossos irmãos do Metallica, Slayer e Megadeth não só foram o ponto alto de 2010, mas também foram um das melhores apresentações que o Anthrax já fez. Compartilhar isto com nossos amigos na Inglaterra será incrível”.

Os ingressos para o “Soniphere” já estão à venda. Para mais informação, acesse o site oficial do festival.





IRON MAIDEN, SLAYER, MEGADETH E OZZY ESTÃO ENTRE OS INDICADOS AO GRAMMY

2 12 2010

Fonte: Babbermouth

Iron Maiden, Slayer, Megadeth e Ozzy Osbourne são algumas das bandas indicadas ao 53º Grammy Awards, que será realizado em 13 de fevereiro de 2011, no “Staples Center”, Los Angeles. Os outros artistas que representarão o som pesado no evento são Alice in Chains, Soundgarden, Stone Temple Pilots, Them Crooked Vultures, Korn e Lamb of God.

Confira abaixo os indicados nas categorias “Hard Rock” e “Metal”:

Melhor performance de Hard Rock:
Alice in Chains – “A Looking In View” (do álbum “Black Gives Way to Blue”)
Ozzy Osbourne – “Let Me Hear You Scream” (do álbum “Scream”)
Soundgarden – “Black Rain” (do álbum “Telephantasm”)
Stone Temple Pilots – “Between The Lines” (do álbum “Stone Temple Pilots”)
Them Crooked Vultures – “New Fang” (do álbum “Them Crooked Vultures”)

Melhor performance de Metal:
Iron Maiden – “El Dorado” (do álbum “The Final Frontier”)
Korn – “Let The Guilt Go” (do álbum “Korn III: Remember Who You Are”)
Lamb of God – “In Your Words” (do álbum “Wrath”)
Megadeth – “Sudden Death” (do “Guitar Hero: Warriors Of Rock”)
Slayer – “World Painted Blood” (do álbum “World Painted Blood”)

Podem participar do Grammy 2011, materiais lançados entre 01 de setembro de 2009 e 30 de setembro de 2010.





DISPONIBILIZADAS PRIMEIRAS IMAGENS DO “SUPER DELUXE BOX SET” DO “BIG FOUR”

15 09 2010

Fonte: Blabbermouth

As primeiras imagens do box deluxe, em edição limitada, do “The Big Four: Live From Sofia, Bulgaria” foram divulgadas. As imagens incluem o Box set, os cinco DVD’s com todas as músicas, um poster, fotos de cada banda e uma palheta de guitarra.

O Box set está previsto para chegar às lojas no dia 15 de outubro, no norte europeu; 18 de outuro na maioria do resto do mundo; e 19 de outubro na América do Norte.

METALLICA track listing:
01. Creeping Death
02. For Whom The Bell Tolls
03. Fuel
04. Harvester Of Sorrow
05. Fade To Black
06. That Was Just Your Life
07. Cyanide
08. Sad But True
09. Welcome Home (Sanitarium)
10. All Nightmare Long
11. One
12. Master Of Puppets
13. Blackened
14. Nothing Else Matters
15. Enter Sandman

Encore:

16. Am I Evil? (with the Big Four)
17. Hit The Lights
18. Seek and Destroy

SLAYER track listing:
01. World Painted Blood
02. Jihad
03. War Ensemble
04. Hate Worldwide
05. Seasons In The Abyss
06. Angel of Death
07. Beauty Through Order
08. Disciple
09. Mandatory Suicide
10. Chemical Warfare
11. South of Heaven
12. Raining Blood

MEGADETH track listing:
01. Holy Wars… The Punishment Due
02. Hangar 18
03. Wake Up Dead
04. Head Crusher
05. In My Darkest Hour
06. Skin O’ My Teeth
07. A Tout Le Monde
08. Hook In Mouth
09. Trust
10. Sweating Bullets
11. Symphony Of Destruction
12. Peace Sells/Holy Wars Reprise

ANTHRAX track listing:
01. Caught In A Mosh
02. Got the Time
03. Madhouse
04. Be All, End All
05. Antisocial
06. Indians/Heaven And Hell
07. Medusa
08. Only
09. Metal Thrashing Mad
10. I Am The Law

Confira abaixo as imagens:

Box set “The Big Four: Live From Sofia, Bulgaria”

Tracklist do box.

O box vem com uma palheta personalizada da turnê.

 Confira abaixo a canção “Am I Evil”, do Diamond Head, executada pelas quatro bandas no palco ao mesmo tempo.  Como disse James Hetfield: “Isto é história sendo escrita”!





HÁ UMA OU DUAS PESSOAS NO LIVRO QUE EU GOSTARIA DE TER QUEIMADO

3 09 2010

Fonte: Blog Roadrunner

O blog da “Roadrunner” publicou uma extensa entrevista com o Dave Mustaine, o líder do Megadeth, que falou sobre sua autobiografia, “Mustaine: A Heavy Metal Memoir”.

Confira a entrevista na íntegra, em português, com exclusividade no Imprensa Rocker!

A autobiografia do chefão do Megadeth, Dave Mustaine – intitulada de “Mustaine: A Heavy Metal Memoir” – foi lançada em 3 de agosto nos Estados Unidos, e na semana seguinte já figurava na lista de Best Sellers do “The New York Times”. No dia deste acontecimento, Mustaine estava segurando um livro autografado, na “Borders Books on Wall Street”, e a “Roadrunner” estava com ele para falar não só sobre op ocorrido, mas também sobre o conteúdo do livro e o motivo dele ter sido lançado agora. Em um processo no qual Mustaine descreveu como “quando toda a merda vem à superfície”, Dave dá uma olhada na sua vida até os momentos atuais.

Tendo chegado ao fundo do poço algumas vezes, A contracapa do livro descreve sua jornada, como “a queda e ascensão de um ícone do Heavy Metal”, e promete uma história que irá inspirar, aturdir e aterrorizar”. Continue lendo para saber o que Dave tem a dizer sobre isto. 

Com tantas histórias sórdidas e experiências de vida, como você fez para limitar o que entrou na autobiografia? 
Bem, o processo legal meio que revisou o livro. Ao passarmos por algumas histórias, e sabendo que algumas pessoas para quem contei a história estariam na cadeia, provavelmente comigo, decidimos deixar algumas coisas de fora. Tipo, se você tem drogas em seu bolso e está dirigindo, você é um criminoso. Se você tem alguém menor de idade com você, e você cruza a fronteira entre estados, você é um seqüestrador. Todo tipo de maluquice aconteceu ao longo de nossa carreira. Por mais que as pessoas achem que eu sou o cara malvado, eu era meio que o irmão mais velho que dizia, “o que você estava pensando?” todas as vezes. Quando estávamos na Inglaterra e tivemos que cancelar a apresentação no festival “Monsters of Rock” por causa de David Ellefson – todo mundo sabia que eu tinha problemas com as drogas, mas não sabiam que ele também tinha, então aquilo pegou todos de surpresa. Acho que aquilo abriu mais espaço para boatos, e acho que o sucesso do livro, sendo um best seller agora, é que há mais histórias para serem adicionadas. O livro conta a história até agora e, na verdade, nem é até agora, é até um não atrás, e tanta coisa legal aconteceu neste último ano que é espantoso. A reunião do “Big Four” e tudo aquilo, ter meu velho baixista de volta à banda, tem sido muito, muito bom.  

Você irá escrever o próximo capítulo?
Espero que sim.

Nos conte um pouco mais sobre o que você teve que fazer nos bastidores para fazer este livro acontecer. Você mencionou os processos legais, então você teve que pegar a autorização daqueles envolvidos na história, ou o livro é apenas as sua perspectiva?
Não, incluímos muitas pessoas. O fato de que querer ser honesto é parte do motivo deste livro ser o que é. Se não gosto de algo, eu digo. Prefiro ter alguém que diga que não gosta de mim do que mentindo em minha cara. É apenas como eu sou e como sempre fui. Me lembro quando fui para a Inglaterra pela primeira vez, me comportei do jeito que eu sou, e eles ficaram horrorizados. Eles nunca haviam visto alguém falar daquele jeito antes. Não posso comentar nada sobre isto, é apenas como eu sou, por exemplo, aquele do “Headbangeer’s Ball (Nota do tradutor: extinto programa de Metal da MTV norte-americana), Riki Rachtman. Eu mal conhecia o cara, mas os fãs gostavam de me assistir sacaneando ele, e ele também gostava. E eu ficava, “por quê?”, saca? É apenas mais uma daquelas coisas estranhas. Algumas pessoas amam atenção, e de um jeito estranho aquilo tinha seu próprio tipo de dinâmica. Agora isto não existe mais, porque não é tão importante.

Mas você tem sido crucificado por falar o que pensa e sente, então você experimentou algum tipo de contra-ataque com relação ao que escreveu?
Não. E não ha tanta coisa que me intimide, porque eu já morri uma vez, já passei por todo tipo de coisa, mudanças na formação da banda, mudanças de gravadora e de empresariamento, altos e baixos no casamento, com os meus filhos, todo este tipo de coisa, e eu tenho sido tão aberto quanto a isto que o público já sabe, então não acho que há nada no livro que possa me trazer problemas. Há uma ou duas pessoas no livro que eu gostaria de ter queimado, por causa do que sinto a respeito delas e teria sido bem fácil contar um par de histórias que as destruiriam por causa do tipo de pessoas que realmente são, e como elas enganam o público, mas eu não estou numa cruzada para contar às pessoas quem são os “duas caras” da indústria musical. A água tem um jeito de chegar à superfície, e estes caras serão expostos. A merda foi o processo legal, porque nós gastamos centenas de milhares de dólares para revisar este livro – várias vezes. É uma loucura, porque quando você pensa em fazer um livro, você não irá ganhar uma montanha de dinheiro com isto, você acha que está fazendo como um exercício de amor, e então você observa todo seu lucro ir embora por causa da litigiosidade do nosso país. É uma merda. A versão britânica teve ainda mais vetos, por causa do processo legal. Acho que na Inglaterra, se você lança um livro, há advogados que sobrevivem somente destes lançamentos. Eles lêem os livros em busca de alguém dizendo algo sobre outra pessoa, então eles entram em contato com esta pessoa e falam, “vamos processá-lo”. Então este tipo de coisa meio que tirou um pouco da diversão de lançar o livro no Reino Unido mas, como disse, fui bem honesto com coisas deste tipo. Se eu fiz algo de errado, contei no livro, se alguém fez algo errado eu meio que deixei de lado, porque não irei salvar minha pele às custas de outro. Não é muito legal.

Você mencionou alguns dos acontecimentos ruins de sua vida, mas houve algo em particular que foi difícil para você relembrar enquanto escrevia o livro?
Na verdade, não. Acho que a parte que fala do meu casamento foi difícil, as coisas com meu pai foram difíceis, porque eu não o conheci de verdade e as únicas lembranças que tinha dele eram muito ruins, vindas de minha mãe e de minhas irmãs. Eu tenho apenas algumas lembranças pessoais dele, e uma delas não é legal, então mesmo tendo muitas coisas diferentes para falar, as que vieram até mim… Acredito que vieram por alguma razão. Foi como toda a merda vindo à superfície, então passamos por aquilo e tivemos que determinar o que seria bom para o livro, o quer seria bom para Dave, o quer seria bom para comunidade do Metal e, novamente, digo que houveram pessoas em minha vida que foram maléficas e com mania de processos, então apenas decidir que elas não estariam no livro.

Por que você decidiu lançar a biografia agora?
Não é que agora seja a hora certa. Apenas acho que, honestamente, se houvesse uma hora certa, teria sido agora, baseado em tudo o que aconteceu até agora. Então entre completar o livro um ano atrás ou seja lá quando terminei de escrevê-lo, acho que o livro saiu cedo demais, entende? Mas você pode desejar estar na lista de Best Sellers do “New York Times”, e agora que isto aconteceu, espero conseguir entrar nas paradas. Realmente quero isto para mim, quero entrar nas paradas.

Você quis delimitar a diferença entre Dave Mustaine, a pessoa, e Dave Mustaine, o músico, com o lançamento do livro?
Eu acho que o propósito do livro foi explicar um pouco mais sobre mim em oposição ao cara que você vê no palco, porque se você tirar a guitarra de mim me torno uma pessoas completamente diferente. Quando estou com a guitarra é como Popeye e o espinafre, saca? Me torno uma pessoa diferente. Acho que muito disto vem do volume da guitarra, do som que sai dela, é meio como montar num dragão me segurando com a apenas uma mão, se você consegue imaginar, por causa de todo o poder que há lá. E você ainda tem o P.A. ligado no topo de tudo e que torna tudo como um rugido.  Isto é bem divertido se você sabe tocar guitarra; se não sabe, é bem excruciante.

Qual a principal mensagem que você quer mandar para as pessoas que lêem se livro?
Não desistam, nunca desistam. Eu não desisti e tenho uma ótima vida. Eu sei que as pessoas merecem segundas chances. Como eu trouxe David Ellefson de volta e o perdoei. Eu poderia ter sido mais duro, mas qual o motivo? Eu não o perdoar estava apenas ferindo a mim mesmo, então decidi que iria o perdoar e chamá-lo de volta para a banda e temos sido grandes amigos. Então não era como se eu não ligasse para ele. Eu me importava, eu o amava. Ele é um dos meus melhores amigos. E algumas das coisas que eu quero que as pessoas captem do livro é que, não importa pelo quê estejam passando, se eles forem perseverantes, eles podem ter o mesmo tipo de vitória que eu tive. Talvez não na indústria da música, mas em suas próprias vidas, porque o livro não é sobre ser bem sucedido na indústria musical, é sobre ser bem sucedido na vida. Então é como uma história boba sobre sucesso e esperança, eu acho. Não sei como pôr isto em palavras… 

Com Ozzy lançando seu livro este ano e com tantas outras autobiografias de Metal por aí, o que você espera te diferenciar?
É engraçado… Eu acabei de dar uma olhada na biografia de outra pessoa recentemente, e em várias páginas havia, “boceta quente” e “gozei”… Fiquei olhando para a aquilo, e estava realmente perplexo por alguém pensar que as pessoas gostariam de ler sobre aquilo. Não conheço nenhuma mulher que gostaria de ler sobre um cara gozando. É tão anti-romântico; e segundo: que cara ira querer ler sobre outro cara gozando? Isto apenas mostra o nível da maturidade. Só porque você é uma celebridade, não significa que você seja um escritor, e nem que você tenha o conhecimento do que seja apropriado para colocar num livro. Eu sempre fui muito honesto.





EDIÇÃO JAPONESA DO DVD “THE BIG FOUR” AGENDADA PARA OUTUBRO

13 08 2010

Fonte: Blabbermouth

De acordo com o website “CdJapan.co.jp”, a “Univeral Music” agendou para 13 de outubro o lançamento no Japão da versão standart – 1 DVD – e da versão deluxe – box contendo 2 DVD’s e 5 CD’s – da turnê “The Big Four”, que reuniu Metallica, Megadeth, Slayer e Anthrax num mesmo palco.

O lançamento registra as apresentações das bandas durante os shows do “Sonisphere Festival”, realizado em 22 de junho, na Bulgária.

A edição deluxe – box cujo tamanho é 20.5 x 15 x 4cm – ainda trará um poster do festival, um poster de cada banda e, especula-se, uma palheta de guitarra.

Durante o festival em questão, o Metallica recebeu no palco integrantes das outras três bandas para tocarem uma versão de “Am I Evil?”, da banda Diamond Head. O acontecimento entrou para a história do Thrash, por ter sido a primeira vez que Dave Mustaine se apresentou num palco com o Metallica desde 1983, quando foi expulso da banda.





DAVE MUSTAINE FALA SOBRE AUTOBIOGRAFIA

30 07 2010

Fonte: CTV News

O website da “CTV News” publicou uma matéria sobre a ida de Dave Musatine ao Canadá para divulgar sua autobiografia, intitulada “Mustaine”. Na matéria, o músico fala sobre sua luta contra as drogas, trechos do livro e sobre o Megadeth.

Confira a matéria completa, em português, com exclusividade no IMPRENSA ROCKER!

Na capa de “Mustaine”, a nova autobiografia do frontman do Megadeth, um Dave Mustaine mais jovem, quase um querubim, olha impassivelmente para o leitor.

Em Toronto esta semana para divulgar o livro que será lançado na próxima terça-feira, a estrela do Metal de 48 anos está um pouco envelhecida agora, apesar de ainda exibir o mesmo cabelo ondulado e alaranjado na altura dos ombros, e uma camiseta e um jeans que parecem estar com ele desde os anos 80.

Sua aparência e sua música é tudo que permaneceu igual. Mas de acordo com Mustaine, todo o resto mudou.

O livro conta a jornada de Mustaine, de uma infância negligenciada até os perigosos excessos do estilo de vida do Rock n’ Roll, chegando a uma existência mais sóbria como homem de família que encontrou Deus – um personagem que não combina muito com o arquétipo do Metal.

“Eu acho que no início houve muitas pessoas furiosas por terem perdido seu guitarrista, seu cantor, seu frontman, seu Dave Mustaine”, ele fala sobre a repercussão entre os fãs, quando anunciou sua conversão ao cristianismo em 2003.

“Mas se você for reparar nas minhas letras no passado, tem muito de Deus nelas”.

Foi uma longa estrada de caos e tragédias, movida a drogas e álcool, que levou Mustaine a um novo caminho. 

Antes de Mustaine montar o Megadeth ele tocou guitarra no Metallica, e os fãs de Thrash Metal sabem muito bem sua história como um dos membros fundadores daquele super grupo.

Mas Mustaine foi expulso do Metallica ainda no início da banda, por causa de seu exagerado abuso de drogas e álcool, e assistiu de fora a banda decolar para o estrelato. 

Deixado sem nada e sentindo-se traído, Mustaine fundou o Megadeth. Ele conta que a expulsão (do Metallica) se tornou uma “inspiração” e sua necessidade de vingança foi seu combustível. No livro, ele culpa o baterista do Metallica, Lars Ulrich, por denegrir sua contribuição para o Metallica no início.

O livro será lançado no dia 3 de agosto, sem previsão de quando chegará no Brasil.

“Sem minhas canções e meus solos – sem minha energia – eu não sei se o Metallica um dia se tornaria a banda que é”, ele escreveu.

Ainda assim, Mustaine diz que agora já não tem mais ressentimento para com a banda.

“Foi a imprensa que manteve isto vivo”, diz ele.

O Megadeth logo escalou as paradas no mundo do Metal também, mas Mustaine sofreu com vários problemas, incluindo uma enfermidade no braço que quase encerrou sua carreira, a quase desintegração de seu casamento e várias temporadas em reabilitação.

“A heroína foi uma experiência terrível para nós”, fala sobre uso da droga pelo Megadeth.

Foi uma das várias drogas que a banda usou, e Mustaine diz que o catálogo da banda oferece pistas do progresso de sua espiral em descendência.

“Você pode ver que onde os diferentes tipos de drogas mudaram, a banda mudou”.

“O uso de heroína e cocaína, e a devassidão, e as brigas, os roubos e os assaltos”. 

O Alcoolismo também consumiu Mustaine, uma condição que ele dividiu com seu pai, que morreu após escorregar de um balcão de bar e bater com a cabeça. Com seu pai respirando através de aparelhos, Mustaine correu até o hospital com uma bebida nas mãos.

“Você vai acabar que nem ele”, foi o que sua irmã disse a Mustaine quando chegou no hospital.

Ele credita a religião por ter salvo sua vida, protegido sua família e o mantido como um membro do Megadeth.

“Quando eu fui salvo, eu não pensava em me salvar”, ele fala.

“Eu queria endireitar minha vida com Deus, tirar minha família da sarjeta… E apenas tomar uma decisão realmente boa na minha vida, para variar”.

Mustaine escreveu sua autobiografia com a ajuda do jornalista Joe Layden. Ele contou que a experiência foi “bastante catártica”.

O Megadeth atualmente está excursionando com a “Canadian Carnage Tour”, e Mustaine não tem planos de parar.

“Eu acho que serei um músico até o fim dos meus dias”, diz.





MEMBROS DO METALLICA, MEGADETH, ANTHRAX E SLAYER FALAM SOBRE THRASH METAL

23 07 2010

Fonte: The Guardian

O “The Guardian” fez uma extensa matéria sobre a “The Big Four World Tour” e conversou com Dave Mustaine (Megadeth), Kirk Hammett (Metallica), Kerry King (Slayer) e Scott Ian (Anthrax), para saber mais sobre a reunião das quatro gigantes do Thrash Metal.

Confira a matéria completa, em português, com exclusividade no IMPRENSA ROCKER!

A “The Big Four Tour” – que traz Slayer, Anthrax, Megadeth e Metallica finalmente juntos – é um grande salto ao passado para o Metal.

“Ele fala com a essência da psique humana, cara”, diz o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, explicando a longevidade do Thrash Metal. “É verdade. Ele tem uma batida e uma energia que fala com você, não importa qual sua criação cultural, sua idade e de onde você é. Se você o escuta e faz uma conexão, já era, cara. Você estará nisso por toda a vida”, completa.

Quem pode discutir? Afinal de contas, quando nos encontramos, ele estava no meio de uma corrida para tocar para milhões de fãs pela Europa, ao longo de sete dias. Eles estavam lá para testemunhar o show que eles disseram que nunca poderia acontecer – os quatro gigantes do Thrash Metal, Metallica, Slayer, Anthrax and Megadeth tocando no mesmo palco pela primeira vez em quase 30 anos de carreira.

É uma ocasião que, apesar de amargas rivalidades, testemunhou inesperadas reconciliações e uma surpreendente quantidade de humildade, dado os tamanhos dos egos envolvidos. “O Metallica arranca as pessoas de suas cavernas, todo mundo vem para vê-los”, fala Kerry King, guitarrista do Slayer. “O resto de nós é só a cobertura num bolo já matador”. E acima de tudo, é um testemunho da sobrevivência de um gênero que parecia morto e enterrado há uma década, e da reabilitação de quatro bandas, cujas carreiras tiveram inúmeros obstáculos atirados no caminho, de tragédias pessoais à vícios em drogas, sem contar os colapsos criativos e comunicativos. 

O Thrash foi forjado no começo dos anos 80 por um grupo de bandas, predominantemente californianas. Eles pegaram o “galope bangueável” dos grupos da NWOBHM, como Judas Priest, Angel Witch e Iron Maiden, adicionaram agressividade, niilismo e o descontentamento político da cena Punk Hardore. O resultado foi um contra-ataque à envaidecida cena do Glam Metal. Scott Ian, guitarrista e membro fundador do Anthrax, que resistiu à moda saindo de Nova Iorque, explica: “nós éramos o azarão, e olhávamos para as bandas grandes e pensávamos, ‘nós somos o verdadeiro Metal. Não vocês’. É estúpido pra caralho quando penso sobre isto agora, mas eu entendo totalmente a mentalidade que tínhamos”. Essa mentalidade, entretanto, pegou o espírito da época. “Os garotos podem crescer ouvindo Bon Jovi ou coisas do tipo, mas quando estão com 15 anos e não querem mais aquilo, então passam a ouvir Anthrax e Metallica. E esta era nossa missão: impedir os garotos de irem para o lado negro!”.

No fim dos anos 80, sem apoio da MTV ou das rádios, as quatro grandes, junto com um segundo escalão de bandas semelhantes em rápida expansão ao redor do mundo, se tornaram a força definitiva do Metal. O Slayer lançou “Reign in Blood”, ainda lembrado como um dos melhores álbuns de Metal de todos os tempos; o Anthrax se alinhou com a cena de Hardcore nova-iorquina; o Megadeth, formado pelo ressentido Dave Mustaine após ser demitido do Metallica, derrubou os obstáculos e vendeu milhões de álbuns do seu próprio jeito; e o Metallica, depois de se restabelecer da morte do baixista Cliff Burton, foi se posicionando lentamente para ser a maior banda de Metal do mundo.  

Para Mustaine, isto foi quando a nova ordem do Heavy Metal se estabeleceu – descompromissada em sua visão, musicalmente e liricamente, e milhões de quilômetros de distância das festejadas bandas de cabeças de vento que os “quatro grandes” expulsaram do topo. “Provavelmente ainda tem gente lançando Glam Metal em algum lugar e há algumas garotas de tetas siliconadas comprando esta merda, mas as pessoas que realmente gostam de Heavy Metal… Thrash é música para os homens que pensam”, diz. “Eles tentam estigmatizar as pessoas do Metal e fazem parecerem estúpidos. Quando eu fui para a Casa Branca nos anos 90 (como parte da campanha “Rock the Vote), muita gente pensou ‘bem, ele não parecerá muito inteligente’ e, ao contrário, eu fui muito bem articulado”.

Todavia, quando o Grunge chegou no começo dos anos 90, os pioneiros do Trash, de repente, se encontraram num deserto. O Metallica pode ter se lançado ao super-estrelato – mesmo que os fãs “hardcore” achassem que ela haviam amaciado seu para tal – mas eles deixaram sua “realeza” adormecida. O Anthrax, a mais caricata das “quatro grandes”, achou difícil de lidar com esta mudança de panorama para uma música mais sombria e introspectiva. “Quando o Rock Alternativo surgiu nos anos 90, nós pensávamos: ‘eles estão por toda a MTV. De que porra de jeito eles são alternativos? Nós somos o alternativo’”, lamenta Ian.

A assustadora reputação do Slayer garantiu a eles fanáticos seguidores, mas seus lançamentos dos anos 90 foram irregulares, tanto em quantidade quanto em qualidade. E problemas criativos eram o mínimo quando eles foram envolvidos no assassinato de uma garota de 15 anos por três colegas de colégio que, foi alegado, haviam escutado Slayer repetidamente antes do crime. O processo contra eles foi finalmente descartado em 2001. Já no campo do Megadeth, Mustaine, entre suas intermináveis brigas com colegas e ex-colegas de banda, passou metade da década viciado em heroína.

A desgraça do Metallica foi espetacular. Apesar de haver algumas queixas sobre a respeito de suas escolhas musicais nos anos 90, foi a batalha com o site de trocas de arquivos, Napster, em 2000, após o vazamento de uma faixa inédita da banda, que se tornou a gota d’água para muitos. Para um grupo cuja base de fãs se consolidou nos anos 80 ao trocar fitas gravadas, o episódio do Napster pareceu petulante, de pouca visão, e transformou o baterista e estrategista da banda, Lars Ulrich, de herói à figura odiada. Para recuperar a boa reputação, no auge de seus problemas artísticos e pessoais, a banda deu livre acesso para os cineastas Joe Berlinger e Bruce Sinofsky fazerem um embaraçoso e fraco documentário. O resultado, “Some Kind of Monster”, capturou uma banda em crise enquanto lutam desinteressados para fazerem seu “fundo do poço” criativo, “St. Anger”. Hammett, entretanto, acredita que aquele tinha que ser feito. “Ele nos impediu de acabar – tínhamos algo em que nos focar, e isto nos manteve juntos com uma unidade. Nós sempre arriscamos, e muitas vezes acabamos do lado errado da estrada. Mas nunca fizemos um disco de Rap Metal, graças a Deus”. 

Enquanto os “quatro grandes” estavam à deriva, indo cada vez mais para longe da popularidade, substituídas pelo Nu-Metal no “mainstream” e pela expansão do Death e Black Metal como extremos do gênero, algo animador estava acontecendo nas raízes do Metal. A partir do começo do novo século, um novo interesse no Thrash estava crescendo, e várias bandas estavam lotando shows em garagens e gerando a popularidade “boca-a-boca” que o Metallica aproveitou uma geração antes. Os “quatro grandes” estavam sendo citados como sagrados mais uma vez, por gente que não era nascida quando seus primeiros álbuns foram lançados.

É difícil de acreditar que isto não foi percebido pelos fundadores do Thrash. Assim que possível, Metallica e Slayer chamaram Rick Rubin, o produtor de “Reign in Blood”, para fazer o “Death Magnetic” e “Christ Illusion”, respectivamente. Estes se tornaram seus maiores sucessos de crítica e de vendas em mais de uma década. “De1985 até 90, todos estavam lançando ótimos discos”, reconhece King. “E aqui estamos nós fazendo isso novamente”. Mustaine superou um problema no braço que ameaçou terminar com sua carreira e reformou o Megadeth, enquanto o Anthrax voltou com o vocalista Joey Belladonna, a voz dos discos mais amados da banda. E, através dos esforços do personagem mais ridicularizado do Trash, Lars Ulrich, as quatro bandas finalmente se juntaram para tocar para meio milhão de devotos headbangers. “Se você olhar para os últimos 40 anos, você não encontraria quatro bandas que pudessem fazer isto. Estamos todos aqui e podemos fazer isto – é incrível”, diz Ian.

As quatro bandas posam juntas para foto.

É uma extraordinária reviravolta , mas indiscutivelmente o mais estarrecedor de tudo é que Mustaine, o eterno amargo do Metal, parece ter feitos as pazes com o passado e finalmente enterrou as brigas com o Metallica. “No Backstage, James (James Hetfield, o frontman do Metallica) e eu estávamos conversando, e nos abraçamos e nos desculpamos pelas coisas que fizemos para outro no passado. E Lars eu estávamos falando sobre sair para jantar. Quem pensaria que isto iria acontecer? Mas aqui estamos nós, detonando e destruindo em nome do Heavy Metal”.








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