“SE VOCÊ TEM UM SONHO, CONTINUE ACREDITANDO NELE”, ENSINA OZZY OSBOURNE

11 02 2011

Fonte: The Macomb Daily

O site “The Macomb Daily” produziu uma matéria sobre Ozzy Osbourne e contou com depoimentos exclusivos do mad man. Ozzy falou de seu recente álbum, “Scream”, do reality show “The Osbournes”, de sua vida, dentre outros assuntos.

Confira a matéria na íntegra, em português, com exclusividade no IMPRENSA ROCKER!

Após quase 45 anos fazendo música, criando caos e andando no tipo de trem louco do Rock n’ Roll que poucos conseguem, Ozzy Osbourne é o primeiro a reconhecer que sua simples existências “é um milagre”.

“Com tudo que já fiz e já passei, sou apenas um cara muito sortudo de não estar a sete palmos do chão, empurrando margaridas, sabe?”, diz Osbourne, que vendeu mais de 100 milhões de álbuns ao redor do mundo sozinho e como parte do Black Sabbath, com quem foi introduzido ao Rock n’ Roll Hall of Fame em 2006.

“E sou como um rato de laboratório que sobreviveu”.

Mais do que sobreviver, entretanto, Osbourne está prosperando e em mais evidência do que nunca nos dias de hoje.

No ano passado ele publicou sozinho uma franca, engraçada e premiada autobiografia, “I Am Ozzy”, que estreou em segundo lugar na lista de best sellers do “The New York Times” e que, Segundo rumores, está prestes a ir para as telonas, tendo na produção sua esposa e empresária Sharon Osbourne. Ele também lançou seu décimo álbum solo, “Scream” – fazendo com que uma multidão no “Dodger Stadium” em Los Angeles entrasse no livro dos recordes “Guinness World” pelo grito mais longo em 11 de junho de 2010, além de ser nomeado para receber o Grammy de “Melhor Performance de Hard Rock” com o single “I Want To Hear You Scream”.

Além disso, Osbourne participou como convidado nos álbuns do guitarrista Slash e do rapper Eminem. Ele recentemente apareceu com a sensação teen, Justin Bieber, numa propaganda da “Best Buy” veiculada no “Super Bowl” e emprestou sua voz para um personagem da nova animação “Gnomeu & Juliet”. Entretanto, dado o seu passado sórdido de abuso de substâncias, o auto-proclamado “Príncipe das Trevas” surpreendeu ao escrever uma coluna semanal sobre saúde, chamada “Ask Dr. Ozzy”, no jornal britânico “Sunday Times”, que ocasionalmente é pego pela revista “Rolling Stone” e pode ser compilado para seu próximo livro. 

“Não é sério” fala Osbourne, que sofre da Síndrome de Parkin, uma desordem similar à Doença de Parkinson. “Quer dizer, eu sou a última pessoa a pedir por Socorro. Não sou medico. Eu não sei do que estou falando na maioria das vezes”.

“Mas muito do que eu falo é apenas senso comum. Eu sei que quando você está no buraco, você quer que alguém lhe ajude, e é muito difícil para muitas pessoas pedir ajuda. Então se eles sentem que podem me perguntar, e que eu possa dar alguma informação importante, talvez eu possa ajudar, sabe”?

O que você provavelmente não irá ver Ozzy fazendo num futuro próximo, diz ele, é trabalhar na TV. Apesar de seu incalculável sucesso musical, a grande fama de Ozzy veio do “The Osbournes”, um reality show da MTV que ficou no ar de 2002 a 2005, mostrando o caos da família – seja real ou ensaiado – e a preferência dos Osbournes pela profanação e comportamento alegremente errático, e que fez com que ele e Sharon ganhassem um lugar na lista do “Sunday Times” dos casais mais ricos.

Osbourne já disse que passou quase todo o programa chapado, e após a subseqüente tentativa da família num show de variedades em 2009, “Osbournes: Reloaded”, ele pôs a televisão no retrovisor.

“Eu nunca digo nunca”, explica o pai de seis filhos e duas vezes casado, “mas tenho que ser honesto: eu não sou muito interessado por TV. Aquele lance do ‘Reloaded’, eu não queria fazer. Quando eles acabaram com o programa, graças a Deus, eu fiquei muito feliz”.

“Eu não sou um cara da televisão, sabe? Meu grande lance é música e Rock n’ Roll. Eu sempre me surpreendi pelo fato do “The Osbournes” ter explodido. E para ser honesto com você, ainda não entendo como aquilo aconteceu daquela forma. E as pessoas não tinham a menor idéia que eu estive envolvido com o Rock n’ Roll por toda a minha vida. Elas me paravam nas ruas e perguntavam, ‘o que você está fazendo agora?’, e eu respondia, ‘estou fazendo meu Rock n’ Roll’. E elas falavam, ‘Oh, você também faz isso’”?

“Me impressionou o fato das pessoas só me conhecerem do programa de TV. Eu realmente não não gosto disso”.

“Scream” certamente colocou Ozzy de volta no mapa do Rock n’ Roll. Produzido junto com Kevin Churko e gravado com uma nova banda que inclui o guitarrista Gus G, do Firewind, tomando o lugar do colaborador de longa data Zakk Wylde, o disco mostra Ozzy propositadamente declarando, “eu sou um Rock star” e batendo forte em hinos, como “Let Me Hear You Scream”, “Soul Sucker”, “Fearless” e “Lei It Die”. Ele está feliz com os resultados, mas diz que eles não foram necessariamente planejados.

“Sabe, por toda a minha carreira as coisas mais memoráveis que fiz vieram do nada”, ele explica. “No álbum ‘Scream’ eu não falei, ‘quero que ele soe desta forma, quero que ele soe daquela forma’. Eu posso escutar o Sabbath nele, poso escutar meu lance solo, posso escutar coisas contemporâneas”.

“Ser Ozzy Osbourne já limita bastante o que você pode explorar. Se você tentar ser hábil demais, as pessoas dirão, ‘oh, soa progressivo demais’. Quer dizer, eu não conseguiria ser progressivo se tentasse, mas pessoas como Ozzy têm que soar de uma certa forma, então é isto que damos às pessoas”.

Osbourne planeja continuar gritando pelo verão (Nota do Tradutor: verão do hemisfério norte), com uma turnê norte-americana, seguida por uma apresentação num festival europeu e, provavelmente, um evento do “Ozzfest” nos Estados Unidos. E há mais planos: ele está cooperando com seu filho, Jack, num documentário intitulado “Wreckage of My Past” (N.T.: Foi divulgado ontem que o título foi trocado para “God Bless Ozzy Osbourne”), enquanto outra reunião do Black Sabbath é possível, já que as diferenças legais com o guitarrista Tony Iommi foram sanadas.

“Você não poderia inventar minha história”, fala Osbourne. “Eu vim de uma família muito pobre da classe trabalhadora, e me lembro de ficar sentado à minha porta, pensando, ‘não seria ótima se Paul McCartney casasse com minha irmã?’, e todos estes sonhos bobos que os garotos têm. Eu pensava, ‘deve ser muito legal ser um Beatle’, o que provavelmente é o que todo mundo pensa sobre os Rock n’ Rollers, até hoje”.

“E aqui estou eu. Aconteceu. Então quando as pessoas dizem, ‘quais conselhos você pode me dar?’, eu as digo a maioria dos meus sonhos se realizou, então se você tem sonhos, continue acreditando neles, e às vezes – não sempre, mas às vezes – eles se realizam. Eu garanto”.





BOB DYLAN ASSINA CONTRATO PARA PUBLICAÇÃO DE SEIS LIVROS

20 01 2011

Fonte: New Musical Express

O lendário Bob Dylan assinou um contrato com a editora “Simon & Schuster” para a publicação de seis livros.

Segundo o jornal “Crain’s New York Business”, para este novo contrato, Dylan irá lançar duas sequências para seu livro “Crônicas: Volume Um”, lançado em 2004, além de dois outros livros baseados no seu programa de rádio, “Theme Time Radio Hour”.

Detalhes sobre os outros dois livros incluídos no contrato ainda não foram revelados.

O “Crônicas: Volume Um” foi o primeiro número das memórias de Dylan, mas não apresentou muito material baseado em sua vida de meados dos anos 60, quando sua fama estava no auge.





REVELADA CAPA DE NOVO LIVRO DE NIKKI SIXX

17 01 2011

Fonte: Blabbermouth

Foi divulgada a capa de “This is Gonna Hurt: Music, Photography and Life Through The Distorted Lens of Nikki Sixx”, novo livro de Nikki Sixx, baixista do Motley Crue. O lançamento da obra está agendado para 12 de abril, e já está disponível para pré-venda na Amazon.

O livro é parte álbum de fotos e parte diário – mas ao estilo de Nikki Sixx. É uma coleção de fotos e histórias que capturam a raiva, o amor, o otimismo, a escuridão e a determinação que moldam seu trabalho. Escrito com a mesma autenticidade crua do best seller do New York Times, “Diários de Heroína”, o novo livro conta as experiências de Sixx, desde seus primeiros dias entupido de tóxicos até seu sucesso com o Motley Crue, sua morte por overdose e renascimento para o vício em música, fotografia e amor.

Numa entrevista para o website “Artist Direct”, Sixx falou sobre “This is Gonna Hurt”. “Estamos trabalhando no livro agora. Está 99% concluído. É excitante para mim, porque provavelmente terá cerca de 150 fotos minhas, então você começa a ver a ligação entre quem eu era quando criança e quem eu sou como adulto, e o que acontece durante esta jornada e como meu cérebro fodido funciona”.

Confira abaixo a capa de “This is Gonna Hurt: Music, Photography and Life Through The Distorted Lens of Nikki Sixx”:





O LOBO MAU

7 01 2011

Como diria o próprio Lobão, “a vida é doce”! E quando eu não achava que poderia ficar melhor, eis que me deparo com o vídeo (na verdade é só o áudio) abaixo:

Se trata de uma ida de Lobão ao programa “Transa Louca”, na rádio Transamérica, para divulgação da sua auto-biografia. A conversa correu para outros assuntos e o velho lobo destroçou, com requintes de crueldade, a equipe de radialistas rasos e imbecilizados que comandam o programa. Confesso que me peguei vibrando (parecia que o meu Bahêa tinha feito gol) enquanto escutava Lobão falar tudo o que a gente sempre quis falar para estes merdas.

Os radialistas falam besteira, lobão detona, eles se contradizem, lobão detona mais ainda, eles tentam retirar o que disseram, Lobão executa… Nada como começar uma sexta-feira assim.

LONG LIVE ROCK N’ ROLL!





MICK JAGGER CHAMA A BIOGRAFIA DE KEITH RICHARDS DE ENTEDIANTE

10 12 2010

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Globo.com

Mick Jagger chamou a biografia de Keith Richards de entediante e acredita que o livro seja desnecessário, segundo informações do jornal “The Sun”. O vocalista do “Rolling Stones” declarou que nunca iria seguir o mesmo caminho e escrever sua biografia. “Você não quer terminar como um velho jogador de futebol falando como fez o cruzamento na final da Copa de 1964″, disse.

No livro, que recebeu o título “Life” (Vida), Richards conta sua história desde a infância em Kent, na década de 40 e 50, até encontrar a fama com o Rolling Stones nos anos 60. Além de afirmar que Mick Jagger teria um “pinto minúsculo”.





IRON MAIDEN: BIOGRAFIA NÃO AUTORIZADA SAI NO BRASIL

8 12 2010

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Guitar Player

Chega esta semana ao Brasil o livro “Iron Maiden – 30 Anos da Besta”, via “Beast Books”. Escrita pelo jornalista inglês Paul Stenning, a obra é uma biografia não autorizada sobre o sexteto britânico de Heavy Metal.

A trajetória do grupo é revirada desde seu surgimento, em 1976, até o ano de 2006. O autor aborda temas marcantes, mudanças de formação, gravação dos álbuns, entre outras coisas. Também estão nas páginas depoimentos de membros e ex-membros, além de pessoas ligadas à banda.

A venda de “Iron Maiden – 30 Anos da Besta” começa nesta sexta-feira, 10 de dezembro, nas grandes livrarias, na Galeria do Rock (São Paulo) e também pelo site criado especialmente para a biografia.





“AINDA SOMOS AMIGOS”, DIZ KEITH RICHARDS SOBRE MICK JAGGER

7 12 2010

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Vírgula

Em entrevista ao programa “Fantástico”, Keith Richards afirmou que sua amizade com Mick Jagger não acabou. O guitarrista dos Rolling Stones negou que tenha escrito em sua biografia que os dois não têm mais nenhum tipo de relacionamento.

“Nós somos mais do que amigos – somos irmãos, unha e carne, e irmãos sempre brigam. Nós já tivemos brigas feias, inclusive, mas sempre que precisamos um do outro não há hesitação”, garantiu Keith Richards, que também revelou que seu colega de banda não ficou muito contente com o lançamento da autobiografia.

“É, Mick não ficou lá muito contente com o que eu escrevi sobre ele. Mas então agora é a vez dele escrever uma também!”, afirmou o músico.

Em sua autobiografia, intitulada “Vida”, Keith Richards faz uma narrativa detalhada a respeito de seu mergulho nas drogas e da crescente fascinação de Mick Jagger com a fama e o status de celebridade.





KEITH RICHARDS SE ABRE DURANTE CONVERSA NA BIBLIOTECA DE NOVA IORQUE

2 11 2010

Fonte: Rolling Stone

Keith Richards, que tem uma enorme biblioteca na sua casa em Connecticut, uma vez disse, “enquanto você está crescendo, há duas instituições que te afetam profundamente: a igreja, que pertence a Deus; e a biblioteca pública, que pertence a você”.

Paul Holdengraber, o diretor de programas da Biblioteca Pública de Nova Iorque, leu a frase em voz alta para um público de 600 pessoas na última sexta-feira, para apresentar Richards, que veio ao prédio “Stephen A. Schwarzman para participar do “Live From The NYPL”, um bate papo sobre “Life”, sua recém lançada autobiografia.

O editor colaborador da revista “Rolling Stone” foi quem guiou a conversa. Esta foi uma rara oportunidade de ouvir Richards falando longamente, sobre assuntos que variaram desde sua infância pós-guerra na Inglaterra (“Nós, não sabíamos que havia outro lugar fora de lá”, seu respeito por Mick Jagger (“Ninguém além dele consegue cantar “Midnight Rambler”) e paternidade (“De repente há uma pequena criatura que depende de você – então surge um senso de responsabilidade).

Mesmo Richards tendo recusado que um violão fosse colocado no palco, o burburinho sobre o show praticamente rivalizava com os das apresentações dos Stones. Os ingressos se esgotaram em 42 segundos. Havia uma equipe de filmagem de prontidão, junto com rostos familiares do mundo dos Stones; seu esquema de segurança, o promotor Michael Cohl e vários fãs famosos, como Lou Reed e Steve Van Zandt.

Richards entrou no palco às 19h30, vestindo um chapéu marrom, jaqueta de couro preta, e botas de camurça laranja. Ele sorriu para a barulhenta platéia enquanto se sentava. “A biblioteca pública de Dartford não era nada parecida com esta”, ele riu.

O guitarrista começou falando sobre sua infância na Inglaterra. “Haviam pedregulhos em todo o lugar”, disse. “Se havia alguma construção em pé, fantástico”. Ele passou a maior parte do seu tempo livre na biblioteca (“que lhe dava a sensação de que havia algo lá fora”) e, eventualmente, escutando música norte-americana – o Jazz que seus pais ouviam (Sarah Vaughn e Ella Fitzgerald) e as primeiras canções de Rock n’ Roll. “Entendam que o resto do mundo ficou fascinado com a música norte-americana”, disse ele, virando-se à platéia. “Aquele cruzamento de idéias só possível com culturas diferentes… Você não tinha aquilo na Europa. Nós tínhamos a Polka”, ri. Não tenho como destacar isto forte o suficiente. “Diabos, até os nazistas adoravam as bandas de Jazz”.

Ele falou sobre a bem conhecida história de ter encontrado Mick Jagger num trem. “Eu perguntei a ele, ‘onde você conseguiu estes discos’? ‘Chigaco’. Tudo começou daí. Eu apenas queria roubar os discos dele”.

Richards e Jagger logo estariam estudando o Blues com seus novos companheiros de banda, Charlie Watts, Bill Wyman e Brian Jones. “Estávamos maravilhados em ter nos encontrado e que poderíamos sentar e escutar aqueles caras – Jimmy Reed, Elmore James – e pensar, ‘oh, não tanto a musicalidade da coisa, mas sim revelar idéias e especialmente revelar sentimentos”. Richards disse que não foi cativado somente ela música do Blues, mas também pela natureza gentil de seus heróis quando os conheceu, especialmente Bo Diddley.” Eles eram “gentlemen”. Estes caras eram bem durões, mas eles se explicavam para você”.

Uma outra preocupação guiou os Stones: “Os adolescentes não irão escutar os caras originais”, Richards explicou, rindo. “Então pensamos, ‘vamos fazer a segunda melhor versão’ – algo meio que como uma filosofia angelical. Por que caras brancos da Inglaterra tinham que ensinar os norte-americanos sobre o Blues, até hoje é algo que não descobri”.

Richards contou que nunca considerou os Beatles como rivais. “Eles eram essencialmente um grupo vocal. Não importava se quem estava fazendo a voz principal era Paul, John ou George. Isto variava. Nos Stones, nós tínhamos um frontman – e tínhamos o melhor de todos”. Richards também mencionou Bob Dylan como uma influência. “Ele trouxe uma nova inclinação para a forma na qual se compunha. Eles precisam que a canção tenha três minutos ou você precisa que ela dure um pouco mais? Tome seu tempo”.

O guitarrista se tornou mais calmo quando a conversa entrou nas suas experiências com drogas. Ele começou explicando que passou a usar para conseguir atender à agenda exaustiva dos Stones, mas então interrompeu sua fala e disse: “quer saber de uma coisa senhoras e senhores, vou fazer um intervalo”. Ele se levantou, saiu do palco e retornou um minuto depois. “Assim é melhor”, disse. (A pausa de Keith para ir no banheiro certamente me surpreendeu”, disse DeCurtis à “Rolling Stone” mais tarde. “Se uma banda espera um minuto a mais entre duas músicas, você pensaria que ele está trocando de roupa. Aqui, ele poderia estar fazendo qualquer coisa. Levando em conta o ritmo de um evento como este, a pausa foi um pouco confusa”.)

Richards continuou dizendo que não recomenda drogas a ninguém. Ele tem estado limpo por 30 anos, citando a paternidade como sua motivação para largar as coisas mais pesadas. A reputação de doidão “tem me seguido como sombra nos últimos 30 anos”, disse ele, acrescentando que ele nem se considera mais uma autoridade sobre drogas. “Todas as minhas novidades estão obsoletas”.

Quado DeCurtis pediu que o guitarrista listasse três momentos essenciais em sua vida, Richards respondeu: “A primeira vez que fomos pagos para entrarmos num estúdio de gravação. O segundo foi ter tocado no “New York Academy of Music” – tocar num palco norte-americano pela primeira vez foi realmente um ponto alto da banda. O terceiro? Bem, ainda não cheguei lá”.

DeCurtis perguntou se Richards ainda se define essencialmente como um Stone. “Acho que sim”, disse. “Depois de todos estes anos, seria bem difícil me separar dos Stones de alguma forma coerente… Pergunte a Count Basie como é manter as coisas vitais funcionando após todos estes anos e ainda assim curtir. Ray Charles também. Todos estes caras ainda poderiam detonar mesmo após tantos anos. E há algo nisto que faz com que você não queira deixar ir embora”.

James Fox, que co-escreveu “Life” com Richards, disse à “Rolling Stone” que ficou impressionado após assistir a conversa, da platéia. “Sua humildade e reverência para com as pessoas que o ensinaram música é algo que aparece ao longo de toda a história”. “Sempre achei que seu senso de reverência é uma das coisas mais interessantes dele. Este lado dele nunca se alterou e manteve seu pé no chão. Isto foi mostrado nesta noite”, concluiu.

Antes de entrar no palco, “Richards” passou 20 minutos na sala de “Coleções Especiais” da biblioteca, onde a equipe havia organizado alguns itens raros, incluindo uma carta da Rainha Elizabeth I, um antigo fólio de Sheakspeare e uma das primeiras versões da Declaração da Independência norte-americana. Um último item estava coberto por uma folha de papel, onde estava escrito, “temos muito orgulho de termos isto”. “Richards levantou a folha de papel”, lembra DeCurtis, “e era o livro de dele. Ele riu muito. Keith tem muito orgulho de que seu livro esteja nesta biblioteca. Ele é uma pessoa que leva muito a sério a vida literária”.





METALLICA: BIOGRAFIAS RETRATAM A BANDA SOB DIFERENTES PERSPECTIVAS

27 10 2010

Enviado por: Raquel Hortmann
Originalmente publicado: Guitar Player

Uma nova biografia sobre o Metallica será lançada no exterior. Escrita pelo jornalista britânico Mick Wall, “Enter Night – The Biography” estará nas livrarias do Reino Unido a partir do dia 11 de novembro, via editora Orion.

A obra terá capa dura e abordará os quase 30 anos de estrada da banda. De acordo com uma descrição, as páginas tratarão dos problemas internos, da morte do baixista Cliff Burton, dos sucessos e de como o grupo tornou-se um dos cinco nomes que mais venderam discos de todos os tempos.

O Metallica também foi tema de outro livro. O lendário fotógrafo Ross Halfin, referência no Rock, lançou há alguns dias “The Ultimate Metallica”, que reúne diversas fotografias feitas ao longo de 25 anos, além de textos assinados pelo autor e por pessoas próximas à trupe, incluindo os próprios Lars Ulrich (bateria) e Kirk Hammett (guitarra).





LIVRO DE FOTOS DE JIMMY PAGE ESGOTOU ANTES DO LANÇAMENTO OFICIAL

26 10 2010

Fonte: Gibson.com

O guitar hero do Led Zeppelin ainda é um superstar, apesar de ter andado sumido nos últimos anos. O jornal “Totonto Sun” noticiou que seu livro de fotografias em edição limitada, que custa módicos US$ 750, já estava esgotado antes da data oficial de lançamento.

O livro inclui mais de 650 fotografias da vida e carreira do guitarrista, muitas delas raras e, até agora, inéditas.

A tiragem foi limitada em 2.500 cópias pela “Genesis Publications”, e cada livro vem em uma embalagem de couro, além de ter sido assinado e numerado pelo próprio Jimmy Page.








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