ROLLING STONES NEGAM PLANOS PARA TURNÊ EM 2011

3 02 2011

Fonte: Classic Rock

Os Rolling Stones negaram que haja quaisquer planos para uma turnê no fim deste ano. Uma batalha judicial entre a “Live Nation” e seu antigo presidente, Michael Cohl, pareceu revelar que a banda estava se organizando para iniciar uma turnê no fim de 2011. Entretanto a banda afirmou em um comunicado:

“Após a turnê “A Bigger Bang World Tour”, no final de 2007, os Rolling Stones se tornaram livres de quaisquer contratos ou acordos com Michael Cohl. Ele não é nem o representante da banda e nem seu promotor de turnês. Além disto, a banda confirmou hoje que não há planos concretos para uma turnê na data mencionada”.





ROLLING STONES PODEM ESTAR PLANEJANDO TURNÊ

1 02 2011

Enviado por: Bernardo Macondes
Fonte: Rolling Stone

Os Rolling Stones podem sair em turnê em breve para comemorar o aniversário de 50 anos da banda, que serão completados em 2012. Apesar de não ter sido feito nenhum anúncio oficial, um processo aberto na justiça indica que o grupo deverá colocar o pé na estrada.

O embate legal está acontecendo entre a “Live Nation”, gigante no ramo de produção de shows, e o organizador de turnês Michael Cohl. Este está sendo processado pela empresa, que pede US$ 5,35 milhões, alegando que Cohl descumpriu cláusulas do contrato que assinou ao deixar o cargo de diretor da “Live Nation”, em 2008.

Ele, por sua vez, reagiu entrando com outra ação na justiça, declarando que a foi produtora que descumpriu o contrato com o objetivo de atrapalhá-lo em sua tentativa de obter os direitos de promover a próxima turnê dos Stones, sendo que organizou absolutamente todas excursões mundiais deles desde 1989. O documento ainda explica que os integrantes do grupo sabem da existência da disputa, mas optaram por não ter nenhum envolvimento no caso. Ainda assim, Cohl acredita que o início dessa briga legal interferiu na relação de confiança que sempre manteve com a banda e quis mover a ação.





RONNIE WOOD CONTA QUE FOI DESPEJADO COM JIMI HENDRIX DE APARTAMENTO QUE DIVIDIAM

18 01 2011

Fonte: Mundo Pop

Ronnie Wood, o guitarrista dos Rolling Stones, contou em entrevista que ele e Jimi Hendrix foram despejados do apartamento que dividiam por causa de um cachorro. Os dois viveram poucas semanas junto com Pat Arnold, cantora das Ikettes, em um flat no bairro de Notting Hill, em Londres. Ronnie disse que Hendrix era muito gentil e lhe deu de presente um basset hound, que chamavam de Loopy.

“Ela nos mandou embora porque o cachorro fazia cocô por toda parte”, contou, segundo o “Music News”. O guitarrista de 63 anos se lembra bem das jams que os dois faziam sentados no apartamento, e como costumava ficar impressionado com o guitarrista americano. “Nós costumávamos nos sentar na cama e trocar ideias na guitarra. Ele conseguia virar o violão e tocar tão bem com a esquerda quanto com a direita (Jimi Hendrix era canhoto). Ele era como Ronnie O`Sullivan (campeão britânico de sinuca conhecido por sua habilidade com o taco).





SLASH FALA SOBRE JIMI HENDRIX

12 01 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Traduzido por: IMPRENSA ROCKER
Fonte: The Quietus

O website “The Quietus” conduziu uma extensa entrevista com o icônico guitarrista Slash, que falou sobre o guitarrista mais influente da história: Jimi Hendrix.

Confira abaixo a entrevista na íntegra, em português, com exclusividade no IMPRENSA ROCKER! 

Por qualquer ângulo, Saul Hudson tem vivido uma vida mágica. Como parte de uma das maiores bandas do mundo, ele se tornou um ícone por seus próprios méritos, e desde então já tocou com Michael Jackson, Bob Dylan e Ray Charles.

Ele sobreviveu anos à deriva num oceano de Jack Daniels e à ridícula gestação do “Chinese Democracy” do Guns n’ Roses (no qual ele não fez parte), mantendo sua reputação mais ou menos intacta.

Enquanto que os méritos artísticos em aparecer no “American idol” ou em ser imortalizado como um personagem de video game talvez estejam abertos para debate, parece que o lugar de Slash no panteão do Rock está muito bem seguro.

Quando conversei com ele, ele foi afável, entusiástico e louco para falar sobre a duradoura influência de Jimi Hendrix – um ídolo dele que não foi abençoado com tal longevidade.

Você nasceu na Inglaterra. Sua mãe fazia o figurino de David Bowie e seu pai fazia capas de discos para gente como Neil Young. Você deveria ser bem novo na época, mas alguma vez você encontrou Hendrix pessoalmente?
Nunca, mas minha mãe e meu pai eram do Rock n’ Roll, e especialmente meu pai me criou com o Rock inglês, você sabe, The Kinks, The Yardbirds, Stones e Beatles.

Então este foi o cenário da minha infância. Na verdade eu não conhecia Jimi até me mudar para Los Angeles, e de repente havia Hendrix, The Doors, The Mamas and The Papas, Starship – aquela coisa toda que estava acontecendo. E Jimi era excitante. Ele era a personificação daquele guitarrista selvagem e elétrico.

Você se lembra da primeira vez que o escutou?
Não especificamente, mas na nossa casa, em “Laurel Canyon”, era algo que lembro estar sempre na nossa radiola – o primeiro disco do Hendrix Experience. “Purple Haze” e “Light My Fire” estão bem enraizadas na minha memória.

O que foi que fez ele se destacar? Quando penso nos guitarristas que talvez tenha uma influência audível na forma como você toca, eu diria que é Page, Perry e talvez alguns dos Punks ingleses. Como Jimi entra nisso?
Provavelmente de forma subconsciente, porque eu só me tornei um guitarrista mais tarde, e olhando para quando peguei uma guitarra pela primeira vez, eu percebo que sempre fui focado em música guiada pela guitarra – eu sempre esperava pela entrada da guitarra.

Eu acho que a atração por Jimi era porque ele tinha este estilo fluido e desinibido que basicamente berrava. Tinha aquele som de primeira linha que meio que me atraiu. Eu acho que todos os meus guitarristas preferidos tem uma certa característica maníaca.

Tem alguns discos preferidos?
De Jimi, os dois primeiros discos. “Axis: Bold as Love” é o meu álbum de Hendrix preferido. Sou fã de “Little Wing”. “Voodoo Chile” é ótima, e sua versão ao vivo de “Machine Gun”.

Do “Live at The Filmore East”?
Yeah! O “Live at The Filmore East” é inacreditável. Na verdade, nunca tinha o escutado até os 14 anos.

Eu fico imaginando a extensão do que lhe interessa no mito Hendrix – a mística de sua personalidade.
Lembro de quando era um garoto, provavelmente aos 13 ou 14 anos, e havia um filme de Hendrix que costumava passar nos fins de semana, junto com o “The Song Remains The Same” e “The Rocky Horror Picture Show”, e Steven Adler e eu costumávamos entrar escondidos, nos chapar e ficar assistindo a estes filmes.

Definitivamente há uma fascinação pela personalidade de Hendrix – seu comportamento – que parecia muito, muito cool. Eu não acho que você possa ser muito mais cool do que Jimi Hendrix..

Quando penso sobre Jimi agora, começo a pensar em como era ser um rockstar em 1967 ou 1968. Devia ser uma época bem selvagem, porque tudo era tão novo e primitivo, e todo mundo estava vindo de um lugar tão diferente, mentalmente. Havia acontecimentos políticos que tinham grande influência na cultura jovem, e os garotos tentando segurar a vida e o futuro em suas próprias mãos.

O grande lance sobre as drogas na época, em minha opinião, é que era algo que os garotos estavam usando porque, primeiro, era divertido; e era uma experiência, e meio que era só deles, além do fato de que os adultos odiavam e “O Homem” odiava – não havia o tipo de tabu que há hoje, e havia toda esta experimentação, porque também havia um grande movimento.

Jimi estava na linha de frente daquele jeito de tocar, que mais tarde se seria considerado como guitarra psicodélica. Deve ter sido uma viagem estar perto deles – ser um músico e escrever e criar discos naquela cena, e isto é algo que me fascina com relação aos artistas daquele período.

Eu fui criado nisso – sou um resultado daquela cultura. Nascer na Inglaterra, de um pai inglês e uma mãe negra, é o máximo de anos 60 que se pode ser. Meus avós estavam devastados!

Obviamente Hendrix nasceu nos Estados Unidos, mas foi na Inglaterra onde ele primeiro conseguiu um sucesso significativo. Você meio que é o oposto, apesar de não ter vivido tanto tampo na Inglaterra, antes de se mudar para os Estados Unidos. Você sente algum tipo de empatia por Hendrix por causa disso?
Para mim, especificamente se não fosse pelo… Estou tentando pensar de uma forma mais sutil de colocar isto, mas não consigo. Esta coisa do cruzamento… Se eu não tivesse nascido na Inglaterra e se meus pais não tivessem ficado juntos do jeito que ficaram, eu não seria quem eu sou.

Eu acho que foi muito importante eu ter aquela influência de crescer na Inglaterra naquele período, e misturar as coisas quando me mudei para os Estados Unidos, com tudo que estava acontecendo por lá. Isto teve um grande impacto em quem eu acabei me tornando.

O lance sobre Jimi é que ele nasceu nos Estados Unidos com um talento vindo dos céus, mas foi descoberto por uma turma inglesa que levou ele para Londres, onde tudo estava acontecendo e eles o apreciaram por quem ele era.

É um tanto engraçado, porque você pensa em todos os grandes guitarristas que estavam surgindo na época… Basicamente os guitarristas ingleses eram um bando de garotos brancos que queriam ser negros e tocar aquele tipo de som, e então há este garoto negro vindo dos Estados Unidos que meio que traz a coisa completa de lá e todo mundo fica, “uau”! Todo mundo estava tropeçando em Jimi, que realmente é a personificação daquele jovem guitarrista, usando muita distorção, muito feedback… Deve ter sido bem interessante ser, por exemplo, Jeff Beck, na época.

A representação de Hendrix como parte daquela cena, ou certamente minha percepção da coisa, é que ele era um cara realmente inocente, que foi puxado pelas drogas e hedonismo. Você, talvez mais com o Guns n’ Roses, foi retratado também como adepto do hedonismo. Era uma decisão consciente se mostrar daquela forma – ou aquilo era apenas como você era?
Eu realmente não prestava muita atenção. Eu apenas achava que éramos totalmente normais. Reconhecidamente, nós tinhamos uma certa quantidade de atitude e um certo modo de fazer as coisas, mas basicamente apenas estávamos sendo nós mesmos. Eu acho que naquele ponto em particular, não haviam muitas pessoas – entre meados e fim dos anos 80 – que não se adaptavam ao status quo. Muito daquilo era verdade, mas eu acho que eles passaram muito tempo focados naquilo, porque talvez a mídia achasse que era rentável.

É engraçado, porque eu nasci na cultura das drogas. Não vou falar em nome de nenhum dos outros caras – todos têm razões diferentes para fazer o que fazem – mas para mim, pessoalmente, não tinha nada a ver com os rockstars anteriores a mim. Eu não havia lido sobre isto nos livros. Não fui influenciado por Sid Vicious, Keith Richards ou Jimi Hendrix com relação ás drogas e todo aquele tipo de merda – era apenas parte do meu crescimento natural.

Eu não soube sobre os hábitos químicos dos diferentes músicos e artistas até mais tarde quando fui para a estrada, e então descobri que tal pessoa estava lutando e tinha sérios problemas de vícios e tal. Isto se tornou meio que um consolo – você não se sentia tão culpado por ter todos aqueles problemas, porque alguns dos seus rockstars preferidos tinham os mesmos problemas, mas isto não teve uma influência em como nós nos mostrávamos, ou como eu me mostrava especificamente, então toda a atenção dada a nós sempre pareceu um pouco como… Não sei como dizer. As pessoas estavam chocadas com aquilo, o que provavelmente também nos chocou um pouco.

Hendrix começou como um músico de apoio, tendo tocado na banda de Little Richard antes de ser expulso por ofuscar o frontman. Há uma tensão natural entre u guitarrista extravagante e um carismático cantor?
Eu acho que provavelmente Jimi estava procurando descobrir quem ele era e fazendo qualquer show que podia. Ele provavelmente era bem extravagante em sua mente de qualquer forma, e apenas recebeu a oportunidade de ser quem ele queria ser.

Ele ganhou aquela aceitação em Londres, por causa de toda aquela viagem psicodélica que estava acontecendo lá de forma massiva – isto foi a base da coisa toda, o que é bem interessante quando você pensa a respeito. Se tivesse recebido metade desta chance, tenho certeza de que teria conseguido nos Estados Unidos, mas aquele espírito, num nível criativo, não existia da forma que era na Inglaterra.

Obviamente a carreira de Hendrix foi abreviada, e ele deixou pouco material – suponho que ninguém realmente sabe do que ele era capaz. Com o Guns você atingiu um sucesso extraordinário numa idade bem jovem, e então pareceu que você poderia ir pelo mesmo caminho que Hendrix, ou ao menos você foi retratado desta forma. Você é grato por ter conseguido o tanto que conseguiu?
Bem, considerando tudo, no meu caso foi apenas meio que uma sorte idiota, porque toda hora que eu acabava no mesmo estado físico que Jimi poderia ter estado, eu conseguia sair. Ainda estou aqui. É uma espécie de acidente estranho por si só.

Além de ser a apenas a paixão em tocar e o desejo de me manter fazendo música. Provavelmente eu tenho mais amor pelo o que faço agora do que tinha quando comecei, então isto é o que mantém a coisa em frente.





MICK JAGGER CHAMA A BIOGRAFIA DE KEITH RICHARDS DE ENTEDIANTE

10 12 2010

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Globo.com

Mick Jagger chamou a biografia de Keith Richards de entediante e acredita que o livro seja desnecessário, segundo informações do jornal “The Sun”. O vocalista do “Rolling Stones” declarou que nunca iria seguir o mesmo caminho e escrever sua biografia. “Você não quer terminar como um velho jogador de futebol falando como fez o cruzamento na final da Copa de 1964″, disse.

No livro, que recebeu o título “Life” (Vida), Richards conta sua história desde a infância em Kent, na década de 40 e 50, até encontrar a fama com o Rolling Stones nos anos 60. Além de afirmar que Mick Jagger teria um “pinto minúsculo”.





“AINDA SOMOS AMIGOS”, DIZ KEITH RICHARDS SOBRE MICK JAGGER

7 12 2010

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Vírgula

Em entrevista ao programa “Fantástico”, Keith Richards afirmou que sua amizade com Mick Jagger não acabou. O guitarrista dos Rolling Stones negou que tenha escrito em sua biografia que os dois não têm mais nenhum tipo de relacionamento.

“Nós somos mais do que amigos – somos irmãos, unha e carne, e irmãos sempre brigam. Nós já tivemos brigas feias, inclusive, mas sempre que precisamos um do outro não há hesitação”, garantiu Keith Richards, que também revelou que seu colega de banda não ficou muito contente com o lançamento da autobiografia.

“É, Mick não ficou lá muito contente com o que eu escrevi sobre ele. Mas então agora é a vez dele escrever uma também!”, afirmou o músico.

Em sua autobiografia, intitulada “Vida”, Keith Richards faz uma narrativa detalhada a respeito de seu mergulho nas drogas e da crescente fascinação de Mick Jagger com a fama e o status de celebridade.





DOCUMENTÁRIO RARO DOS ROLLING STONES LANÇADO NO BRASIL

30 11 2010

Enviado por: Raquel Hortmann
Fonte: Kiss FM

Trinta e seis anos depois de ser lançado, o filme “Ladies & Gentlemen… The Rolling Stones” foi autorizado por Mick Jagger e banda a ser reeditado, e chega agora às lojas brasileiras. O longa-metragem, em formato DVD e Blu-Ray, foi dirigido por Rollin Binzer e filmado em Forth Worth, no Texas, em 1972, com imagens da turnê norte-americana de “Exile On Main Street”.

O filme teve sua estréia oficial no dia 15 de abril de 1974, no “Ziegfield Theatre” de Nova York, e passou por um circuito de salas especiais nos Estados Unidos. Depois dessa temporada, o longa foi recolhido e jamais lançado outra vez, tornando-se um item de colecionador.
 
A nova edição de “Ladies & Gentlemen… The Rolling Stones”, lançada pela “ST2” e “Eagle Vision”, foi digitalizada e restaurada a partir da película original em 35 mm, e teve o áudio inteiramente remasterizado através das fitas originais, com a supervisão de Mick Jagger e Keith Richards. O lançamento segue a trilha aberta com o documentário “Stones in Exile”, que apresenta os bastidores e as gravações do álbum “Exile On Main Street”.
 
Na época, os Stones eram Mick Jagger (vocais), Keith Richards (guitarra), Charlie Watts (bateria), Bill Wyman (baixo), Mick Taylor (guitarra), além Bobby Keys (sax), Jim Price (trompete) e Nicky Hopkins (piano), como músicos de apoio.





O DIA DE HOJE NA MÚSICA: 16 DE NOVEMBRO

16 11 2010

Fonte: This day in music

Nasceram na data de hoje:
1938: Troy Seals (James Brown’s Band)
1943: Winfred Lovett (The Manhattans)
1962: Gary ‘Mani’ Mounfield (The Stone Roses)
1965: David Kushner (Velvet Revolver)

Em 1962, os Beatles gravaram sua segunda aparição na radio “Luxembourg”, para ao programa “The Friday Spectacular”. A banda foi entrevistada e tocou ao vivo. Os dois lados do seu single mais recente – “Love Me Do” e “P.S. I Love You” – foram tocados.

Em 1968, o Jimi Hendrix Experience chegou ao topo das paradas norte-americanas, com o álbum “Electric Ladyland”. O álbum duplo incluía “Crosstown Traffic”, “Voodoo Chile” e “All Along the Watchtower”, e contou com as participações especiais de Dave Mason, Steve Winwood e Al Kooper.

Em 1968, o Led Zeppelin fez sua primeira apresentação no norte da Inglaterra, tocando no “College of Science & Technology”.

Em 1971, Frank Zappa apareceu no programa de TV semanal da Inglaterra “Old Grey Whistle Test”, tocando ao vivo e mostrando clipes do seu filme “200 Motels”.

Em 1971, durante uma turnê britânica, o Led Zeppelin se apresentou no “Baths Hall”, Ipswich, Inglaterra. Os ingressos custaram £1.

Em 1974, John Lennon estava no topo das paradas norte-americanas com o single “Whatever Gets ou Through The Night”. Elton John participou da sessão de gravação da música e fez um acordo com Lennon: se a canção chegasse ao nº 1, Lennon teria que fazer uma aparição num show de Elton. Lennon cumpriu o acordo e tocou três canções num show do pianista: “I Saw Her Standing There”, “Lucy In The Sky With Diamonds” e “Whatever Gets You Through The Night”. Após o concerto, no backstage, John e Yoko reataram seu relacionamento após uma separação temporária.

Em 1976, o Beach Boy Brian Wilson concedeu sua primeira entrevista formal em oito anos, no programa de TV “Old Grey Whistle Test”, da BBC 2.

Em 1978, o The Clash se apresentou no “Odeon Theatre”, em Edimburgo, Escócia. O show de abertura ficou a cargo do The Splits.

Em 1985, o U2 lançou seu próprio selo de gravação, o “Moher Records”.

Em 1987, o ex-baterista do The Clash, Topper Headon, foi sentenciado a 15 meses de prisão, por ter fornecido heroína para um homem que acabou morrendo.

Em 1988, o antigo empresário dos Beach Boys Stephen Love foi sentenciado a cinco anos de condicional por roubar quase US$ 1 milhão da conta do grupo.

Em 1989, Stevie Nicks e Richard Marx se apresentaram no “The NEC”, em Birminghan, Inglaterra.

Em 1996, o álbum “Anthology 3”, dos Beatles,  chegou ao topo das paradas britânicas.

Em 1999, Grad Owen, guitarrista da Gene Vincent and His Blue Caps, morreu. Ele participou das gravações do hit “Be Bop A Lula”, single nº 7 nos Estados Unidos e nº 16 no Reino Unido em 1956.

Em 2000, Elton John disse à Suprema Corte de Londres que seu ex-amante e empresário John Reid o traiu com relação a despesas de turnês. O cantor disse que Reid foi pego em flagrante. Elton estava processando Andrew Hadon, antigo diretor de gestão da “John Reid Enterprises” alegando que Haydon foi negligente em permitir que a JREL o cobrasse em alguns milhões em gastos de turnê.

Em 2002, o multibilionário texano David Bonderman contratou os Rolling Stones para tocar em seu aniversário de 60 anos, realizado no “Hard Rock Hotel” em Lãs Vegas. As despesas com a banda somaram US$ 4,4 milhões.

Em 2006, o álbum “Greatest Hits” do Queen foi declarado o disco britânico mais vendido de todos os tempos pela “Official UK Charts Company”. O registro foi levantado através dos dados de venda dos últimos 50 anos, e mostrou que a coletânea havia vendido 5.407.587 cópias. Os Beatles ocuparam a segunda posição com “Sgt. Pepper’s Lonely Heart’s Club Band”.





KEITH RICHARDS SE ABRE DURANTE CONVERSA NA BIBLIOTECA DE NOVA IORQUE

2 11 2010

Fonte: Rolling Stone

Keith Richards, que tem uma enorme biblioteca na sua casa em Connecticut, uma vez disse, “enquanto você está crescendo, há duas instituições que te afetam profundamente: a igreja, que pertence a Deus; e a biblioteca pública, que pertence a você”.

Paul Holdengraber, o diretor de programas da Biblioteca Pública de Nova Iorque, leu a frase em voz alta para um público de 600 pessoas na última sexta-feira, para apresentar Richards, que veio ao prédio “Stephen A. Schwarzman para participar do “Live From The NYPL”, um bate papo sobre “Life”, sua recém lançada autobiografia.

O editor colaborador da revista “Rolling Stone” foi quem guiou a conversa. Esta foi uma rara oportunidade de ouvir Richards falando longamente, sobre assuntos que variaram desde sua infância pós-guerra na Inglaterra (“Nós, não sabíamos que havia outro lugar fora de lá”, seu respeito por Mick Jagger (“Ninguém além dele consegue cantar “Midnight Rambler”) e paternidade (“De repente há uma pequena criatura que depende de você – então surge um senso de responsabilidade).

Mesmo Richards tendo recusado que um violão fosse colocado no palco, o burburinho sobre o show praticamente rivalizava com os das apresentações dos Stones. Os ingressos se esgotaram em 42 segundos. Havia uma equipe de filmagem de prontidão, junto com rostos familiares do mundo dos Stones; seu esquema de segurança, o promotor Michael Cohl e vários fãs famosos, como Lou Reed e Steve Van Zandt.

Richards entrou no palco às 19h30, vestindo um chapéu marrom, jaqueta de couro preta, e botas de camurça laranja. Ele sorriu para a barulhenta platéia enquanto se sentava. “A biblioteca pública de Dartford não era nada parecida com esta”, ele riu.

O guitarrista começou falando sobre sua infância na Inglaterra. “Haviam pedregulhos em todo o lugar”, disse. “Se havia alguma construção em pé, fantástico”. Ele passou a maior parte do seu tempo livre na biblioteca (“que lhe dava a sensação de que havia algo lá fora”) e, eventualmente, escutando música norte-americana – o Jazz que seus pais ouviam (Sarah Vaughn e Ella Fitzgerald) e as primeiras canções de Rock n’ Roll. “Entendam que o resto do mundo ficou fascinado com a música norte-americana”, disse ele, virando-se à platéia. “Aquele cruzamento de idéias só possível com culturas diferentes… Você não tinha aquilo na Europa. Nós tínhamos a Polka”, ri. Não tenho como destacar isto forte o suficiente. “Diabos, até os nazistas adoravam as bandas de Jazz”.

Ele falou sobre a bem conhecida história de ter encontrado Mick Jagger num trem. “Eu perguntei a ele, ‘onde você conseguiu estes discos’? ‘Chigaco’. Tudo começou daí. Eu apenas queria roubar os discos dele”.

Richards e Jagger logo estariam estudando o Blues com seus novos companheiros de banda, Charlie Watts, Bill Wyman e Brian Jones. “Estávamos maravilhados em ter nos encontrado e que poderíamos sentar e escutar aqueles caras – Jimmy Reed, Elmore James – e pensar, ‘oh, não tanto a musicalidade da coisa, mas sim revelar idéias e especialmente revelar sentimentos”. Richards disse que não foi cativado somente ela música do Blues, mas também pela natureza gentil de seus heróis quando os conheceu, especialmente Bo Diddley.” Eles eram “gentlemen”. Estes caras eram bem durões, mas eles se explicavam para você”.

Uma outra preocupação guiou os Stones: “Os adolescentes não irão escutar os caras originais”, Richards explicou, rindo. “Então pensamos, ‘vamos fazer a segunda melhor versão’ – algo meio que como uma filosofia angelical. Por que caras brancos da Inglaterra tinham que ensinar os norte-americanos sobre o Blues, até hoje é algo que não descobri”.

Richards contou que nunca considerou os Beatles como rivais. “Eles eram essencialmente um grupo vocal. Não importava se quem estava fazendo a voz principal era Paul, John ou George. Isto variava. Nos Stones, nós tínhamos um frontman – e tínhamos o melhor de todos”. Richards também mencionou Bob Dylan como uma influência. “Ele trouxe uma nova inclinação para a forma na qual se compunha. Eles precisam que a canção tenha três minutos ou você precisa que ela dure um pouco mais? Tome seu tempo”.

O guitarrista se tornou mais calmo quando a conversa entrou nas suas experiências com drogas. Ele começou explicando que passou a usar para conseguir atender à agenda exaustiva dos Stones, mas então interrompeu sua fala e disse: “quer saber de uma coisa senhoras e senhores, vou fazer um intervalo”. Ele se levantou, saiu do palco e retornou um minuto depois. “Assim é melhor”, disse. (A pausa de Keith para ir no banheiro certamente me surpreendeu”, disse DeCurtis à “Rolling Stone” mais tarde. “Se uma banda espera um minuto a mais entre duas músicas, você pensaria que ele está trocando de roupa. Aqui, ele poderia estar fazendo qualquer coisa. Levando em conta o ritmo de um evento como este, a pausa foi um pouco confusa”.)

Richards continuou dizendo que não recomenda drogas a ninguém. Ele tem estado limpo por 30 anos, citando a paternidade como sua motivação para largar as coisas mais pesadas. A reputação de doidão “tem me seguido como sombra nos últimos 30 anos”, disse ele, acrescentando que ele nem se considera mais uma autoridade sobre drogas. “Todas as minhas novidades estão obsoletas”.

Quado DeCurtis pediu que o guitarrista listasse três momentos essenciais em sua vida, Richards respondeu: “A primeira vez que fomos pagos para entrarmos num estúdio de gravação. O segundo foi ter tocado no “New York Academy of Music” – tocar num palco norte-americano pela primeira vez foi realmente um ponto alto da banda. O terceiro? Bem, ainda não cheguei lá”.

DeCurtis perguntou se Richards ainda se define essencialmente como um Stone. “Acho que sim”, disse. “Depois de todos estes anos, seria bem difícil me separar dos Stones de alguma forma coerente… Pergunte a Count Basie como é manter as coisas vitais funcionando após todos estes anos e ainda assim curtir. Ray Charles também. Todos estes caras ainda poderiam detonar mesmo após tantos anos. E há algo nisto que faz com que você não queira deixar ir embora”.

James Fox, que co-escreveu “Life” com Richards, disse à “Rolling Stone” que ficou impressionado após assistir a conversa, da platéia. “Sua humildade e reverência para com as pessoas que o ensinaram música é algo que aparece ao longo de toda a história”. “Sempre achei que seu senso de reverência é uma das coisas mais interessantes dele. Este lado dele nunca se alterou e manteve seu pé no chão. Isto foi mostrado nesta noite”, concluiu.

Antes de entrar no palco, “Richards” passou 20 minutos na sala de “Coleções Especiais” da biblioteca, onde a equipe havia organizado alguns itens raros, incluindo uma carta da Rainha Elizabeth I, um antigo fólio de Sheakspeare e uma das primeiras versões da Declaração da Independência norte-americana. Um último item estava coberto por uma folha de papel, onde estava escrito, “temos muito orgulho de termos isto”. “Richards levantou a folha de papel”, lembra DeCurtis, “e era o livro de dele. Ele riu muito. Keith tem muito orgulho de que seu livro esteja nesta biblioteca. Ele é uma pessoa que leva muito a sério a vida literária”.





O DIA DE HOJE NA MÚSICA: 1º DE NOVEMBRO

1 11 2010

Fonte: This day in music

Nasceram da data de hoje:
1946: Rick Grech (Traffic)
1950: Dan Peek (America)
1951: Ronald Bell (Kool & The Gang)
1962: Anthony Kiedis (Red Hot Chili Peppers)
1963: Rick Allen (Def Leppard)

Em 1955, O grupo de Rhythm n’ Blues The Famous Flames, liderado pelo cantor James Brown, gravaram sua primeira demo da canção “Please, Please, Please” numa estação de rádio em Macon, Geórgia. A demo seria a responsável pela banda assinar um contrato com a “King Records”.

Em 1956, Elvis Presley comprou uma motocicleta Harley Davidson. O astro passou o dia inteiro andando de moto por Memphis com a atriz Natalie Wood.

Em 1962, os Beatles começaram uma temporada de 14 noites no “Star Club”, em Hamburgo, Alemanha.

Em 1963, os Beatles deram início a uma turnê pelo Reino Unido, fazendo dois shows no “Odeon Cinema”, em Cheltenham. O repertório da turnê foi “I Saw Her Standing There”, “From Me to You”, “All My Loving”, “You Really Got a Hold On Me”, “Roll Over Beethoven”, “Boys”, “Till There Was You”, “She Loves You”, “Money” e “Twist and Shout”. A abertura dos shows ficou por conta do The Rhythm & Blues Quartet, The Vernons Girls, Frank Berry, The Brook Brothers, Peter Jay & the Jaywalkers e The Kestrels.

Em 1965, o Rolling Stones tocou no “War Memorial Auditorium”, em Nova Iorque, durante a quarta turnê norte-americana da banda.

Em 1966, o The Doors a primeira noite de uma temporada que durou um mês no “Ondine Discotheque”, em Manhatan, na cidade de Nova Iorque.

Em 1968, George Harrison lançou seu primeiro álbum solo, “Wonderwall Music”, pelo selo “Apple”. As canções, em sua maioria instrumentais, traziam Eric Clapton, Ringo Starr e uma contribuição não creditada de Peter Tork, dos Monkeys, no banjo.

Em 1969, Elvis Pesley chegou ao topo das paradas com a canção “Suspicious Minds”, seu 18º single número 1 nos Estados Unidos. No Reino Unido, a canção ficou com o segundo lugar nas paradas.

Em 1969, os Beatles atingiram o topo das paradas americanas pela 13ª vez com o álbum “Abbey Road”, que foi o resultado das últimas sessões de gravação da história da banda.

Em 1975, Elton John iniciou uma estadia de três semanas no topo das paradas norte-americanas com a canção “Island Girls”, seu quinto single número 1 nos Estados Unidos. No Reino Unido, ele alcançou a 14ª posição.

Em 1975, excursionando pela Austrália pela primeira vez, o Wings deu início no “The Entertainment Centre”, em Perth, a uma turnê de 11 shows.

Em 1979, o Blue Oyster Cult iniciou no “Brighton Centre” uma turnê britânica que totalizou 11 shows. Os ingressos custavam 4 libras.

Em 1980, Bruce Springsteen conseguiu seu primeiro álbum número 1 nas paradas norte-americanas, com “The River”. O álbum continha o single “Hungry Heat”, que chegou ao quinto lugar nas paradas norte-americanas e o 44º nas paradas britânicas.

Em 1986, o Boston deu início a uma estadia de quatro semanas no topo das paradas norte-americanas, com o álbum “Third Stage”.

Em 1996, o U2 disponibilizou num site da internet um link de vídeo de seu estúdio de gravação em Dublin, para que os fãs pudessem assistir a banda gravando o novo álbum.

Em 2004, Terry Knight, de 61 anos, e ex-empresário do Grand Funk Railroad, foi assassinado em sua casa, em Kileen, Texas. Knight estava defendendo sua filha durante uma briga doméstica, quando foi esfaqueado por Donald Alan Fair, 26 anos, namorado de sua filha. Knight começou sua carreira na música liderando uma banda de Michigan chamada Terry Knight & The Pack, que conseguiu pôr a canção “I, Who Have Nothing” no top 50 da Billboard.

Em 2008, O baterista e cantor norte-americano Jimmy Carl Black morreu. Ele foi integrante do The Keys, The Soul Giants, The Mothers of Invention e do Jimmy Carl Black & The Mannish Boys. Ele também trabalhou com Jimi Hendrix, Janis Joplin, The Doors, Joe Cocker, Grateful Dead e The Turtles.








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