SHOW DO IRON MAIDEN NO RIO DE JANEIRO REMARCADO PARA HOJE

28 03 2011

Fonte: Site HSBC Arena

O show que aconteceria ontem na capital carioca foi remarcado para hoje, após a grade que separa o público do palco ter cedido. O incidente ocorreu ainda durante a primeira música do show, o que fez a banda interromper a apresentação. Após 20 minutos, Bruce Dickinson retornou ao palco, acompanhado de uma tradutora, e explicou que o show teria que ser realizado no dia seguinte, já que a grade havia sido totalmente quebrada.

Confira abaixo a nota oficial postada no site do HSBC Arena:

O show do Iron Maiden na HSBC arena que aconteceria hoje, domingo, dia 27, foi adiado para segunda-feira, dia 28 de março, às 21h, por problemas técnicos com a montagem da barricada em frente ao palco.

Essa decisão foi tomada em conjunto pelo staff da banda e pela HSBC Arena por ser prioridade de ambos a segurança dos fãs.

A banda irá permanecer no Rio de Janeiro mais um dia para poder realizar o show e não deixar de fora a capital carioca nesta parte da turnê.

Todos os fãs poderão entrar no show de segunda-feira com os mesmos comprovantes dos tickets do show de hoje.

Os que não puderem comparecer ao show de amanhã poderão solicitar o reembolso a partir do dia 4 de abril:

Os que compraram ingressos na bilheteria da Arena e nos demais pontos de venda deverão se dirigir à bilheteria com os comprovantes dos tickets a partir do dia 4 de abril para o reembolso.

Os que compraram ingressos através do Call Center e da Internet, deverão entrar em contato com sac@livepass.com.br ou pelo telefone 4003 1527, munidos dos comprovantes dos tickets, também a partir do dia 4 de abril, para a solicitação do reembolso.

A banda naturalmente está consternada pelos fãs que não poderão retornar amanhã e promete um grande show para os que puderem comparecer.

HSBC Arena e a banda agradecem aos incríveis fãs por entenderem a dificuldade da situação e por sua colaboração. O Iron Maiden está ansioso para fazer um grande show amanhã!

Abertura dos portões: 18h30

Show de abertura Banda Shadowside: 19h30

Show Iron Maiden: 20h30

Informações para o PÚBLICO em geral: hsbcarena@hsbcarena.com.br

Informações para a IMPRENSA: www.mediamania.com.br / mediabox@mediamania.com.br





IRON MAIDEN EM TERCEIRO NA LISTA DE TURNÊS MAIS LUCRATIVAS

25 03 2011

Enviado por: Marcela
Fonte: Billboard

O site da “Billboard” publicou ontem a lista dos 10 artistas que mais lucram com suas respectivas turnês. O Iron Maiden tem a terceira posição, quanto o Kiss ficou com a oitava e o Stone Temple Pilots na décima. Quem mais vendeu ingressos no período pesquisado pela Billboard foi Lady Gaga. Confira abaixo a lista (Organizada em “Artista”, “Valor em Dólares do Total de Ingressos Vendidos”, “Período”, “Locais dos Shows” e “Público Total”):

1 LADY GAGA
$7,430,020
March 12-19
KFC Yum! Center, Louisville, Ky. (1/1)
American Airlines Center, Dallas (1/1)
AT&T Center, San Antonio (1/1)
Qwest Center, Omaha (1/1)
EnergySolutions Arena, Salt Lake City (1/1)
74,771 (74,771) 
 
2 PRINCE
$4,418,308
Feb. 21-24
Oracle Arena, Oakland (3/3)
42,475 (42,475) 
 
3 IRON MAIDEN
$3,163,843
Feb. 11-15
Olympiski, Moscow (1/0)
Indoor Stadium, Singapore (1/0)
26,224 (35,692) 
 
4 ANDREA BOCELLI
$2,123,225
Feb. 14
BankAtlantic Center, Sunrise, Fla. (1/0)
12,730 (18,492) 
 
5 SUGARLAND
$2,010,013
March 4-12
Verizon Arena, North Little Rock, Ark. (1/0)
BOK Center, Tulsa, Okla. (1/0)
Bi-Lo Center, Greenville, S.C. (1/1)
North Charleston Coliseum, North Charleston, S.C. (1/0)
Veterans Memorial Arena, Jacksonville (1/0)
40,992 (43,857) 
 
6 LIONEL RICHIE
$1,337,050
March 22
Acer Arena, Sydney (1/0)
9,709 (10,288) 
 
7 ELTON JOHN & LEON RUSSELL
$892,075
March 18
Constant Center, Norfolk, Va. (1/1)
8,335 (8,335) 
 
8 KISS
$588,268
March 12
Coliseo de Puerto Rico, Hato Rey, Puerto Rico (1/0)
6,677 (8,834) 
 
9 KEM
$518,134
March 10-11
Fox Theatre, Atlanta (2/0)
8,097 (8,686) 
 
10 STONE TEMPLE PILOTS
$445,297
March 20
Hordern Pavilion, Sydney (1/1)
5,318 (5,318)





INJUSTIÇADOS – 4ª EDIÇÃO

15 03 2011

Por: Gabriel Gonçalves

Infelizmente, na semana passada não foi publicada a seção “Injustiçados”, por motivos de falta de tempo. Contudo esta gafe não ocorrerá nesta semana, e logo na terça-feira recebam a coluna que tenta resgatar (ou reapresentar) grandes artistas que, por um motivo ou outro, não conseguiram o sucesso que mereciam (ou não conseguiram manter o sucesso que tiveram por um curto período).

Nascidos na Inglaterra, esta banda foi mais uma da geração Glam Rock que tinha muito mais do que visual. Canções simples e pegajosas chegaram a dar certo sucesso à banda, mas por um período muito curto, portanto o IMPRENSA ROCKER não pestanejou ao escolher o Sweet (também conhecido como The Sweet) para ser o personagem desta edição de “Injustiçados”. Apertem o cinto, pois a viagem irá começar!

A história do Sweet começa em 1965, época em que uma banda chamada Wainwright’s Gentlemen tocava uma espécie de Rhythm n’ Blues psicodélico nos bares do Reino Unido. No line up do grupo estavam o baterista Mick Tucker e o então desconhecido vocalista Ian Gillan, que mais tarde acabou no Deep Purple. No mesmo ano, Gillan saiu do grupo e foi substituído por Brian Connolly.

Em 1968, Connoly e Tucker deixaram o Wainwright’s Gentlemen para formar sua própria banda, então batizada de The Sweetshop, cujo som era um espécie de Pop Bubblegun. Eles recrutaram o baixista e vocalista de uma banda local chamada The Army: seu nome era Steve Priest. Para a guitarra foi chamado Frank Torpey, um amigo de Tucker. Em pouco tempo, a banda construiu uma base de fãs no circuito de bares e assinou um contrato com o selo “Fontana”. Na época, outra banda de nome The Sweetshop havia lançado um single, então eles decidiram mudar o nome para The Sweet. “Slow Motion”, seu single de estréia, foi um fracasso comercial, e a banda foi liberada do contrato com a “Fontana”. Logo após este episódio, o guitarrista Frank Torpey decidiu sair.

No ano seguinte, já com o guitarrista Mick Stewart no line up, o Sweet conseguiu um novo contrato, desta vez com a “Parlophone” da EMI – o mesmo selo dos Beatles. Eles lançaram mais alguns singles até 1970, mas todos fracassaram, fazendo com que Stewart desistisse da banda. Desta vez, o novo guitarrista seria Andy Scott.

Com a nova formação, e um time de compositores – formado por Nicky Chinn e Mike Chapman – o Sweet conseguiu um contrato com a “Bell Records” e, mais tarde, “Capital Records”.

A banda então combinou o Pop de bandas como The Archies e The Monkeys, com o peso e crueza do The Who. Eles também adotaram uma rica harmonia vocal a la The Hollies, misturada com guitarras distorcidas e cozinha pesada. Esta fusão de Hard Rock e Pop permaneceu a maca registrada do Sweet e serviu de base para o que os grupos de Hair Metal fariam uma década depois.

Em dezembro de 1970, a banda dividiu um álbum com o grupo The Pipkins, colocando os lados A e B de seus singles lançados anteriormentes. No ano seguinte o primeiro sucesso internacional do Sweet finalmente apareceu: “Funny, Funny” foi o nome da canção – um Pop ao antigo estilo da banda, mas que gruda na sua cabeça na mesma hora.

O primeiro álbum oficial do Sweet foi lançado ainda em 1971, mas se tornou o retumbante fracasso. A banda não estava nada satisfeita com a orientação Pop que Chinn e Chapman estavam dando ao grupo, e a relação chegou ao fim do poço quando a dupla de compositores trouxe músicos de estúdio para as sessões de gravação, apesar dos integrantes da banda serem ótimos instrumentistas. O grupo começou a ser rotulado pelos críticos como nada mais do que uma banda de singles para o top 40.

Esta dicotomia resultava em singles cujo lado A eram canções Pop a la The Monkeys, enquanto o lado B trazia músicas pesadas, como é o exemplo do single “Co-Co/Done Me Wrong All Right”.

Imagina a confusão na cabeça os fãs? Mas se por um lado os adoradores da banda estavam atordoados, do outro lado os detratores começaram a perceber que o Sweet poderia ser muito mais do que uma bandinha de singles melosos. Para piorar a situação, o grupo ao vivo se recusava a tocar os singles lado A, e isto acabou tendo uma conseqüência: durante um show no “The Palace”, em 1973, a banda foi expulsa a garrafadas do palco pelo público que queria ver a banda executado os singles. O ocorrido iria ser a inspiração para o que viria a ser um dos maiores hits do grupo.

A banda continuou nessa toada até o lançamento do single “Wig-Wan Bam”, que acabou se tornando uma canção de transição na história do grupo, já que mantém o estilo anterior da banda, mas adiciona vocais e guitarras mais pesadas.

Esta canção pavimentou o caminho para o estilo que consagraria o Sweet e, à partir daí, os hits vieram rápido: “Blockbuster” em 1973, o primeiro single líder das paradas do Sweet; “Hell Raiser”, do mesmo ano, que chegou à segunda posição – resultado igualado pelos dois singles posteriores, “The Balroom Blitz (a canção inspirada pela confusão no show no “The Palace”) e “Teenage Rampage”.

Em 1974 o Sweet se cansou do controle exercido pela dupla de compositores, e os integrantes resolveram gravar um álbum sozinhos. O resultado, intitulado “Sweet Fanny Adams”, foi o primeiro LP da banda a entrar no Top 40 do Reino Unido. O disco mostrou ao público uma banda jamais vista, proeminente no Hard Rock e com ótimas performances de todos os músicos. O disco também marcou uma mudança no visual da banda, que abandonou as vestimentas Glam e incorporou uma indumentária mais sóbria.

No mesmo ano, o grupo soltou o álbum “Desolation Boulevard”, que traz talvez a música mais conhecida do Sweet – e minha preferida -, “Fox on The Run”. Esta música é o maior sucesso da banda até hoje, chegando ao topo das paradas em diversos países, como Alemanha, Dinamarca e África do Sul.

A partir de 1976, apesar de ótimos lançamentos, a banda viu sua popularidade aos poucos se esvair. Em 1979, após diversos vexames e falta de produtividade (graças às drogas e bebidas), foi anunciado que o vocalista Brian Connolly estava fora do Sweet. Oficialmente foi dito que Connolly estava interessado em seguir carreira solo, tocando Country Rock.

A banda permaneceu como um trio, tendo os vocais divididos entre Steve Priest e Andy Scott – Scott disse que Ronnie James Dio, que havia acabado de deixar o Rainbow, chegou a ser abordado para ocupar a vaga de Connolly, entretanto Priest contesta a informação.

O Sweet continuou trabalhando e lançando bons trabalhos até o dia 20 de Março de 1981, quando realizou seu último show. Com a decisão de Priest de morar nos Estados Unidos, a banda encerrou oficialmente as atividades no meio daquele ano.

Em 1985, Tucker e Scott reformaram a banda com novos integrantes, dentre eles o vocalista Paul Day, que chegou a cantar nos primórdios do Iron Maiden. Tucker conviou Priest para a reunião do Sweet, mas ele recusou. E como se confusão pouca fosse bobagem, um ano antes Connolly havia formado sua própria versão do Sweet, tendo somente ele como membro original, portanto duas versões do Sweet estavam na ativa.

Ao longo dos anos outras reuniões ocorreram, como em 1988 quando Mike Chapman convidou o quarteto original para uma sessão de gravação, entretanto ficou claro que a voz de Connolly – que já estava com a saúde bem deteriorada – estava em frangalhos. Por causa disto, a reunião foi abortada. Dois anos depois, a formação clássica foi reunida mais uma vez para promover um documentário, intitulado “Sweet’s Ballroom Blitz”, que trazia apresentações em programas de TV britânicos e entrevistas atuais (na época, é claro).

Em 1997, Brian Connolly morreu aos 51 anos, vítima de falência no fígado e repetidos ataques do coração, causados pelo seu alcoolismo crônico. Cinco anos depois, em 2002, foi Mick Tucker quem nos deixou, aos 54 anos, vítima de leucemia.

Atualmente, duas versões do Sweet estão na ativa: a que conta com Steve Priest, na qual se apresenta somente nos Estados Unidos; e a de Andy Scott, que excursiona pela Europa e Austrália.

Discografia:
1971 – Funny How Sweet Co-Co Can Be
1974 – Sweet Fanny
1974 – Desolation Boulevard
1976 – Give Us a Wink
1977 – Off the Record
1978 – Level Headed
1979 – Cut Above the Rest
1980 – Waters Edge
1982 – Identity Crisis





LUZ NO FIM DO TÚNEL – 9ª EDIÇÃO

14 03 2011

Por: Roberto A.

Banda: Devildriver
Álbum: Beast (2011) 
 
Clique aqui para baixar o CD.

Olá moçada, tudo na santa paz? Cá estamos com mais uma edição da seção de sugestões musicais do blog IMPRENSA ROCKER. Na última sugestão tivemos Rock Alternativo do bom, e nesta temos uma pancadaria do mais alto quilate. Um dos discos pesados mais consistentes lançados neste ano, fato inclusive mencionado no site “About.com”, respeitado no gênero. DevilDriver é uma banda de Groove Metal norte-americana, da cidade de Santa Barbara, Califórnia, formada em 2002.

A bolacha me surpreendeu pela qualidade das composições e pelos timbres espetaculares, começando muito bem com “Dead to Rights”, uma porrada sônica bem resolvida, com muita pegada e bastante testosterona.

“Não pergunte qual é a estória/Você vai ser derrubada no o chão”. Pesada e bem arranjada, começa bem o petardo deles.

“Bring The Fight”, a segunda, vem com mais velocidade, e empolga bastante. “Eu sou levado ao limite/Em meu coração eu tenho malícia/Cultivada em Cali”. “Hardened” começa soturna, com uma guitarra espacial muito bem sacada. Destaco o excepcional trabalho do pedal duplo na batera, e nas guitarras tudo está muito bem timbrado e produzido – evidente que quem gosta de Rock pesado vai se identificar mais. “Shitlist” é apoteótica, esporrenta e daquelas músicas que impressionam logo na primeira audição – novamente a velocidade é espantosa, e os timbres absurdos.

“Talons Out” é uma paulada pegajosa, urgente, impressionante, com bateria na cara e vocal detonador. “Anti-social, você é incontrolável/Escapa com homicídio/A ausência de reparação/Todos os sorrisos/É tudo guerra daqui”. “You Make Me Sick” manda tudo pra aquele local, com um refrão matador, andamento alucinado – só pode resultar num som animal. “Coldblooded” é um exercício e tanto para guitarristas. Um soco no estômago direto e reto, não dando tempo para recuperar o fôlego durante a audição doCD. Muita atenção para este solo de guitarra!

“Blur” apresenta um espertíssimo riff de guitarra muito bem sacado, com trabalho interessante de timbres guitarrísticos, e cozinha demolidora. Bom, agora uma sugestão que faço apenas pra quem de fato curte Metal: de bônus, apresento pros nossos visitantes uma versão deles para um clássico do Iron Maiden:

Este é um disco que, se não aponta rumos diversificados para o Metal, ao menos o representa com muita dignidade.

ABRAXXXXXXXXXXXXXXXX





INJUSTIÇADOS – 3ª EDIÇÃO

3 03 2011

Por: Gabriel Gonçalves

É com grande alegria que percebo que a seção “Injustiçados” tem agradado ao público do blog, que há todo momento sugere bandas para retratarmos aqui. Podem ficar tranqüilos que todas as sugestões são levadas em consideração. Para esta terceira edição da coluna, trouxemos um grupo que, definitivamente, merecia uma melhor sorte. Filhos da idolatrada NWOBHM, o Angel Witch chegou a ser considerada a banda mais promissora do movimento, para depois perder espaço para o Iron Maiden e outras, graças a indas e vindas de integrantes, além do grupo ter acabado e voltado à ativa várias vezes em poucos anos.

Em 1977, o guitarrista e vocalista Kevin Heybourne, o guitarista Rob Downing, o baterista Steve Jones e o baixista Barry Clements formaram o Lucifer, que ficou pouquíssimo tempo na ativa. Logo após a dissolução do Lucifer, Steve Jones se juntou a um iniciante Bruce Dickinson para formar o Speed, enquanto os remanescentes formaram o Angel Witch, com a exceção de Berry, que foi substituído por Kevin Riddles. No lugar de Steve Jones entrou Dave Hogg – e no ano seguinte Rob Downing deixou a banda.

Com a formação estabilizada, a banda passou a compor, sendo sua primeira música a alcançar certo sucesso, a hoje clássica “Baphomet”, que foi incluída na coletânea “Metal for Muthas – Vol. 1”, disco que compilou em 1980 as melhores bandas da NWOBHM. As bandas mais conhecidas presentes no disco, além da Angel Witch, foram o Samsom e o Iron Maiden, o único grupo a ter duas canções no álbum: “Sanctuary” e “Wrathchild”.

“Baphomet”, uma canção com introdução quase Doom a la Sabbath do começo, mas que logo muda para a velocidade que marcou as bandas da NWOBHM, foi a responsável por garantir um contrato da “EMI” para o Angel Witch. Contudo, o contrato logo foi cancelado por dois motivos: o primeiro single lançado pela “EMI”, “Sweet Danger”, não foi muito bem, ficando somente uma semana nas paradas britânicas; e o empresário do Angel Witch (Ken Heybourne, que “por acaso” também era o vocalista e guitarrista da banda) se recusou a entregar a banda para um empresário profissional.

Ainda em 1980, a “Broze Records” contratou o grupo, e eles passaram a trabalhar na gravação do álbum debut, autointitulado, e considerado um dos melhores discos da história da NWOBHM. Apesar disto, a banda começou a desabar, ocasionando a saída de Dave Hogg e de Kevin Riddles para o Tytan. Apesar de Heyboune tentar reformular o Angel Witch com outros integrantes, foi anunciado o fim do grupo, e Heybourne se juntou ao Deep Machine.

Em 1982, Heybourne, o vocalista Roger Marsden e o baterista Ricky Bruce saíram do Deep Machine para montar uma nova formação do Angel Witch, tendo Jerry Cunningham como baixista. Entretanto esta formação durou muito pouco, porque a voz de Marsden não combinava com o estilo da banda, e ele foi demitido, ficando Heybourne novamente com os vocais.

No ano seguinte o Angel Witch encerrou as atividades mais uma vez, e Heybourne se juntou ao Blind Fury, mas em 1984 o Angel Witch foi novamente ressuscitado, desta vez com o retorno de Dave Hogg à bateria, além das entradas de Peter Gordelier e Dave Tattum, baixista e vocalista respectivamente. Esta formação foi a que gravou o segundo álbum da banda, “Screamin’ n’ Bleedin’” , lançado em 1985. Mais uma vez, Dave Hogg deixou a banda, sendo substituído por Spencer Hollman. Vale lembrar que, apesar de baixas vendagens, o Angel Witch tinha uma ótima base de fãs, que protestou bastante contra a saída de Hogg.

Com a nova formação, gravaram seu terceiro álbum, “Front Assault”, que trouxe muito mais elementos melódicos que os discos anteriores. Dave Tattum foi demitido da banda naquele mesmo ano, e por muito tempo a banda funcionou como um trio, culminando, em 1990, com um disco ao vivo intitulado “Live”.

O líder Heybourne decidiu que seria melhor a banda se mudar para os Estados Unidos, mas como os outros integrantes tinham suas vidas estabilizadas na Inglaterra, não toparam a empreitada, o que gerou a encarnação norte-americana do Angel Witch que, além de Heybourne, contava com o baixista Jon Torres, o baterista Tom Hunting e o guitarrista Doug Piercy. Esta formação obteve uma ótima química, e logo eles tinham shows agendados por todo o país mas, como sempre acontecia na carreira do Angel Witch, algo tinha que estragar tudo. Um dia antes do primeiro show da banda, foi descoberto que Heybourne tinha algumas pendências com a imigração, e ele foi preso. Sem o líder do grupo, o Angel Witch se dissolveu.

A banda permaneceu adormecida até o ano 2000, quando após o lançamento da coletânea “Ressurrection”, o Angel Witch resolveu se reunir mais uma vez, contudo, após mais problemas internos, Heybourne chamou novos integrantes e até hoje mantém a banda na ativa. Em 2009, a canção “Angel Witch” fez parte da trilha sonora do game “Brutal Legend”, idealizado e protagonizado pelo ator Jack Black.

De favorito a azarão, a única coisa que permaneceu uniforme no Angel Witch foi sua música. Os três álbuns de estúdio estão aí para quem quiser comprovar a qualidade da banda, com canções como “Free Man” (uma espécie de “Remember Tomorrow”), “Angel Witch”, “Baphomet” e a quase Doom “Waltz the Night”. Corram atrás, porque isto aqui é o começo do que acabou sendo conhecido como a NWOBHM. Não perca tempo!

Discografia:
Angel Witch (1980)
Screamin’ ‘n’ Bleedin’ (1985)
Frontal Assault (1986)
Resurrection (2000)

Angel Witch

Free Man

Baphomet

Waltz The Night





AIRBOURNE, DRAGONFORCE E TRIVIUM ABRIRÃO SHOWS DO MAIDEN NO REINO UNIDO

18 02 2011

Enviado por: Marcela
Traduzido por: IMPRENSA ROCKER
Fonte: Site Oficial do Iron Maiden

Foi postado hoje no site do Iron Maiden um comunicado sobre as atrações que abrirão so show da Donzela no Reino Unido, em agosto deste ano.

Confira o comunicado completo abaixo:

É com felicidade que a “Live Nation” anuncia que os convidados especiais para os shows do Iron Maiden no Reio Unidos, referentes à “The Final Frontier World Tour”, foram confirmados, e são nomes estrelares do mundo do Rock e Metal.

Os rockeiros do Airbone se juntarão ao Maiden para todos os shows regionais, exceto em Belfast, onde os heróis do Power Metal, Dragonforce, farão a abertura do show, em 3 de agosto; e também no show de Londres, na “O2 Arena”, em 5 de agosto. Os gigantes do Metalcore, Trivium, serão a banda de abertura no outro show da “O2 Arena”, em 6 de agosto.

Os shows do Reino Unido serão o final da “The Final Frontier World Tour”. A primeira perna da tour, que começou na semana passada em Moscou, vê a banda viajando “em volta do mundo em 66 dias”, uma odisséia de mais de 80 mil quilômetros a bordo do “Ed Force One”, seu Boeing 757 especialmente customizado, pilotado pelo capitão da companhia aérea e vocalista Bruce Dickinson. O avião carregará a banda, toda a equipe e toneladas de equipamentos por cinco continentes e 13 países, visitando 26 cidades para 29 shows.  Após as datas ao redor do mundo, a turnê continua pela Europa, antes de retornarem para o Reino Unido em julho, para uma extensiva tour por estádios que em 10 cidades, que cobrirá toda a extensão do Reino Unido. Quando a “The Final Frontier World Tour” terminar na “O2 Arena”, no começo de agosto, o Maiden terá feito 101 shows, em 40 países, para mais de 2 milhões de fãs, desde que a turnê começou em junho de 2010. 

A “The Final Frontier World Tour” divulga o 15º álbum de estúdio da banda, lançado em agosto de 2010 e que foi direito para o topo das paradas em 28 países ao redor do mundo. Nesta semana o Maiden recebeu o “Grammy” na categoria “Melhor Performance de Metal” pela canção “El Dorado”.

Falando sobre o público das bandas de abertura anunciadas,  o empresário do Iron Maiden, Rod Smallwood”, afirmou: “Como nossos fãs sabem, o Maiden gosta de fazer valer o preço que foram pagos pelos ingressos, e achamos que a adição destas três tremendas bandas – Airbourne, Dragonforce e Trivium -, em diferentes partes da tour pelo Reino Unido, certamente faz isto. Elas se juntarão para o que certamente será um grupo de noites memoráveis para os fãs, quando voltaremos para casa no fim do ano, para o ultimo round da ‘The Final Frontier World Tour’”.

Sobre abrir para o Iron Maiden pela primeira vez, o Airbourne comentou: “O Iron Maiden, a equipe trabalhadora do Iron Maiden e os rockeiros fãs do Iron Maiden são pessoas que lutam pelo Rock n’ Roll ao redor do mundo, e nós amamos e respeitamos todos eles. Mal podemos esperar para abrir fogo naquele palco sagrado. Longa vida ao Metal, longa vida ao Maiden e longa vida a Eddie”!

O Trivium atualmente está em estúdio com o produtor Colin Richardson, trabalhando no 5º álbum de estúdio da banda. Sobre fazer a abertura para o Iron Maiden, Matt Heafy (vocalista e guitarrista do Trivium) comentou: “Não poderíamos estar mais honrados e animados para dividir o palco com o lendário Iron Maiden. Esta será o primeiro show do Trivium no Reino Unido em muito tempo, e teremos um novo álbum conosco para lançar. Apaguem as luzes, Londres, para uma imensa noite e Metal. Up The Irons”.

Herman Li, guitarrista do Dragonforce, acrescentou: “Estamos muito animados em tocar com a maior banda de Heavy Metal de todos os tempos! Vivemos alguns dos melhores momentos de nossa carreira quando excursionamos com o Maiden em 2005. O Iron Maiden nos inspirou tremendamente através dos anos, e mal podemos esperar para retornar ao palco e abrir o show deles em Belfast, no dia 3 de agosto; e no show da cidade-natal deles, em 5 de agosto. Aqui vamos nós, Up The Irons”!





CAVALERA CONSPIRACY ABRIRÁ SHOW DO IRON MAIDEN EM SÃO PAULO

16 02 2011

Fonte: Site Oficial do Cavalera Conspiracy

De acordo com anúncio postado agora há pouco no site do Cavalera Conspiracy, a banda está confirmada para abrir o show do Iron Maiden em São Paulo, no dia 26 de março. O show será realizado no estádio do Morumbi.

O anúncio dizia:

“O Cavalera Conspiracy abrirá o show do Iron Maiden no Morumbi, em São Paulo, no dia 26 de março de 2011. Esta será a segunda vez que a banda tocará no Brasil. A banda promete preparar o público para o show do Iron Maiden em São Paulo com seu show hiper energético”.





VETERANOS DO ROCK E METAL ENTRE OS VENCEDORES DO GRAMMY 2011

14 02 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Território da Música

O Rock n’ Roll e suas vertentes também têm espaço entre as mais de cem categorias de um dos principais prêmios da indústria musical, o “Grammy”. Na 53ª edição, realizada na noite do último domingo, 13, em Los Angeles, alguns veteranos saíram vitoriosos.

Os ingleses do Iron Maiden foram premiados na categoria “Melhor Performance de Metal” pela música “El Dorado”, primeiro single extraído do mais recente disco do grupo, “The Final Frontier”. Korn, Megadeth, Slayer e Lamb of God concorriam na mesma categoria.

Outro britânico veterano premiado na noite foi Paul McCartney, que ganhou como “Melhor Performance Solo Vocal de Rock” com o clássico “Helter Skelter”. O canadense Neil Young saiu vencedor na categoria “Melhor Canção de Rock”, com “Angry World”.

Jeff Beck ganhou em duas categorias diferentes: “Melhor Performance Instrumental de Rock”, por “Hammerhead”, e também “Melhor Performance Pop Instrumental”, com sua versão para “Nessun Dorma”.

Na categoria de “Melhor Performance Hard Rock” quem saiu com o troféu foi a banda Them Crooked Vultures, com “New Fang”. O disco “The Resistance”, do Muse, foi o ganhador na categoria Melhor álbum de Rock.





“TEMOS UM TREMENDO SHOW”, DIZ JANICK GERS

14 02 2011

Fonte: Poparazzi

O blog “Poparazzi” (vinculado ao jornal “Today”, de Singapura) realizou um extensa entrevista com o guitarrista do Iron Maiden, Janick Gers. Dentre outros assuntos, Gers falou da nova turnê, dos fãs e como se prepara quando sai numa longa tour.

Confira a entrevista completa, em português, com exclusividade aqui no IMPRENSA ROCKER!

Eis a cena: eu, preso num abrigo sob chuva torrencial, com cabos de monitores por todos os lados. Janick Gers do Iron Maiden preso num hotel em Moscou sob uma temperatura abaixo de zero. O que poderíamos fazer além de uma teleconferência?

Olá! Como está sendo o começo da turnê?
Bem, estamos em Moscou, e está cerca de 12 ou 15 graus negativos. Eu fui na Praça Vermelha tirar umas fotos e minhas mãos congelaram. Não consegui ficar lá fora, então voltei para dentro do hotel.

Nós voamos no Ed Force One, trouxemos todo o equipamento conosco. Este é o início da turnê mundial, que passará por Singapura, Jakarta, Bali, Austrália, Tóquio e então América do Sul… Basicamente por todos os lugares, incluindo Coréia, Colômbia, México, e terminamos nos Estados Unidos em abril, tiramos umas semanas de folga e rumamos para a Europa. É o começo de uma turnê muito longa, na verdade. Assim que fizermos o show de Moscou (Nota do Tradutor: Quando a entrevista foi realizada, o show de Moscou ainda não havia acontecido), estaremos indo direto para vocês. Do frio congelante ao calor insuportável.

O calor insuportável é a excitação por seus fãs poderem ver vocês pela primeira vez aqui!
Yeah, e trouxemos tudo; Eddie veio conosco. Vamos tocar novas canções, do ultimo álbum – Final Frontier – e algumas mais antigas para aqueles que gostam do material antigo. Então é bem balanceado, mas extravagante ao estilo do Maiden. Mas é ótimo pisar em novos lugares. É ótimo tocar em novos lugares. 

Esta não a sua primeira vez em Singapura, correto?
Nós iríamos fazer um show aí quando eu estava na banda de Ian Gillan, em 1982, mas não nos permitiram, porque nosso cabelo era muito comprido. Mas ainda bem que tudo aquilo mudou, então estamos realmente animados em tocar para pessoas que ainda não nos viram ao vivo antes. É realmente excitante para nós.

Bem, sair numa turnê tão longa pode ser difícil. Como você mantém sua energia?
Todo show é muito importante para as pessoas que pagaram para nos ver, então acho que é muito importante dar a elas o melhor show possível. E você sabe, em muitos destes lugares só vamos uma vez a cada dois anos – isso quando voltamos -, então temos ciência de que cada show é muito, muito importante, e tentamos fazer a melhor apresentação todas as vezes. Não importa se são 100 mil ou 10 mil ou seja lá quantas pessoas. Não importa. Nós fazemos o melhor show possível. E sim, sob certas circunstâncias, temos problemas com energia elétrica ou algo do tipo, mas temos que fazer com o que temos, e fazer o melhor. Todo show é importante. Não há exibicionismo.

Você acha que haverá incidentes?
Nós partimos de Londres, e tivemos um problema com o avião. Na verdade, tivemos que fazer uma nova peça para ele, e quando a colocamos, ela não funcionou. Então este foi um momento um tanto Spinal Tap, eu acho. Estes pequenos problemas técnicos meio que te atrasam, mas no final funcionou, e estávamos todos loucos para ir, prontos para tocar.

Como vocês evitam ficarem entediados ao tocar as mesmas músicas noite após noite?
Nós mudamos muito o set, na verdade! Há alguns anos, nós só tocamos músicas do novo álbum. Então mais tarde fizemos um set com canções do começo dos anos 80, mas há algumas músicas que, se não tocarmos, as pessoas nos linchariam, então temos que tocá-las. Tentamos manter o set interessante para nós e para as pessoas que vêm nos assistir. Não somos uma paródia de banda. Não tocamos somente o material antigo. Estamos sempre tentando alargar os limites.

Por falar em alargar os limites, um deles é a diferença de idades. Vocês têm garotos vindo aos shows – e não apenas os fãs que estavam lá desde o começo.
Quando tocamos na Escandinávia, a maioria dos garotos tinha de 12 a 15 anos, e os caras no fundo eram os fãs mais antigos. E é incrível, porque você pensa nisto no sentido de… Bem, como os Rolling Stones, que tocam para pessoas mais velhas. Você não vê muitos jovens indo aos shows deles. Mas com a gente há muitos jovens, e eu acho isso rejuvenescedor, na verdade. É excitante saber que atraímos uma nova geração de fãs. Eu acho que é fantástico. Me mantém com pé no chão, tocando o meu melhor, ao invés de afundando na velhice! É ótimo ver rostos jovens por aí, e você sabe que eles não te viram ainda, então é excitante. É absolutamente incrível. Não apenas na Escandinávia, mas em toda a Europa também. Não sei explicar por que isto acontece, mas acontece. Sou grato por isso, que nossa música atinja estes novos fãs.

Você acha que isto é uma validação do Iron Maiden? Porque vocês são uma banda, tocando ao vivo, ao invés de apenas depender da tecnologia, fazendo tudo com o apertar de um botão.
Você não pode descartar outras formas de música, mas somos muito honestos com o que fazemos. Fazemos o que acreditamos. Usamos as armas que temos. Quando as tendências musicais começaram a mudar, nos mantivemos fazendo o que fazemos. Nos saímos ok. Eu não descartaria as outras pessoas – há muito espaço para todo mundo. Eu sei o que gostamos de fazer, e eu acho que temos um tremendo show e as pessoas que vêm nos ver se divertem. Esta é uma das nossas forças. Nós podemos sair e tocar, e é tudo ao vivo.

Qual a maior lição que você aprendeu?
Apenas ser honesto com relação à sua música e lutar com as armas que tem. E praticar muito. Você não quer ir lá fora e não ser bom. Você tem que priorizar o trabalho. Certamente bebemos após os shows, mas antes dos shows somos bem rigorosos. Tudo é sobre ser profissional e deixar a melhor impressão possível.

Então nada de sexo, drogas e Rock n’ Roll?
Bem, não. Eu gosto de um bom drink após os shows. Apenas antes que eu não bebo nada! Eu faço o que gosto quando o show termina – é o meu momento! Só até o show. Depois eu tomarei uns goles.

Qual a melhor coisa de se estar no Iron Maiden agora?
Eu amo viajar e tocar. Tocar é meu passatempo preferido. Eu gosto de ver novas culturas, conhecer novas pessoas e observar a arquitetura. Fico com minha câmera na mão para sair e fazer fotografias. Eu aproveito a vida. Eu faço isto desde que era jovem, então eu devo gostar, caso contrário não estaria fazendo. Os únicos problemas que temos são o jet leg e as mudanças de fuso. Estamos contra o tempo agora, então quando chegarmos em Singapura, estaremos bem fora do nosso fuso horário. E isto não fica mais fácil. Quando chegarmos na Austrália, será como um dia de diferença. E estaremos de pé às oito da manhã, você sabe, de uma semana atrás. Este provavelmente é a coisa mais difícil.

Como você gostaria que fosse seu epitáfio?
Ele veio, ele viu, ele tomou um drink e ele se foi.

Você acha que irá trabalhar em novas músicas e novas gravações durante esta turnê?
Bem, nós lançamos o álbum no final da última turnê, e esta turnê é para este álbum – apesar de ser um pouco mais tarde do que planejamos. Nós terminamos em agosto, então tiramos uma folga e vamos compor novas músicas. Então será no ano após o próximo, eu acho!

Qual a coisa você tem que lembrar a você mesmo quando sai em turnê?
Você tem que se manter fisicamente em forma, porque se você desmorona após a primeira semana da turnê… Você sabe, você escuta muitas bandas cancelando uma turnê por causa de ‘esgotamento nervoso’, mas o que isto na verdade quer dizer é que eles ficaram tão bêbados, que não conseguem mais fazer o show. Se você vai sair numa turnê de seis meses, você tem que se controlar. Eu tento fazer muito exercício antes de partirmos – na verdade, me exercitei tanto, que agora estou com uma fratura por estresse no pé, então isto meio que me segurou. Não bebo durante o dia. Sou um bebedor da noite. Mas você cuida de si mesmo. Você tem que estar bem fisicamente. Não é um jogo. Você não pode ficar doente. Você viaja bastante, come diferentes comidas e ninguém vai cuidar de você a não ser você mesmo.





JANICK GERS FALA COM JORNAL DE SINGAPURA

14 02 2011

Fonte: Today Online

Amanhã, 15 de fevereiro, o Iron Maiden fará em Singapura seu segundo show da nova turnê. Por telefone, Janick Gers falou com o jornal “Today”, que publicou uma matéria sobre a banda.

O Iron Maiden é uma das maiores bandas de Hard Rock/Heavy Metal da história do Rock. A banda vendeu mais de 85 milhões de discos em todo o mundo; eles são os responsáveis por hits, como “Rime of The Ancient Mariner” e “The Trooper”; eles possuem seu próprio avião (Ed Force One – um Boeing 757 customizado); e apesar de não podermos confirmar, eles provavelmente são os responsáveis por um quarto dos mitos do Rock que você escuta nos dias de hoje.

Com uma carreira de 35 anos, você pensaria que eles têm tudo funcionando como um relógio, mas o Iron Maiden quase não conseguiu iniciar a turnê.

“Nós iríamos zarpar de Londres pela manhã e tivemos um problema com o avião” disse o guitarrista Janick Gers, pelo telefone, direto de Moscou – a primeira parada da turnê mundial. “Na verdade, tivemos que fazer uma nova peça para ele, e quando a colocamos, ela não funcionou. Este foi um momento um tanto Spinal Tap, eu acho”.

A banda aterrissou ontem em Changi, e Gers disse que todos eles estão prontos para detonar quando tocarem no “Singapore Indoor Stadium” amanhã, 15 de fevereiro, à noite. Principalmente porque a lenda do Rock, de 54 anos, tem se mantido… sóbrio.

“Você sabe, você escuta muitas bandas cancelando a turnê por causa de ‘esgotamento nervoso’ – mas o que isto quer dizer é que eles ficaram tão bêbados, que não conseguem mais fazer o show”, brinca ele. “Se você vai sair numa turnê de seis meses, você tem que se controlar”.

Então é sem sexo, drogas e Rock n’ Roll? “Bem, eu gosto de um bom drink após o show! É apenas antes que eu não bebo nada! Eu farei o que eu quiser quando o show terminar – é o momento para mim”.

Confira mais tarde no IMPRENSA ROCKER a entrevista completa que Gers concedeu ao “Today”!








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