LUZ NO FIM DO TÚNEL – 6ª EDIÇÃO

21 02 2011

Por: Roberto A.

Banda: And You Will Know Us By The Trail Of Dead
CD: Tao Of The Dead

Antes de mais nada, uma soberba semana aos fiéis navegantes deste sítio do caralho, com muitos momentos bacanas, cervejas bem geladas e, obviamente, algum sexo, rs. Estou prestes a vos apresentar um discaço – daquelas descobertas que me faz ficar rindo sozinho feito bobo, com o pod no volume máximo, incomodando parceiros aqui no trampo. E mesmo no carro, é daqueles CD’s que você fica ouvindo por dias, incrédulo no que sai pelos fones de ouvido.

É uma banda legitimamente ROCK N’ ROLL, com músicas fantasticamente distorcidas, bem elaboradas e, melhor ainda, esquisitas, estranhas – pra complicar um pouco, com apelo Pop, melodias, lances modernos embutidos (quanto mais difícil de definir, mais eu gosto). Mas enfim, com esta banda, é (quase) certo que Sephi vai ficar de cara, como eu fiquei. Os sujeitos conseguiram mixar a morbidez do Nirvana, com a pegada do Pixies, o descompromisso do Guns n’ Roses, com a modernidade do Radiohead – claro, tudo isso são apenas referências rápidas, no que eu pude mencionar, mas é um trabalho muito perspicaz, emocional, e original.

O bando atende pelo nome “And You Will Know Us By The Trail of Dead”, em bom portuga: “E Você Vai Nos Conhecer Pelos Rastros dos Mortos”. São artistas daqueles que passamos a gostar de imediato, luz no fim do túnel de fato.

Clique aqui para baixar o CD.

Começamos com “Introduction: ‘Let’s Experiment’”. Começo animal, um crescendo hipnótico com guitarras loucas, bateria na cara e ruidozinhos bem colocados, dando pistas do que está por vir nesse CD irado. “Pure Radio Cosplay” vem colada com guitarras muito bem timbradas, num lick que lembra “jumping jack flash” do Rolling Stones, mas que logo descamba numa porrada distorcida estranha e bacana, onde o vocal vomita com fúria e comoção. Urgência, tensão e beleza definem esta faixa. Na sequência temos o “verão de todas almas mortas”, ou “Summer Of All Dead Souls”, paulada das mais interessantes, com um riff de guitarra matador, e um lick esperto, tudo coberto por camadas de distorção e bom gosto. Gruda no ouvido à primeira audição. Eu falo pra vocês, esta é uma banda que vale a pena ficar fã – aumente mais um pouco o volume nesta. Bonitos violões surgem também no decorrer da música. Dando sequência com “Cover The Days Like A Tidal Wave”: batida trivial, melodicamente espetacular, timbres antagônicos de guitarra que me fizeram ter vontade de voltar a estudar o instrumento, e tudo pra logo no primeiro minuto entrar uma massa sonora sônica, esporrenta distorcida, estranha e bonita – como eu gosto. Nessa altura do CD, vocês já deverão ter sacado que uma faixa é colada à outra, numa combinação perfeita. Seguimos com “Fall Of The Empire”, sombria, lenta, soturna, e interessante. “The Wasteland” nos leva para galáxias próximas, e funcionaria muito bem durante uma caminhada num dia ensolarado – faixa colorida, de pegada contagiante, refrão matador e Pop, e tudo com o drive colado no dez, e com uma linha de baixo muito bem sacada e timbrada. “Weight of The Sun” poderia tranquilamente figurar entre minhas favoritas, mas num disco tão bom como este fica complicado eleger melhores (que refrão espetacular!). Melodia muito bem colocada pelo ótimo vocalista, num arranjo muito bom e riffs estupendos, como há muito tempo eu não ouvia. “Ebb Away” traz alguma calmaria após tantas canções animais, mas não pense que acabou-se a distorção e melodias Pop. Esta é uma canção grudenta e ótima. Em “Somewhere Over The Double Rainbow” (ou The Fairlight Pendant, conforme a versão)… Meus amigos, que final apoteótico para uma canção, concorda Gabriel? Atentem para a qualidade dos timbres de guitarra, baixo, bateria, e no cuidado da produção deste CD. Fechando este disco de alto nível, uma canção ímpar como “Strange News From Another Planet”, magnífica, com ênfase melódica, vocais muito bem sacados e guitarras viris. Poucos discos trazem uma última canção que poderia ser single, ou a primeira.

Esta é uma bolacha que tenho (quase) certeza que irá agradar a maioria dos rockers antenados e de cabeça aberta, e trará mais alegria aos nossos dias, em que somos bombardeados por artistas de qualidade discutível. Esta banda que apresentei neste post é uma pérola não lapidada.

ABRAXXXXXXXXXXXXXXXX





“OS FILMES DE TERROR DE HOJE SÃO UMA PORCARIA”, DECRETA SLASH

17 02 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Traduzido por: IMPRENSA ROCKER
Fonte: Charlotte Observer

O site do “Charlotte Observer” publicou uma entrevista exclusiva com Slash, na qual o guitarrista fala de seu álbum solo, escolha do vocalista para o Velvet Revolver, sua empresa de produção de filmes de terror, dentre outros assuntos.

Confira a entrevista completa, em português, com exclusividade no IMPRENSA ROCKER!

Poucos guitarristas são grandes o suficiente por si só para conseguir ser a atração principal de uma turnê solo, ou fazer um álbum solo que fique entre os cinco primeiros das paradas, mas Slash não é qualquer guitarrista. Além de ter tocado no Guns n’ Roses e no Velvet Revolver, ele tocou com Michael Jackson, foi o rosto do “Guitar Hero” e no começo deste mês se apresentou no show do intervalo do “Super Bowl”. Em 2010 ele lançou um álbum recheado de estrelas, trazendo cantores como Fergie, Adam Levine do Maroon 5, Kid Rock e Myles Kennedy do Alter Bridge (Nota do Tradutor: É engraçado como, pelo texto, a gente sabe qual o público do veículo. Se o “Charlotte Observer” fosse voltado para o público Rock n’ Roll, ao invés destes vocalistas citados, eles teriam colocado Ozzy, Lemmy, Iggy Pop, Ian Ashtbury, etc.), que irá cuidar dos vocais na apresentação do guitarrista hoje, às 20h, no “The Filmore”.

O Super Bowl foi um lance importante para você?
Não estava na minha lista de “coisas a fazer”. Não que eu tenha uma lista. Definitivamente me senti honrado de ter recebido o convite.

Muitas pessoas se surpreenderam pelo fato de Fergie ter participado de seu álbum. Você acha que o público a subestima?
As pessoas constroem uma imagem ou uma impressão em suas mentes sobre quem alguém é e têm dificuldade de mudar isso. Isto definitivamente surpreendeu as pessoas. Quando o boato apareceu, elas pensaram que eu tinha virado Pop ou algo do tipo. Eu escutei Fergie cantar uns lances de Rock alguns anos atrás. Eu tinha uma canção para uma vocalista de Rock, e ela automaticamente veio à minha cabeça.

Mas as pessoas já tinham estabelecido Fergie como um tipo de diva Pop, o que é sensato de supor. Eles ficaram realmente chocados quando ouviram a respeito e então, quando escutaram a canção, ficaram meio que, “Oh, ok”. Com o resto do disco, foi muita informação para algumas pessoas digerirem – toda a diversidade.

Foi um indicativo do que você realmente escuta?
Eu escuto uma grande variedade de coisas. Primariamente sou uma cara do Rock n’ Roll, mas tenho uma inclinação conteúdo mais emocional e melódico e grooves. Eu posso escutar diversos tipos de música que ninguém esperaria que eu escutasse, e ser atraído mais pelo lado melódico e musical da coisa.

Este disco foi uma experiência diferente para você, sabendo que o público estava ciente de seu desenvolvimento através do twitter?
Eu meio que contava no twitter o que estava fazendo, mas eu não presto tanta atenção para que o que qualquer um esteja pensando.

Por tanto tempo você foi o cara atrás da guitarra, da cartola ou do cabelo. As mídias sociais permitiram que você mostrasse mais de sua personalidade ou senso de humor?
Não sei. Eu realmente não faço idéia com relação ao que devo ser sob qualquer tipo de perspectiva real. As pessoas desenvolvem suas próprias idéias. O legal do twitter ou facebook foi que me deu a chance de atingir todos que estejam interessados, ao invés de soltar comunicados para a imprensa… ou vazar informações para fontes confiáveis. Isto te coloca mais no controle de sua própria divulgação ou apenas ser mais direto com os fãs em geral.

Quando você percebeu que Myles era o cara para a turnê?
Quando ele veio cantou a segunda música, eu pensei: “este é o único cara que poderia lidar com todo este material”. Coisas do álbum solo e do Guns n’ Roses e do Velvet Revolver. Myles era muito capaz.

Não tínhamos nenhum relacionamento anterior. Aconteceu dele estar de folga do Alter Bridge e topou. Neste ponto, eu só tinha duas semanas para ensaiar com a banda e só uma semana desta poderia gastar com Myles.

Sua experiência com vocalistas notórios é bem conhecida. Personalidade é algo que você considera?
Mendigos não podem escolher (N.T.: ditado cujo correspondente no Brasil seria “a cavalo dado não se olha os dentes”). O mais importante é encontrar indivíduos que são musicalmente capazes, e então você deve levar em conta seja lá qual for a personalidade dele… É algo que você tem que aceitar razoavelmente se ele canta da forma que você espera. Muitos músicos são loucos e é isto que faz deles grandes músicos.

Qual o status atual do Velvet Revolver com relação ao novo vocalista?
Havia verdade no boato de que estávamos observando Corey Taylor, mas então eu saí para a turnê. Então não há nada sendo feito no momento. Nenhuma decisão.

Fale sobre sua nova empresa de produção de filmes de terror, a “Slasher Films”.
Faremos a produção do nosso primeiro filme neste verão (N.T.: verão do hemisfério norte). Entrei nessa por acaso São um grande fã de filmes de terror. Um amigo meu tem uma empresa chamada “Scout Productions”… Ele sugeriu que eu produzisse meus próprios filmes como um braço da empresa dele. Estou completamente envolvido do desenvolvimento do roteiro à locação e escolha do cast.

Você estará envolvido na trilha?
Esta é a parte mais óbvia. Definitivamente estarei envolvido. Se vou tocar ou não, depende do filme do que ele pedir.

Quais são seus filmes de terror preferidos?
Fui criado pelos filmes de terror que começaram nos anos 30, 40 e 50. “Frankenstein”, “O lobisomem” e “Dracula”. Quando os anos 60 chegaram, teve “A Noite dos Mortos Vivos”. Eu o assisti como uma sessão dobrada, junto com o “Exorcista”. “O Exorcista” se tornou meu preferido. Então saiu “A Profecia”. Foi ótimo também. Recentemente eu gostei de “Os Estranhos”. Eu quis fazer isto, porque o gênero Terror tem sido idiotizado para uma situação quase patética. São todas umas porcarias gore realmente previsíveis. São poucos os que realmente envolvem sustos ou uma imponente estória psicológica ou personagens e vilões com profundidade. É disto que sinto falta e que quero trazer de volta.

O solo de “Sweet Child O’ Mine” parece ser um dos mais estragados no circuito de bandas cover. Você acha que ele é tão difícil assim?
Quando eu toco canções do Guns nos meus shows, faço a maioria dos solos da forma que os gravei. Eles foram espontâneos na época… Fazer eles soarem exatamente como no disco torna fácil de ser estragado.





LUZ NO FIM DO TÚNEL – 5ª EDIÇÃO

15 02 2011

Por: Gabriel Gonçalves

Como havia prometido, estou roubando temporariamente a coluna do grande Roberto, para indicar um álbum matador. A banda em questão se chama Backyard Babies e foi fundada em 1987, na Suécia, entretanto a trupe só alcançou um sucesso maior com seu terceiro álbum, “Making Enemies is Good”, de 2001, que é o trabalho a ser resenhado aqui.

Aliando a sujeira do Punk Rock com a pegada do Hard Rock, estes suecos fizeram o álbum que, em minha opinião, está entre os 10 melhores da última década – o “Appetite for Destruction” do século XXI. E já que toquei no Guns n’ Roses, podemos dizer que o Backyard Babies é uma espécie de Guns só que com o pé mais no Punk do que no Hard. Como já é de praxe, recomendamos que baixe o album e acompanhe a resenha.

Clique aqui para baixar o CD.

A bolacha começa com “I Love To Roll”, um Hard sujão com riff sensacional. De repente o vocal entra como um soco na cara. A letra é fantástica, Rock puro: “Há algo de errado com as drogas hoje em dia/Não há nada novo para mim/E há algo de errado com o sexo hoje em dia”. Em tempos de ditadura do politicamente correto, isto soa muito bem aos meus ouvidos. Logo em seguida vem “Payback”, com mais um riff destruidor, timbragem perfeita das guitarras, vozes e, incrivelmente, bateria. Não sei quanto a vocês, mas após a chegada das gravações digitais, com 5 milhões de microfones, os sons de bateria estão uma merda. Antigamente nego jogava três microfones na batera, e saía algo no nível de “Rock n’ Roll” do Zeppelin; hoje com tudo a disposição parece que estão batendo numa panela (segundo Keith Richards, “parece alguém cagando num teto de zinco”).

A terceira faixa, intitulada “Brand New Hate”, é a que dá nome ao álbum. Mas Gabriel, sou maluco, o nome do álbum não é “Making Enemies is Good”? Sim, caro leitor, mas antes de berrar o título da música, no refrão, ele canta: “Making Enemies is Good”. Aliás, a letra desta também é sensacional. O refrão diz, “Fazer inimigos é bom/Eu tenho um novo ódio por você”. Quando escutar esta música, pense em alguém que você odeie, e vai ver o poder que ela tem. Junto com uma letra matadora, vem um instrumental insano, mezzo Punk, mezzo Hard Rock. Assim que ela termina, um riffzinho bem simples, mas sensacional (o AC/DC realmente fez escola) abre “Colours”, a próxima porrada do álbum. Esta tem uma levada mais lenta (mas não ache que é uma balada, só não é tão rápida quantos as outras). “Você não pode segurar um vira-lata numa coleira/Então deixe seu sangue selvagem correr livre/Eu acabei de descobrir, por acaso/Que as boas intenções sempre pavimentaram a estrada para o inferno”. Isto é poesia! Nesta há ainda um tecladinho fazendo um clima por debaixo dos outros instrumentos. Fantástica!

“Star War” é a próxima, e arregaça com tudo. Rockão de primeira linha! A velocidade volta, mas sem deixar para trás as melodias vocais, instrumental excelente e letras muito bem sacadas: “Eu não preciso de médico/Porque ninguém tem a cura para mim/Porque eu sou um destruidor de corações e agitador de almas desde 1973”. A linha de baixo desta música é foda demais! A seguir temos “The Clash” (é o nome da música, não tem nada a ver com a banda do Joe Strummer). Esta chegou ter o videoclipe veiculado algumas vezes na MTV, e se trata de um Rockão Punk Hard genial. O refrão te pega pelo pescoço e não larga. O solo é simples, mas excelente (a preparação para o solo lembra bem o Guns). Sinceramente, não sei como os caras não explodiram de vez com este disco, mas vamos em frente.

“May Demonic Side” é a próxima e, pelo nome, dá pra perceber que vem sujeira por aí. Ela começa um tanto angelical, com um teclado emulando uma orquestra fazendo um clima bem baixinho, mas aí uns sons estranhos surgem e as portas do inferno se abrem. Mais um riff genial, com a bateria acompanhando. O andamento é levemente mais lento, mas em se tratando de letra, é uma das mais pesadas. “Você me seguiria ao inferno e de volta/Você está vivendo num sonho destruído?/Eu tenho escondido meu lado demoníaco/Porque as promessas eram mentiras”. Um soco no estômago! A próxima se chama “The Kids Are Right” e tem uma pegada mais Punk, mas com o andamento não tão rápido. A letra mais uma vez dá uma cutucada no politicamente correto. “Mil anos de saudações/E tudo que construímos foi uma nação Disney”.

“Ex-Files”, a faixa seguinte, tem um andamento mais lento, mas é bem pesada. Um refrão que te pega de primeira (você vai sair cantando ele o dia inteiro, acredite). “Eu não sou o que te ama/Eu sou o que te deixou para trás”. Fale a verdade, quantas vezes você não quis dizer isso para uma namorada (ou namorado, no caso das meninas)? O solo aqui é fodástico, sendo a cereja do bolo. O disco segue com “Heaven 2.9”, a mais Punk Rock do trabalho. Rápida, letra urgente, melodia cativante e destaque para o backing vocal no refrão. Uma canção Punk Rock matadora! A próxima se chama “Too Tough to Make Some Friends”, e escracha com o conceito de amizade. Se ligue: “Amigos sempre te ligam e mentem no telefone/Como se pensassem que você também é tolerante/Bem, o que estou tentando provar é que o que eu faço não é para você, é para mim”. “Painkiller” é o título da faixa seguinte – uma espécie de balada barra pesada, com violões, guitarras distorcidas e uma letra que é sujeira pura: “Vi que seu telefone foi cortado de novo/Você injetou todos os seus problemas na veia?/Alguém te viu e disse que você estava mortalmente pálido/Outra noite no inferno, outra noite na cadeia/Então você finalmente se rende/Para o sono sem fim/É encontrado morto na manhã seguinte/Com sua vida a seus pés”. Chega a ser bizarro, não?

“Bigger W/A Trigger” e “P.O.P” fecham este álbum sensacional. A primeira começa com um refrão cujo riff lembra o de “Breed”, do Nirvana, num andamento um pouco mais lento. Ela tem uma pegada meio grunge até, mas o Punk Rock se mostra em mais evidência. O refrão mais uma vez é matador, e o solo funciona perfeitamente. “P.O.P” (Bonus Track que veio em algumas versões do disco) é um Punk Rock de primeira linha, que encerra este álbum fantástico com chave de ouro.

Baixem, escutem o álbum e usem o espaço de comentários para dizerem o que acharam da bolacha. Como já disse antes, para mim, este álbum está entre os dez melhores da década passada. Mas deixo aqui um aviso: não escutem este disco enquanto estiverem dirigindo, pois é risco sério de acidentes.





GUNS N’ ROSES ORIGINAL PODE FAZER O SHOW DO INTERVALO NO PRÓXIMO SUPER BOWL

11 02 2011

Fonte: Kent Sterling

De acordo com o website “KentSterling.com”, sítio norte-americano especializado em esportes, conversas estão rolando para que a formação original do Guns se apresente em Indianápolis, na final do campeonato nacional de futebol americano. Talvez o Guns n’ Roses seja a única grande banda de Rock n’ Roll cujos integrantes ainda estão vivos, e que nunca tocaram no Super Bowl.

“Após um show fraco no Super Bowl deste ano, com o super-exposto Black Eyed Peas – que contou com as participações de Usher e Slash – a NFL está querendo soltar uma bomba, reunindo Axl Rose, Slash, Izzy Stradlin, Duff McKagan e Steven Adler (ou Matt Sorum), além de Dizzy Reed”, escreveu Kent Sterling, ex-Diretor de Programa da WIBC e dono do site “KentSterling.com”.

“Paul McCartney já fez o Super Bowl, U2 já fez, Rolling Stones, Kiss, The Who, Tom Petty, Bruce Springsteen… Levando em conta que o Clash já não existe (Joe Strummer está morto), o The Police já não existe e a maioria das grandes bandas de Southern Rock já não existe, sobram Justin Bieber e o Guns n’ Roses. E se algum dia Bieber se apresentar num intervalo do Super Bowl, espero estar lá para levar um tiro e parar com o show”, acrescentou Sterling.

O jornalista continua: “Espero que Axl esteja tomando seus remédios e concorde em fazer o show. É sempre uma pena quando grandes bandas deixam que disputas coloquem um fim prematuro em sua criatividade e habilidade em encantar o público. O Guns n’ Roses já passou há muito do seu auge criativo, mas por 12 minutos eu ficaria imóvel em frente à TV para assisti-los detonar”.

Sterling finaliza, dizendo que as conversas ainda estão em estágios iniciais, e podem não dar em nada. “Mas é bom saber que pelo menos alguém está pensando com clareza na NFL”.





BAIXISTA DO VELVET REVOLVER COLOCA MAIS LENHA NA FOGUEIRA SOBRE O CASO COREY TAYLOR

10 02 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Blabbermouth

Duff McKagan, baixista do Velvet Revolver, jogou mais lenha na fogueira com relação a Corey Taylor ser o novo vocalista do Velvet. Em chat no site “ESPN.com”, o músico respondeu a um fã, que havia perguntado o que um vocalista deveria ter, além de uma boa voz.

“Qualquer bom artista tem que ter a habilidade de deixar fluir as coisas sombrias e fazer de forma real. Grandes vocalistas têm esta habilidade. Não ter inibições também ajuda. Axl e Scott são dois dos melhores frontmen de todos os tempos. Corey Taylor é um destes caras também”, falou Duff.

Quando perguntado sobre os rumores de que Taylor estaria se juntando ao Velvet Revolver, Mckagan escreveu: “Não posso negar nem confirmar… Entretanto, ele é foda. Gosto dele como ser humano e como cantor. Ele é a voz de uma nova geração”.

Confiram abaixo dois videos com Corey e Slash tocando o clássico “It’s So Easy” do Guns, e de “Sexy Type Thing” do Stone Temple Pilots.





FUJA DO HYPE – 2ª EDIÇÃO

31 01 2011

Por: Roberto A.

Hi There! Vamos para mais uma edição da nova coluna do blog roqueiro mais bacana da web: o IMPRENSA ROCKER. Tivemos uma boa repercussão e retorno em nossa primeira edição, e embora tenhamos sido acusados de querer ser “hype” com a coluna, não é nada disso – queremos apenas debater com os leitores sobre o que a mídia nos oferece como a última uva do cacho, a melhor banda de todos os tempos da última semana, os melhores filmes do ano, e assim por diante.

O cenário musical para 2011 revela-se promissor em diversos estilos. Há a possibilidade de boas surpresas para o mundo Metal, quando consideramos que o Megadeth está compondo um novo disco, sem contar o show que o Metallica fará no “Rock in Rio”, que possivelmente vai virar um DVD ao vivo – inovar no set-list é algo mais do que necessário pra eles, todavia entretanto. Iron Maiden de volta à terra brasilis também é um lance ok. Grandes shows virão deste que, para mim, é o melhor CD deles em muitíssimo tempo – foda a bolacha nova dos caras. Para o mundo alternativo, The Strokes, contrariando as previsões que fossem apenas hype, vem trazendo um novo CD. Banda legal, que ainda vale acreditar. Outra banda em que ando acreditando é o Stone Sour: peso, melodia e boas músicas; vieram com um puta disco, que será resenhado em breve. Do lado do Rock brazuca, o RPM está novamente na ativa, prometendo um discaço, que segundo Luís Schiavon, terá influências de The Killers e Muse (ô loco meu) – só pode gerar expectativas. Pode dizer o que quiser das caras e bocas do Paulo Ricardo, das briguinhas públicas deles, mas o fato é que a rapeize foi o maior fenômeno no país, quando se fala em Rock N’ Roll com shows espetaculares. Erraram? Sim, muito; mas um novo disco será muito bem vindo.

Agora vamos conferir mais discos que a grande mídia nos coloca como o que melhor vem acontecendo no mundo musical, para nos certificarmos se há algum sentido nessa festa da falta de bom senso crítico. É recomendado que o caro leitor baixe o CD anteriormente à leitura das resenhas… E estourar um pouco de pipoca também.

Vamos lá.

LCD Soundsystem – This is Happening
Clique aqui para baixar.

Também nas listagens dos melhores de todos os tempos das últimas semanas, este disco merece uma detalhada averiguação. “Dance Yrself Clean” é a primeira faixa. Começa num style macumba-reveilon, umas batidinhas nada a ver, com um tecladão grave marcando e o vocal insípido vindo depois. Som estranho, e muito! A melodia que entra dobrada no vocal é algo sinistro. A letra? Algo tipo assim “muderninho”: “Aceitar presentes da empresa/Atualmente todos nós esperamos o pior/Funciona como uma necessidade”, Chique hein? A voz emula um Byrne, do Talkin Heads, em colapso mental. Bicho, que som frouxo, sem graça e sem sal! “Drunk Girls” começa de cara alegrinha, depois cai no marasmo. Numa tentativa de soar como alguma coisa, soa como nada – acompanhem comigo: “(Meninas bêbadas) recebem convites das nações/(Meninos bêbados) têm uma paciência de milhões de santos/(Meninos bêbados) roubam, roubam os armários/(Meninas bêbadas) gostam de registrar queixas”. Desafio qualquer um ouvir a faixa toda. Ok, vamos pra próxima, “One Touch” – sugestivo nome. Em princípio gostei, por achar que a faixa fosse instrumental, mas ledo engano; a chatisse vocal logo aparece, num som que muito de longe lembra Depeche Mode, em sua pior fase. Leitores, esta “música” é uma enrolação total. Saca encher linguiça? Pior que isso. O que achei interessante é que o próprio artista assume a mediocridade da música: “Eu não acho que vamos estar satisfeitos com isto/Esperamos por muito tempo/Lembro-me das promessas feitas a nós/Temos sido pacientes por um longo tempo”. Haja paciência! “All I Want” vem na sequência, com uma bateriazinha sem riscos, guitarrinha blasé, e até que rola um climinha bacaninha, propícia pra filas de espera. Aliás muito New Order a guitarrinha (fase “Low Life”). Liricamente rola mais ou menos isto: “Espere pelo dia em que você chegará em casa do parque solitário/Procure pela garota que lidou com toda a sua merda/Você nunca precisou de alguém por tanto tempo”. Inspiração para os romances modernos, funcionaria bem numa maternidade. Pessoal, é rir pra não chorar – e conseguir ir pra próxima: “I Can Change”, título bem sugestivo, né não? É um sonzinho bom pra quando você for ao banheiro, pra ajudar no lance. Nesta rolam uns ruidozinhos eletrônicos, e o poeta manda isto: “Acenda a luz/Facilite para mim/Preencha a divisão/Errando na cozinha até acertar/Que visão terrível”. Mas a parte que mais define o disco todo diz assim: “Nunca mude, nunca mude, nunca mude…”. Certo. “You Want A Hit” é semelhante aquilo que se ouve quando se liga para as companhias telefônicas, enquanto não somos atendidos. Um loop de um toque telefônico do celular, é o que parece isto – quem duvidar, ouça. Fico por aqui neste CD. Não tem como ouvir mais. Leitores de coragem, ouçam as faixas restantes e postem as impressões nos comentários. Minha gente (isso soa Collor pra caramba!), se querem ouvir um Pop eletrônico classe A, tentem o “Tron Legacy” do Daft Punk, ou o “Zeitgeist” do Tangerine Dream – coisa fina.

Janelle Monáe – The Archandroid
Clique aqui para baixar.

Falando sério, acho até divertido quando vejo na lista dos melhores, ou em destaque, um artista no qual nunca havia ouvido falar e nem conhecia som algum. Assim foi com Janelle, destacada como das melhores artistas, melhor CD e coisa e tal. Segundo o “Wikipédia”: “Janelle Monáe (Kansas, 1 de Dezembro de 1985) é uma cantora, compositora e bailarina norte-americana”. Beleuza. Vamos então dechavar o que a mídia especializada anda endeusando como algo duca. Let’s Start.

Temos “Suite II Overture” de início, clima de começo de filme e tal, orquestra apoteótica mostrando uma baita produça. Empolga um pouco e faz acreditar que vem um baita disco no caminho… Uns pianinhos, vozes estranhas ao fundo e a faixa fica nisso – Ok.  A próxima, “Dance or Die”, vem com percussão, vocal falado no início e alguma empolgação típica pra academias de malhação. Tem um refrãozinho até jóia, solo distorcido, wah, metais, uma salada digna de Prince, mas que apenas promete e não cumpre, indo do nada à lugar algum.  “Faster” vem na sequência, e os mais desatentos nem notarão que é outra “música” – parece mais uma continuação da anterior. “Locked Inside” apresenta, com boa vontade, um disposição em soar um remix de Mariah Carey, com pitadas de Madonna, influências de Earth Wind & Fire, doses de “Motown”… Sei lá, até curti essa, mas algo soa fora de lugar, entretanto não serei injusto: é uma música que pode funcionar bacana durante uma trepada – isso sem dúvida; sexy pacas. Seguimos com “Sir Greendown”, uma baladinha com teclados, climinha viajandão maresia jasco, boa pedida pra preparar um sanduba de mortadela pra acompanhar o restante do post com mais sabor – acompanhado de tubaína de preferência. “Cold War” vem como trilha “lucianohuckista” do post, com aquela animação digna dos melhores caldeirões. Dá até pra imaginar uma moçada sarada e descolada dançando com esta música (esperemos por algum remix no futuro próximo). Chatinha, mas com um solo de guitarra bacana e bem timbrado, justiça seja feita: filé miau! A seguinte, “Tightrope”, assemelha-se a um Rhythm n’ Blues, e traz participação de Big Boi. Você nunca ouviu falar nele? Não? Eu também  não, mas quem se importa? Logo ele aparece nas temidas listas dos melhores, por suposto. Nada que Janet Jackson já não tenha feito mil vezes melhor num passado nem tão distante assim. Mas vá lá, deixa a faixa rolar até o final. Tô parando por aqui, deixando “Neon Gumbo”, espécie de som-macumba rolando, pra escrever o restante deste post. Analisando estes dois discões, me lembrei de um curso que há trocentos anos enrolo para fazer: o de DJ. Porque, putz, se isto aqui é considerado alguns dos melhores lançamentos em música eletrônica e dançante dos últimos momentos, eu tenho chances também nisso. Agora é sério gente: querem ouvir uma boa (relativamente) nova cantora? Tentem Regina Spektor, que tem um trampo super legal, ou ouçam mais um pouco de nossa sempre bem-vinda Alanis, artista fodástica sempre.

Questionamentos debatíveis do autor:

Sem nunca querer ser hype, muito menos dono da razão, vamos nós aos nossos costumeiros questionamentos finais do “Fuja do Hype”.

- Indie ou Mainstream?
Lendo ontem uma resenha do ótimo recente CD do Stone Sour, via “Whiplash”, achei um lance curioso. No fim da resenha o cara que escreveu que “apesar” de estarem entrando no mainstrem, o trabalho é bom e honesto. Daí eu vos pergunto, prezados leitores: essa novelinha de Indie e Mainstream já não deu no saco? Isso pouco importa! O que realmente importa é você botar um vinil ou CD pra rolar, sentir emoção e prazer ouvindo a parada, isso sim. E descobrir artistas que valem à pena, como na seção “Luz no Fim do Túnel”, deste mesmíssimo blog.

- Rock in Rio???
Quando do lançamento do festival no ano passado eu temi pelo previsível. Toda a nata da rapeize nacional, todo mundo juntinho, unido, cantando o hino do festival. Coisa bonita de ser ver, tirando os pormenores, como Sandra de Sá, Ivete Sangalo, NX, o arroz de festa Dinho, e outros mais. O que eu questiono aqui é porque o festival tem esse nome e convida gente como Cláudia Leite, Elton John (apesar de ser um puta de um compositor), Kate Perry, Jota Quest, Rihana, Marcelo Camelo, e atrações questionáveis. Tudo bem, no final, nem é a música que importa, e sim os lucros (sejamos realistas). Espero que seja confirmado o quanto antes o Guns n’ Roses, pra enfim esse festival ter algum sentido real. Como dizia a Plebe Rude, nos 80: “A música não importa, o importante é a renda”. Isso nunca foi mais verdadeiro.

- Super-bandas
Tipo assim galera, basta juntar uns músicos de nome e peso (alguns de peso físico mesmo, tipo Sammy Hagar) pra que se forme uma super-banda? Em alguns casos sim, outros não. Vejamos alguns exemplos de casos que, a meu ver, deram um pouco, muito, ou nada certo. Um pouco certo, por exemplo, foi o Velvet Revolver, formado pelos ex-gunners Duff, Matt (esse um agregado), e Slash, com Scott Weiland (Stone Temple Pilots) nos vocais e o desconhecido Dave Kushner na outra guitarra. Fizeram discos bons, e shows medianos (Em se tratando de sujeitos desse quilate, esperava-se muitíssimo mais e, aliás, ainda se espera). A novela deles em busca de um vocalista continua. Um exemplo de super-banda que pra mim não colou é o Chickenfoot, que juntou Sammy Hagar, o guitarrista Joe Satriani, o baixista Michael Anthony (Van Halen) e o baterista Chad Smith (Red Hot). Resultado? Um disco bem chato, sem direção, uma verdadeira mistureba sonora – vejamos como soará o segundo. Agora nem tudo está perdido no mundo das super-bandas. Audioslave foi uma que rolou e apresentou três putas discos e ótimos shows. Antes não tivessem acabado, pois nem Soundgarden e nem o Rage Against apresentaram resultados musicais tão bacanas quanto ela.

- Volta do Guns original
Essa choradeira toda pela volta do Guns N’ Roses original já deveria ter cessado há mais tempo, até mesmo porque NÃO VAI ACONTECER. Axl atualmente está cercado de músicos muito mais capacitados, concentrados e preparados para levar adiante o legado do Guns, e de acordo com os fóruns mais conceituados do mundo em GNR, novas músicas virão este ano, bem como nova tour – sem contar que Axl ainda deve um bom DVD oficial do New Guns. A gurizada original também segue compondo e lançando: Duff com seu mediano Loaded, Steven Adler com seu meia boca Adler’s Appetite, e Slash, como sempre, comparecendo em qualquer boca-livre que o chame. Izzy segue também sempre lançando seus discos. Veja um show atual do Guns, que qualquer melancolia por uma reunião some na hora. “Chinese” é um passo além, e é pra frente que se anda.

Por enquanto é isto. Comentem, queridos leitores, e vamos que vamos. Em caso de dúvida, sempre FUJA DO HYPE!!!





VOCALISTA DO SLIPKNOT PODE SER NOVO CANTOR DO VELVET REVOLVER

29 01 2011

Enviado por: Bernardo Macondes
Fonte: Rock em Geral

O vocalista do Slipknot e do Stone Sour, Corey Taylor, pode ser o nome escolhido para assumir o posto de cantor no Velvet Revolver. Em uma entrevista concedida ao site da edição americana da revista “Billboard”, Taylor foi perguntado se é ele o “vocalista famoso” que vem ensaiando com os integrantes do Velvet Revolver, e não disse nem “sim” nem “não”. “Continua…”, disse Taylor, usando a expressão consagrada em filmes e novelas para sugerir uma continuação. O texto diz que o vocalista respondeu à pergunta com certo deboche.

Por mais de uma vez, integrantes do Velvet Revolver disseram que têm ensaiado com um vocalista conhecido de todos. De outro lado, em várias oportunidades Corey Taylor tem demonstrado certo desinteresse em seguir no Slipknot sem o baixista Paul Gray, morto em maio do ano passado. O certo é que Corey Taylor vem ao Brasil para o Rock In Rio, onde se apresenta com o Slipknot e com o Stone Sour, em dias diferentes.





SLASH VAI PRODUZIR A ADAPTAÇÃO DA HQ QUE MODERNIZA FRANKENSTEIN

26 01 2011

Enviado por: Roberto A.
Fonte: Omelete

Desde que ganhou uma primeira arte conceitual, em novembro de 2008, “Wake the Dead”, a adaptação para as telas da HQ de Steve Niles, “30 dias de noite”, não deu mais notícias. O projeto está ganhando um novo gás agora.

A recém-aberta produtora do guitarrista Slash, a “Slasher Films”, anunciou que “Wake the Dead” será um dos seus primeiros projetos. Os nomes envolvidos anteriormente continuam associados ao filme. Niles trabalha ao lado do diretor Jay Russell (Brigada 49, Meu Monstro de Estimação) como produtor. O autor da HQ não assina o roteiro, serviço que ficou com Russell e com o roteirista James V. Hart (Drácula de Bram Stoker).

“Wake the Dead” é uma minissérie em quadrinhos sobrenatural – publicada em cinco partes pela “IDW Publishing” em 2004 – que moderniza a clássica história de Frankenstein, numa roupagem semelhante em estilo a filmes como “O Corvo” e “Darkman”. Na história, um jovem chamado Victor trabalha com meios da medicina moderna para reverter a mortalidade, mesmo que isso signifique usar partes dos corpos de alguns de seus amigos.

Por enquanto a arte conceitual divulgada é obra da “Weta”, que em 2008 estava envolvida no projeto. As filmagens de fato não têm data para começar.





“ROCK N’ ROLL HALL OF FAME” PODE REUNIR GUNS N’ ROSES CLÁSSICO

26 01 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Rock em Geral

Informações de bastidores dão conta de que o Guns N’Roses pode ser indicado ao “Rock n’ Roll Hall of Fame” no ano que vem. O grupo só não foi indicado até agora porque, para tanto, é preciso ter completos 25 anos do lançamento do primeiro álbu. Como “Appetite For Destruction” foi lançado em 1987, em 2012 essa exigência passa a ser atendida.

A possível indicação já aponta para a possibilidade da formação clássica da banda – Axl Rose (vocais), Slash e Izzy Stradlin (guitarras), Duff McKagan (baixo) e Steven Adler (bateria) – se reunir, ao menos para a cerimônia de acesso. O problema é que o controle do grupo, hoje, está nas mãos de Axl Rose, o único remanescente da época. Ultimamente, no entanto, Axl fez as pazes com Izzy Stradlin e Duff McKagan, mas continua sem se falar com Slash. Se as conversas de bastidores realmente fizerem sentido, ambos têm um ano para resolver essa parada.





ESPECIAL ACÚSTICO DO SLASH’S SNAKEPIT

22 01 2011

Garimpando pelo “Youtube”, hoje à tarde, encontrei esta preciosidade. Trata-se de um especial do Slash’s Snakepit (na verdade é só o Slash e o Eric Dover), que mostra uma apresentação acústica da dupla em Honk Kong, em 1995, além de entrevistas.

Não posso deixar de imaginar o porquê do Eric Dover não ter se tornado um grande astro – o cara canta demais!

Confira o especial abaixo (a qualidade do vídeo é profissional):

Parte 1  

Parte 2 

Parte 3   

Parte 4   

Parte 5   

Tracklist:

1. Back And Forth Again
2. Neither Can I
3. Jigsaw Puzzle
4. Beggars & Hangers-On
5. Big Boss Man
6. Rainy Day Women #12 & #35








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