BOB DYLAN ASSINA CONTRATO PARA PUBLICAÇÃO DE SEIS LIVROS

20 01 2011

Fonte: New Musical Express

O lendário Bob Dylan assinou um contrato com a editora “Simon & Schuster” para a publicação de seis livros.

Segundo o jornal “Crain’s New York Business”, para este novo contrato, Dylan irá lançar duas sequências para seu livro “Crônicas: Volume Um”, lançado em 2004, além de dois outros livros baseados no seu programa de rádio, “Theme Time Radio Hour”.

Detalhes sobre os outros dois livros incluídos no contrato ainda não foram revelados.

O “Crônicas: Volume Um” foi o primeiro número das memórias de Dylan, mas não apresentou muito material baseado em sua vida de meados dos anos 60, quando sua fama estava no auge.





BOB DYLAN LANÇA COMPILAÇÃO DE RARIDADES

1 09 2010

Enviado por: Raquel Hortmann
Publicado originalmente:
Território da Música

Está agendado para o dia 19 de outubro o lançamento de mais um volume da série de raridades de Bob Dylan, “Bootleg Series: The Witmark Demos 1962-1964”.

A coletânea de raridades estará disponível em CD duplo e LP quádruplo, e trará 47 faixas, sendo que 15 delas são gravações inéditas, nunca lançadas oficialmente. Entre as raridades estão “The Death of Emmett Till”, “Guess I’m Doing Fine”, “Ballad for a Friend” e “Long Ago, Far Away”.

“The Witmark Demos 1962-1964” também trará um livreto com fotografias da época e textos assinados pelo pesquisador musical Colin Escott. Além dessa coletânea, Dylan lança no mesmo dia uma caixa especial contendo os primeiros oito discos da carreira.

“The Original Mono Recordings” trará cada um dos discos embalados em suas capas originais, mais um livro de fotos. Confira abaixo o repertório de “The Witmark Demos 1962-1964” e os discos incluídos em “The Original Mono Recordings”:

The Witmark Demos 1962-1964

CD 1
01. Man on the Street (fragmento)
02. Hard Times in New York Town
03. Poor Boy Blues
04. Ballad for a Friend
05. Rambling, Gambling Willie
06. Talking Bear Mountain Picnic Massacre Blues
07. Standing on the Highway
08. Man on the Street
09. Blowin’ in the Wind
10. Long Ago, Far Away
11. A Hard Rain’s A-Gonna Fall
12. Tomorrow Is a Long Time
13. The Death of Emmett Till
14. Let me Die in my Footsteps
15. Ballad of Hollis Brown
16. Quit Your Low Down Ways
17. Baby, I’m in the Mood for You
18. Bound to Lose, Bound to Win
19. All Over You
20. I’d Hate to Be You on That Dreadful Day
21. Long Time Gone
22. Talkin’ John Birch Paranoid Blues
23. Masters of War
24. Oxford Town
25. Farewell

CD 2
01. Don’t Think Twice, It’s All Right
02. Walkin’ Down the Line
03. I Shall Be Free
04. Bob Dylan’s Blues
05. Bob Dylan’s Dream
06. Boots of Spanish Leather
07. Walls of Red Wing
08. Girl From the North Country
09. Seven Curses
10. Hero Blues
11. Whatcha Gonna Do?
12. Gypsy Lou
13. Ain’t Gonna Grieve
14. John Brown
15. Only a Hobo
16. When the Ship Comes in
17. The Times They Are A-Changin’
18. Paths of Victory
19. Guess I’m Doing Fine
20. Baby Let Me Follow You Down
21. Mama, You Been on my Mind
22. Mr. Tambourine Man
23. I’ll Keep It with Mine

The Original Mono Recordings
Bob Dylan – 1962
The Freewheelin’ Bob Dylan – 1963
The Times They Are A-Changin’ – 1964
Another Side Of Bob Dylan – 1964
Bringing It All Back Home – 1965
Highway 61 Revisited – 1965
Blonde on Blonde – 1966
John Wesley Harding – 1967





EDDIE VEDDER E JOHNNY DEPP CANTAM JUNTOS EM SHOW BENEFICENTE

30 08 2010

Enviado por: Raquel Hortmann
Originalmente publicado em:
Terra Música

O líder do Pearl Jam, Eddie Vedder, se apresentou em show solo e acústico neste sábado (28) na cidade de Memphis, no estado do Tennessee (sul dos EUA), como parte do concerto beneficente “Voices for Justice”. O concerto foi em prol da libertação dos chamados “Três de Memphis”, três jovens presos em 1993 pela morte de três crianças, e condenados injustamente, de acordo com diversas organizações.

O ator Johnny Depp também participou do concerto. Após ler trechos do diário de um dos presos, Damien Echols, condenado a morte, ele pegou o violão e tocou com Vedder a música “Society”. Vedder cantou ainda músicas de Tom Waits, Bob Dylan e Bruce Springsteen. A cantora Patti Smith também participou do concerto. No final, todos cantaram juntos a música “People Have the Power”, de Smith.

Confira alguns vídeos do evento:





BOB DYLAN FARÁ EXPOSIÇÃO DE QUADROS QUE TIVERAM O BRASIL COMO TEMA

16 08 2010

Enviado por: Raquel Hortmann
Originalmente publicado em: R7

O museu dinamarquês “Statens Museum for Kunst” anunciou nesta segunda-feira, 16 de agosto, que o lendário músico americano Bob Dylan, um aficionado também da pintura, apresentará sua nova coleção, “Brazil Series”, pela primeira vez em Copenhague, no mês de setembro. A coleção, que compreende cerca de 40 telas pintadas em acrílico e oito desenhos, será apresentada de 4 de setembro a 30 de janeiro de 2011 no maior museu da Dinamarca. O curador-chefe do museu, Kaspar Monrad, dá mais detalhes sobre o evento.

“É uma coleção que jamais foi exposta, que foi feita para o Statens Museum for Kunst entre 2009 e o primeiro trimestre de 2010. Estes quadros mostram paisagens da vida cotidiana na cidades, as favelas e o campo do Brasil, para onde Bob Dylan viajou em várias oportunidades”.Existem também outros temas, como explica Monrad.

“Também há quadros dramáticos sobre amores infelizes, ajustes de conta mafiosos e outras cenas que mostram o fascínio do artista pela diversidade desse país”. O estilo Dylan é inspirado no realismo americano do início do século XX e nas afinidades profundas com pintores do século passado como o Matisse dos anos 1920.

O museu dinamarquês entrou em contato com o agente de Bob Dylan no final de 2008 para pedir ao artista uma nova coleção de pinturas. Um comunicado do próprio artista foi divulgado pela entidade cultural.

“Visitei o ‘Statens Museum for Kunst’, que é impressionante, e foi uma surpresa para mim quando me pediram para criar obras especificamente para este museu. Foi uma grande honra e um desafio muito apaixonante”.

O autor de Blowin’ In The Wind explicou que escolheu o Brasil como tema da exposição porque esteve no país várias vezes e porque gosta muito de seu ambiente. O astro americano, de 68 anos, expôs sua coleção anterior, “Drawn Blank Series”, na Alemanha, em 2007, e no Reino Unido, em 2008.





FUMAND… OPS… APAGANDO AS VELINHAS! PARTE III

23 05 2010

Mais um domingo chegou, e eu estou certo que vocês sabem o que é que tem todo domingo, não? Que mané missa dominical nada! Hoje é dia de darmos parabéns aos rockstars que completam mais um ano de destruições de quartos de hotéis, bebedeiras e festinhas com groupies.

Vamos aos aniversariantes:

Bob Dylan: 24 de maio de 1941
Klaus Meine (Scorpions): 25 de maio de 1948
Jon Fogerty (Creedence Clearwater Revival): 28 de maio de 1945
Blaze Bayley (Wolfsbane /Iron Maiden /Solo): 29 de maio de 1963

Mais uma vez a semana está muito bem representada, por outro lado nunca foi tão fácil escolher quem ganhará a famosa biografia aqui no IMPRENSA ROCKER. Todos os artistas acima têm cacife para estarem aqui, mas não se pode negar que um entre eles se destaca. Aliás, ele se destaca entre todos os outros, em todos os tempos. É claro que o sortudo que terá a honra de ter sua história contada aqui é o inigualável Bob Dylan!

Bob Dylan nasceu Robert Allen Zimmerman na cidade de Duluth, Minnesota, e é neto de imigrantes russos judeus. Como a maioria dos adolescentes durante os anos 50, Bob ficou fascinado com uma música chamada Rock n’ Roll, tornando-se fã dos grandes da época, como Little Richard e Buddy Holly.

Quando ingressou na Universidade de Mineapolis, em 1959, Bob Dylan descobriu a Folk Music e ficou tão impressionado a respeito da vida e obra de Woody Guthrie, que chegou a visitá-lo em Nova Iorque no ano de 1961. O encontro com seu ídolo, que estava a beira da morte num hospital, foi o que Dylan precisava para mergulhar de cabeça na carreira musical.

Seu primeiro disco, intitulado apenas de Bob Dylan, saiu em 1962 e continha apenas folks tradicionais, entretanto seu segundo trabalho, The Freewhellin’, inteiramente com composições próprias, o consagrou como compositor e apresentou um dos seus maiores hits: Blowin’ in The Wind.

A partir daí, Dylan se tornou referência mundial na Folk Music, escrevendo canções que abordavam temas sociais e políticos, e que se tornavam sucessos instantâneos, entretanto em 1965 o artista chocou seu público: durante o Newport Folk Festival Bob Bylan se apresentou acompanhado de uma banda de Rock n’ Roll, o que se configurava numa heresia para os fãs do Folk, que o vaiou durante toda a apresentação.

Depois desta ruptura, e inspirado pelas bandas de Rock inglesas, especialmente os Beatles, Dylan foi se distanciando do Folk cada vez mais, o que fez com que fosse chamado de “traidor” pelos fãs do som antigo. O que ele fez para calar esta multidão? Simplesmente lançou alguns dos melhores álbuns da história da música, sendo desta época canções eternas, como Subterranean Homesick Blues, Like a Roling Stone, Just Like a Woman e Hurricane. Bob Dylan foi provocado com um peteleco e se vingou com uma bomba atômica!

Bob Dylan mostrou-se um gênio, um jovem na casa dos vinte anos de idade com uma capacidade sobrenatural de expressar os sentimentos humanos. “Ele é o Sheakspeare do Rock n’ Roll. A pluralidade com que disserta sobre os mais diversos sentimentos humanos não fica devendo nada à Sheakspeare”, exclama Marcelo Nova, cantor, compositor e fã de Bob Dylan.

Ao longo dos anos Bob Dylan seguiu lançando ótimos discos, arriscou-se todo o tempo, se converteu ao cristianismo e soltou alguns discos Gospel, se reaproximou de suas raízes judaicas, gravou álbuns Country, participou do supergrupo The Willburys Traveling – time que reuniu nada mais nada menos que George Harrison, Roy Orbinson, Tom Petty, Jeff Lynne e Bob Dylan – voltou ao Folk e ao Rock n’ Roll, e com o álbum Modern Times, de 2006, voltou a ser campeão de vendas.

Bob Dylan é a definição exata da palavra “artista”. Inquieto, sempre em busca do melhor, colecionador de brigas e em constante mutação, é uma referência entre as referências; influenciou e foi influenciado por gente, como os Beatles; derramou seu coração e alma sobre sua obra, que soma mais de 30 discos. Um artista de talento superlativo. O verdadeiro Rei dos Judeus!

O IMPRENSA ROCKER espera que vocês tenham gostado deste capítulo do FUMAND… OPS… APAGANDO AS VELINHAS. Semana que vem tem mais gente soprando as velinhas.








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