SEBASTIAN BACH FINALIZA GRAVAÇÕES DOS VOCAIS PARA SEU NOVO CD

29 03 2011

Fonte: Blabbermouth

Em post feito ontem, 28 de março, no “Fecebook”, Bach escreveu: “Eu estou super animado em informar vocês que hoje eu gravei as duas útimas canções do CD. 13 das 13 canções agora possuem o vocal. Nem todas estão terminadas, mas a maioria delas está! Agora é hora dos backing vocals e guitarra solo, e nos certificarmos de que tudo está perfeito. Escrevi a última das letras hoje, para uma canção que é super pesada e, liricamente, fala sobre uma garota. Hey, todas as melhores canções são”!

O próximo álbum de Bach, ainda sem título definido, deve sair neste verão (do hemisfério norte) através da “Frontier Records”.





“AXL SEMPRE FOI ATENCIOSO COMIGO”, DIZ BRIAN MAY

25 03 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Blabbermouth

O guitarrista do Queen, Brian May, recentemente respondeu algumas perguntas enviadas pelos leitores da revista britânica “Uncut”. Quando questionado sobre como acabou se envolvendo com na produção do “Chinese Democracy”, do Guns n’ Roses (em 1999, May gravou um solo de guitarra para a faixa “Catcher in The Rye”, mas seu trabalho foi removido, da mixagem final da música), ele respondeu:

“Não me lembro quando conheci Axl, mas nós os convidamos para tocar no tributo a Freddie em 1992. Eles fizeram um trabalho fantástico e também doaram muito dinheiro ao Mercury Phoenix Trust. Após isso, minha banda solo abriu para o Guns n’ Roses numa turnê, e nos demos muito bem”. May continua, “as pessoas pensam em Axl como uma pessoa difícil, mas comigo ele sempre foi bem atencioso”.

“Quando eles estavam gravando este álbum (Chinese Democracy), após não sei quantos anos, eles estavam conversando com Roy Thomas Baker (antigo produtor do Queen), que estava trabalhando com eles na época, e eles tiveram a idéia de me contatar para ajudá-los a criar um direcionamento. Peguei um avião para encontrá-los e ele mostrou o álbum inteiro para mim. Tivemos uma longa noite, conversado, pensando, tentando descobrir direcionamentos em potencial, e então passei alguns dias apenas experimentando coisas. Acho que toquei em duas canções e meia, mas eles acabaram não usando as minhas partes. Eles usaram cerca de 10 guitarristas após isso! Tenho umas mixagens cruas destas faixas em algum lugar do meu arquivo, mas não deixarei ninguém escutar, em lealdade para com Axl”.

“Foi divertido aparecer com algumas idéias para ajudar um amigo”.





CONFIRA TRAILERS DO NOVO DVD DO AC/DC

17 03 2011

Fonte: Blabbermouth

No dia 10 de maio será lançado “Live at River Plate”, CD e DVD ao vivo do AC/DC, que captura a banda em ação na capital argentina, durante a “Black Ice World Tour”. Gravado em dezembro de 2009, durante uma série de três shows que o grupo australiano fez em Buenos Aires, e contando com 32 câmeras filmando em HD, “Live at River Plate” traz 19 faixas (totalizando 110 minutos), além de imagens de bastidores.

O trabalho será disponibilizado em DVD, Blu-ray e numa edição limitada de colecionador que trará uma camiseta exclusiva. O material bonus de “Live at River Plate”, intitulado “The Fan, The Roadie, The Guitar Tech & The Meat”, trará entrevistas com a banda, sua equipe e fãs.

Tracklist:
01. Rock N Roll Train
02. Hell Ain’t A Bad Place To Be
03. Back In Black
04. Big Jack
05. Dirty Deeds Done Dirt Cheap
06. Shot Down In Flames
07. Thunderstruck
08. Black Ice
09. The Jack
10. Hells Bells
11. Shoot To Thrill
12. War Machine
13. Dog Eat Dog
14. You Shook Me All Night Long
15. T.N.T.
16. Whole Lotta Rosie
17. Let There Be Rock
18. Highway To Hell
19. For Those About To Rock (We Salute You)

Bônus:
* The Fan, The Roadie, The Guitar Tech & The Meat
* AC/DC Tour Animation

Confira abaixo os trailers de divulgação de “Live at River Plate”:





SLASH PARTICIPA DE CONCURSO PARA AJUDAR BANDAS NOVAS

9 03 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Blabbermouth

A banda State Line Empire foi a vencedora do concurso “Your Next Record”, realizado pelo “Guitar Center”, e contou com a ajuda de Slash no seu single “Drive Me” do novo EP – intitulado “Octane”, cujo lançamento foi ontem, 8 de março – do grupo, produzido por Mike Clink. Como se isto já não fosse o suficiente, a banda também recebeu um contrato de empresariamento profissional, créditos totalizando U$ 10 mil para compras no “Guitar Center”, novos equipamentos, contratos de endorse da “Ernie Ball Music Man”, além de um editorial na revista “Guitar World” e divulgação no “iTunes”.

“O ‘Guitar Center’ e eu estávamos procurando por uma nova grande banda que, de outra forma, não havia tido a oportunidade de dar com o pé a porta. Com a State Line Empire nós encontramos isto, e esta canção é bem representativa da banda”, disse Slash. “Ela possui um ótimo gancho. É cativante, simples e não muito longa – e detona”.

“Toda esta experiência tem sido maravilhosa. Quando recebi a ligação de Slash, dizendo que havíamos ganhado,  eu meio que não acreditei”, disse Dave Pearl, baixista da banda. “Este é um sonho que se realizou”.

A State Line Empire foi formada em 2009 e, além de Pearl, conta com Tyson Yen nos vocais, Cat na guitarra e Jay Michaelis na bateria.

Confira abaixo vídeo com depoimentos da banda, de Slash e de Mike Clink. Nele também é possível escutar o single “Drive Me”.

Eu achei o som bem legal – me pareceu algo bem próximo do Velvet Revolver. E vocês, o que acharam?





IAN GILLAN DIZ QUE JÁ ESTÁ NA HORA DE OUTRO ÁLBUM DE ESTÚDIO DO DEEP PURPLE

24 02 2011

Fonte: Blabbermouth

O Deep Purple realizou uma coletiva de imprensa ontem, 22 de fevereiro, na Cidade do México, no qual falou sobre a pequena turnê Mexicana, dentre outros assuntos.

Quando perguntados se há quaisquer planos da banda gravar um novo álbum de estúdio, o vocalista Ian Gillan respondeu: “Eu acho que já está na hora, não é? Então vamos nos reunir para compor muito em breve, e se ficarmos animados, então teremos mais um álbum logo após isto. Veremos o que irá acontecer. Mas não há planos. Acho que estamos sendo atiçados por várias pessoas que gostariam de ver outro álbum do Deep Purple. Então acho que já está na hora”.

O 18º e mais recente álbum de estúdio da banda foi o “Rapture of The Deep”, lançado em novembro de 2005. Este foi o quarto disco de inéditas desde que o guitarrista Steve Morse se juntou à banda em 1994, e o segundo a contar com o tecladista Don Airey no lugar do icônico Jon Lord.





BAIXISTA DO VELVET REVOLVER COLOCA MAIS LENHA NA FOGUEIRA SOBRE O CASO COREY TAYLOR

10 02 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Blabbermouth

Duff McKagan, baixista do Velvet Revolver, jogou mais lenha na fogueira com relação a Corey Taylor ser o novo vocalista do Velvet. Em chat no site “ESPN.com”, o músico respondeu a um fã, que havia perguntado o que um vocalista deveria ter, além de uma boa voz.

“Qualquer bom artista tem que ter a habilidade de deixar fluir as coisas sombrias e fazer de forma real. Grandes vocalistas têm esta habilidade. Não ter inibições também ajuda. Axl e Scott são dois dos melhores frontmen de todos os tempos. Corey Taylor é um destes caras também”, falou Duff.

Quando perguntado sobre os rumores de que Taylor estaria se juntando ao Velvet Revolver, Mckagan escreveu: “Não posso negar nem confirmar… Entretanto, ele é foda. Gosto dele como ser humano e como cantor. Ele é a voz de uma nova geração”.

Confiram abaixo dois videos com Corey e Slash tocando o clássico “It’s So Easy” do Guns, e de “Sexy Type Thing” do Stone Temple Pilots.





ROBERT PLANT NOMEADO PARA CONCORRER AO “BRIT AWARD”

14 01 2011

Fonte: Blabbermouth

O lendário frontman do Led Zeppelin, Robert Plant, foi nomeado para concorrer na categoria “Artista Solo Britânico do Sexo Masculino” no “Brit Award” (o evento britânico equivalente ao “Grammy”) deste ano. Os vencedores serão anunciados na “O2 Arena”, em Londres, no dia 15 de fevereiro. 

“Band of Joy”, o novo álbum de Plant, vendeu 49 mil cópias nos Estados Unidos na semana de seu lançamento, estreando em 5º no top 200 da “Billboard”.

Primeiro lançamento de Plant desde o álbum de Bluegrass “Raising Sand”, que recebeu seis “Grammy” e foi feito em parceria com Alison Krauss, “Band of Joy” conta com a ajuda de músicos norte-americanos, que também estão tocando com Plant na atual turnê.

A formação da banda conta com, além de Plant, Patty Griffin nos vocais, Darrel Scott em diversos instrumentos e vocal, Byron House no baixo e vocal, Marco Giovino na bateria, percussão e vocal, e Buddy Miller na guitarra e vocal.





DUFF McKAGAN: “FOI ÓTIMO TOCAR COM AXL E O NOVO GUNS N’ ROSES”

22 10 2010

Enviado por: Raquel Hortmann
Fonte: Blabbermouth

O baixista original do Guns n’ Roses, Duff McKagan foi entrevistado ontem, 21 de outubro, na edição matinal do “The BJ Morning Experience”, na rádio “KISW 99.9 FM”, em Seattle, e falou sobre sua aparição surpresa no show do Guns n’ Roses em Londres.

Sobre sua participação no show de sua antiga banda:

“As coisas acontecem na vida, bem loucamente, quando você menos espera que vão acontecer”. “Não falei publicamente sobre isso com ninguém. E realmente, é como… Eu sei que somos pessoas públicas, ou seja lá o que você queira chamar, mas aquilo foi um lance privado, apesar de estarmos num palco tocando em frente a 14 mil pessoas”.

“Ao longo dos anos, especialmente nos negócios e coisas do tipo, se você tem uma ruptura nos negócios, você começa a demonizar o outro. E se esta ruptura é pública, outras pessoas de ajudam a demonizar”.

“Foi meio idiota… Assim que subi no palco na quinta da semana passada, meu e-mail enlouqueceu… Era a “Rolling Stone” e todos os outros, ‘você pode nos dar uma declaração sobre isso?’, e eu não tinha uma declaração”. “Não foi algo tão importante. Foi apenas… Foi ótimo”.

“Fui para Londres na quinta passada. Estava lá a negócios que não tinham nada à ver com música. Fiz o check in no hotel que sempre fico por lá, e o gerente foi me levar ao meu quarto. Então ele fala, ‘você vai tocar hoje a noite?’, e eu disse, ‘não, não, estou aqui a negócios desta vez não irei tocar’. Então ele me olhou de uma forma estranha, ‘O quê? Você não vai tocar esta noite’? Eu não tinha idéia que Axl e o Guns n’ Roses estavam em Londres. Então estávamos subindo no elevador, e ele disse ‘sabe, Axl está no quarto ao lado do seu’. Eu tinha que ir direto para umas reuniões. Todas as reuniões eram… Eu estava numa espécie de sala de reuniões com um quarto – era uma sala de reunião de um lado da parede e um quarto do outro. E eu fui direto para estas reuniões, que eram com pessoas do tipo de ‘Wall Street’. Então era uma reunião bem séria, sobre uns lances no qual trabalhei por um ano. Então lá estou eu nestas reuniões, e mais tarde meu telefone começa a tocar. Eram empresários e gerentes de turnês. A notícia de que eu estava no hotel havia se espalhado. E tudo se resumiu ao simples fato… Axl e eu nos encontramos, nos vimos e nos abraçamos. Fui para o show com ele. Haviam uns caras com nós. Havia muito… Como eu disse antes, você passa por muito coisa nos negócios, e há rupturas e demonizações um do outro, e eu acho que dois velhos amigos apenas talvez tenham superado estas barreiras e tiveram uma bela conversa. Não quero fazer nada aqui que vá baratear aquilo, dizendo qualquer coisa para vocês, mas tivemos um ótimo jantar no dia seguinte ao do show”. 

Sobre estar com seu velho amigo novamente:

“Sim, eu sentia falta disto. Verdade. Eu sentia. E não podia ter acontecido de uma forma mais casual, de verdade”.

Sobre a performance:

“Eu estava assistindo o show, e alguém veio até mim com um baixo… Olha, eu não toco ‘You Could Be Mine’ desde 1993. Muitas das outras canções, como ‘Paradise City’, ‘Mr. Brownstone’ e ‘Its So Easy’ eu toquei com o Velvet Revolver ou com o Loaded, mas ‘You Could Be Mine’… Eu fiquei, ‘Meu Deus. Ok, eu consigo. Acho que me lembro. Tem uma ponte aqui…’. Eu havia me esquecido da segunda parte da ponte, e tive que olhar para o braço da guitarra de Bumblefoot e ver qual seria o próximo acorde. Mas, sim, foi divertido. Me diverti muito”.

“Foi um pouco pesado. Quando as pessoas viram… Não foi tão pesado para mim. Eu estava mais preocupado por causa da banda que Axl montou – músicos muito, muito bons e ótimos caras. Conheci Bumblefoot, Tommy e Frank. E, é claro, há Dizzy. É uma ótima banda e não queria fazer nada que diminuisse o que eles estavam fazendo”.

Sobre se isto aumenta as chances de uma reunião da formação clássica do Guns n’ Roses:

“Não tenho nada a dizer sobre isso. Não é… Eu não sei. Não é algo que eu tenho trabalhado ou planejado. Eu trabalho e me organizo para as minhas filhas na escola no próximo ano, para os meus negócios ou até para o Loaded. Mas este tipo de coisa não é algo no qual eu vá sentar e falar, ‘ok, um dia isto vai acontecer’. Aquilo aconteceu e foi surpreendente, e deixou sua marca, sem dúvida. Após o show em Londres, eu poderia ter ganho um jantar grátis ou serviço de motorista grátis em todos os lugares que eu fui em Londres após o show. Eu meio tive que me esconder. Fui ver Ronnie Wood tocar na terça à noite e tive que tomar cuidado com os ‘tubarões’ ao meu redor, até mesmo no show – era um show privado, e lá estavam os tipos empresários e agentes. De repente eu estava mais bonito do que havia sido quando estive em Londres anteriormente, porque todos estavam me elogiando. ‘Ei Duff, você está ótimo’”.

Sobre se ele acha que o fato dele ter trabalhado sozinho nos últimos anos ajudou a tornar este encontro mais tranquilo:

“Bom, para mim, o grande lance é: ‘Qual minha parte nisso’? Todos podemos olhar para o passado e ficar, ‘ele fez isso comigo e…’. Você tem que se afastar e se olhar no espelho. Qual minha parte nisso? E foi nisso que estive trabalhando nos últimos 10 ou 15 anos, mas realmente nos último cinco, e é um trabalho em progresso. Você sempre se pinta de uma forma mais brilhante sobre o passado de sua vida. Eu poderia ter feitos coisas de uma forma diferente – provavelmente às vezes de uma forma bem melhor; às vezes poderia ter feito pior. Mas eu olho para a minha parte e para minha responsabilidade. Sou adulto. Assumo as responsabilidades por mim e por minhas ações hoje em dia. Não tenho nada a temer e não tenho nada do que me envergonhar. O que eu fiz foi o que eu fiz; o que eu farei é o que eu farei. Eu me divirto fazendo isto agora. Todos os dias eu acordo e falo: ‘ok, vamos lá. Hora da diversão’. Tenho sorte de ainda estar aqui e não me esqueço disto nunca”.








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