STEVEN TYLER: “ESTAREI NO AEROSMITH PARA SEMPRE”

19 01 2011

Fonte: Billboard

O website da “Billboard” conduziu uma extensa entrevista com o frontman do Aerosmith, Steven Tyler, que dentre outros assuntos falou sobre sua participação no “American Idol” e avisou: “Estarei no Aerosmith para sempre”.

Confira a entrevista completa, em português, no IMPRENSA ROCKER!

Ninguém teria culpado o frontman do Aerosmith, Steven Tyler, por pendurar as encharpes coloridas e tirar longas férias no início do ano passado – ele voltou de uma reabilitação e de uma longa turnê, após fazer as pazes com seus companheiros de banda, depois de uma guerra de palavras em 2009. Mas ao invés disso, ele assinou contrato para ser jurado no “American Idol”, um show mais conhecido pelo exibicionismo vocal e maquiagens do que pelo Hard Rock. Apesar das perguntas sobre como a gangue de Tyler, Jennifer Lopes e Randy Jackson irá soprar nova vida ao programa, ele diz que está se divertindo muito como jurado, e está convencido que irá descobrir a próxima lenda da música.  

Então você não era um fã ou um telespectador regular do “American Idol” no passado…
Eu não assistia muito ao “American Idol”, e minha opinião sobre ele, naquela época, era, “como você pode tirar algo daí?”. Não é que eu não era um fã do programa, eu apenas acreditava que a única forma de você conseguir era trabalhando duros nos clubes, cheirando o suor, cantando na fumaça e se polindo. Alguns destes garotos que eu vi cantando… Eu quis dizer, “espere um pouco. Então, onde você cantou antes daqui?”.

Algo em particular mudou sua impressão?
Quanto mais eu assistia o conteúdo do “American Idol”, eu percebia que alguns deles cantaram na igreja. Bom, sabe de uma? Eu também cantei. E eles cantaram em teatros pequenos – que nem eu. Assim com foram todos os grupos antes do Aerosmith (risos). Bandas de segundo escalão, ou seja lá como chamem todos estes grupos em treinamento. Então meu lance era: “Eles não treinaram, como eles se atrevem?” E sabe de uma coisa? Eu estava errado, porque o que me inspirou? A igreja e o refeitório na escola. Eu tomava porrada por ter cabelo comprido, recebia cusparadas, mijava nas calças e tudo mais. Mas eu mostrava para eles no refeitório. E este é o refeitório dos Estados Unidos. Todo mundo liga a TV após o jantar e assiste ao “American Idol”.

Quando você começou a pensar que ser um jurado do programa poderia ser uma opção?
Eu falei com meu empresário, Allen Kovac, um ano atrás e disse, “isto é algo no qual gostaria de fazer”, então ele começou a ver isso. Mas enquanto isto, eu dei entrada no centro de reabilitação “Betty Ford” por três meses, e quando saí do buraco, me encontrei com os produtores e compositores Marti Frederiksen e Kara DioGuard, para escrever esta canção para este programa japonês (“Love Lives”, de “Space Battleship Yamato”). É enorme.

Como é sua relação profissional com Kovac?
Ele realmente é bem diferente, e o que me atrai nele é que ele é esperto no que pensa e no que vê. Sem brincadeira, eu o encontrei por uma semana e estávamos conversando sobre se ele seria meu empresário, e ele disse, “o que você realmente quer”? E eu disse, “bem, quero ajeitar as coisas com o Aerosmith. Não importa o quê, a banda é a prioridade. E então ter alguma coisa em paralelo para fazer”. E estava indo falar em faculdades – por muito dinheiro, acredite. Era bem atrativo. Mas eu disse, “Nada com o Aerosmith. Precisamos sair e cuidar de uns negócios. E me arrume outra coisa. Eu não sei, algo como o ‘American Idol’” E Deus sabe que eu tive um pouco de culpa nesta coisa do Aerosmith. Não o deixarei cair. Temos estado casados um com o outro por 40 anos, e coisa deste tipo sempre acontece.

Qual foi o próximo passo?
Recebi uma mensagem de Kara por volta de Julho, quando estávamos em turnê na França, perguntando: “Você já pensou em ser um jurado do ‘American Idol’”? E eu pensei, “Estou em frente a não menos do que 80 mil pessoas por noite. Posso fazer aquilo? Eu gostaria de fazer aquilo? Metade das coisas que fiz em minha vida, apenas entrei meio como cego.

Como você respondeu a esta mensagem?
Eu respondi, “como está o ibope?” (risos). E então minha curiosidade começou a aflorar… Eu vivo como Dylan disse: (Tyler começa a cantar) “Gather ’round people throughout the land, and don’t criticize what you don’t understand” (Nota do Tradutor: A tradução fica: “Se juntem todos do lugar, e não critiquem o que não entendem”). Então comecei a fazer perguntas e descobri o que estava acontecendo. Sempre achei que J-Lo seria legal. Pensei que seria uma boa combinação.

Que tipo de conselho Kara lhe deu?
Ela e Marti disseram, “você seria perfeito para isto”. Eu pensei, “Merda, eu posso ir para lá e certamente saberia quando alguém é real. Eu poderia escutar sua alma e coração, porque eu sou um visionário periférico, sabe? Geralmente eu não olho diretamente para algo. Eu gosto de saborear o que não vejo.

Você teve alguma hesitação?
Foi difícil para eu fazer um julgamento, porque eu vivo no medo. Eu pego o medo – medo de subir no palco, medo de compor, medo de viver com um grupo de caras – e o transformo nas coisas mais positivas, como o mundo sabe. Então sempre foi, se você for ao fundo da questão, medo de conquistar. Então qualquer hesitação com relação ao “American idol” foi apenas, “espere, quantas pessoas? Para onde vamos? E o que fazemos”? E então me encontrei com Randy e aquilo terminou a partir daquele momento, porque ele foi tão honesto e aberto, e após cinco minutos ele era o irmão que eu nunca havia conhecido.

Kid Rock recentemente questionou o fato de você estar fazendo o “American Idol”. O que você diz sobre isso?
Kid Rock estava lá quando fomos à Casabranca (em 5 de dezembro para tocar no tributo a Paul McCartney no “Kennedy Center Honours”). Eu olhei para ele e disse, “quer saber de uma coisa, não vou discutir com você, cara. Se eu concordasse com você, nós dois estaríamos errados” (risos). Olhe, nós todos somos o resultado do que fomos, e ele certamente teve uma vida dura. Ele tem um single saindo e é como um animal grávido. Quando você tem um álbum, você quer protegê-lo. Você quer fazer qualquer coisa para fazer o álbum acontecer. Eu sei que por dentro os comentários dele não significam merda nenhuma. Não significa nada no grande esquema das coisas. É televisão. Nunca fiz isso e será divertido, e se por minuto ele pensa que isto irá destruir minha carreira… Eu quero o que ele está fumando.

Como é ser avaliado por estar no “American idol” com relação a ser avaliado por estar no Aerosmith?
Bom, o programa ainda não foi ao ar. Assim que for, estarei num microscópio. Mas estou tão acostumado a estar no microscópio, seja ao cair do palco – não sei se o público realmente quer saber se eu fiz cirurgias nos dois pés – ou que, sim, sou viciado em drogas e alcoólatra desde os anos 70. Você tem a banda procurando por outro vocalista e tudo mais. Mas ser avaliado? Que venham. Eu vivo para isto. Eu saí de meu terapeuta na reabilitação dizendo que “meus melhores pensamentos me colocaram aqui”, a ter o presidente me dizendo, na Casabranca, “o que você está fazendo aqui?” (risos). Foi fabuloso. Estou tão ocupado fazendo milhões de coisas, que as pessoas não sabem o que pensar. Não preciso ser validado pela opinião de outra pessoa. Isto irá durar três anos se eu continuar, ou quarto meses se eu só fizer este ano. Mas estarei no Aerosmith para sempre.

O que você quer ver num futuro candidato do programa?
Aquela coisa que não pode ser definida. Quando eu acerto uma canção (ele canta a introdução de “Jaded”), eu penso, “merda! De onde isto veio”? Ou (canta “Sweet Emotion”), e penso, “Meu Deus, aqui está”! E seja lá de onde esta mágica venha, é o desconhecido. Você não pode colocar as mãos nisto. Não pode dizer, “bem, cante na igreja e você será um ótimo cantor”. É uma coisa desconhecida.

Então você não procura por um cantor tecnicamente perfeito…
Algumas das estrelas por aí podem não ser os melhores cantores, e algumas podem ter, você sabe, uma qualidade peculiar. Apenas veja Lady Gaga, veja Mick Jagger e olhe para mim; o personagem que você se torna, que sua música lhe permite ser… Isto é o que estou procurando. Aquela coisinha peculiar. N~]ao é apenas uma boa voz. Não é apenas o visual. É o pacote complete.

Cerca de quantos cantores você já viu nas audições até agora?
Uau… 700.

E destes 700, quantos te impressionaram por terem aquela qualidade “da alma”?
Vinte… E por falar nisso, destes 20 que Randy, J-Lo e eu gostamos, apenas 10 continuam. Porque eles se apresentam, e nós assistimos e dizemos, “por que você escolheu este tom?”, “quem lhe disse para cantar esta música?”, “você estava bem melhor na semana passada”!… Isto é terrível. E me dói o coração dizer estas coisas. Eu não fui criado assim… Tenho que me lembrar que estamos procurando por um “ídolo americano” – algo que é bom pra caralho, e é exatamente assim que me julgo e julgo as canções que escrevo com Joe Perry. 

Os candidatos têm mostrado melhoras nas primeiras rodadas?
Quando chegamos à “Hollywood Week”, de repente eles estavam se apresentando com uma banda, e eu fiquei, “meu Deus! A produção realmente é essencial, porque a principio eles cantavam sozinhos, mas junto com a banda, com baixo e bateria… Elevou o que eu estava ouvindo para a estratosfera.

Você tem um candidato preferido no momento?
Sim. Não tenho certeza se posso dizer. Não tenho permissão, e isto pode os desqualificar. Eu realmente ainda não sei as regras, então eu adoro quebrá-las.

Você se diverte quando as câmeras estão desligadas?
Você não tem idéia das merdas que acontecem. Eu sempre esqueço que temos um microfone de lapela ligado, e toda vez que me inclino para J-Lo e digo algo – peço uma ajuda no julgamento de algo que ainda não aconteceu ou pergunto a um candidato, “você comeu lascas de tinta quando era criança?” – sai tudo no microfone.

Você já conhecia Jennifer Lopez antes disto?
Não. Eu estava voltando pra casa, vindo de Donnington (Inglaterra, onde o Aerosmith havia sido a atração do “Download Festival em junho de 2010). E havíamos acabado de concluir a Europa. Fizemos Veneza, e voamos para casa de Veneza. E estou no avião. Estou assistindo a este filme – “Plano B” – com J-Lo. O nome dela havia surgido uma vez antes (durante as primeiras conversas sobre o “American Idol”), assim como o meu nome, e tínhamos que participar de várias conversas. Então assisti “In Living Colour” e “Jenny From The Streets” ou qualquer coisa que ela havia feito antes, e ela era, para mim, uma garota da rua de verdade. Ela era real, tão embebida em sua cultura, que isto é tudo que ela representa. Ela é o que há da cultura latina. Ele é durona, e também tem um grande coração e, para o bem ou para o mal, ela fala o que pensa. Ela é uma fêmea alfa. 

Quando os garotos estão participando da audição e alguém entra vestido como um carro, nós dizemos “que porra você está fazendo”? E eu adoro. Adoro interromper o programa com pequenos incêndios de “merda”. Randy fala, “este é um programa de família”! É muito engraçado. J-Lo também, ela diz o que pensa, e eu gosto muito disto. Por isso que disse que ela é uma fêmea alfa… E eu sento ao lado dela por toda a noite.

Randy te chama de “dawg” (N.T.: corruptela da palavra “dog”, que significa “cachorro”)?
(risos) Ele chama todo mundo de “dawg”. Ele é uma figura, e eu amo o personagem dele.

Jimmy Iovine, presidente da “Interscope Geffen A&M”, será um conselheiro no “American Idol”. Você já o conhecia antes do programa?
Eu conheçi Jimmy quando ele era operador de fita nos estúdios “Record Plant”, em Nova Iorque, quando fazíamos o “Toys in The Attic” em 1975. Eu lembro dele no estúdio com o produtor Jack Douglas. Costumávamos chamá-lo de “shoes” (N.T.: em português fica “sapatos”). Este era seu apelido na época, e olhe para ele agora.





STEVEN TYLER: “O NOVO ÁLBUM DO AEROSMITH AINDA NÃO SAIU PORQUE NÃO CONSIGO ENCONTRAR JOE PERRY”

11 01 2011

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: Virgula

Em entrevista à “Rolling Stone”, Steven Tyler deu uma declaração no mínimo engraçada a respeito do novo álbum do Aerosmith. Segundo ele, a banda não consegue retomar o ritmo de trabalho porque Joe Perry desapareceu.

“Estou tentando juntar todo mundo para voltarmos a trabalhar no álbum, mas estamos tendo problemas para encontrar Joe Perry. Não faço idéia de onde ele está!”, afirmou Tyler.

Segundo o vocalista, apesar da banda quase não se falar mais, o novo álbum vai sair em breve.

“Nós só precisamos ficar todos juntos e aguentar um pouco as besteiras uns dos outros. E é só. Nós somos músicos, só precisamos ter força de vontade para conseguir juntar a banda novamente”, completou ele.





STEVEN TYLER CANTA EM TRIBUTO A PAUL McCARTNEY

29 12 2010

Fonte: Blabbermouth

Steven Tyler cantou as quatro últimas canções do lendário álbum “Abbey Road” em homenagem a Paul McCartney no “Kennedy Center Honors 2010”, realizado em Washington no dia 5 de dezembro. Tyler cantou o medley de “She Came in Though the Bathroom Window”, “Golden Slumbers”, “Carry That Weight” e “The End”. Ele retornou para a performance final de “Hey Jude” junto com Mavis Staples e James Taylor, que também fizeram um dueto em “Let it Be”. Enquanto isso, Norah Jones e Dave Grohl fizeram um dueto em “Maybe I’m Amazed”. O evento foi gravado e transmitido ontem, 28 de dezembro, totalizando um especial de duas horas.

O “Kennedy Center Honors” premia cinco artistas anualmente por sua contribuição à cultura norte-americana. Os ganhadores são selecionados pelo quadro de curadores do “Kennedy Center”. McCartney havia sido nomeado para receber a honra em 2002, mas teve que recusar, por causa de obrigações pessoais.

“O ‘Kennedy Center’ celebra cinco indivíduos que dedicaram suas vidas a enriquecer, inspirar e elevar a vibração cultural de nossa nação e do mundo”, disse David M. Rubenstein, Presidente do “Kennedy Center”.

Além de Paul, o evento deste ano homenageou o compositor Merle Haggard, o compositor e letrista Jerry Herman, o dançarino, coreógrafo e diretor Bill T. Jones, e a apresentadora e atriz Oprah Winfrey.
 
Confira abaixo os vídeos do evento:

É impressão minha ou Paul estava realmente emocionado? É incrível como as músicas dos Beatles mexem com as pessoas. Centenas de celebridades, atores de Hollywood e músicos famosos na platéia se comportando como fãs… Estes vídeos ganharam minha semana!!!





PAUL McCARTNEY CONVIDA STEVEN TYLER PARA CANTAR MÚSICAS DOS BEATLES

5 12 2010

Enviado por: Bernardo Marcondes
Fonte: G1

Steven Tyler, vocalista do Aerosmith, foi convidado por Paul McCartney para cantar quatro músicas dos Beatles em um show em Washington hoje, 5 de dezembro.

Tyler cantará faixas de “Abbey Road” no “Kennedy Centre Honors”, informa o site da revista britânica “NME”.

McCartney será premiado na cerimônia, junto ao cantor Merle Haggard, o compositor Jerry Herman e a apresentadora de TV Oprah Winfrey.

“Recebi um telefonema de Paul McCartney e ele me pediu para cantar as quatro últimas músicas de ‘Abbey road’. Então eu disse ‘OK. Vou fazer’”, disse o líder do Aerosmith para a rádio americana “95.9 WATD-F”.

Artistas são premiados nessa cerimônia por sua contribuição à cultura americana. Bob Dylan e Elton John estão entre os que já foram premiados.





JOE PERRY DESEJA QUE STEVEN TYLER SEJA BEM SUCEDIDO NO AMERICAN IDOL

1 11 2010

Fonte: Spinner

Joe Perry e Steven Tyler do Aerosmith aparentemente passaram mais tempo nos tablóides nos últimos dois anos do que Brad e Angelina. Após quase se separarem várias vezes, os problemas de saúde de Tyler, uma turnê e entrada do vocalista no “America Idol” como juiz, até Perry admite: “eu não sei o que irá acontecer com a banda”. 

Me desculpem aqueles que estão procurando por mais confusão, mas Perry não tem nenhuma mágoa de Tyler. “Steven quer passar mais tempo em Los Angeles e fazer isto”, fala Perry, referindo-se ao “American Idol”. “Ele sempre falou sobre faze algo deste tipo, e eu acho que ele quer ver se consegue. Deixe-o ir, então. É um esforço interessante e espero que ele seja muito feliz fazendo”.

Sobre o Aerosmith estar terminando a turnê atual, perry não parece estar preocupado com o fato destas serem as últimas apresentações. “Sou otimista com relação a isto”, diz. “Eu sei que a banda sempre irá, de alguma forma, se juntar e tocar, sejam duas ou três semanas a estrada ou em algum evento de caridade. Eu não acho que esta banda terá um ultimo show. É assim que me sinto”.

Mesmo Perry estando positivo quanto ao futuro do Aerosmith, ele não irá ficar sentado esperando pelo telefonema de Tyler. “Eu tive a sorte de tocar com a banda de Slash em Vegas, e ele teve a gentileza de me convidar para uma jam. Novamente, foi uma daquelas coisas que simplesmente se encaixaram”, Fala Perry. “Quero poder sair e fazer coisas diferentes. O agora é o agora e estou cansado de esperar, então não irei deixar nada passar agora”.





O DIA DE HOJE NA MÚSICA: 27 DE OUTUBRO

27 10 2010

Fonte: This day in music

Nasceram na data de hoje:
1949: Byron Allred (Steve Miller Band)
1949: Garry Tallent (Bruce Springsteen’s E Street Band)
1951: K.K. Downing (Judas Priest)
1967: Scott Weiland (Stone Temple Pilots/Velvet Revolver)
1984: Kelly Osbourne

Em 1957, Buddy Holly & The Crickets começaram uma estadia no topo das paradas britânicas com o single “That’ll Be The Day”. A canção se tornou nº 3 nos Estados Unidos, onde vendeu um milhão de cópias.

Em 1962, o The Shadows conseguiu seu segundo álbum nº 1 nas paradas, com “Out of Shadows”.

Em 1963, em turnê pela Suécia, os Beatles fizeram três shows no “The Cirkus”, em Goteborg.

Em 1966, o The Four Tops estava no topo das paradas britânicas com o single “Reach Out I’ll Be There”, que foi o único nº 1 da banda no Reino Unido.

Em 1969, Muddy Waters feriu-se seriamente num acidente de carro em Champagne, Illinois. Três pessoas morreram no acidente.

Em 1970, o Black Sabbath fez seu primeiro show nos Estados Unidos, dando início a uma turnê de 16 datas. A apresentação aconteceu na Universidade do Estado de Glassboro.

Em 1973, Gladys Knight and The Pips iniciaram uma estadia de duas semanas no topo das paradas americanas, com o single “Midnight Train to Georgia”. Esta foi a 18ª canção do grupo a figurar no top 40 e a primeira a alcançar a liderança das paradas.

Em 1973, o Status Quo chegou ao topo das paradas britânicas, com o álbum “Hello”.

Em 1973, o Mott The Hoople, tendo o Aerosmith como banda de abertura, se apresentou no “The Orpheum Theatre”, em Boston.

Em 1975, o desconhecido Bruce Springsteen teve a rara honra de ser simultaneamente a capa das revistas “Time” e “Newsweek”, nos Estados Unidos. 

Em 1979, Elton John desmaiou no palco do “Hollywood’s Universal Amphitheatre”, durante uma turnê norte-americana, devido a uma extrema exaustão.

Em 1980, o ex-integrante do T. Rex, Steve Took, se engasgou até morrer com uma semente de cereja, após alguns cogumelos “mágicos” que ele havia ingerido terem anestesiado toda suas garganta. 

Em 1984, durante uma turnê norte-americana, o Grateful Dead reservou uma área específica para os fãs que queriam gravar o show e transformá-lo em “bootleg”. A apresentação ocorreu em Berkeley, na Califórnia.

Em 1988, o filme “Rattle and Hum”, do U2, teve sua estréia mundial na cidade natal do grupo, Dublin, na Irlanda.

Em 1988, o Def Leppard fez o ultimo show da turnê “Hysteria”, que teve nada menos do que 232 apresentações. O último show aconteceu no “Tacoma Dome”, na cidade de Tacoma, Washington.

Em 1989, o baixista do U2, Adam Clayton, foi condenado por dirigir sob efeito de álcool, por um tribunal em Dublin, após ter sido flagrado dirigindo acima da velocidade permitida por duas vezes. Ele foi multado em £500 e proibido de dirigir por um ano.   

Em 1990, Paul Simon começou uma estadia de duas semanas no topo das paradas britânicas, com o álbum “The Rhyme of The Saints”, seu terceiro disco nº 1 no Reino Unido.

Em 1992, Bo Diddley entrou com um processo contra seu ex-empresário, alegando que ele havia roubado US$ 75 mil através de gastos pessoais não autorizados.

Em 2000, Lonnie Donegan foi ao Palácio de Buckingham para receber seu MBE (Membro da Ordem Britânica), por services prestados à música Pop. Lonnie foi o pioneiro do Skiffle nos anos 50 e inspirou uma geração de adolescentes a montarem sua bandas.

Em 2002, o Foo Fighters conseguiu seu primeiro álbum nº 1 nas paradas britânicas, com “One by One”.

Em 2007, Keith Richards marchou num protesto contra possíveis cortes no hospital de Sussex. O guitarrista dos Stones se juntou a 15 mil pessoas numa uma caminhada por Chichester, opondo-se aos planos que poderiam levar o “St. Richard Hospital” a ser rebaixado no nível de qualidade. Uma porta-voz do guitarrista disse: “Keith Richards é um membro antigo da comunidade de West Wittering (Nota do Tradutor: Pequena aldeia em Chichester, Inglaterra), e está contente em dar seu apoio aos esforços locais para salvar o “St. Richard Hospital”.

Em 2009, Eric Clapton cancelou sua participação no show do “Rock n’ Roll Hall of Fame”, em Nova Iorque, após ser submetido a uma cirurgia para retirada de cálculos biliares. Sua vaga na apresentação, que foi realizada no “Madson Square Garden”, foi ocupada por Jeff Beck.





STEVEN TYLER PERTO DE LANÇAR SINGLE DE CARREIRA SOLO

21 09 2010

Fonte: NME

Tyler anunciou que irá lançar o primeiro single de sua carreira solo. Intitulada “Love Lies”, a canção sera o tema do filme japonês “Space Battleship Yamato”, de acordo com o jornal “Tokyograph”.

O single será lançado em 24 de novembro, mas você pode escutar uma amostra no vídeo abaixo:

“Love Lies” começa após 1 minuto e 16 segundos.





E A NOVELA AEROSMITH CONTINUA…

10 09 2010

Fonte: Classic Rock Magazine 

John Kalodner, o homem que levou o Aerosmith para a “Geffen Records” nos anos 80, comentou sobre a decisão de Steven Tyler de juntar-se ao “American Idol”, e foi categórico: “Joe Perry entendeu tudo errado”. De acordo com o “Blabbermouth”, Kalodner acredita que o guitarrista não deveria estar criticando o frontman por movimentar sua carreira.

“Joe está completamente equivocado. Isto é ciúme. Ele está ultra nervoso… Eu não sei o que irá acontecer, porque Steven se energiza ao cantar em frente a 20 mil pessoas. Sentar num estúdio de TV com tudo roteirizado? Não tenho nem certeza se ele poderá usar seu ótimo sarcasmo. Poderei lhe dizer nos dois primeiros programas se ele será um superstar solo”.

Kalodner também repudia a idéia que Perry tem de encontrar outro vocalista para poderem continuar a turnê, enquanto Tyler faz sua temporada na TV. “Se Steven fizer um sucesso gigantesco como uma personalidade televisiva, não irá querer voltar à estrada. E não há Aerosmith sem Steven Tyler. Ponto final”.





1991: O ANO DIVISOR DE ÁGUAS NA HISTÓRIA DO ROCK N’ ROLL

9 09 2010

Por: Roberto A.

Muito se fala na década de 60 quando o assunto é a importância para o Rock. Realmente muita gente boa veio daqueles tempos, porém o que nunca vi explicitado em lugar algum foi que 1991 foi o ano mais importante na história desse gênero mais do que amado: o Rock n’ Roll.

Havia efervescência no movimento, perfume de erva espalhado pelo ar, muita criatividade, as mais interessantes edições de festivais, e o que mais importa: os discos mais revolucionários foram lançados justamente nesse ano. Basta avaliar com algum critério.

Aqui estão alguns exemplos que considero vitais para essa minha afirmação:

NEVERMIND: O Nirvana conseguiu o improvável: tornou pop o Punk Rock. Canções espetaculares tornaram Kurt, Krist e Dave ícones de toda uma geração; e a canção mais emblemática da década (e das melhores de todos os tempos) estava nesse disco: “Smells Like Teen Spirit”. Nevermind é todo bom e colocou Nirvana na lista dos maiores de todos os tempos.

TEN: Poucas vezes uma estréia foi tão emblemática como esta do Pearl Jam. Canções que se tornaram verdadeiros hinos da juventude, como “Even Flow”,”Alive”,”Once”, e uma das mais belas baladas já compostas, “Black”, deram à banda o valor merecido. Curiosamente eles nunca conseguiram fazer um disco tão bom quanto esse, mas isso é detalhe.

BLACK ALBUM: Neste disco o Metallica realizou sua obra-prima maior, juntando peso e melodia pop, algo impensável na época. Muito bem produzido por Bob Rock, o álbum tornou o Metallica popular entre pessoas de idades e gostos díspares. Havia peso para os headbangers, como “Enter Sandman” e “Sad But True”, e baladas para o público MTV, como “The Unforgiven” e “Nothing Else Matters”. Sublime.

ACHTUNG BABY: Após se consolidar no mundo, o U2 precisou revolucionar seu som, e conseguiu isso brilhantemente com este CD. Eletrônico e Rock se combinaram perfeitamente em canções sublimes como “The Fly”, “Even Better Then The Real Thing”, e o hit maior deles, “One”. Produção primorosa para uma sonoridade ímpar. Até hoje considerado como um dos principais trabalhos dos caras.

USE YOUR ILLUSIONS I e II: Senão o principal trabalho do Guns N’ Roses, estes dois discos duplos lançados simultaneamente podem ser considerados como o mais complexo e elaborado petardo dos caras. Experimentaram de tudo: desde covers audaciosos – “Live and Let Die” – Rock pesado – “Don´t Damm Me” – até as melhores baladas já compostas por eles – “November Rain”, “Stranged” e “Don´t Cry”. Estes discos deixaram o Guns imenso, marcando de vez o nome deles como uma das maiores bandas da história.

BADMOTORFINGER: O disco que colocou de vez o Soundgarden em evidência. Pauladas sônicas, como “Jesus Christ Pose”, “Outshined” e “Rusty Cage”, mostravam o alto nível técnico e criativo que a turma de Chris Cornell tinha a oferecer. Disco subestimado, porém impactante e vital aos fãs de boa música.

BLOOD SUGAR SEX MAGIC: Melhor e principal trampo do Red Hot Chili Peppers, este CD é algo sério. Ótimo do começo ao fim, soberbamente produzido, tem o som cristalino e grandes hits, como “Give it Away”, e “Under the Bridge”. Foi neste CD que a banda realmente apresentou seu potencial completo, estourando em nível mundial. Obrigatório.

Posso mencionar muitos outros discos bons lançados nesse ano, como “Gish”, do Smashing Pumpkins; “Loco Live”, do Ramones; “Out Of Time”, do REM; “Screamadelia”, do Primal Scream, entre outros.

Enfim, saudades de 1991. Nesse tempo o Rock era mais do que propaganda para vender refrigerante. Existia atitude.

Punto e Basta!





PAUL RODGERS CONTA QUE A MORTE DE JOHN BONHAM INFLUENCIOU SUA DECISÃO DE DEIXAR O BAD COMPANY

1 09 2010

Fonte: Spinner

O repórter Pat Pemberton, da “Spinner.com”, conduziu uma extensa entrevista com o lendário vocalista Paul Rodgers, que já foi o frontman do Free, Bad Company, Queen + Paul Rodgers e The Firm (projeto com Jimmy Page). Dentre outros assuntos, Rodgers falou sobre a reunião do Bad Company, a escolha do nome Free, além do convite para substituir Steven Tyler no Aerosmith.

Confira a entrevista completa, em português, com exclusividade aqui no Imprensa Rocker!

Quando Paul Rodgers formou sua segunda grande banda após o Free ter se separado, ele decidiu que a banda precisava de uma canção tema. Então sua nova banda, Bad Company, gravou uma música chamada, naturalmente, de “Bad Company”. “Eu compus esta canção com um feeling meio ‘velho-oeste’ – com um clima quase bíblico sobre aquela coisa de uma terra prometida, sem lei – fala Rodgers. “O nome combinou com a canção em muitos aspectos”.

Rodgers, que possui uma das mais distintas vozes do Rock n’ Roll, está de volta à estrada com o Bad Company, que recentemente lançou um DVD ao vivo e uma coletânea em CD. Figurinhas fáceis em rádios de Classic Rock, seus hits com o Bad Company incluem “Feel like Makin’ Love”, “Rock n’ Roll Fantasy” e a trágica história dos excessos da estrela do Rock, “Shooting Star”. Nós conversamos com ele que, dentre outros assuntos, falou sobre ser o frontman em grandes bandas, incluindo sua passagem com vocalista do Queen; sobre ter recusado a oferta para entrar no Aerosmith; além de sua opinião a respeito da versão de Christina Aguilera para o clássico do Free, “All Right Now”.

Você acabou de sair do lance Queen + Paul Rodgers. O que esta parceria lhe permitiu fazer que você ainda não havia feito?
Foi um grande desafio. No passado eu sempre formei as bandas. Eu formei o Free com Paul Kossoff, eu formei o Bad Company com Mick Ralphs e eu formei o The Firm com Jimmy Page. Desta vez foi um lance diferente; unir forças com uma banda que já tinha um repertório complete e uma reputação gigantesca.

Nós tocamos juntos num show de uma premiação em Londres, e tocamos as canções uns dos outros. Se aquilo não tivesse funcionado para mim num nível musical – de verdade – nunca teria nem chegado perto daquilo. Mas funcionou. Na verdade, tocamos “All Right Now”, “We Are The Champions” e “We Will Rock You” juntos, e foi incrível. Então pensamos que poderíamos fazer disto uma nova entidade – Queen + Paul Rodgers – e deixaríamos claro para todos que era uma nova entidade. Eu fiquei impressionado de ter passado quatro anos com eles, que foi um período mais longo do que passei no Free.

A gravadora do Free inicialmente sugeriu o nome “Heavy Metal Kids”, está correto?
Eu sempre tive problemas com nomes e gravadoras. Com o Free, foi a “Island Records”. Eles queriam chamar a banda de Heavy Metal Kids. Isto já foi depois de fazermos várias turnês, e eles vieram nos ver num show. O público estava enlouquecendo, pulando para cima e para baixo, e eles ainda não estavam convencidos. Então eles vieram nos ver num ensaio, e finalmente disseram: “Ok, queremos assinar com vocês… Mas queremos que se chamem Heavy Metal Kids”.

O resto da banda disse, “bem, é um contrato de gravação. Vamos colocar os dois nomes no quadro, então damos uma olhada e decidimos que nome gostamos”. Eu disse, “nem se atrevam. Não vamos mudar nosso nome”. Então fomos para gravadora e dissemos, “o nome vai ser Free ou então vamos embora”. Nós estávamos com os dedos cruzados por detrás de nossas costas, mas nos mantivemos firmes. E eu aprendi a fazer isto ao longo dos anos.

Aconteceu o mesmo com o Bad Company. Eu senti que seria o tipo de nome que chamaria a atenção. Eu não queria mudá-lo. Até Peter Grant, empresário da banda, estava bem inseguro com relação ao nome. Não estou certo do motivo. Mas todos acabaram concordando eventualmente.

O que fez você decidir ter uma música com o mesmo nome – “Bad Company”?
Acho que foi porque aquilo nunca havia sido feito. Achei que era interessante aparecer com uma nova banda, com uma canção tema.

É verdade que o nome saiu do filme “Bad Company”, de Jeff Bridges?
Não. Na verdade, eu nunca nem assisti ao filme. O nome veio de minha infância. Eu vi um livro sobre os costumes da época Vitoriana. Ele mostrava uma figura de um vagabundo vitoriano. Ele estava vestido de uma forma que parecia bem durão, com chapéu, relógio no bolso e tudo aquilo. Mas tudo estava detonado. Os sapatos estavam com o solado furado e o chapéu também. E o cara estava encostado num poste, com uma garrafa na mão e um cachimbo na boca, obviamente era um cara perigoso. E então você tem este pequeno garoto, uma criança na verdade, olhando para ele. E por dentro, eu disse: “Cuidado com a má companhia” (Nota do tradutor: Bad Company em português significa “má companhia”).

Você deliberadamente canta aquelas canções com um sotaque norte-americano. Eu fico imaginando como “Feel Like Makin’ Love” soaria com um sotaque britânico…
Eu soaria assim: (ele canta “Feel Like Makin’ Love” numa voz macia, de um jeito bem britânico). Eu acho que aprendi a linguagem do Rock n’ Roll escutando muito Blues e muito dos caras da Soul Music. E eu imitava estes caras. Gente como John Lee Hooker, com um sotaque norte-americano bem profundo. Não acho que o idioma do Rock n’ Roll tenha sotaque britânico; acho que é um sotaque norte-americano.

Poucos anos após o baterista do Led Zeppelin, John Bonham, morrer de uma forma bem parecida com a descrita em “Shooting Star”, você deixou sua própria banda para ficar com sua família. Como a morte de Bonham afetou sua decisão?
Influenciou muito. Mas eu estava preparado para aquilo, de qualquer forma. Eu estava preparado para sair da estrada, e podia sentir que estávamos voando alto demais e enlouquecendo demais, e que algo iria acontecer.

Aconteceu tantas vezes antes – e foi a inspiração par a canção “Shooting Star”. John era um cara muito amável. Foi muito triste perdê-lo, como amigo, e para o mundo que perdeu um grande talento. Porque eu acho que ele provavelmente foi um dos melhores bateristas de Rock n’ Roll que já viveram. Então foi realmente muito triste. Um amargo gosto de realidade.

Então decidi que precisava de um tempo para viver, mas nunca me afastei tanto da musica. Construí um estúdio em minha casa e apenas continuei a gravar. Então antes que eu percebesse, Jimmy (Page) estava indo lá em casa e estávamos compondo juntos, o The Firm nasceu e lá estávamos nós na estrada novamente.

Você chegou a ser contatado para substituir Steven Tyler no Aerosmith?
Bem, sim, na verdade eu fui. Joe Perry veio até mim numa outra festa de premiação, e disse que Steven Tyler não estava interessado em sair em turnê no momento, mas que eles estavam preparados para a estrada e estavam procurando alguém para preencher a vaga. E eu disse a ele, “bem, talvez vocês devam repensar sobre isto”. E estou feliz de ver que eles estão de volta agora, porque são uma banda fabulosa.

Você não quis fazer aquilo, porque já havia feito o lance do Queen?
Acho que sim. Como disse antes, o Queen foi uma exceção – unir forças com uma banda que já existia – porque no passado eu sempre formei as bandas e então escrevia o catálogo de canções da banda.

Eu vi que Eminem sampleou uma canção sua – “Reaching Out”, com o Queen – e Christina Aguilera fez um cover de “All Right Now”…
Eu achei a versão de Christina Aguilera para “All Right Now” detonou. Eu adorei! Eu já ouvi alguns fazerem aquela música e, bem, você sabe – ela é bem difícil de ser acertada, na verdade. Mas ela fez um ótimo trabalho. Ficou bom.

O lance do Eminem ficou interessante, porque não foi o que eu tinha em mente. Quando estávamos em turnê, eles mandaram uma versão da música e como eles pretendiam samplear. E ela ficou bem diferente da versão final. Não fiquei lá muito satisfeito com o resultado, com toda a honestidade. Nunca uso palavrões no palco ou nos discos; não é meu lance. Eu gosto do Eminem, e acho que ele tem um ponto de vista interessante e muito a dizer, mas ele o faz de uma forma na qual eu nunca faria.

Sua esposa e você estavam distribuindo dinheiro para os fãs…
Isto é algo que minha esposa faz, e é de coração. Ela vê alguém por quem sente algo e lhe dá um presente. Se chama “Ato de Generosidade ao Acaso”. Acho que é 100 dólares. Tudo que eles têm que fazer em retribuição é realizar algo legal para uma outra pessoa.

Qual é o padrão que ela busca? Ela procura por algo em particular?
Quer saber de uma coisa? Vou chamá-la para responder esta para você.

Cynthia Rodgers: É uma coisa de sentimento. Tem sido interessante, porque estamos dando 100 dólares, e acho que até agora já doamos 65 mil dólares. Quando as pessoas recebem o envelope, o olhar em seus rostos… Alguns se comportam como se estivessem sendo servidos, enquanto outros relutam bastante em aceitar o envelope. Mas eu tenho tido sorte com meu feeling na hora de escolher que mais precisa.

Houve um senhor que estava com suas duas filhas – perto de 9 e 11 anos – e ele sabia todas as letras das canções de Paul. Então eu lhe dei um envelope. Ele esperou após o show, até sairmos, e ele tinha lágrimas nos olhos. Ele disse: “Eu sou um pai solteiro, e você não sabe o que isto significa para minha família”. Ele havia perdido a esposa em um acidente de carro. Mas ele disse, “Mais do que tudo, isto mostrou às minhas filhas que ainda há boas pessoas no mundo e que coisas boas acontecem”.








Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 73 outros seguidores