TED NUGENT: “CRIMES NA CASABRANCA ENTRARÃO PARA HISTÓRIA COMO OS MAIS VULGARES E IGNORANTES DO MUNDO”

4 08 2010

Fonte: Goldmine

O website “Goldmine” fez uma extensa entrevista com o sempre polêmico Ted Nugent, que falou sobre a nova turnê, seu amor pela caça e sua visão política.

Confira abaixo, traduzido na íntegra para o português, a metralhadora giratória do “Motor City Madman”!

Aos 61 anos, Ted Nugent ainda carrega uma extraordinária semelhança com o guitarrista maníaco retratado eu seus dias de juventude, um homem ainda movido por uma implacável energia e uma impenitente atitude que se tornou a marca de seu estilo.
de ter começado com a Amboy Dukes, no início da era psicodélica dos anos 60, ele só se alinhou a uma forma enquanto esteve no supergrupo Damn Yankees – que também contava com Jack Blades, Tommy Shaw e Michael Cartellone. De fato, na maior parte foram seus discos solo que documentaram suas provocações e rangidos. 

Sua última turnê – intitulada “Trample Te Weak, Hurdle The Dead” (Pise nos Fracos, Supere os Mortos) – sugere que mesmo enquanto se aproxima da idade de se aposentar pelo seguro social, o autodenominado “Motor City Madman” não está para amolecer. De fato, seu amor por armas e o franco apoio à “Associação Nacional do Rifle” continua inabalável, e seu ponto de vista conservador frequentemente faz gente da direita das rádios – Rush Limbaugh, Glenn Beck, etc – parecerem liberais.

Não surpreendentemente, “Nuge” saiu numa expedição para caçar ursos antes de embarcar no que ele prometeu ser uma igualmente matadora turnê. Felizmente, ele concedeu alguns minutos à “Goldmine” para um bate papo antes de sua partida.  

Você sempre se afastou das normas com relação ao usual estilo de vida do Rock n’ Roll – você não usa drogas, é inabalavelmente a favor das armas e aparentemente conservador em suas crenças políticas. Você nunca ganhou realmente recebeu muitos aplausos da crítica. Como você se sente com esta aparente indiferença do resto da comunidade do Rock?
Eu nuca senti nenhuma indiferença de ninguém, de verdade. Meus momentos com grandes músicos foram sempre positivos, e eu fui tratos com muito respeito, especialmente em “jam sessions” com Jimi Hendrix, Rick Derringer, Johnny e Edgar Winter, B.B. King, ZZ Top, Cheap Trick, Heart, AC/DC, Aerosmith, Kiss e muitos outros. Eu sou muito amigo de Sammy Hagar, Kid Rock, Toby Keith e John Ric (Nota do tradutor: cantores de música Country nos Estados Unidos), Steven Tyler, Joe Perry e muitos outros talentosos colegas músicas. Eu tenho me divertido o máximo brutalizando minha guitarra por mais de 50 anos, curtindo e criando mais música intensa em 2010 do que nunca em minha vida. Os pontos positivos apagam os negativos e está melhorando cada vez mais. “Trample The Weak, Hurdle The Dead” será a mais ultrajante (turnê) da minha vida.

Detroit tem sido um ótimo berçário para a boa música pelos últimos 50 anos – você, The Stooges, MC5, Bob Seger e o som da Motown, todos vieram da “Motor City” (Nota do tradutor: apelido de Detroit por ser a maior fabricante de automóveis do Estados Unidos). Ainda existe uma firme comunidade musical aqui de que você faça parte? E por que você acha que Detroit teve um impacto tão grande na música popular?
Amém! A ponderosa “Motor City” tem jorrado energia, alma, mijo e vinagre desde sempre. Mitch Ryder and The Detroit Wheels, Billy Lee, Johnny Badanjek, Jimmy McCarty, Earl Elliot e Joe Kubrik estabeleceram a base para um Rhythm n’ Blues e um Rock n’ Roll altamente energético, ultra-firme e desafiador. Na época nós estávamos sendo expostos aos maravilhosos irmãos Funk da Motown, então sabíamos que teríamos que ser animais absolutos em nossos instrumentos ou esquecer tudo. O orgulho e o espírito estão vivos e bem nos dias de hoje, com Kid Rock, Eminem, Jack White e mais um grupo de rockers intensos e desafiadores ao longo de Michigan. Eu sou o padrinho deles e tenho orgulho disto.

Temos que perguntar: o que aconteceu com a tanga e com as botas de cano alto?
Eu os comi. Matarei uns novos esta semana.

É dito que você não sabia que “Journey to The Center of The Mind”, a canção que você gravou com o Amboy Dukes e que lhe trouxe ao sucesso nacional, fazia alusão a drogas. Isto é verdade? E quando você descobriu que esta canção tinha referências às drogas?
É incrível, mas é verdade. Eu estava ligado na música e nos mestres da música. Eu estava vendo que os hippies estavam babando, vomitando e morrendo por causa do abuso de drogas, mas eu não era um hippie de verdade. Eu descobri isto cedo o suficiente. Tristemente, a maioria deles não descobriu.

Você deu a Meat Loaf uma de suas primeiras chances, quando ele cantou com sua banda em meados dos anos 70. Você se manteve em contato com ele?
Outro irmão de alma de Michigan, com certeza! Nós nos batemos por aí de vez em quando, e o considero um grande homem e amigo.

Por que o Damn Yankees não durou mais? Os egos foram os responsáveis pelo fim?
Egos saudáveis criaram o talento e energia monstros do Damn Yankees. Sendo movidos a aventura como somos, todos procurávamos novas montanhas para escalar, e pareceu que o Damn Yankees havia cumprido sua missão. Mas nunca se sabe! Aqueles caras me merecem.

Quais as bandas e artistas que te atraem nos dias de hoje?
Uma gata canadense chamada Val Halla, que está abrindo os meus shows nesta turnê. Ela exala alma e espírito! E qualquer coisa que Joe Bonamassa faça me emociona.

Vamos falar de política um pouco. Você nunca teve medo de expressar suas visões políticas. O que você acha do rancor e divisão na nossa nação hoje?
É de partir o coração e totalmente desnecessário, na verdade. A divisão é um resultado direto da apatia e da desinformação que vêm de uma intencional e preguiçosa desunião. Aqueles que não estão interessados em fazer nada pelo próprio país, mas que possuem uma enorme lista de reivindicações para sugar o sangue dos Estados Unidos, têm o Presidente perfeito e sua gang de czares para a sua auto-imposta dependência, como se fossem ovelhas. É vergonhosamente desumano, de verdade. Do meu lado estão as famílias norte-americanas trabalhadoras, chutadoras de traseiros, que não querem que o Governo faça nada por elas além de proteger as fronteiras e aplicar as leis e, basicamente, sair da porra da nossa frente para sermos o melhor que podemos. A criminalidade do fã clube de Mao Tse-Tung na Casabranca irá entrar para a história como um dos mais vulgares e ignorantes crimes do mundo. Uma porra de vergonha. Tristemente, nós tivemos o que pedimos. Eu luto todos os dias da minha vida. E eu irei vencer.  

Você era do “Tea Party” (Partido do Chá) (Nota do tradutor: movimento sócio-político norte-americanos surgido em 2009, que faz referência ao “Boston Tea Party” de 1773 – um protesto dos colonos americanos contra diversos atos do governo Britânico) antes de existir o “Tea Party”. Você interagiu com este grupo ou eles te chamaram para participar? Você já considerou concorrer a algum cargo político?
Obrigado por perceber isto. Sim, graças a Deus, to movimento “Tea Party” é simplesmente “nós, as pessoas” acordando para o fato de que este glorioso experimento de auto-governança, por todos os víeis, exige que todos os norte-americanos participem. A Declaração da Independência, a Constituição, a Declaração dos Direitos, os 10 Mandamentos e a Lei de Ouro (Nota do tradutor: esta lei pode ser resumida como: “trate os outros da mesma forma que gostaria de ser tratado quando na mesma situação”) ainda são nosso farol para este maravilhoso e único sonho americano, e o “Tea Party” está simplesmente exigindo o retorno a estes pilares da liberdade. Eu gosto disto. Eu estou tão envolvido quanto qualquer um. Deus abençoe o “Tea Party”.

Por que você acha que a maioria dos músicos tendem a inclinar-se para um ponto de vista mais liberal?
Eu não sei se isto acontece, mas aqueles que têm esta visão o fazem por causa do abuso de substâncias que correu suas mentes, ou porque têm uma vida movida a fantasia por causa de um auto-imposto isolamento da desconfortante realidade; ambas são condições patéticas para pessoas patéticas.

Seu envolvimento com a “Associação Nacional do Rifle” está bem documentado. Você participou de seu Conselho, mas você já foi nomeado Presidente da “ANR”? Ou já foi solicitado que faça anúncios de serviços públicos ou “lobby” em favor deles?
A “ANR” é com certeza a mais poderosa organização popular da história humana, levantando-se a favor da verdade irrefutável de que as pessoas livres têm o direito de se defender e o direto individual de ter e carregar armas para fazê-lo. O desarmamento é uma condição fria e irresponsável, e só um idiota permitiria isto.  Eu farei tudo o que puder pela “ANR” em qualquer campo que eles desejem que eu faça.

Você já se encontrou com a Sarah Palin? Ou já pensou em caçar com ela?
Já encontrei esta grande senhora, e sim, adoraria caçar com ela. Eu caço no esplendor do Alasca quase todo ano, e certamente iria gostar de acampar com Palin em qualquer lugar, em qualquer momento.

Você está para ir numa expedição de caça a ursos. Para onde está indo?
Eu matei belíssimos ursos negros em New Brunswick e no Alasca nesta primavera, e espero por outros magníficos bifes de tapete com meu arco e flecha no Quebec na próxima semana. Matar ursos com lanças afiadas faz mais bem para a alma do que qualquer intenso barulho de guitarra Rock n’ Roll, te garanto.

Seu amor pela caça é bem conhecido, é claro. Mas o que você diz àqueles que lamentam a caça porque dizem que os animais são indefesos contra as armas modernas, sendo um esporte cruel que dá ao homem uma injusta vantagem? Você acha que os caçadores se entusiasmariam com o esporte se os animais pudessem atirar de volta?
Eu não digo nada. Eu simplesmente vou caçar e mato coisas. É perfeito.

Qual a pergunta que nunca lhe perguntaram?
Por que nunca fui chamado para ser o mestre de cerimônias do evento sobre diretos dos gays, “Pink Pistol”. A vida não é justa.

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16 responses

4 08 2010
D. S. Z.

Ted Nugent é um reaça de merda! Porque ele não veste um capuz branco e sai por aí queimando cruzes e espancando minorias? Vai lamber o saco do Bush! Enfia o rifle no seu cu!

4 08 2010
Gabriel Gonçalves

Que Ted Nugent é chapa-branca total, todos têm que concordar. O meu problema com o resto das pessoas é elas acharem que ele está errado. Não existem filosofias de vida certas ou erradas. Ele segue a filosofia que acredita e que julga adequada para ele (indivíduo). Discordo de 99% do que ele falou – politicamente – mas não posso dizer que ela está errado. Só concordo com ele quanto a proibição do porte de armas. Aliás sou contra qualquer intervenção do Estado na vida individual do cidadão. Ele citou na entrevista o que para ele são os pilares da sua filosofia – Declaração da Independência, Declaração dos Direitos, etc. Discordo de todos – especialmente dos 10 mandamentos; sou ateu graças a deus – mas nenhum destes pilares é crime, pelo contrário, pregam a paz, tolerância, etc. No cerne da coisa ele busca o que todos buscam, mas escolheu um caminho diferente para chegar lá. Da mesma forma que ele se mostrou um “extremista” ao dizer que “os que tendem a uma visão política liberal são drogados ou idiotas”, você também se mostrou extremista ao insinuar que ele é da “KKK”, apesar dele, inclusive, ter declarado na entrevista sua admiriação pela Motown – uma gravadora só de negros. Obrigado pela participação, cara, e volte sempre!

4 08 2010
D. S. Z.

Gabriel, tu és um apaziguador, e isso é admirável! Vou te dizer que nem conheço o trabalho do Ted, ou melhor, só conheço de nome! Apenas fiquei com raiva do que li. Realmente, me excedi nos xingamentos. Mas ainda quero que ele vá tomar no cu dele, hehehhe. Abraço e parabéns pelo blog!

4 08 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Fala, cara, blza? Na verdade não me considero um apaziguador, de verdade, rs. Eu realmente acho que, contanto que a pessoa não prejudique outra, ela tem o direito de fazer, dizer e pensar o que quiser – assim como nós temos o direito de discordar ou não. Mas te entendo perfeitamente, porque todos nós levamos pro lado pessoal quando alguém tem uma opinião diferente – no caso do Ted Nugent, “muito diferente” – mas eu procuro racionalizar um pouco a coisa, rs. E velhão, procure algum material dele; comece por uma coletânea ou, melhor, um ao vivo. Ele tem verdadeiros hinos do Hard Rock. “Cat Scratch Fever” é um dos melhores riffs da história! Abração, meu velho, e volte sempre!

4 08 2010
Roberto Barros

Amo a musica do ted nugent tem muitosd classicos, e hard rock puro, so que não compartilho com quase nenhuma ideia dele.

5 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Roberto! Velhão, me encontro na mesma situação que você. Adoro o trabalho dele, inclusive com o Damn Yankees, mas discordo de 99% do ponto de vista dele. Grande abraço, meu velho, e volte sempre!

5 08 2010
William

Ted Nugent é um puta músico!!!
E é um tremendo Filho da Puta também!!!
Um monstro (no bom sentido é claro) da guitarra.
Um monstro (literalmente) cruel e desprezível como ser humano.

5 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Willian, tudo bem? Então, cara, não acho ele um ser humano desprezível, apenas discordo do ponto de vista dele. Em alguns casos, como na opinião dele sobre imgrantes, por exemplo, até acho que é uma visão egoísta, no mínimo, mas quem de nós não tem nenhuma preconceito? Como disse no comentário anteriorm discordo de 99% do que ele acha, mas não penso que ele esteja errado, é apenas a filosofia de vida que ele escolheu para ele próprio. Quanto a ser um tremendo músico, estou 100% de acordo, rs! Grande abraço, velhão, e volte sempre!

7 08 2010
William

Tranquilo Gabriel.
O Ted Nugent é polêmico mesmo. O “patriotismo” dele chega ao fanatismo. Infelizmente já ouvi tanta coisa dele, que me faz desprezá-lo. Mas não canso de ouvir vários álbuns dele.
Abraço.

Long Live Rock and Roll

7 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, William! Você está certo, cara, se fossémos nos preocuar com a visão política de todos os nossos ídolos, estaríamos fritos. Idiota ou não, Nugent é um dos gigantes do Hard e sua música é presente para os que gostem de riffs certeiros. Grande abraço, meu velho, e volte sempre!

6 08 2010
Marcos Gonçalves

Fala Gabêra. Entrando no campo da Ciência Política, Antropologia, História ou sei lá o que mais, se me permite, minha opinião – discordante da sua – é de que trata-se de uma utopia, a existência de uma civilização sem Estado (ou sem que o Estado intervenha na vida das pessoas). É um mal necessário, cujos esboços surgiram naturalmente com as primeiras aglomerações humanas, ainda na pré-história. E coisa parecida existe também entre os outros animais que vivem em grupos. Caso não aparecessem lideranças coercitivas desse gênero, as espécies certamente tenderiam a auto-extinção em conflitos generalizados entre pares por bens, comida, posses, poder, fêmeas e etc. Me perdôe o off-topic, mas você deixou a brecha e eu não resisti. Aliás, a questão do porte de arma se encaixa exatamente nessa situação. Eu prefiro o monopólio da violência nas mãos do Estado (desde que numa democracia). O “cada um por si” redundaria nas situações de “conflito total” que citei acima. Ah, e o Nugent é mesmo um babaca, sob meu ponto de vista. Abração.

6 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, Marquêra. Bicho na verdade você não discordou de mim – só na parte do porte de armas. Eu não sou contra a existência de um Estado, o que eu disse é que sou contra o Estado intervir nas liberdades individuais. Se o cara faz merda, é necessário que o Estado intervenha, é claro. Mas se e o cara quer ter arma, usar drogas ou seja lá que for, ele tem esse direito. A partir do momento que ele prejudicar uma terceira pessoa, aí sim é quando o Estado deve intervir, na minha opinião. Acho que é subestimar demais nós mesmos pensar que mataríamos uns aos outros se não houvesse uma espécie de controle. O controle tem que existir, sim, mas para manter e garantir os direitos individuais. Quanto ao porte de arma, discordo que o monopólio da violência tenha que estar só com o Estado. Até porque, na maioria dos lugares, o Estado é ineficiente quanto a segurança pública. O que eu acho certo seri haver um controle, como há, de quem tem porte – assim como quem tem licença para dirigir ou pilotar avião, etc. O cara tem que cumprir certas regras para ter a permissão, mas proibir acho errado. Abração, meu velho, em menos de duas semanas estarei chegando aí, rs.

6 08 2010
Marcos Gonçalves

Gabêra. Tá meio doida essa discussão. Se o Ted Nuggent tem o direito de ter a filosofia dele, de ser xenófobo e tal e coisa, de pensar do jeito que manda a cabeça dele, nós também temos. Eu e o os outros caras que acham ele idiota estamos pensando de acordo com nossas cabeças. Se você disser que não devemos critica-lo porque ele só está expondo a filosofia dele entramos num paradoxo, pois essa é a nossa filosofia e também queremos expo-la. Resumindo, ele fala merda e a gente xinga ele: tá todo mundo agindo de acordo com suas cabeças.

6 08 2010
Gabriel Gonçalves

rs… Fala, meu velho. Tá doida mesmo a duscussão, mas acho que há um ponto no que você disse que é o que pode dar uma explicada. Todos têm o direito de discordar do outro, o “achar um idiota” é que o problema. Por que o cara é idiota só porque ele pensa diferente? É a mesma coisa de chamar alguém de idiota por ele tocer pra outro time, ou gostar de uma comida diferente da sua. Mas eu sei que é uma coisa que está inerente ao ser humano, inclusive a mim. A questão que eu quis colocar é bem filosófica mesmo: eu também acho algumas pessoa idiotas, porque pensam diferente de mim. O que eu fiz foi racionalizar a coisa – e dar uma de advogado do diabo, hehehehehe. É uma questão que talvez ainda não tenha sido respondia por nenhum antropólogo. Por que a gente, automaticamente, acha alguém que pensa diferente idiota? É fácil tolerarmos quando a opinião contrária é “fútil”, como comida preferida, ou banda preferida. mas Mas por que não conseguimos tolerar quando a coisa é mais séria? esta é a duscussão, rs. Abração, meu velho!

6 08 2010
Marcos Gonçalves

Não acho qualquer pessoa que pensa diferente de mim idiota não. Mas o Nugent exagera e merece o título em minha opinião, rs. Abração.

6 08 2010
Gabriel Gonçalves

Fala, meu velho! Pois é, man, eu não tô dizendo que que você acha idiota quem pensa diferente de você. A discussão é: por que em assuntos mais leves nós toleramos quem discorda da gente, mas em assuntos sérios tomamos como uma ofensa pessoal? Esse é o “x” da questão, rs. Abração, Marquêra!

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